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Submissão de Safira V
Hoje pela manhã, meu Mestre me ligou... Perguntou se eu poderia acompanhá-lo a uma cidade vizinha; disse que sim e combinamos o horário. Ele passou para me buscar e fomos.
Cidade vizinha, aproximadamente 100 km daqui. Durante o percurso, mantive minhas pernas afastadas (pois assim devo permanecer na presença do meu Mestre). Em um determinado momento, ele pediu para ver meu pé esquerdo, ordenando que eu o posicionasse sob as suas pernas. Assim fiz. Ele acariciou um pouco e começou a passar fortemente a unha sobre a sola do meu pé... Doía pouco e eu gemia baixinho. Em seguida, ele pediu que eu trocasse o pé, e assim eu fiz novamente; tirei o tamanco e coloquei meu pé sobre seu colo. Ele elogiou minhas unhas e torturou a sola com suas unhas. Eu estava extremamente excitada. Ele mandou que eu recolocasse o tamanco. Ainda com as pernas afastadas, levei um forte tapa na parte interna de minha coxa esquerda... Ardeu muito. Gemi e levei mais diversos tapas. Algumas vezes, levei tapa entre minhas pernas... De repente, senti o dedo do meu Mestre abrindo o botão da minha calça, abaixando o meu zíper e sendo posicionado sob o meu clitóris. Gozei duas vezes. A idéia de ser masturbada em uma rodovia com vários caminhões passando pelo local é bem interessante; durante todo o tempo, imaginava se algum caminhoneiro visse o que estava acontecendo dentro do carro. Isto me deixava envergonhada, mas excitada ao mesmo tempo.
Chegamos à cidade, meu Mestre resolveu seus compromissos e ao final da tarde retornamos.
Durante o percurso de volta, ocorreram novamente à mesma excitação, mesma provocação e novos orgasmos.
Voltei para minha casa e combinamos de sair às 22h. Esta sessão seria relativa a um castigo, devido as minhas pequenas desobediências que ocorreram durante a semana toda.
Durante o caminho até o motel meu Mestre já me lembrou que iríamos ter uma sessão de castigo. Eu já imaginava, mas ao ouvir essa confirmação dele, fiquei assustada.
Fomos a um motel novo, que eu não conhecia. Ao pararmos o carro na garagem, ele ordenou que eu não saísse e o aguardasse. Após um tempo ele voltou, colocou-me a máscara e começou a algemar meus punhos. Amarrou-os fortemente e foi me ajudando a entrar no quarto. Posicionou-me ajoelhada em um degrau no quarto e se afastou. Devido ao forte barulho que o ar condicionado gerava, eu escutei poucos ruídos. Ele parou ao meu lado e disse que iríamos ter castigo, perguntando se eu estava merecendo este castigo. Respondi que sim e permaneci de cabeça baixa. Meu Mestre colocou uma cordinha na minha barriga, bem apertada. Colocou nesta uma outra cordinha, que passava pela fenda da minha bunda, pela minha buceta e se dividida em duas na região dos grandes lábios, apertando fortemente e eram presas na cordinha da cintura. Não sei como elas estavam amarradas exatamente, só sei que eu não podia movimentar meus braços, que estavam amarrados para trás porque movimentava também essa cordinha e me causava dor. Fiquei bem imobilizada. Para completar, meu Mestre colocou dois prendedores em meus mamilos e os balançava com força. Ao meu lado, meu Mestre disse que iria me castigar pelas desobediências relativas a domingo e segunda. Disse que iria me bater e que eu deveria contar os golpes. Seriam dez em cada nádega. E assim ele fez. Como é muito criativo, me bateu com o controle remoto da televisão. Parece inútil, mas dói muito. Ao terminar de me bater, colocou os clamps nos lábios da minha buceta. Ele balançava e os puxava, com força. Retirou os prendedores dos meus mamilos, soltou as cordinhas que naquele momento estavam semelhante uma ``calcinha´´ e disse para eu levantar; que dor os clamps me promoveram neste momento... A correntinha deles mexia muito, fazendo com que eles balançassem e conseqüentemente doessem mais. Com dificuldade, deitei na cama, estava com dor no corpo todo.
Após me fazer gozar, estimulando meu clitóris, meu Mestre retirou esses clamps, aliviando a dor dos meus grandes lábios. Tirou a máscara e disse que eu poderia descansar um pouco. Após cinco minutos, me colocou uma venda e me sentou no chão. Amarrou meus braços e pernas a uma coluna e eu fiquei totalmente aberta e exposta. Disse que eu iria levar o castigo relativo a terça e quarta, recebendo pingos de elas na virilha. Disse que seriam 10 pingos de cada lado. Para que eu não reclamasse, ele colocou a ballgag, impedindo que eu falasse e que engolisse minha própria saliva. E os pingos começaram... Como eu não podia contar, ele ia contando... Imensa tortura psicológica. Ao terminar, ele disse que eu iria receber os castigos pela desobediência de quinta e sexta. Disse que iria me bater novamente com o controle remoto da televisão, mas dessa vez eu iria apanhar nos pés. E assim ele fez. Doeram muito, algumas regiões são muito sensíveis, ardia demais. Neste momento, meu castigo foi finalizado. Que alivio. Durante todo o período, eu recebi poucos carinhos, muitas torturas e poucas palavras do meu Mestre. Como ele mesmo definiu, estava muito severo. Ao cumprir todo minha onda de castigos, fui levada novamente à cama e transamos. Gozei três vezes. Eu estava muito cansada, com muita dor por todo o corpo, mas com a sensação de ter deixado meu Mestre feliz e livre de quaisquer castigos. Ficamos deitados enquanto eu acariciava meu Mestre.
Apesar de todo o meu sofrimento, sei que mereci o castigo e que meu Mestre só fez isso para que eu aprenda a ser a mais perfeita das escravas para Ele.
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