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Estou a espera no quarto. Escuto o elevador. Vou pra frente da porta e encosto meu rosto. Olho pelo olho mágico. Você abre a porta do elevador. Devagar... Olha para os lados. Procura o numero do meu apartamento. Ele fica atrás da porta do elevador. Você olha pra ver se vê alguém. Chega perto. Eu já te vejo. Você toca a campainha. Deixo que espere. Você fica agitada, olha novamente pra ter certeza que não errou. Imagino o que passou pela sua cabeça... Sair correndo! “Vou deixar isso tudo pra lá! Estou louca, onde estou com a cabeça” Passo a mão na maçaneta. Giro destrancando a porta. Ela vai se abrindo lentamente. Posso vê-la... Que cena... Você era mais linda do que eu podia imaginar que seria. As fotos que vi de você, não faziam jus ao que eu estava vendo. Cabelos lindos... Você estava vestida em um vestido claro com motivos de flores. O mesmo vestido que tinha visto em foto. Você sabia que havia gostado dele. Fez por mim. Sandálias altas brancas, pernas deliciosamente torneadas. Seu corpo possuía curvas definidas. Você era linda. Muito linda... Mas disso eu já sabia... Você esta em pé...Estamos frente a frente. Você de óculos escuros... Faço com que entre... Você abaixa a cabeça... Pousa a mão direita sobre a armação dos óculos... Movimenta para baixo a cabeça e com um gesto arrastado, retira seus óculos. Olha pra mim... Direto dentro dos meus olhos... Juro que nesse momento... Meu coração que batia forte voltou a bater normalmente... Estranhamente tive uma sensação de paz... Mas como se fosse a calmaria que precede a tormenta... Segurei seus braços... Senti uma sensação de poder... Uma sensação que corria pelas veias. Uma vontade de devorá-la. De sentir o gosto da tua carne, invadindo minha língua... A porta já havia se fechado e seu corpo estava grudado à parede. Meus olhos fixos em você. Naquele momento só existíamos nós dois. Nada nem ninguém. Local, tempo ou sensação térmica. Meu corpo ardia, passei a sentir um lado que raríssimas vezes veio à tona. A razão de ter escolhido o meu nome. A dualidade entre o Homem e o animal. Beijei sua boca com fome. Bati no seu rosto, pelo atraso! Seus olhos ficaram confusos. Percebo que você se sentiu atordoada. Eu fiquei mais agressivo. Senti todo o meu tesão fluir pelo corpo. A sensação de ser Dono, Macho, Forte, Dominador, de você estar ali pra me servir. As sensações iam me atropelando e eu ia ficando cada vez mais excitado. Você estava meio assustada, mas sentia a excitação. Você tentou me beijar. Tentou receber carinho. Fiquei afastado. Queria vê-la por inteiro. Olhei pra você. Segurei as alças do vestido e comecei a puxá-las. Estavam apertadas e você ajudou. Apertei você. Passei a mão em você disse coisas que nem me lembro. Nesse momento já estava tomado. Estava irracional e forte. Via você como minha. Como minha posse. Queria me saciar. Queria tê-la. Queria devorá-la... Fazê-la sentir o quanto desejava seu corpo. Tentei arrancar seu vestido e ele prendeu. Era um vestido lindo. Você ajudou a baixá-lo. Via o conflito em seus olhos. Sentia que estava com medo e tesão. Você tirou. Mandei que saísse de suas sandálias. Você estava vestida com uma combinação branca de renda. Como um camisete e um short todo de renda... Lindo... Só que eu desejava mais. Queria ver teu corpo. Precisava me fartar dentro de você. Estava insano de tão tarado. Por baixo da tal combinação uma calcinha. Uma tanga maravilhosa. Deve ter sido escolhida por você a dedo. Eu tinha certeza disso. Você era caprichosa, você me mima. Gosta de me fazer surpresas. De ver como fico entusiasmado com as coisas que me mostra. Era assim no computador, imagine pessoalmente. Mando que tire a tal combinação. Você tira. Sua calcinha branca moldura suas ancas deliciosas. Não agüento mais ver esse corpo. Preciso tê-lo. Quero possuí-lo, usá-lo. Quero me fartar no que me pertence. Não me importo com mais nada. Você veio pra ser usada. Você veio pra se entregar. Esta diante de mim, desejando que tenha prazer. Só meu prazer lhe interessa. Você quer se submeter a todos meus desejos. Quer viver sua fantasia, quer sentir o que é ser usada e possuída, como se fosse um objeto. Como se sua vontade não existisse. Você deseja. Não quer ser sua realidade, quer provar do calor da entrega incondicional e sentir seu desejo e seu corpo nas mãos do Homem que escolheu para viver tudo isso. Seguro você com força. Jogo seu corpo em direção a uma cadeira de espaldar baixo. Você fica inclinada. Meu corpo cola ao seu, minhas mãos percorrem sua pele com força e brutalidade. Você não consegue concatenar suas idéias, não tem tempo de dizer nada, de se arrepender, de pedir calma, você não consegue ordenar suas idéias. Estou louco. Sinto um frenesi tomando conta de mim. Aperto seus braços, sugo seu pescoço, mordo seu ombro, apertos seus seios. Ahh...Que tetas maravilhosas. Não consigo acreditar na perfeição do contorno, na cor da auréola, no tamanho dos bicos. Duros e empinados. Aperto com força. Quero senti-los escorrendo pelos meus dedos. Você geme! Você chega a soltar uma palavra de dor. Estou mais louco do que antes. Seguro suas ancas e deixo meus dedos gravados nela. Afasto meu corpo do seu. Olho sua bunda deliciosa, sua pele lisa e aveludada, bato nela. Chamo de cadela, de puta. - Você é uma puta safada. - Sua cadela vadia. - Vou te foder puta. Vou me fartar dentro de você. Seguro com força a lateral da calcinha. Puxo com força! Seu corpo vem com o puxão. Jogo novamente você pra cadeira e puxo com mais força sua tanga. Ela arrebenta! Você da um grito abafado. Sente o cordão que era grosso queimando sua pele dos dois lados. Seu corpo fica marcado pela violência. Abaixo a calcinha rasgada até seus tornozelos. Volto meu corpo para o lado e com o braço em um movimento forte, afasto de cima da mesa os objetos que havia colocado logo que cheguei ao quarto. Livro o caminho pra colocá-la. Seguro suas ancas viro o seu corpo e jogo em cima da mesa. Você escorrega seu tronco em cima da mesa se firmando com seus braços. Você estava ali... Pronta... Entregue... Esperando... Meu caralho estava tão duro, tão inchado... Olhei por um segundo você... Sua boceta espremida entre suas coxas... Carnuda... Molhada... Coloquei meu pau bem na entrada da sua boceta e empurrei. Com força! Com raiva! Com tesão! Entrou de uma vez só, invadindo suas carnes, violando seu interior. Tomando posse da minha propriedade! Você é minha! Você me pertence. Seu corpo existe pro meu prazer. Fodi você com violência. Meu pau entrava e saia rapidamente como se fosse uma maquina. Você gemia, fazia sons de lamento. Não conseguia escutá-la. Naquele momento parecia estar fora do meu corpo, estava tomado pelo instinto, pela força. Queria trepar com você. Queria te foder o mais fundo possível. Queria sentir por dentro de você cada centímetro. Fodi com força! Bati em sua bunda deliciosa... Xinguei você de puta. Chamei de cadela, pelo seu nome, mandei você latir. Você respondia e fazia o que era mandado. Segurei em seus cabelos como rédea. Puxava-os para trás, batia em seu lombo, chamava-a de égua, de vadia e fodia, com tesão... Pelos seus cabelos, virei novamente seu corpo sem retirar o meu pau da sua boceta, jogando seu tronco na cadeira de espaldar baixo. Seu tronco se inclinou... Sua cabeça ficou baixa na altura do assento. Sua virilha presa pela madeira do encosto fazia às vezes de dobradiça. Sua bunda ficou ainda mais projetada para cima. Sai de dentro de você, para olhar. Você estava totalmente oferecida pra mim. Pronta pra ser usada da forma que eu quisesse. Pensei naquele instante, em fode-la por trás. Invadir o seu rabo. Abrir suas entranhas com força e sentir o calor do seu corpo. Mas decidi esperar para fazê-lo de forma diferente. Seria outra celebração. Seria outro momento único e naquele instante eu somente queria me fartar. Enfiei meu caralho de uma vez só em sua boceta encharcada... Com força. Você gemeu. Bati em sua bunda diversas vezes enquanto estocava fundo dentro da sua xana. A palma da minha mão queimava. Senti seu útero todas as vezes que o meu caralho ia bem fundo. Cada vez que ele recebia o impacto da cabeça do meu pau, você gemia, choramingava. Isso me deixava ainda mais louco, ainda mais violento. Você sentia dor. Tesão. Medo. Queria que eu parasse, mas no fundo era exatamente o contrario. Você queria mais. Praticamente implorava pelos seus gestos. Queria ser usada sim! Queria expulsar todos os fantasmas de um relacionamento morno, simples, sem paixão e loucura. Você se submeteu. Minha violência e tesão se fartavam do seu corpo doido e já cansado. A posição lhe causava muita dor. Mas eu não me abalava. Trepava em você. Sim! Trepava! Uma trepada que jamais esquecerei. Sai de dentro de você. Você estava ensopada. Sua boceta molhada escorria pelas suas coxas. Suávamos muito. Puxei você em direção ao sofá. Sentei e fiz com que sentasse em cima do meu pau, de frente pra mim. Queria ver teu rosto enquanto cavalgava no teu Senhor. Gritei com você. - Vai puta! - Fode! - Fode essa boceta...Quero ver você fode-la. Xingava! Batia em seu rosto! Você subia e descia com força. Seus olhos grudados aos meus. Vi que você sentia medo. Dor. Tesão. Pressenti que o encontro foi além do que esperávamos. Vi em seus olhos, que existia um misto de medo e desejo. Estavam confusos. Continuamos a foder. Eu não podia parar. Você era maravilhosa. O cheiro do seu corpo é único. Indescritível. Um cheiro delicioso, um perfume que me atraia de forma incontrolável. Levantei do sofá com vc engatada em meu corpo e seguimos para o quarto. Você estava agarrada pela cintura, sem que sua boceta deixasse de estar cheia. Cheguei na beirada da cama. E joguei você. Como quem diz. Você é minha e faço o que quiser de você. Nesse momento, você sentiu que aquilo tudo estava forte demais... Ficou assustada. Arrastou-se pelo edredom, até o outro lado. Ficou encolhida... Caminhei para ficar em frete de você. Vi que você estava com medo. Assustada. Aquela visão fez baixar minha loucura. Vi seus olhos marejarem. Escorreram lagrimas pelo seu nariz. Você disse em tom abafado, que estava com medo, que eu era muito violento... Que você jamais havia sido tratada daquela forma. Nesse momento. Eu provei um dos conflitos mais fortes em todos os anos em que vivi dentro do SM. Todas as minhas facetas estavam presentes. Todos os meus lados, desde o mais normal até o mais sombrio. Como Homem, apaixonado por aquela mulher que estava ali, com medo, senti a necessidade de agarrá-la, de beijá-la, de pedir desculpas de dizer que havia me excedido. De desfazer a dor que você estava sentindo naquele instante. Como Sádico fiquei excitado. Senti a confusão e o medo que você estava sentindo, como uma força que alimentou esse meu lado, de forma absurda. Esse momento foi único. Impingir a dor e o sadismo psicológico, em quem não é masoquista, ou seja, não ter que lutar para não ser manipulado pela fantasia do outro, e simplesmente dar vazão a algo que existe dentro de você, recebendo toda essa informação visual, que você estava me proporcionando. E finalmente como Dominador. Nesse momento, houve a junção dos três Homens em um só. Esse foi o lado que possibilitou equilibrar os três e tratar de você, de forma que você voltasse da sensação que estava tendo. Que você pudesse retornar ao normal, e conseguisse tirar de tudo que havíamos vivido o lado que realmente interessava. Hoje nesse encontro. Em nosso primeiro encontro. Nós tivemos a certeza de tudo que vivíamos. Comprovamos que nossos desejos se completam e que a partir desse momento, estaríamos liberados para qualquer tipo de vida em comum. Ouvi você. Conversamos. Amparei você. Deixei que você ficasse só, com seus pensamentos. Esperei com calma o regresso do seu equilíbrio. Você adormeceu. E quando acordou. Olhou bem no fundo dos meus olhos. Seus olhos sorriram! Quando você esta feliz, eles sempre sorriem. Você me beijou e disse que me amava...