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Salvando o Casamento
Tales e Maria estavam casados a pouco mais de 1 ano. Porem o casamento deles já parecia ter caído em uma rotina. Durante os anos de namoro, eles experimentaram e praticaram muitas fantasias, um do outro. Sempre foram muito bem resolvidos em relação a sexo.
Com o passar do tempo, Tales foi ficando mais afastado de suas fantasias com Maria, talvez porque ela havia engordado um pouco, o trabalho de casa a deixava ocupada e cansada demais...enfim, eles por algum tempo ficavam só no papai-mamãe.
Sempre que praticavam BDSM, Tales dominava Maria de varias maneiras, ela sempre gostava e gozava em sua posição de sub, algumas vezes, ele sugeriu que ela a dominasse, e para isso lhe dava vários tipos de presentes, como botas cano alto, roupas sexy e acessórios. Ela, das poucas vezes que praticou seu lado Dominatrix, pouco fez, e por varias vezes acabou cedendo e voltando a posição de submissa.
Tales ficava horas a fio na frente do PC de sua casa, as vezes lendo contos em inglês e as vezes apenas admirando fotos de BDSM. Certo dia, enquanto Maria trabalhava no PC, algo nela despertou e ela começou a procurar o motivo que Tales ficava ao PC por varias horas. Foi quando ela abriu algumas pastas e pode ver varias fotos, vídeos, clips e ate alguns contatos de escravas e Dommes na região de onde vivem.
Ela no primeiro momento pensou em brigar, discutir com Tales, mas depois, pensou mais um pouco e pensando no casamento, e em tudo o que mudara desde a época do namoro, resolveu usar as informações a seu proveito.
Maria separou alguns emails e telefones de algumas dommes e no mesmo dia entrou em contato. Apenas duas a retornaram, uma se dizendo profissional e outra se denominando Baunilha. A segunda, ela já descartara, pois queria obter apenas informações do como fazer e o que fazer para dominar de uma maneira correta seu marido. No final do dia, Maria respondeu o email da Domme profissional e voltou a seus afazeres.
Logo que Tales chegou do trabalho, ele foi ao PC, e nada percebeu em suas pastas e arquivos. A noite, o sexo com sua esposa foi o mesmo de sempre, o papai mamãe!
No dia seguinte, assim que Tales foi trabalhar, Maria correu para sua caixa de entradas de email, e lá estava a resposta de Domme Laura. Maria agendou um horário com a profissional, e por alguns motivos, marcou com o D. Laura na residência do casal.
Era pouco mais do que 15hs quando D. Laura tocou a campainha. Assim que abriu a porta, Maria, que estava com um vestido de tecido bem solto, pode ver uma bela morena, vestida de jeans justo e blusa preta com um decote deixando a mostra os belos peitos, botas de verniz por cima da calca e uma bolsa do mesmo material que quase era uma valise de viajem. Meio se jeito, Maria convidou D. Laura a entrar para ela aprender alguns truques.
D. Laura, logo de cara, perguntou se havia mais alguém em casa, e Maria logo respondeu que só a empregada que estava nos fundos da casa. D. Laura, já dominante, mandou que Maria dispensasse a empregada naquele dia, afinal, ela era uma profissional e o assunto seria um tanto delicado. Maria logo se levantou e foi dispensar a empregada, no mesmo momento, D. Laura se levantou e foi ate o WC. Depois de ter dispensado a auxiliar, Maria voltou a sala e não viu D. Laura sentada a mesa, e logo olhou em volta a procura da morena, que estava de pe, ao lado de um barzinho no canto da sala. Agora a roupa de D. Laura, não era mais comportada, e sim ela já estava incorporada como Domme, vestindo uma minúscula calcinha de verniz, as botas, uma falsa coleira (só para completar o visual) e uma luva, bem curta, que só cobria os dedos, em suas mãos um chicote de couro, uma algema de ferro e uma coleira com uma longa e brilhante corrente cromada.
Maria, ao ver tudo aquilo se assustou e comentou que aquela visita seria só para alguns conselhos, e nada mais, e que D. Laura teria passado um pouco dos limites de Maria naquele momento. Pois ela não queria ver-la em ação. D. Laura, com um olhar profundo e um tom de voz firme, mandou que Maria viesse ate ela e a recebesse da maneira correta em sua casa.
Maria, pensando que faria parte da aula, foi e a cumprimentou com um beijo no rosto, o que levou foi um tapa ardido e barulhento que a vez ir ao chão. D. Laura foi a sua direção, a virou de barriga para baixo, algemando suas mãos as costas, enquanto Maria ainda se recompunha do tapa, já levou outro, da mesma maneira dolorido, só que na bunda, que já aparecia por causa do vestido que subiu. Em seguida veio a coleira, apertada no pescoço de Maria. Quando finalmente ela ficou de pe, começou a chorar e pedir por socorro, foi quando D. Laura, foi ate sua bolsa imensa e voltou com um ring-gag preso a um harness de couro, que envolveria toda a cabeça de Maria.
Logo Maria esta algemada, encoleirada e babando pelo ring-gag, tudo isso na sala de sua própria casa, com uma estranha. Por dentro, ela estava em pânico, mas não queria demonstrar com medo da reação de D. Laura. Nesse mesmo instante, D. Laura voltou a dizer que Maria viesse ate ela e a recebesse em sua casa. Desta vez, Maria ajoelhou e foi ao encontro de D. Laura e começou a lamber e passar o rosto pela bota brilhante de verniz de D. Laura. Essa por sua vez fez um carinho com as mãos no cabelo de sua nova submissa e mandou que ela ficasse ereta novamente.
D. Laura perguntou o que realmente Maria queria aprender com uma Domme profissional, e continuou em um tom de voz irônico se ela (Maria) acreditaria que uma Domme profissional iria ate a casa de alguém para tirar duvidas. D. Laura iria treinar Maria para ser uma sub profissional, e que aquele encontro seria só para comunicar que Maria pertencia a ela daquele momento em diante. E que em todos os encontros, que aconteceriam duas vezes por semana, Maria deveria estar sozinha na casa.
Maria foi obrigada a concordar e assim, D. Laura entregou nas mãos de Maria uma chave pequena da algema e que sempre, quando D. Laura chegasse, Maria deveria estar pronta, com qualquer roupa, desde que fosse colada no corpo e com aqueles acessórios, que ela estava usando, ao lado dela. Limpos e prontos para serem usados.
D. Laura se vestiu novamente, deu um beijo no rosto de sua nova sub e saiu pela porta. Maria ainda confusa sofreu uns minutos para se soltar das algemas e dos outros acessórios. Se recompôs e chorou, mas logo percebeu que estava exitada com toda a cena que acabara de acontecer na sala.
Em pouco tempo, Tales chegou do emprego e ela o recebeu como se nada tivesse acontecido.
Três dias se passaram e outro email chegou, nessa vez D. Laura mandava que Maria estivesse vestida com uma calca de ginástica e nada por cima, e que no mesmo horário ela chegaria. Maria, logo depois do almoço já dispensou a empregada, se preparou com uma calca de suplex preta que tinha um certo brilho e ali ficou aguardando ansiosa e com receio do próximo encontro.
As 15hs em ponto, a campainha toca. D. Laura esta lá, toda sexy com um vestido dourado colado no corpo e em seu pe uma sandália da mesma cor com um salto finíssimo. Assim que passa pela porta, Maria tranca a casa e ajoelha aos pés de sua Domme, beija e acaricia seus pés e olha para cima com olhar de aprovação. D. Laura, sem perder tempo manda que sua sub a acompanhe de quatro, como uma cadela, ate a sala e ali, as duas se acomodam. A Domme inicia com Maria, colocando dentro dela um vibrador ligado em velocidade mediarna, que faz com que Maria fique gemendo bem baixinho, por trás, D.Laura enfia algumas bolinhas tailandesas que assustam e incomodam Maria, mas que ali ficam por algum tempo, o próximo passo será imobilizar as mãos de Maria, que e feito com fita adesiva, Maria fecha as mãos, e D. Laura começa a enrolar varias voltas de fita adesiva sobre as mãos e pulsos de Maria, ate que ela fique com a aparência de pata de cachorro. Dessa maneira, Maria não pode nem tirar a calca que prende os vibradores e nem pegar nada, a não ser com a boca.
D. Laura a levou ate o quintal da casa, onde havia um pilar e ali a prendeu, como uma cadela, com coleira presa ao poste. Maria so gemia baixinho enquanto sua calca ia ficando visivelmente molhada na região genital. Durante esse tempo que Maria ficou presa no quintal, D. Laura foi conhecer os outros aposentos da casa, e procurar onde estariam os acessórios BDSM do casal.
Depois de pouco mais de 1hr, D. Laura foi ate o quintal ver como estava Maria, que estava com a calca molhada de tesão e solta no chão de exaustão. D. Laura a soltou das fitas em suas mãos, tirou sua coleira e mandou que ela tirasse o vibrador, mas ficasse com as bolinhas dentro da bunda. Maria prontamente o fez e em seguida D. Laura fez Maria vestir uma blusinha branca, que deixava aparecer os bicos dos seios duros, e a marca da coleira no pescoço. E D. Laura, vestida de dourado e Maria de calca de ginástica molhada de tesão, sem calcinha e com uma blusinha que não escondia nada de seu corpo, saíram pela porta para ir fazer compras.
Pelo caminho, Maria não agüentava o incomodo das bolinhas e a vergonha de sua roupa, o taxista reparava, e olhava direto pelo retrovisor para ver a cena. Logo que chegaram ao shopping, entraram em uma loja de calcados e Maria comprou uma bota bastante similar a que sua dona tinha, uma sandália toda aberta vermelha e um sapato fechado preto. Todos com saltos altíssimos.
Depois de tanta humilhação para Maria, D. Laura se despediu dela, ali mesmo no shopping e sumiu no meio da multidão, que arregalava os olhos para ver Maria vestida como uma rampeira.
Na volta para casa, ela so pensava em voltar a sua vida normal e tirar aquelas bolas da bunda, quando seu cel. tocou e sua Domme do outro lado mandava que ela não tirasse as bolinhas ate o dia seguinte. E que deveria recusar sexo com seu marido durante a noite.
Assim que chegou em casa, foi tomar um banho e arrumar a casa. De noite, quando Tales a procurou para sexo, ela recusou e ele rapidamente foi para o PC esfriar a cabeça.
Vários outros encontros aconteceram na casa de Maria ou em moteis de beira de estrada, e sempre Maria foi usada, amarrada, humilhada ao extremo, sofreu spank durante horas com chicotes, canes, cintas. Nesses meses de encontros Maria teve que ficar chupando sua Domme, enquanto ela estava no salão de cabeleireira (que também era Domme), foi obrigada a tomar a urina de sua Domme, a fazer massagem, depilação em sua Domme.
Foi treinada também para dar todo o prazer a um homem, para isso D. Laura usou um cinto com um consolo e fazia que Maria chupasse ate o membro de borracha gozasse.
O sexo anal, um tabu ate então, já havia se tornado rotineiro na vida de Maria. Suas roupas haviam mudado, seus costumes também, tinha iniciado na academia. Enfim, ela como sub estava nascendo de novo.
No sexo com seu marido também havia diferenças, apesar de nunca mais ter fantasiado BDSM, sua boca estava mais hábil nas chupadas recentes que ele ganhava, ela estava ainda mais sensível e prestativa ao sexo.
Depois de muito tempo, Maria já ate havia esquecido o motivo que a levou ligar para a Domme, ela ganhou a liberdade de seu treinamento. D. Laura a chamou em um motel, fez com que ela se vestisse de Domme, com botas, luvas, roupas justas e brilhantes e a levou diante do espelho. Pronto, ali terminava o serviço de D. Laura, se não fosse um detalhe. Como D. Laura era uma profissional, as horas dela custavam, e em nenhum momento se falou em dinheiro ou pagamento. Maria totalmente desprevenida de dinheiro aceitou então a proposta de sua Domme. Ser sua sub profissional em seu estúdio, no centro da cidade, e que ela, como sub deveria obedecer apenas a D. Laura. Maria estava tão dentro desse mundo que nem pensou duas vezes e aceitou o pagamento/emprego.
Mas em um instante antes delas saírem, D. Laura mandou que para o marido de Maria, Tales, ela fosse a Domme dele, pois nesses meses ela já havia aprendido tudo o que uma Domme faz.
No próximo conto, eu escreverei de como foi Maria como Domme de Tales. Algumas cenas desse conto são fictícias, mas a moral da historia, é real.