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Ao Calcanhar de Dagmar
Dagmar é caixa de supermercado, sempre na entrega do pagamento e do troco, procuro roçar sua mão macia... Ela é uma coroa grandona, com seios volumosos... Seios de mãe. Como a saudosa Maria... Vejo Dagmar como Santa... Os seus seios opulentos alimentam a humanidade sofredora.
Ontem, ao me entregar a nota da compra, deixei-a cair de propósito.
- Tudo bem, eu pego!
Agachei-me embaixo do caixa, ela não repara em nada, já atendendo outro cliente. Parecia coisa do destino! A nota fôra cair em sua sandália, bem abaixo de seu calcanhar.
Ah, amigo leitor! Deves adivinhar o estado de excitação, em que o humilde podólatra ficou!
Acariciei rapidamente aquele calcanhar quente, ela afasta o pé bem rápido...Mas tudo bem...No caminho para casa, chupo meus dedos...E-X-T-A-S-I-A-D-O!
Chego em casa, tiro minhas compras da sacola, me ajoelho então, diante de simples produtos, então transformados em relíquias abençoadas pelo toque da santa!
Faço uma oração, emocionado, mirando um par de havaianas, um pacote de velas e um grande e grosso pepino. Oh! Deveria sofrer horrores... Através daquelas relíquias... E escrever meu texto mais pungente... Dedicado ao calcanhar de Santa Dagmar!
Procuro na agenda, o telefone da Claudinha, depois do ultimo episódio, eu a vi várias vezes, na rua... Passava por mim, me ignorava, até eu ir atrás dela.
- Claudinha! Não me conhece mais?
- Ah! Você é nojento! Chupa pé e enfia coisa no rabo!
- Eu gosto de você, Claudia!
Disse isso sem ironia, vencido pela sinceridade da moça... Queria fugir da verdade... Mas ela a jogava na minha cara. E não só a verdade, depois de um breve tempo me encarando, ela me dá uma cuspida que me acerta o olho esquerdo. Me mantenho parado, enquanto a saliva escorre até minha boca.
- Ainda gosta de mim?
Ela diz zombeteira.
- Sim.
Então, me dá o numero do celular.
Ela mesma limpa a cuspida em meu rosto, e leva os dedos à minha boca. Eu chupo tudo, obediente.
- Tenho nojo de você.
Ela me dá um tapa na cara, e sorri, parecia estar pegando o espirito da coisa, um grupo de funcionárias de uma firma, passa rindo.
- É isso aí! Não pode dar moleza pra homem!
Nunca tinha passado humilhação publica igual, eu estava louco por ela.
- Bom, me liga depois! Se estiver precisando de saco de pancada...Quem sabe!
Ela se vai, com seus velhos tênis... Levando meu coração.
Então, hoje, penso que Claudinha poderia usar aquelas relíquias de Santa Dagmar, para ajudar-me (ela não imaginava) a galgar mais um degrau ao céu, através da dor e humilhação. Instalei um tronco no quartinho de "tranqueiras", no fundo do quintal, minha intenção é deixar-me prender por Claudinha e ficar a mercê de seus instintos... Deixando-lhe às mãos, apenas as relíquias da Santa.
Tiro a roupa, fico apenas de cueca, que puxo para dentro da bunda, eu acaricio, bunda branca como neve, à muito que não apanha, minha mão sobe pela barriga e chega às tetas... Eu gosto de ser gordo, sinto-me sexy... Carnudo... Carne de sacrifício... Oferecida a dor... Refinando-se assim, o espirito!
Ligo para Claudia, ela diz que já vem, mas só aparece no fim da tarde. Ela vê como estou "vestido" e ri, dá-me um tapa na cara, depois em minhas tetas e barriga.
- Aí, gordinho! Seu ridículo!
Lhe estendo as havaianas, ela tira os tênis... As meias são enfiadas em minha boca, me sufoco, enquanto ela aperta meu nariz.
- Tá gostoso? Calma! Não vai morrer, hein?
- Glooossppp....Hnnnnnggg!!!
Ela senta numa cadeira, permite que eu respire, mas ordena que mantenha as meias na boca, manda que me deite de bruços em seu colo, pega a havaiana.
PLAC! PLAC! PLAC!!!!!!!!!!!
Apanho feito criança.
Ela bate com toda força, conta 100 chineladas, minha visão se embaça pelas lágrimas... Meus gritos morrem na garganta, mas consigo esticar uma mão e acariciar um de seus pés, durante o suplício. Ela tira as meias babadas de minha boca.
- Olha! Você estragou! Eram novas! Desgraçado!!
Ela me joga no chão, levanta-se e ordena que me levante, o seu pé descalço voa, minha barriga gorda é atingida pela sola cruel, bato as costas na parede... Caio de joelhos no chão, choramingando, o pé logo está na minha boca, suado, fedido, delicioso...
Ela abre o pacote de velas e acende duas de uma vez, manda que eu estenda as mãos, tremo ao sentir a cêra quente nas palmas.
- Uuuuunnn...
Ela pega então, o pepino.
- Que é isso? Tanta gente passando fome, e um imbecil como você, compra pepino pra enfiar no cu?
Oh, amigo leitor! Como ela me humilhava!
Aguentei firme, vendo já, os raios gloriosos da iluminação espiritual!
- T-tenho um tronco...
- O quê?
- No quartinho dos fundos, pode me botar no tronco!
Ela vai na frente, eu a sigo como um cão, mirando suas lindas solas. Preso ao tronco, sinto-me como São Sebastião, só que não seria alvejado por flechas, mas sim, por um pepino enorme e grosso! Ela vai na cozinha e volta, com os dedos empapados de manteiga, ela lubrifica apenas o meu cu, enfia dois dedos até o fundo, de modo brusco, fazendo-me rebolar naqueles dedos magros e indelicados. Ela não lubrifica o pepino, sua intenção é que meu cu apenas o deixe passar, mas sem facilidade, numa operação dificil e dolorosa.
Enfia até a metade, tira, e enfia de novo, num vai e vem eterno, vejo o sol sumir da janela, e as trevas tomarem conta de tudo.
- Ooooohhhh!!!Que loucuuuuuraaaaa!!!!!
Ela volta a enfiar até onde vai, pega minha cueca do chão, e me veste, deixando assim, o pepino imobilizado em meu reto. Não diz nada e vai em direção a sala, ouço som da TV. Ela me deixou com um pepino enfiado no rabo, para ir assistir novela!
O tempo vai passando, começo a ter dor de barriga....Oooohhh! Delicia! Leitor! Conhece o prazer da retenção de fezes? A ultima vez que senti esse prazer, já faz muito tempo, me dava vontade de fazer cocô, e ligava para a Vera, ela atendia o telefone numa oficina, eu suava, já quase sentindo o grosso tolete se insinuar entre minhas pregas, e me humilhava para ela.
- Vera! Deixa eu lamber seus pés!
- Daonde você tirou fixação tão besta?
Até hoje, tenho duvida, se ela gostava de homem, eu a conheci no ponto de ônibus, pegamos a mesma condução, e ela fez com o braço, tipo: "Damas primeiro!", como o homem dá a passagem para uma mulher...Oh! E aquela pochete? Será? Mas meus mamilos ficavam duros ao olhar seus pés, a parte mais feminina de seu corpo...Unhas vermelhas, sempre com sandálias rasteiras(minhas preferidas, que oferecem uma melhor visão das solas). Então, quando ligava para ela, que nunca chegou a ser agressiva, apenas irônica, demonstrando sarcasticamente, que estava "cagando e andando" para meu fetiche.
Depois, era eu que, ia correndo "cagar" ao lembrar dela, "andando".
O cocô saia duro e grosso como esse pepino.
- Oh! É o pé da Vera que me rasga!
Estou excitado com a lembrança, quando a Claudinha volta.
- Ah! Tá de pinto duro! Até pensei que era broxa! Mas é pra ficar broxa! Vai! Homem que enfia troço no cu, pra mim, não é homem!
Ela começa a dar chutes de leve, mas bem na medida, na minha parte mais delicada, o saco!
Ela consegue seu intento, meu pinto amolece, ela sorri. Então, me solta e diz:
- Cansei de brincar! Vai me pegar algum dinheiro!
Ela já diz, sem autoridade, melancolicamente. Vou, ainda mantendo o pepino, pois eu sabia, que se o retirasse, teria que correr ao banheiro.
- Tchau!
Se despede, me dando o rosto para beijar. É, o teatro acabara, por aquele dia... Quem nos visse naquele momento, veria apenas dois seres perdidos... Carentes... Procurando o sentido de viver um no outro... Ela se vira, e apontando o dedo pontudo, diz:
- Da próxima vez, se ficar de pinto duro... Arranco fora e enfio na sua bunda!
- Sim, Senhora!
Ambos rimos um triste riso...
Acabo a noite, me alimentando com uma boa e nutritiva salada de pepino, depois de devidamente lavado do pecado de minhas entranhas sujas.
- Alimento para minha alma! Esta é tua carne! Carne de teu calcanhar! Adorada e Santa Dagmar!
-Amem!