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Kareen & Jonny
Estavam juntos a mais de dois anos. Ele acreditava que com isso conhecia muito bem a sua noiva.
Formavam um jovem e bonito casal. Jonny tinha 1,81 m, pele clara, musculoso. Tinha cabelos lisos, negros, repartidos ao meio. Um perfeito ``playboy´´. Kareen era uma garota muito bonita. Tinha 1,67 cm, cabelos longos,
abaixo do ombro, pele clara, olhos com um azul intenso e umas sobrancelhas grossas que davam-lhe um ar muito meigo. Há muito tempo ele lhe falava sobre suas fantasias sexuais, mas ela não parecia muito receptiva com elas. E sua obsessão por mulheres raspadas não parava de crescer, de maneira que seu desejo chegava aos limites do irracional. Como nesses limites era o amor que sentiam um pelo outro. Um não conseguia ficar longe do outro. Sempre juntos, e um paixão tão grande, o resultado não podia ser outro: Estavam de casamento
marcado. Seria em três meses.
Em um início de tarde de primavera, estavam na casa dela, bebendo e vendo um filme porno. Os dois estavam aparentemente, um pouco embriagados, o que ele fez de proposito, para tentar convence-la a fazer a sua
mais desejada fantasia: Deixa-la careca.
- Kareen - ele começou a falar. - Ficaria muito mais atraente e charmosa, se deixasse que eu raspe a sua cabeça.Sabe que é o que mais desejo neste mundo, querida... São apenas cabelos e eles crescem novamente! - Ele disse sem muita esperança de convence-la, já esperando uma resposta do tipo ``Você está louco!´´, ou algo parecido.
Mas não, para surpresa de Jonny. Ela já esperava por essa investida. A muito desejava realizar o desejo de seu noivo. Ela estava estava pensando sobre o assunto ha vários dias. Mas queria uma compensação também.
Também tinha suas fantasias, mas, elas sempre foram contidas pela severa educação imposta por seus pais.
Mas agora não. Agora ela era uma mulher independente, sabedora de seus poderes e limites, que por sinal não eram poucos, e desejosa por realizar suas fantasias. Era sua chance de realiza-las. Arquitetou o plano com detalhes. Teria que ceder a um sacríficio, mas depois teria o retorno garantido, pois ela sabia que ele tinha verdadeira paixão por ela e com sua obsessão em vê-la careca, ela tinha certeza que ele faria qualquer coisa por ela. Ela lhe falou, com um ar meio enigmático:
- Tenho pensado nisso, e creio que até faria, mas com uma condição...
Ele pulou da cama como que acionado por uma mola, e lhe falou:
- Que seja qualquer uma, diga-me qual condição?
Ela tinha certeza!! Ele mordera a isca. E ela lhe falou:
- Quero que você seja meu escravo sexual...
Ele a olhou atônito, não estava entendendo o que ela queria dizer...
Como assim, ``escravo sexual´´? pensou ele...
Mas sua euforia era tanta, que sem pensar ou pedir maiores explicações, disse:
- Valendo, de acordo!
- Muito bem! Mãos a obra! - Disse Kareen.
Levantando-se, pegou uma caixa de onde tirou uma máquina de cortar cabelos, nova e reluzente.
- Tome. Pode fazer o que quizer com ela. Mas lembre-se: Será meu escravo, a partir de hoje!
Ele levantou-se e nem perguntou como ela havia adquirido aquela máquina. Pediu para ela despir-se e sentar em uma cadeira.
Ela assim o fez. Ele estava nervoso, e não conseguia achar uma tomada para ligar a máquina.
- Tem certeza que quer isso, querida?
- Eu, sim.... Quem tem que ter certeza, é você, Jonny. - Ela disse isso, dando um sorriso estranho, que deixou Jonny por alguns instantes, preocupado. Essa preocupação desapareceu assim que ele conectou a máquina na tomada e a ligou. Ele pediu a ela que abaixasse um pouco a cabeça, começando a raspá-la pela nuca.
Grandes mechas de cabelo começaram a cair no chão, enquanto ele ia ficando cada vez mais excitado. Seguiu avançando com a máquina pelas laterais da cabeça, e mais e mais mechas foram caindo. Ele estava louco de
tesão, vendo como a cabeça de sua amada estava ficando livre de cabelos.
Enquanto isso, ela parecia estar sentindo muito tesão com aquilo. Seus peitos haviam ficado durinhos, e inesperadamente para ele, da boca dela começaram a sair gemidos de prazer.
- Você gosta?? - Perguntou ele.
- Muito, meu amor. É delicioso!! - Respondeu ela, e completou: - Nunca poderia imaginar que isto me excitaria desta forma.
Jonny continuou raspando, até que a cabeça de Kareen ficou sem nenhum cabelinho. Ele estava excitadíssimo. Então, ela perguntou:
- Você gostaria de raspar minha xaninha também?
Ele confirmou com um gesto de cabeça e ligou novamente a máquina, começando a raspar sua área genital, com muito cuidado. Quando ele pensou já ter terminado, ela disse:
- Pensando bem, gostaria que você completasse o serviço com o barbeador... Você gostaria de barbear-me inteira, querido? - Enquanto dizia isso, pegou em uma caixa o pincel de barbear e um barbeador com laminas duplas.
Jonny estava alucinado!! Não acreditava no que estava ouvindo.
- Quero que você me deixe lisinha.... Eu sei que é o seu maior sonho, então quero que tenha prazer por completo. Deixe-me sem nenhum pelinho em meu corpo! Raspe tudo!!
Isto era mais do que havia sonhado conseguir, de modo que não pensou duas vezes em pegar o que ela lhe oferecia e pediu a ela que sentasse novamente na cadeira.
- Tudo mesmo amor?? Você tem certeza?? - ele perguntou, só para reforçar.
- Quando eu disse tudo, é tudo!! - disse ela, rindo.
O chão estava coberto com os grandes fios de cabelos dela. Sem sequer varre-los, ele se dirigiu ao banheiro de onde trouxe uma toalha e também um recipiente cheio com água morna. Passou a espuma na cabeça de Kareen, espalhando-a com o pincel. Depois, cuidadosamente, começou a passar o barbeador, deixando a cabeça de sua amada lisinha, suave e brilhante.
Ela começou a masturbar-se, enquanto ele estava barbeando sua cabeça, e isso o deixou ainda mais excitado.
Uma coisa não estavam nos planos de Kareen. Ele começou a passar creme de barbear em suas grossas sobrancelhas.
- Pera lá!! - ela disse. - Minhas sobrancelhas não!!
- Sinto muito amor... estou fazendo minha parte do trato. Você falou para raspar TUDO. Portanto.... - Agora foi a vez dele dar um risinho sarcástico. Ela sentiu que cometera um erro. Mas disse, resignada:
- Ok, amor..... tudo.
Ele terminou de passar o creme, e pegou o barbeador para terminar o serviço. O resultado que ele viu o deixou trêmulo, extasiado. A imagem dela, sem nenhum pelo no corpo era algo, indiscutivelmente insólito, fantástico!
Quando ele acabou, ela pegou-o pelas mãos e levou-o para o quarto. Nem precisava pedir, pois Jonny estava tão excitado que deixou-se levar como um boneco. Tiveram vários orgasmos sem quase nenhum esforço.
Ficaram por vários minutos em completo transe, fazendo amor como nunca fizeram antes. Quando já estavam exaustos e satisfeitos, ela olhou para ele e disse:
- Agora é minha vez, não??
- Tua vez?? O que quer dizer? - respondeu ele.
- Agora é meu escravo sexual, lembra-se? - Ela replicou.
Ele estava tão satisfeito, que não parecia importar-se com o que ela queria fazer.
- Bem. Eu tenho agora uma aparencia um tanto quanto diferente. Deixou-me careca, como queria... Creio que deveria ficar igual a mim... - disse Kareen.
- O que? - Disse Jonny. Mas querida, eu não posso... meu trabalho... - Falava Jonny, gaguejando.
- Deveria ter pensado nisso antes, querido. Eu também tenho meu trabalho, e terei que ir com a cabeça raspada. Vamos, sente-se na cadeira que irei raspá-lo. - Falou em tom autoritário.
Ele protestou, sem sucesso. Sentou-se na cadeira e ela ligou a máquina. O zumbido da máquina quebrou o pesado silencio que havia pairado no ar. Começou a passar a máquina pela frente da cabeça de Jonny, e rapidamente chegou até a nuca. Uma faixa branca apareceu na cabeça dele: havia começado seu legado de
submissão. De forma pausada e contínua, ela foi passando a máquina pela cabeça de seu noivo, até deixá-la pelada e ainda que ele se queixasse, viu como ele tinha uma ereção enquanto seus cabelos se uniam aos dela
pelo chão.
- Está muito bem assim, Jonny. Ficou lindo!! Creio que vou ``alisar´´ sua cabecinha também... - disse-lhe Kareen.
``Horror´´ pensou Jonny. ``Está ficando pior do que pensei´´. Ela pegou um tubo de creme da caixa e começou a passar na cabeça dele. Depois que o creme foi espalhado por toda sua cabeça, ela saiu da sala, deixando-o
sozinho. Como ela já estava alguns minutos ausente, ele começou a impacientar-se. Ele virou-se em direção a uma mesinha, onde estavam os apetrechos usados por Kareen e olhou para a caixa do creme usado por ela em sua cabeça. Estranhou, pois aquele creme não parecia creme de barbear. Foi no momento que ela entrou novamente na sala, dizendo:
- Acho que já está bom. Passaram-se os minutos suficientes para o efeito desejado.
Ele, intrigado, perguntou:
- Que creme é este, querida? Não é igual ao que passei em você...
- Claro. Não é igual porque não é o mesmo. Isto é creme de depilação. Vai ficar um tempinho calvo, querido.
A excitação inicial deu espaço a indignação.
- Você me passou creme de depilar? - Perguntou ele, incrédulo.
- Sim!! É meu escravo e quero que lembre-se disso cada vez que olhar no espelho. - Respondeu ela, enquanto que, com uma espátula e uma toalha, começou a retirar o creme depilatório e o restinho de cabelo que a máquina havia deixado na cabeça de Jonny.
Quando acabou, limpou as mãos, aproximou-se de Jonny e deu um longo beijo em sua carequinha lisa. Em seguida, aplicou- lhe óleo de amendoas, o que deixou a pele de sua cabeça lisa e brilhante. Jonny estava com a barba por fazer, a tres dias, e ela, agora sim com espuma de barba e barbeador com laminas duplas, tirou-lhe os pelos do rosto, deixando apenas um fino e bem desenhado cavanhaque. Logo em seguida, pediu para que deitasse no sofá.
- Ainda não terminamos - disse ela. - Irá ficar como eu. Sem nenhum pelinho. A suas sobrancelhas eu pouparei. - Disse ela, em um tom carregado de ironia.
Ele ficou aterrorizado!! Ele tinha uma quantidade razoável de pelos no corpo, e gostava de seu corpo assim. Ela percebendo seu nervosismo, disse, sempre em tom de ironia:
- Calma, amor! São só pelos e eles crescem novamente. Você ficará muito bem sem eles! Pode acreditar!!
Dito isso, ela começou a passar o creme depilatório nas pernas inicialmente, depois nos braços, axilas e tórax de Jonny. Enquanto aguardava a ação do creme, foi ao quarto e voltou com uma tesoura e começou a aparar
os pelos de sua genitalia, bem como sua região anal. Terminado o serviço com a tesoura, utilizou-se também do creme para eliminar os pelos que restaram naquela região.
- Essa região eu vou ter que fazer no maior capricho!! - disse a ele.
- Qual o motivo desse ``esmero´´ nessa região? - peguntou ele em um tom de surpresa e curiosidade.
- A surpresa faz parte do nosso joguinho, querido. Nada de perguntas. Escravos não tem esse direito!! - disse ela, rindo.
Resignado, Jonny nada mais falou. Com o auxílio de uma grande toalha, após alguns minutos, ela começou a retirar o creme depilatório do corpo de Jonny. O resultado arrancou-lhe um sorriso radiante nos lábios: Jonny estava agora, sem nenhum pelinho sequer em seu corpo, apenas as sobrancelhas lhe foram poupadas.
- Agora, vá tomar um banho, pois iremos sair. - Disse Kareen, em um tom autoritário.
Ele, já em seu papel de submisso, nada retrucou e foi tomar seu banho. No banheiro, ficou olhando-se no espelho. Ele levaria um tempo para acostumar-se com sua nova imagem. Jonny experimentou o prazer de acariciar a sua cabeça e seu corpo, agora sem nenhum cabelo ou pelos.
Ao sair do banho, ela o estava esperando. Havia colocado um vestido justíssimo de couro negro, muito curto, que ele nunca tinha visto antes. Estava incrivelmente atraente, e somente esta visão lhe produziu uma ereção
instantânea. Com o vestido, colocou um par de botas altas e também negras e meias-de-seda da mesma cor, o que faziam-na ainda mais atrativa. Usava uma maquiagem muito bem feita, com seus lindos olhos azuis realçados
pelo delineador negro e sombra escura, que contornava os mesmos. Usava um batom vermelho provocante e sexy.
No lugar das sobrancelhas naturais, agora ela utilizava uma linha fina e quase reta, um pouco inclinada para cima, feita com um delineador preto, o que lhe deu um ar belo e agressivo. O conjunto ressaltava de forma incrível a beleza de Kareen, com sua cabeça branca e lisa.
- Anda. Entra no quarto e vista-se. Coloquei umas roupas para você na cama.- Ordenou ela.
Ele entrou no quarto e viu que a roupa que usava tinha sumido. Em cima da cama estava sua roupa nova.
Encontrou uma calça de couro negro, uma camiseta e um colete, também de couro. Um colar, tipo ``coleira´´ e também pulseiras em couro. Não havia sinal da sua roupa anterior.
Pegou a calça para vestir-se e viu, surpreso, como eram diferentes. Nunca havia visto algo assim. Eram de couro negro e brilhante, muito justa. Cheirava couro novo. Sem bolsos, tinha uma abertura em sua parte frontal, por onde seu penis ficaria a mostra. Ao redor da abertura, tinham alguns botões de pressão,
que permitiam acoplar um triângulo, também de couro negro e reluzente. Com ele poderia cobrir seu pênis.
Na parte traseira, havia um zíper que abria a calça, com um botão logo acima. Fechou o botão e o zíper.
Em seguida, colocou o triangulo negro sobre seu pênis e fechou com os botões de pressão. Olhou-se no espelho e viu, que apesar de tudo, a calça ficou incrivelmente bem nele. Logo em seguida, colocou a camiseta.
Era uma camiseta sem mangas, de lycra branca e muito justa. Era um tanto que transparente e deixava ver seus mamilos.
- Estou parecendo um viadinho. - disse para si mesmo. - Careca e com estas calças... Ela ficou louca!! Planejou tudo minusciosamente!! Não é a Kareen que conheço... Agachou-se para por o calçado que ela havia deixado:
Umas botas de couro negro, tipo militar. Ao agachar-se, se deu conta de como estava justa sua calça, a flexibilidade da roupa, e de como ajustavam-se em seu corpo. Levantou-se e pos o colete, a coleira e as pulseiras de couro e saiu do quarto.
Ela estava esperando.
- Está muito bonito, querido! - Disse ela. - Vamos!
- Onde vamos?? - Perguntou ele.
- Logo verá. É meu escravo: simplesmente faça o que te digo! - Respondeu ela, dando um sorriso.
Sairam do apartamento, entraram no elevador e sairam a rua. Estava escurecendo. Ele sentiu-se envergonhado, ao ver que ao cruzar com algumas pessoas, elas ficam olhando. ``Normal´´ pensou ele ``Também, com estas roupas! Até eu olharia!!´´
Entraram no metro e foram ao centro da cidade. Ela o levava pela mão. As pessoas não paravam de olha-los, curiosas. Foram caminhando pelas ruas, até que ela parou em frente a um atelier de tattos e piercings.
- Venha, vamos entrar.- Ela ordenou.
``Caralho!! Esta brincadeira está indo longe demais´´ pensou ele. Enquanto ele ficava aguardando na sala de espera, ela olhava o mostruário e conversava com o que parecia ser o dono do estabelecimento, em uma sala contígua.
Jonny estava nervoso e suava frio. De repente, ela voltou para onde ele esperava e disse:
- Venha comigo! - Saiu em direção a outra sala. O tatuador estava-os esperando no fundo da sala, onde havia um divã, parecido com um consultorio médico.
- Deite-se. - Ela ordenou.
Ele deitou-se no divã e ela chegou bem perto.
- Os escravos devem ser marcados. - sussurrou ao seu ouvido.
Ele já estava imaginando o que ela queria: colocar-lhe algum piercing!!
- Por favor, Kareen! Veja como estou! Sabe que detesto a dor e nem posso ver sangue, ainda mais sendo meu!
Ele realmente tremia muito de nervoso e ela já sabia disso. Trocou duas palavras com o tatuador e saiu, entrando em outro compartimento do atelier, desconhecido de Jonny. Voltou em poucos minutos com um copo fumejante de algo que parecia ser chá, e ofereceu para ele:
- Tome, querido. Isto com certeza vai te fazer muito bem e vai te acalmar!
Ele pegou o copo das mãos de Kareen e tremendo, levou-o a boca. Em poucos goles, sorveu todo o líquido que havia no copo. Olhou para Kareen, e estranhou o sorriso enigmático que ela tinha nos lábios.
- Agora tenho poder sobre ti, terá que lamber o chão por onde piso...- disse a ele, enquanto passava uma perna por cima de seu corpo e lhe colocava sua zona íntima em sua cara. Ele percebeu então, que ela havia tirado a
meia calça e estava sem calcinha. Começou a lamber vagarosamente, os lábios de sua vagina, que ele havia depilado cuidadosamente horas antes. Era uma situação estranha. Continuava a lamber sua vagina, e ela
começou a gemer de prazer. Era o extase. Sua amada, vestida de couro, brilhante e justíssimo, com sua charmosa cabeça raspada e ele, lambendo seu sexo, fazendo-a ficar excitada.
Nesse momento, seus olhos começaram a ficar turvos. Ele quis falar algo, mas as palavras não sairam de sua boca. Notou que alguém lhe tirava o triangulo de couro que tapava seu penis, e o agarrava com decisão. Não conseguia raciocinar o que estava acontecendo, ouvia a voz de Kareen longe, longe. Antes de perder os
sentidos, sentiu uma agulhada em seu penis que o fez estremecer. Escuridão total.
Acordou sentindo um gosto adocicado em sua boca. Eram os lábios de Kareen? Ela acordou-o com um beijo.
As imagens ainda estavam embaralhadas em sua visão. Onde estavam? Por quanto tempo dormira? Olhou para o relógio e viu que passavam das 11 horas. Havia dormido por 5 horas mais ou menos!!
Kareen estava diferente. Havia colocado um pequeno brilhante em seu nariz, e uma argolinha em seu supercilio direito. Estava linda. Jonny sentia algo estranho em sua língua e, agora que estava conseguindo raciocinar,
notou que tinham colocado um piercing nela.
Mas, a cada momento, enquanto seu cérebro voltava ao normal, seu espanto era maior! Sentindo um ``peso´´ diferente em suas orelhas, tateou-as e descobriu algo inacreditável!
Haviam colocado nos lóbulos de suas orelhas, piercings alargadores, que, pelo tato, deviam ter pelo menos dois centímetros cada! Ele fechou os olhos e colocou as mãos ao rosto, como que não acreditando. Kareen nada
dizia, apenas observava as reações de Jonny. Ainda esforçando-se para raciocinar com mais clareza, pois ainda estava atordoado, continuaram as surpresas:
Colocando as mãos no peito, Jonny sentiu dor e um volume estranho nos mamilos. Levantou a camiseta, apesar de nem ser necessário, devido a transparencia da mesma, e viu que em seus mamilos também foram colocados
argolas, essas de tamanho médio. Antes de dizer algo, Kareen resolveu quebrar o silencio:
- Amor, antes de novas descobertas, quero te mostrar o que eu fiz!!
``Novas descobertas?´´ pensou ele. ``Será que tem mais?´´ Enquanto estava envolto em seus pensamentos, Kareen levantou seu vestido. O que ele viu o deixou ainda mais atordoado e sem fala. Kareen havia tatuado
em sua região pubiana uma grande orquídea lilás, com o miolo amarelo, com uma folhagem em vários tons de verde e detalhes que iam, para os lados, até sua virilha e acima, poucos centimetros abaixo do umbigo. Um desenho que nenhuma roupa íntima ou biquini, cobriria. Abaixo da orquídea tatuou uma inscrição em letras clássicas com a frase:
``I love the slave´´. Abaixo da frase escreveu ``K & J´´, que eram as iniciais de seus nomes. Em seus lábios vaginais, um par de pequenas argolas davam um toque exótico e erótico a Kareen. Ele estava tão excitado, que não
percebeu o volume estranho que fazia o seu pênis endurecido, na calça de couro. Ela, notando o grau de excitação que ele estava, falou para ele, rindo:
- Se eu fosse voce, eu me acalmaria, pois dessa forma você poderá se machucar! - e apontou para a sua região pubiana.
Neste momento ele olhou para o local, e vendo e agora sentindo algo estranho, rapidamente retirou o triangulo de couro que escondia seu pênis. Viu, cada vez mais incrédulo, que o tatuador havia colocado um enorme piercing na ponta do seu pênis. Kareen havia escolhido um que tinha o nome de príncipe Alberto, com uma argola de considerável dimensão. Ao longo do seu pênis, com o mesmo tipo de letra da tatuagem de Kareen, estava escrito: ``Escravo do amor´´, e as iniciais ``K & J´´. Ela fez questão de tatuar as iniciais dos nomes deles, iniciando pela inicial do seu nome, para que com isso ficasse evidente a superioridade que exerceria sobre ele.
``Meu Deus!´´ - pensou - ``O que vou fazer com isso agora?´´ Não sentia dor. Não podia parar de olhar o seu pênis perfurado e tatuado. Com as mãos tremulas, abaixou a camiseta e colocou o triangulo de couro para tapar seu
pênis. Seus piercings podiam ser vistos claramente através de sua camiseta, e o triangulo de couro tambem deixava entrever o grande anel que haviam posto em seu pênis.
- Agora é meu escravo, querido. - sussurrou ela. - E teu pênis estará a meu serviço. Somente para mim agora!
Escutou meio aturdido quando o tatuador explicava os cuidados que deveria ter com os piercings que haviam colocado. Não conseguia entender uma palavra que dizia o tatuador. Depois das explicações, foram embora.
De volta as ruas, os transeuntes lhes dirigiam olhares, alguns de curiosidade, outros de desprezo.
Formavam um casal ímpar. Jonny começou a pensar como havia mudado sua vida em poucas horas. Havia satisfeito sua maior fantasia: Sua noiva havia deixado que ele raspasse sua cabeça. Estava mais charmosa que nenhuma outra mulher. Estava surpreso com a decisão dela de fazer uma tatuagem e colocar piercings na vagina, pois ela nunca havia tocado neste assunto com ele. Ela estava linda e radiante, Via-se nela um lindo sorriso de
felicidade. Mas o preço tinha sido muito alto! Agora ele tinha também sua cabeça lisinha, e com a perspectiva que ela ficaria assim por um bom tempo. Estava vestindo roupas que nunca imaginara e tinha perfurado varias partes
do corpo, e colocado piercings. Não saberia o que dizer para seus amigos. E o pior (ou melhor) de toda a situação é que o que para outros parecer humilhação, para ele era agora que estava mais calmo, e passado o susto inicial, parecia puro tesão.
Foi quando ela lhe disse:
- Querido, com esse pênis neste estado, você não poderá fazer muita coisa durante alguns dias, certo?
- Certo.- repondeu ele, que mesmo a contragosto, dava-lhe razão. Ele estava louco para chegar em casa para poderem ficar, horas, dias trancados dentro do quarto, transando. Mas, ficou irado ao chegar a conclusão
que ela estava certa: Durante alguns dias, não poderia comer aquela xoxotinha que ele tanto adorava, e que agora estava linda. Parecia que aquilo tudo era um sonho!
- Tenho uma solução. - disse ela. - Vamos andando que temos que parar em um lugarzinho ainda.
Andaram por mais alguns quarteirões, e apesar dos olhares, dos transeuntes, notava-se que estavam contentes.
Não davam mais atenção aos mesmos, e pelo contrário. Estavam achando divertido a reação das pessoas e riam e comentavam a cada olhar mais insistente. Eram um casal feliz.
Chegando em frente de um sexshop, próximo ao metrô, ela parou e disse:
- Espere aqui, pois vou comprar uma coisinha.
Diante de tantas surpresas daquele dia, ele nem quis perguntar mais do que se tratava. Já esgotara a sua quota de ``sustos´´ por aquele dia. Poucos minutos depois, ela saiu com um pacote.
- Voltemos para casa.
Entraram no metrô e voltaram ao apartamento. Ao chegarem, quando cruzavam a portaria, ela sussurrou:
- Vamos fazer amor agora, querido. Sempre desejei um escravo careca e com piercing...
Ele estremeceu de prazer, e lhe disse:
- Sim, meu amor, sou todo seu... O que deseja fazer comigo?
- Já verá, querido.. Entre no quarto e tire o colete apenas....
Ao entrar no apartamento, ele, como agora era um bom e obediente escravo, foi para o quarto, enquanto ela foi ao banheiro. Jonny ao entrar, foi tirando o colete. Ela entrou em seguida, parou na frente dele e lhe tirou
o triangulo de couro que cobria seu pênis. Segurou-o com a suas mão e começou a acariciá-lo. Jonny estava excitado e seu pênis estava ereto, e para sua surpresa, não sentia dor alguma. Ela introduziu seu pênis na boca
e começou a chupá-lo e lambe-lo com volúpia. Ele começou a acariciar sua linda cabeça raspada. Olhou para sua amada e notou que ela também passara por uma enorme metamorfose desde o começo do dia. Inicialmente e principalmente, claro, a começar por sua linda carequinha, lisinha e reluzente, depois, o novo ``look´´ agressivo que lhe dava o novo contorno de suas sobrancelhas, os piecings no nariz e no supercílio, suas roupas agressivas e sensuais.
``É...´´ pensou ele. ``Em nada se parece com a doce e ingênua Kareen de algumas horas atrás´´.
Kareen estava excitadíssima: Sempre sonhou em ver seu amado com piecings, principalmente no pênis e servindo-lhe como um escravo. Nunca falara sobre esse assunto com ele. Planejou isso por muito tempo.
Conseguira isso e muito mais. Seu plano havia sido excecutado com êxito, muito mais do que imaginara. Ele estava totalmente dominado por ela.
Jonny, olhando para sua noiva, chupando-lhe o pênis, estava em transe, sentindo um tesão que jamais sentira.
Não resistiu mais: Ejaculou na boca de Kareen. Um orgasmo longo e forte. Ouviu dizer que um piercing no pênis proporcionava ejaculações fantásticas, mas nunca imaginou que seria igual a que teve.
Ela retirou o pênis de sua boca e lhe disse:
- Quero entrar em você.... - não se sabe se por que ela falou muito baixo, ou se ele estava tão compenetrado e ainda em transe pelo tesão do orgasmo, ele não conseguiu entender o que ela disse. Ela levantou-se, foi até
uma comoda de onde pegou um capuz de couro preto, que tinha um grande ziper da parte traseira, e que havia aberturas apenas nas narinas e na boca. Na região dos olhos era fechado. Colocou o capuz em Jonny e fechou o grande ziper. Ele ficou em completa escuridão. Deu-lhe um delicioso e longo beijo em sua boca.
Ele continuava em pé e ela, pegando em seus braços, levou-o para perto da cama. Pediu para que ele apoiasse as mãos na cama e ficasse com as nádegas empinadas, sem se agachar.
Foi até a sala, de onde voltou com o pacote que ela trouxera do sexshop. Abriu a caixa e pegou uma calcinha que havia dentro. Ele, já se acostumando com a sua situação de submisso, apenas ouvia os sons das atividades que Kareen fazia, pois não estava enxergando nada com a capuz. Sem esperar que ele dissesse algo, ela baixou o ziper da calça, que era na parte de trás, deixando suas nádegas
descobertas. Ela pegou a calcinha, que era diferente e tinha algumas particularidades que fariam Jonny se arrepiar se estivesse vendo. No lado interno da calcinha, existia um pênis de borracha de mais ou menos uns vinte centímetros, bem em direção a entrada da vagina de Kareen. Ela começou a vesti-la,
introduzindo o pênis vagarosamente, com a ajuda de sua mão direita, em sua vagina tatuada e molhada de tesão.
A mão esquerda estava ocupada em lubrificar com um creme um outro pênis, do mesmo tamanho do pênis interno, só que fixado do lado externo e a frente da calcinha, posicionado horizontalmente.
Ele não sabia o que estava acontecendo e mantinha-se calado, apesar de seu coração estar acelerado.
Kareen começou a acariciar o cuzinho de Jonny, enquanto sua mão esquerda massageava o seu pênis. Jonny mencionou em sair da posição que estava, mas Kareen segurou-o pela cintura e sussurrou:
- Psssssss.... Quietinho meu escravo do amor.....
Ele não entendia nada do que estava acontecendo, mas diante das palavras de Kareen, seu hálito morno e gostoso em sua nuca e a massagem que ela fazia em seu pênis, ele relaxou e aceitou que ela
continuasse a dedilhar seu ânus. Aos pucos, ela foi introduzindo seu dedo anular no cuzinho de seu amado, fazendo suaves movimentos circulares, até que sentiu que Jonny havia relaxado. Ele gemia de prazer.
Quando seu pênis estava com uma ereção fantástica, ela sem avisos e em uma só estocada, penetrou o consolo em seu anus. Ele deu um pequeno grito de dor. Kareen, após penetrar o pênis de borracha até o fim no cú de Jonny, abraçou-o pela cintura e disse-lhe ao ouvido:
- Agora sei que é todo meu, meu amor. É meu escravo, minha razão de viver. Diga-me que está gostando, amor!
E ele, enquanto sua amada fazia movimentos de vai-e-vem e lhe masturbava, respondeu, gemendo, sentindo um misto de dor e de prazer:
- Claro que estou gostando, meu amor!! Sou todo seu!!
Reconhecia agora, que pouca coisa conhecia de sua noiva. Estava surpreso e, por incrível que possa parecer, ele estava gostando das situações que sua noiva colocou-o. ``Ela me surpreendeu de um modo agradavelmente
fantástico!´´ Pensou, com um sorriso nos lábios. Agora ele já não era um homem livre, era um escravo sexual de uma bela dona de cabeça raspada.
FIM