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Cadela no Cio - Torturas no Galpão
Eram duas da tarde, eu acorrentado no fundo de um galpão, no sítio de Meus Donos, preso a uma pilastra, amordaçado com boleadeiras, com as mãos algemadas para trás e os pés acorrentados com tornozeleiras de ferro, imóvel, e com o pênis dobrado por um pequeno peso amarrado em seu corpo e com a ponta costurada. Eu estava ansioso por saber o porquê de estar tão preso e amarrado, quando, subitamente, irrompem à porta, Meu Amo e Senhor, Sidnei e Minha Ama e Senhora, Luciana. Ambos vestidos com roupas de couro, Minha Ama com uma micro saia, uma blusinha bem agarrada, deixando transparecer os bicos dos seios fartos, macios e maravilhosos, e um casaquinho, todos pretos, e Meu Amo com uma calça apertada o suficiente para mostrar a beleza e a força de suas coxas e uma camisa preta, meio aberta, mostrando a força de seu tórax maravilhoso.
Mas eles não estavam sozinhos, da porta, ouvi a voz de comando de Minha Dona dizendo, vem cadela, e Andreza, uma morena clara linda, magra, corpo de modelo, olhos verdes, cabelos castanhos claro longos, lábios carnudos, seios pequenos, bundinha arrebitada e uma bocetinha deliciosa toda depilada, entrou de quatro, no galpão, com uma coleira de ferro bem apertada, tornozeleiras e completamente nua. Andreza era, na infância e na adolescência, uma espécie de rival em beleza de Minha Dona, Luciana, mas sempre acatava às ordens de Minha Proprietária. Agora, tornou-se escrava de Meus Donos.
Andreza, que eu passarei a chamar de escrava ou de cadela, rastejou aos pés de meus Donos e se ajoelhou à ordem de Meu Amo e Senhor, levando quatro tapas na cara, dois de cada um de Meus Amos. Em seguida, ordenaram que ela ficasse de quatro, em cima de uma mesa, abriram bem o se cuzinho, examinaram e deram uma série de chibatadas com um pequeno chicote, na bunda e no meio do cuzinho da escrava, em seguida, passaram uma lixa de pé, na parede interna de seu ânus, o que a fez choramingar e lhe valeu dois tapas de Meu Dono e duas chicotadas de Minha Dona, em sua cara. Para encerrar, MEUS Donos derramaram álcool em seu cuzinho e Minha Ama e Senhora enfiou, de uma só vez, um vibrador enorme, todo rusgoso, e embebido com um spray de pimente. A escrava gritou e foi severamente esmurrada por Meus Donos que a derrubaram da mesa e encheram seu corpo de chutes, gritando que uma vira-latas como ela não tinha direito de gritar, apenas de latir e que, a partir daí, ela teria apenas que latir quando sentisse dor e a ordenaram que subisse novamente na mesa, mas, agora, ficasse deitada de costas, levantando os braços e abrindo bem as pernas que foram amarradas em duas pilastras bem afastadas, deixando a sua bocetinha bem escancarada para Meus Donos, que usaram, novamente, o chicotinho, para maltratar a cadela, deixando sua boceta lanhada e ardendo, em seguida, pegaram duas velas vermelhas e pingaram bem dentro da boceta e do cú, fazendo a escrava latir tão alto quanto podia, misturando latidos a uivos, que fizeram Meus Donos gargalharem com a cena.
A escrava chorava de dor, então, Meus Donos tiraram o vibrador de seu ânus e enfiaram boleadeiras chinesas enormes nele, arregaçando o cuzinho da cadela, e espirrando spray de pimenta na buceta da escrava, antes de Meu Dono enterrar, de uma só vez, o vibrador na cadela.
Depois, Meus Donos jogaram, a escrava ao chão e a ordenaram que ficasse deitada de costas e com as patas dianteiras levantadas e afastadas, enquanto eles se revezavem pisando e esfregando as botas nos biquinhos de seus seios, com Minha Ama enterrando a sola fina de suas botas neles e Meu Dono pisando violentamente nos peitinhos pequenos da escrava, que, agora, se limitava a chorar silenciosamente. Em seguida, ordenaram que a escrava ficasse em pé, sobre as duas patas traseiras, e começaram a bolinar em seus seios, enfiando prendedores bem apertados e cortantes em seus bicos e prendendo um peso em cada peito, apertando-os bem com pequenas cordas de nilon. Derramando cera de vela em toda a região dos seios, principalmente, nos biquinhos já bem machucados.
Meus Donos, então, ordenaram que a escrava ficasse de joelhos e, em um só gesto, Minha Dona puxou a cadela pelos cabelos e a jogou nos braços de Meu dono que passou um gancho atrás da coleira da cadela e a levantou do chão, enmquanto Minha Dona, algemava suas patas dianteiras para trás. Em seguida, eles a espancaram em todas as partes do corpo, primeiro com chicotes, depois com cannes, e a cadela era obrigada a contar, em voz, alta, cada chibatada e cada pancada que levava.
A escrava já estava quase desmaiada, quando Meus Donos a levaram, mais uma vez para a mesa, obrigaram-na a arreganhar bem as patas traseiras, tiraram o vibrador e as boleadeiras da cadela e, abrindo bem seu cuzinho e sua bocetinha, pegaram, do chão, folhas de urtiga, que esfregaram, durante longos minutos, dentro do cu e da boceta da escrava, que chegou a imploraer por piedade e por perdão, mas apenas levou socos na cara, na boca, no nariz e nos olhos, que a deixaram, com a cara toda inchada.
Meus Amos, em seguida, ordenaram que a escrava fosse rastejando até uma bacia com água e que lavasse bem a boca para, depois, lamber a boceta e o ânus maravilhosos de Minha Ama e Senhora e o pênis e o ânus deliciosos de Meu amo e Senhor. A escrava lambeu vorazmente a buceta de Minha Dona, chupando, sugando, descendo a língua até o ânus, enterrando sua língua dentro do ânus de Minha Dona que chegou a gemer baixinho de tesão, depois, a cadela foi obrigada a chupar o caete de Meu Dono, lambendo a ponta doaquele pau maravilhoso, sugando a cabeça e, depois, chupando e engolindo o pau inteiro de Meu Dono, chupando seu saco e enfiando a,língua em seu ânus. Quando estavam bem lubrificados, Meus Donos se deitaram em uma cama deliciosa, com lençóis que eu acabara de colocar, e fizeram amor por umas quatro horas seguidas, obrigando a escrava a lamber pênis, Boceta, ânus, enquanto eles transavam. Depois, fizeram com que a cadela lambesse demoradamente toda a porra, todo o suor, todo o suco guardado na boceta e no ânus de Minha Dona, lambesse suas coxas e lambesse o pau, o ãnus e a virilha maravilhosa de Meu Dono.
Depois, arrastarm a cadela, pela coleira, até o meio do galpão, colocaram-na de joelhos, dobraram sua cabeça e disseram que, depois de ser a escrava, a puta, a cadela, o capacho, o lixo deles, ela seria, agora, a privada e o papel higiênico de meus Donos, com Minha Ama e Senhora sentando na boca da escrava e urinando, um mijo quente e delicioso que eu tanto adorava beber e, em seguida, ajeitando o cuzinho na boca de sua privada nova, cagando deliciosamente, fezes quentes e macias que efizeram minha boca se encher de saliva e eu babar em minha mordaça, de tanta vontade de estar no lugar da escrava, que lambeu tudo boceta, cú, mijo, bosta de Minha Ama e Senhora, e se preparou para engolir o mijo quente e delicioso de meu Dono, que descia diretamente pela sua garganta que engolia o pau inteiro de Meu Amo e, depois, engoliu a bosta que Meu Dono descarregava em sua boca, que chupou e lambeu toda a extremidade de seu pau e todo o interior de seu cu, após receber toda a descarga de Meu Dono.
Meus Donos, então, obrigaram a escrava a se lavar, com uma mangueira jogada nos fundos do galpão, lavando bem boca, antes de sair, ir para casa, preparar a banheira e o jantar de Meus Donos, enquanto eu assistia a tudo acorrentado em uma pilastra, esquecido por Meu Amo e Senhor e por Minha Ama e Senhora, que, enfim, me soltaram e me levaram pela coleira até a varanda da casa, onde me amarraram a uma espécie de cano e me deixaram á noite para vigiar, como um cachorro vira-latas, a casa, enquanto a nova escrava tratava de fazer todo o trabalho para eles, enquanto meu destino se tornava incerto e inseguro em relação aos Meus proprietários, aos meus Donos, à Minha Ama e Senhora, Luciana, e ao Meu Amo e Senhor, Sidnei, que eu tanto amo, venero, adoro, idolatro e para quem entreguiei todos os meus bens, todas as minhas posses, todos os meus desejos e minha própria vida.