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Uma Aventura com Mistress Márcia - Parte 2
Conduzindo-me através de minha coleira, Mistress Márcia dirigiu-me, de joelhos até a porta. Não podia recusar-me acompanhá-la, mas meu coração, apreensivo, pulsava rápido e vigoroso, enquanto correntes de dúvidas assolavam minha mente. Quem poderia estar do outro lado da porta? Seria isso mais um sortilégio de Mistress Márcia?
Para minha surpresa, quando abriu-se a porta, desvendou-se o contorno de uma mulher que, aparentando não ter mais que 1.60m e 35 anos, possuía marcante trança loira que pendia de sua cabeça. Depois de cumprimentar efusivamente Mistress Márcia, pude perceber que a Senhora Patrícia, como vim saber chamar-se depois, era uma amiga, convidada especialmente para abrilhantar ainda mais aquela noite.
- Então, Márcia, é este o ``escravo´´ que você me falou? inquiriu a Senhora loira, ainda visivelmente pouco à vontade.
- Isso mesmo, Pat. E então, gostou dele?
- Bem, acho que vou precisar olhá-lo em mais detalhes afirmou maliciosamente a visitante e, continuou - Claro que a aparência dele é importante, mas a verdade é que eu estou com muita vontade de experimentar todas aquelas sensações que você me confessou, Márcia. Todas aquelas coisas que você já fez com o seu escravinho particular, enfim, sentir o poder proporcionado por um homem aos meus pés, à minha disposição, à mercê de minhas ``segundas e terceiras intenções´´ ...
- Claro, Pat, chega de imaginar! Hoje vamos realizar tudo o que você quiser! Este escravinho chamado parker se colocará inteiramente em suas mãos, pronto para atende-la em todos seus mais secretos desejos, caprichos e deleites.
- Ai, ai, ai... Márcia, pare! Assim eu fico toda excitada... e, recompondo-se disse - Mas você está aí toda produzida, sexy e linda.... e eu? Você bem que poderia ter me avisado para eu vestir algo mais sensual, não é?
- Não se preocupe, Pat, nosso escravo irá cuidar de tudo. Hoje é a sua noite, você não deve se preocupar com nada. Simplesmente, relaxe e aproveite... Aliás, por falar em relaxar... voltou-se para o escravo ajoelhado aos seus pés e ordenou - parker, bebidas e música, sim?
- Sim Senhora Márcia, imediatamente.
Instalei os CDs que havia previamente gravado com versões MP3 de músicas dos anos 80, como Mistress Márcia havia me solicitado. Escolhi pessoalmente cerca de 200 canções de inúmeros grupos, como Smiths, Echo and the Bunnymen, Cult, Siouxie & the Banshees, Sister of Mercy, Bauhaus, Duran Duran, Fine Young Cannibals, Cure, Jesus and Mary Chain e, principalmente, muitas canções sensuais de Sade Adu.
Assim, embalado por estas canções, preparei e servi às Senhoras dois daiquiris e alguns canapés, ajoelhando-me, novamente ao lado da Mistress Márcia, pronto para servi-La, se necessário.
Após os drinks, Mistress Márcia pediu-me para que permanecesse ajoelhado e curvado frente a ambas. Isso feito, informou que sua amiga Patrícia deveria ser por mim chamada de Mistress Patrícia e que a partir daquele momento eu deveria obedecer todas as ordens Dela, exceto se recebesse de Mistress Márcia alguma indicação contrária. Obrigando-me a jurar fidelidade a ambas durante toda aquela noite, a Rainha Márcia passou às mãos da Senhora Patrícia a guia de minha coleira, selando o acordo e introduzindo-A no universo do Fem-Dom.
- Bem, agora deixe-me ver o que ganhei disse a Senhora Patrícia, já com ares de Domme.
Puxando-me pela guia, a Rainha loira pôs-me em pé e, removendo a sunga que mantinha meu sexo aprisionado, examinou-me em cada detalhe. Atestando:
- Até que ele não é mauzinho mas, puxa vida Márcia, ele tem um pauzinho bem pequeno, não é mesmo?
- Exatamente, Pat, até eu me impressionei. Como satisfazer uma mulher com isso? disse, rindo e apontando para o meu membro que, livre, mantinha-se novamente ereto.
- Bem, ao menos ele está todo depilado consolou-se a Rainha Patrícia - Eu detesto homens peludos.
- E então Pat, que tal prepararmos você para a noite?
- Ótimo, Márcia, vamos lá!
Imediatamente fui conduzido por ambas aos aposentos íntimos da Anfitriã, onde fui instruído a vestir a ilustre convidada de acordo com a exigência da ocasião. Mistress Patrícia escolheu um dos 3 conjuntos que ainda estavam dispostos sobre a cama, enquanto pensava: - Que grande Senhora é essa Mistress Márcia! Quem mais, se não Ela, poderia planejar tão deliciosas surpresas?
Porém, antes de vesti-la, a Senhora Márcia insistiu para que sua amiga experimentasse minhas qualidades de massagista em seus pés. E assim, com incrível prazer, dispensei aos pés de minha nova Senhora o mesmo tratamento concedido aos pés de Mistress Márcia, lavando-os, aplicando esfoliantes, hidratantes e loções calmantes. Mistress Patrícia exultava:
- Nossa, como isso me faz bem! Você tinha razão Márcia, isso é ótimo!
Ainda nu, vesti a convidada com um lindo conjunto branco, composto de meias 7/8 com 10cm de renda nas extremidades, cinta-ligas, um par de luvas longas em cetim, uma calcinha fio dental, finamente bordada e amarrada nas laterais e um espartilho que realçava a beleza de sua cintura e, nas rendas e apliques dos bojos, emolduravam e projetavam dois magníficos seios. As jóias que escolhi realçaram ainda mais a beleza desta Rainha.
Meus olhos não cansavam de apreciar tamanha perfeição. Duas Mistress, muito diferentes fisicamente entre si, mas iguais em suas belezas radiantes. E eu tinha a felicidade de poder estar à seus pés!
Esse olhar não escapou à atenção da Rainha Márcia que, aproveitando o ensejo, iniciou a primeira lição de Fem-Dom:
- Veja como ele nos olha admirado e estupefato, Pat.
- Excitado, também, diria eu completou a Domme Patrícia, observando a indiscreta ereção que não cedia nem um milímetro.
- Isso mesmo. Ele nos observa e sua excitação aumenta. Seu desejo em tocar nossos corpos tortura a sua mente que, treinada na obediência, o impede de realizar seus intentos. Há uma luta brutal entre sua consciência servil e seu desejo animal. A energia deste impasse transborda por seus poros, faz sua pele queimar, seca sua boca e o impele a longas e desconfortáveis ereções.
- Mas você me disse que algumas Dominadoras não gostam que seus escravos tenham prazer, não é mesmo?
- Sim, isso é verdade. Algumas Dommes não deixam sequer que seus escravos as fitem. Eu não! Eu gosto que um escravo me deixe linda e sensual, gosto que ele me admire, sem saber se vou ou não deixá-lo me tocar. Eu gosto que ele, vendo-me, fique com muito desejo. E gosto, também, de tocá-lo sensualmente e excitá-lo até o limite pois, só assim eu mantenho toda sua atenção voltada para mim e ao meu prazer e, quando obtenho isso, adquiro o Poder Supremo sobre ele. E, além do mais, como eles bem sabem, só chegarão ao orgasmo na hora, modo e maneira que eu determinar.
- Isso eu já sei, Márcia. Você não se cansa de me dizer: ``Controle o sexo de seu namorado e ele será seu...´´ disse, rindo a pequena Mistress.
Ambas riram e, ao final, a Rainha Márcia afirmou:
- Você disse que queria um escravo aos seu pés, pois bem, agora ele é seu.
Mistress Patrícia, então, estabeleceu sua posição superiora e exigiu que adorasse seus pés. Sem demora, ajoelhei-me próximo a eles e, curvando-me até encostar meu rosto no chão, beijei, lambi, adorei e venerei cada centímetro do couro de seus escarpins brancos e de seus saltos finos de 7,5cm. Durante este procedimento Mistress Márcia estimulava minha devoção, com ordens curtas e precisas: ``Mais rápido, parker´´; ``Faça isso com devoção, escravo´´; ``Volte e lamba o salto de novo´´.
Quando deu-se por satisfeita, mantive-me ajoelhado, mas ergui meu tórax, permitindo que ambas tivessem plena visão de meus genitais. O fluxo de líquidos seminais havia se intensificado e uma grande porção deste, sentia, encontrava-se preso em minha uretra, ao passo que outra quantidade similar havia sido expulsa e pendia de minha glande até o chão.
Observando isso, Mistress Márcia explicou:
- Este escravo, Pat, realiza periodicamente exercícios que mantém a saúde e o vigor de sua próstata e vesículas seminais. Treinado dessa forma, ele produz e expele uma quantidade razoavelmente maior de líquidos que os demais homens. Uma parte deste líquido fica aprisionada na uretra dele e precisa ser ``ordenhada´´, afim de deixá-lo ainda mais excitado e perturbado.
Dito isto, Mistress Márcia abaixou-se e, apanhando a base de meu pênis entre as pontas de Seus dedos indicador e polegar, deslizou ambos dedos até a glande, mantendo uma firme pressão durante todo o pequeno percurso. Repetiu esse mesmo gesto mais duas vezes, promovendo a expulsão completa de uma notável quantidade de fluidos, os quais recolheu cuidadosamente na palma de Sua outra mão. Após mostrar o volume recolhido para a Domme Patrícia, a Rainha Márcia ordenou-me lamber todo o fluido de Suas mãos, o que fiz com grande prazer.
Dando ares de enfastia, Mistress Márcia resolveu animar um pouco mais a cena apanhando em minha valise alguns apetrechos. Estalando o chicote de montaria, ela convidou-me ficar de quatro, prendeu em minha boca um arreio de couro e cobriu minhas costas com um pelego de lã. Então, lubrificou meu ânus e nele introduziu um butt-plug que possuía extensa cauda a ele fixada.
- Pronto, - disse - vamos nos divertir! Você quer cavalgar primeiro, Pat?
- Ah, eu aceitarei esse convite com prazer, Márcia.
Assim, a Domme Patrícia sentou-se em minha região lombar, impôs seus calcanhares em minhas ancas e ordenou-me cavalgar. Guiado por aquelas rédeas, humilhado e subjugado, eu me sentia o mais feliz do homens, proporcionando, não só alegria para uma conceituada Domme mas, também, tendo a oportunidade de presenciar os primeiros passos de uma futura Dominadora.
Logo Mistress Márcia juntou-se à nós, e eu pude ser cavalgado por ambas Dominadoras alternadamente e, por alguns minutos encantadores, por ambas ao mesmo tempo.
Contudo, mesmo sob as instruções de Mistress Márcia, a Senhora Patrícia parecia não conseguir usar o chicotinho de montaria a contento.
Assim, após o término dos passeios pelas áreas internas e externas da casa, a experiente Domme removeu o arreio e o pelego, guiou-me pela coleira até a sala e lá obrigou me a permanecer em pé. Como deduzi, fui novamente imobilizado pelas pulseiras e tornozeleiras, que mantinham minha pernas afastadas. Porém, diferentemente da outra vez, fui imobilizado de forma que meu peito e sexo ficassem expostos aos desejos de ambas Dommes.
Assegurando-se que o butt-plug ainda permanecia firmemente introduzido em meu ânus, Mistress Márcia permitiu que Mistress Patrícia ordenhasse meu pênis, o que Ela fez prazerosamente, usando, como orientada, apenas a ponta dos dedos polegar e indicador. Mais uma vez, uma generosa porção da espessa substância foi removida e oferecida aos meus lábios.
- Patrícia - disse a Rainha Márcia - agora vou ensiná-la a usar corretamente alguns tipos de açoite e chicote, vamos lá?
A amiga concordou prontamente com a idéia e, pacientemente instruída por Mistress Márcia iniciou meu espancamento:
- Comece com o chicote de montaria, que é o mais fácil... sinta-o como uma extensão de seus braços. Maneje-o com leveza e rapidez ... Não é preciso força!... Atinja só o lado externo de cada uma das pernas dele...
Logo senti em minha pele o progresso obtido pela Mistress Patrícia. Suas investidas eram cada vez mais dolorosamente eficazes e formavam uma emaranhando de finas linhas carmim em minhas coxas.
Depois de receber cerca de 40 golpes em cada uma das pernas, sabiamente Mistress Márcia interrompeu o procedimento, desviando a atenção de Mistress Patrícia para outros recursos do Fem-Dom.
Então a Rainha Márcia falou-me:
- parker, quero deixar claro que desta vez você não está apanhando como uma punição, está apanhando apenas para nosso deleite e, claro, para que eu possa instruir a Patrícia nestas práticas. E voltando-se para a outra Dominadora, disse:
- Patrícia, é muito importante que você puna exemplarmente um escravo quando ele faltar em algo. Mas, sempre informe a ele o motivo de seu castigo. Assim ele aprende rapidamente a diferença entre o que é certo e o que é errado. - Vendo que Ela concordou, prosseguiu - Vamos agora explorar a masculinidade do nosso escravo!
- Isso, Márcia, vamos tortura-lo.
Mistress Márcia foi, então, transmitindo todo seu conhecimento de Dominadora, revelando que estas torturas precisam ser realizadas sempre de modo seguro e consensual e que estas traduzem-se em importante atividade para a Domme que quer controlar seu macho pois, impondo sua vontade e determinação ao seu escravo, ela efetivamente, mais e mais o controla.
Assim, ambas dirigiram-se ao quarto, onde Mistress Márcia pode apresentar os demais artefatos que eu trouxe em minha valise.
Retornaram em poucos minutos e iniciaram a sessão, para minha surpresa, pelos meu mamilos. Neles, foram instalados pares de prendedores e garrinhas que unidos entre si por correntinhas, permitiam que ali fossem pendurados pequenos pesos de chumbo. Mesmo com os prendedores, Mistress Márcia incitava a Senhora Patrícia a fustigá-los, com as unhas, dentes e língua, estimulando-a:
- Vamos Pat, torture os mamilos ``dessa putinha´´! e, virando-se para mim - Bem que você sente tesão nos peitinhos, não é mesmo, ``sua putinha´´? Vamos, fale para a suas Donas o quanto você gosta de ter os seus peitinhos torturados, fale!!
E, sentindo as palavras escapar de minha boca entre os dentes firmemente unidos, transfigurando minha face em uma expressão de dor e sofrimento, sussurrei:
- Sim, Senhora Márcia, eu aprecio...
Descontente com minha atuação, Mistress Márcia ergueu de seu paddle de madeira e couro (algo como uma palmatória, revestida em couro) que, nem imaginava estar em suas mãos, e aplicou-me 6 duros golpes na região das nágedas, entrecortando-os com palavras:
- parker, (``slap´´) seu escravo insolente! (``slap´´) Quando eu (``slap´´) perguntar algo (``slap´´) responda (``slap´´) corretamente (``slap´´)!
Aguardando alguns instantes para não gritar de dor, disse em alto tom:
- Sim, Senhora Márcia. Sim, Senhora Patrícia. Eu aprecio quando duas Dommes se utilizam de meu corpo para seu prazer, torturando meus mamilos... isso me excita muito...
Surpreendendo-me, Mistress Patrícia puxou pela correntinha os dois prendedores e com uma voz áspera mostrou sua insatisfação:
- Quando se dirigir à mim, responda como ``uma putinha´´, escravo!
- Sim, Senhora Patrícia, - respondi, quase sem voz devido a dor dilacerante das presilhas - eu sou apenas ... ``uma putinha´´... ``uma putinha´´ pronta para... servi-La.
Sentindo que novamente estavam próximas de meu limite de dor e, lembrando que ainda possuíam toda a noite para se divertirem, Mistress Márcia redirecionou a cena para meu sexo.
Inicialmente prendendo-o com uma anel triplo, onde um deles envolvia os testículos e o pênis, o segundo apenas o pênis e o terceiro apenas os testículos, Mistress Márcia mostrou que com apenas 3 camisinhas cortadas e uma linha de costura, é possível se fazer um interessante artefato que aprisiona e separa cada uma das porções do sexo do escravo.
- Qual a vantagem disso ? Desejou saber a noviça.
- São muitas, Pat. Com os anéis, o escravo não perde facilmente a ereção, as superfícies de seus órgãos ficam esticadas e mais fáceis de manipular, além disso, há uma certa dessensibilização dos órgãos imobilizados. Assim, ele suportam mais dor. Quando há este tipo de imobilização dizemos que fizemos uma cock bondage. Entendeu?
Ante a afirmativa de Mistress Patrícia, foi iniciada a tortura.
Primeiro foi instalado em meus testículos um ``para-quedas´´ em couro, artefato que, à semelhança de um para-quedas comum, envolve os testículos e possui 4 correntinhas que se unem em uma argola na parte inferior. Depois pesos de chumbo foram sendo adicionados à argola inferior, tensionando meus testículos para baixo.
- Veja Pat, além de promover dor e desconforto, o para-quedas impede que os testículos subam, fenômeno que antecede a ejaculação. Se vc mantiver os testículos de seu escravo em baixo, ou seja, tensionados, será muito mais difícil ele acidentalmente ejacular.
- Ah, que demais! Então é só deixá-los o tempo todo com um desses disse, rindo, Mistress Patrícia.
- Infelizmente, Pat, não é possível se usar isso neles por muito tempo. Mas a tensão regularmente aplicada serve, também, para promover um aumento da elasticidade da pele da bolsa escrotal.
- Nossa, Má, você parece minha antiga professora de biologia falando!
- Não exagere disse rindo Mistress Márcia mas conhecer a fisiologia do escravo é muito importante no Fem-Dom, especialmente quando torturamos seus genitais.
Então, retomando a ação, a Rainha Márcia convidou a Senhora Patrícia para que, usando um pequeno flogger espancar o pênis e os testículos do escravo que, indefeso, a tudo em silêncio se submetia.
A noviça rapidamente aprendeu a manusear o açoite, girando-o e alternando os movimentos ora de cima para baixo, ora de baixo para cima, ora de um lado a outro.
Mistress Márcia regozijava-se com o comportamento de ambos, escravo e Dominadora e, sentindo uma sensação de orgulho, deixou escapar um doce sorriso.
Enquanto isso, a Senhor Patrícia descontava no pequeno membro do escravo parker anos de frustração e decepção com homens que traíram sua confiança e a enganaram. Na Sua mente, uma nova percepção do mundo começava a se formar e, como em uma metamorfose, uma nova Mulher, altiva e segura de si, surgia das cinzas de uma antiga mulher que só ao passado agora deve pertencer.
Porém, depois de muito torturarem meus órgãos sexuais, ora promovendo neles intensa dor (beliscões, arranhões, apertões ...), ora excitação (uso de penas, cócegas, massagem nos testículos e pênis...) as Dommes deram-se por satisfeitas e, libertando-me da imobilização, promoveram uma pausa, onde deveria servir novos drinks.
Como o calor naquela noite não cedia, preparei uma rodada com refrescantes gin-tônicas com muito gelo e limões twist. Servi as bebidas com alguns pequenos sanduíches de patê e uma tábua de frios. Acho que agradei pois a conversa seguia animada quando retornei para ajoelhar-me junto às minhas Dommes:
- Mas Márcia, insistia a Senhora Patrícia nós manipulamos o sexo do escravo por um razoável período. Ele, também, tem se mantido excitado e ereto a maior parte do tempo, pelo menos depois que cheguei aqui (risos)... Qual o segredo para manter-se um homem assim, sem gozar, por tanto tempo??
- Treinamento, Pat, muito treinamento. Uma Dominadora só pode dizer que controla totalmente seu macho quando ele, enfim, apenas ejacula quando ela permite. Para bem treinar um escravo, a Dominadora usa vários artifícios combinados: castidade forçada, massagem prostática, introdução de objetos no ânus dele, espancamento, torturas e, muita psicologia superior, algo que a natureza foi com nós, mulheres, extremamente generosa...
- Ai, Má você está careca de saber que eu morro de vontade de ver um homem com bundinha empinada e pedindo para eu penetrar o seu rabinho.... Isso deve ser uma loucura!
- Bem, Pat eu não sou a ``Jeannie´´, nem a ``Feiticeira´´ mas eu acho que este seu desejo eu posso realizar.
- Ah, Marcinha, é por isso é que eu te adoro!
Realmente, os novos drinks puseram fogo na cena.
Poucos minutos depois eu já estava inteiramente nu, sem o butt-plug e deitado de costas na mesinha de centro da sala. Mistress Márcia também nela ajoelhou-se e, colocando uma perna em cada lado de meu corpo, sentou-se sobre meu rosto. Antes porém, advertiu-me:
- parker, eu não vou avisar novamente: isto não tem nenhuma relação com um 69. Se eu sentir a sua língua insinuando-se de alguma forma através da minha calça, eu arrancarei seus testículos a dentadas, entendido?
- Sim, Mistress Márcia, eu entendi respondi, entre atônito e louco de desejo em explorar aquele perfumado e úmido templo do prazer, o qual já tinha tido oportunidade de observar durante a tarde.
Endireitando seu tronco, a Deusa Márcia tomou minhas pernas e, erguendo-as para cima e para trás, manteve-as seguras envolvendo suas mãos em meus tornozelos, mantendo-me na famosa posição frango-assado.
Em seguida Ela foi instruindo a Senhora Patrícia como fazer um ``milking´´: Lavar e lubrificar bem o ânus; usar uma luva cirúrgica para evitar contato com as unhas e manter a higiene; introduzir o dedo lentamente até encontrar a próstata e a vesícula; massagear o local com a ponta do dedo e etc.
Meu pênis, começou a dar mostras de intensa atividade, pulsando e latejando ao sabor dos movimentos dos dedos de Mistress Patrícia. Em pouco tempo, todo o meu baixo ventre se contraia e dilatava, buscando uma ainda maior onda de sensações. A Rainha Márcia, atenta ao gotejar de fluidos em meu pênis, indicou o momento da ordenha, cujo produto foi, como das outras vezes, destinado a minha boca.
- Veja a importância do milking, Patrícia. O escravinho fica muito excitado, tem fortes sensações que está prestes a ejacular, ele rebola e impele seu rabinho contra nossos dedos mas, tudo isso é inútil. Sem se tocar ou ser tocado em seu pênis ele é incapaz de encontrar o prazer maior, permanecendo frustrado e insatisfeito.
- Está brincando? Quer dizer que enquanto eu massageio a próstata dele, seu organismo pensa que ele vai ejacular, ele faz uma força danada para isso, ele pensa verdadeiramente que vai ejacular a qualquer momento e, até, ele sente algumas sensações pré-orgasmo mas, no final, nada ocorre??
- Isso, Pat, você entendeu direitinho! Nós poderíamos ficar aqui massageando o parker por horas, apenas esvaziando sua uretra com uma ordenha de tempos em tempos que, ainda assim, ele não iria conseguir gozar.
- Nossa, isso é incrível! Eu deveria fazer isso com todos aqueles outros homens que gozaram antes de mim e me deixaram na mão... mesmo quando eu tinha certeza que eu iria gozar no próximo minuto (risos).
Realmente, Mistress Márcia não mentia. Incríveis sensações orgásticas atravessavam meu corpo. Eu já rebolava e implorava para que a nova Domme introduzisse em mim 3 ou 4 dedos simultaneamente, na vã esperança de ejacular, pois já não aguentava mais de desejo.
Vendo a cena que se desenrolava ante seus olhos, Mistress Márcia não se conteve e, apenas por diversão, derramou parte do conteúdo gelado de seu gin-tônica sobre meu pênis. O que arrancou risos e aplausos efusivos da noviça Mistress Patrícia.
continua...