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Colocada à venda pelo Casarão, Gisele foi vendida e deverá, doravante, ser propriedade exclusiva de um único Mestre. Um senhor viu uma foto da escrava e desejou comprá-la para tê-la a seu serviço. Aqui Gisele relata seu primeiro encontro com o seu Senhor: Passamos vários dias nos correspondendo e falando ao telefone. Meu Senhor me parecia seguro e sedutor, fato que veio se comprovar após conhecê-lo pessoalmente. A medida em que me passava suas instruções e me passava seus gostos e exigências, crescia em mim a vontade de conhecê-lo. Tesão e medo se misturavam e me impeliam em sua direção. Chegou o dia de conhecê-lo. Teria que apresentar no local indicado, vestida conforme me recomendou em todos os detalhes, que incluíam saia e uma fita vermelha no pescoço, representando a coleira de uma escrava. As únicas informações que tinha sobre o meu senhor me levavam a imaginar que era um homem de estatura grande. Enquanto aguardava em frente ao restaurante no qual deveríamos almoçar, prestava atenção em cada tipo que passava. Num dado momento, um homem, do outro lado da rua, olhou para mim e em seguida olhou o relógio. Estava mal vestido e um tanto descuidado, porém um tipo grande e eu pensei que poderia ser quem eu esperava. Gelei só de pensar que poderia ser ele. Me preparei para fugir dali rapidamente. Mesmo sabendo o tipo de castigo que o Casarão impõe às escravas fujonas. Me livraria daquele homem, mas na certa ficaria presa por alguns dias no Casarão, nua e amarrada por uma coleira, tendo que comer e beber em vasilhas no chão como uma cadela, e ainda por cima receber seqüências de chicotadas que poderiam acontecer a qualquer hora do dia ou da noite. Esse é o castigo que dão para as escravas desobedientes, porém não teria estômago para aceitar aquele homem. Felizmente, enquanto pensava isso tudo, ele passou diretamente por mim. Enfim, não era esse. Em seguida, meu Senhor chegou. Sorriu, me cumprimentou e determinou que entrássemos no restaurante. Como havia me instruído, o senhor à frente e eu atrás. O senhor deveria ser o primeiro a fazer tudo, sentar-se à mesa, começar a comer, e tudo o mais. Eu estava tentando disfarçar a timidez. Me via perplexa diante daquele homem que, em breve, seria o senhor total de todas as minhas vontades. E em meio ao movimento do garçom, servindo o vinho e os pratos, o senhor me surpreendeu, perguntando se eu queria realmente ser sua escrava. Essa pergunta teve para mim, naquela hora, dois significados. O primeiro seria a inusitada possibilidade de opção. Neste caso, é claro que eu queria. Algo nele me agradava muito. O segundo seria o conteúdo que a minha resposta teria. Isso porque, ao perguntar-me isso olhando sério e fixamente nos meus olhos, pude perceber que o meu "sim" significaria aceitar incondicionalmente tudo o que viria depois. Mas, arrisquei o "sim". E não deu outra, pois o senhor já foi determinando então que eu fosse ao banheiro, tirasse a calcinha e lhe entregasse. Entendi isso como um sinal de que, a partir daquele momento, meu corpo estaria totalmente à sua disposição. Almoçamos e fomos de carro para um lugar onde poderíamos ficar a sós. No carro, o senhor me deu uma coleira de couro e mandou que eu a colocasse no pescoço. Quando chegamos lá, o senhor tirou do carro uma caixa que parecia ter muitos objetos dentro. Minha cabeça girou só de pensar no que poderia estar tramando para fazer comigo. Me mandou tirar toda a roupa, pois queria me examinar totalmente. Acho que, para verificar se tinha feito uma boa aquisição. Me olhou, conferiu se eu estava toda depilada como queria e mandou que eu me ajoelhasse, tirasse seus sapatos, meias, e beijasse os seus pés. Fiz isso com devoção como deve fazer uma boa escrava. O senhor deve ter gostado de me ver assim, pois logo tirou toda a roupa e me fez tirar a sua cueca, quando pude ver que seu pau estava completamente duro. Mas, como um Mestre competente, não se apressou. começou me testando. Conferiu meu beijo e se eu estava com a xoxotinha molhada. Eu me sentia tímida diante daquele homem me observando e me apalpando daquele jeito, com aquela autoridade. Aí o senhor começou a me usar para valer, e a fazer tudo o que havia premeditado (não sei se tudo). Mas antes me colocou de joelhos presa nas suas pernas e me deu umas palmadas bem fortes, quando eu pude sentir um pouco da sua força. Eu ainda estava sentindo minha bunda queimar quando o senhor me mandou ficar de quatro e começou a enfiar uma pedra de gelo no meu cuzinho. O senhor enfiou, segurou lá dentro e eu senti queimar. Depois que derreteu, o senhor enfiou umas bolinhas. Não sei quantas eram. Iam entrando uma a uma e eu comecei a sentir que não era mais dona de mim. O senhor enfiaria tudo o que quisesse em qualquer lugar e quantas vezes quisesse. Depois começou a me amarrar. Primeiro prendeu meus pés e mãos com correntes e cadeados. Agora estava, decididamente, em seu domínio total. Poderia fazer o que quisesse comigo. É claro que senti muito medo. Ora me fazia carinhos, muitos carinhos, ora judiava de mim. E a cada vez, me amarrava mais, agora com cordas que se entrelaçavam com as correntes. Apertou meus seios com as cordas até ficarem bem estufadinhos e depois colocou prendedores, muitos deles, e eu senti muita dor, misturada com o prazer de estar dando prazer ao meu senhor com isso. Esse era o meu maior prazer, que me fazia me contorcer de tesão...e dor, juntos. Abrindo as minhas pernas e amarrando mais, para que ficassem bem presas e que eu não pudesse fechá-las, o senhor colocou prendedores na minha xoxota. Muitos também. Me senti como se estivesse sendo estuprada. Exposta e escancarada e à mercê daquele homem que, na verdade, eu mal conhecia. E o senhor tirava fotos, muitas fotos, de todos os ângulos, o que aumentada a minha sensação de exposição. E as coisas íam se alternando, ora o senhor metia seu pau em mim, ora enfiava coisas, me amarrava mais, me dava palmadas com força. Quando eu estava totalmente imobilizada, o senhor buscou uma mangueira plástica com a qual havia prometido me dar uma surra, em função de uma falha que eu havia cometido quando iniciamos a nos corresponder. Por isso, me virou de bruços e me deu uma sova. Acho que como estava ainda testando a minha resistência, desta vez não judiou muito de mim, mas senti que fazia algum esforço para se controlar. Mesmo assim, me aplicou alguns pingos de vela que me fizeram gritar. Depois o senhor me fez muitos carinhos. E me disse que considerava tudo o que fazia comigo como carinho. E que me castigava porque eu precisava disso (e eu sei que preciso). E depois que o senhor já tinha gozado muito, e me feito gozar muito também, ainda me fudeu no chão, me botando de quatro como uma cadela, me xingando de vadia, piranha e muitos outros nomes. Mas em tudo o senhor foi sempre muito elegante e cuidadoso, e é por isso que sinto um grande prazer de ser sua escrava, e desde que me despedi dele, penso em como será nosso próximo encontro, principalmente porque agora o senhor conhece um pouco mais de mim, o que, com certeza, o levará a premeditar coisas mais ousadas. Eu sei que serei mais exigida mas desejo ser sua escrava enquanto o senhor quiser. Estarei à espera desse encontro, obediente como deve ser uma escrava que tem a chancela do Casarão. simplesmente gisele