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Submissão de Safira VIII

Assim que entramos no motel, meu Mestre me vendou e ordenou que eu sentasse em uma cadeira. Ainda vestida, ele algemou com os braços atrás da cadeira e em seguida colocou-me as tornozeleiras, amarrando meus pés nos pés da cadeira, fazendo com que eles ficassem suspensos do chão. Esta posição, aparentemente simples, provoca dor constante nos braços e pernas, se tornando cada vez mais difícil de ser suportada. Além disso, as algemas de metal incomodam muito, dando uma sensação de cortar os punhos. Depois que fiquei um longo tempo nesta posição, meu Mestre disse que iria fumar um cigarro e em seguida me soltaria. Esperei ansiosamente por este momento, pois meu ombro estava doendo muito. Calmamente meu Mestre começou a me soltar, como sempre pelo local onde estava incomodando menos (no caso, as pernas), para depois soltar meus braços. Ajudou-me a levantar e colocou as algemas de couro nos meus antebraços, logo abaixo do cotovelo; amarrou meus punhos com uma cordinha, bem forte. Com cuidado, ele me ajudou a sentar e depois a deitar na cama. Me colocou de barriga para baixo e uniu as correntes que saiam da tornozeleira com as algemas que estavam em meus braços. Esta posição puxava meus braços ainda mais para baixo. Com dificuldade, ele foi me virando até que eu ficasse deitada de lado. Puxou minha blusa de modo que deixasse meus seios descobertos e calmamente, começou a torturá-los, com a ponta de seus dedos. Apertava com força inicialmente meu mamilo direito, depois ia puxando até que ele escorregasse e ficasse livre dos seus dedos. Fez o mesmo longo e doloroso procedimento no meu mamilo esquerdo e repetiu novamente em ambos. Soltou-me todas as algemas, cordas e correntes; fiquei ali na cama, deitada, respirando aliviada. Em seguida, meu Mestre tirou minha calça e minha blusa, me deixando apenas de calcinha. Amarrou meus braços novamente com uma cordinha, me colocou na posição de gato e enfiou minha calcinha entre minha bunda, deixando minhas nádegas bem expostas. Ele apenas disse que iria me bater e que eu deveria contar cada cintada. E assim foi feito. Cinqüenta e cinco cintadas do lado direito e depois cinqüenta e cinco cintadas do lado esquerdo. Contei todas, sem errar a contagem. Ao término, minha pele estava super quente, levantada. Ele soltou minha venda para que eu fosse conferir o resultado olhando no espelho. Minha bunda estava totalmente vermelha, com alguns pontos quase sangrando. Doía, ardia e queimava muito. Eu estava com muito tesão. Voltei para a cama e respirava aliviada enquanto esperava a próxima tortura. Novamente fui vendada e fui amarrada, com os braços atrás da cabeça. Meu Mestre sentou ao meu lado e percebi que a vela foi acesa. Meu Mestre disse para eu ficar quietinha e foi pingando, seqüencialmente, pela região dos meus seios, abdome e virilha. Eu tentava ficar quieta, sem gritar, porem várias vezes não consegui e acabei soltando alguns gritos. Depois de terminar, ele foi descolando pingo por pingo, contando cada um deles. Levantou minhas pernas e transamos nesta posição. Gozei repetidas vezes, estava extremamente excitada. Esperei meu Mestre tomar banho para que ele me soltasse. Deitamos e relaxamos após grandes momentos de prazer. Visitem e vejam fotos de nossas sessões: http://br.groups.yahoo.com/group/escravasafira http://br.groups.yahoo.com/group/pes_de_safira