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Castigo Sem Recompensa III (final)

Após colocar o pênis com alguma dificuldade e dor, ela verificou se estava de acordo, e para ter certeza que eu não iria tentar tirar aquele penis do meu ânus, mandou eu colocar um cinto de castidade que temos onde prende o penis e o testículos, e em volta da cintura com um cadeado. Feito isto ela deu um sorriso de aprovação o que me deixava mais excitado, após isto ela tirou minha mordaça dizendo-me que daria um beijo de boa noite, fiquei super feliz, mas para minha surpresa ela mandou eu abrir a boca e cuspiu dentro, colocando novamente a mordaça, sem me dar tempo pra nenhuma reclamação. Vendo minha cara de espanto ela deu novas gargalhadas, dizendo que adorava sua escravinha submissa, e perguntou se eu estava gostando. Como não poderia deixar de ser, só respondia que sim com a cabeça. Após ela afivelar novamente a mordaça, falou que faltava apenas mais algumas coisinhas. Fiquei apreensivo. Então ela mandou eu colocar os braços pra tras e algemou na cabeceira da cama, e pegou uns pedaços de cordas, e amarrou minhas pernas abertas, uma em cada pé da cama, deixando ali amarrado e algemado e sem poder me mexer. Quando achei que havia acabado, ela pegou um capuz e colocou em minha cabeça, fechando todo meu rosto deixando-me na completa escuridão. Notei que ela se levantou da cama, e disse perto do meu ouvido: Boa noite escravinha, volto logo para continuarmos e saiu dando risada. Passado alguns minutos ouvi vozes, mas não sabia de quem e ouvi a batida de sua sandalia no assoalhado e o fechamento da porta. Fiquei em completa escuridão e silêncio, só ouvindo meu coração. Tentei me virar, mas não conseguia, aquele penis em meu ânus estava pegando fogo, e incomodava bastante, meus mamilos estavam dormentes devido aos prendedores, minha boca estava formigando devido à mordaça, tentei relaxar mas não conseguia, não sabia que horas eram, o tempo parece que não passava. Após muito esforço, consegui relaxar um pouco e tirar um cochilo, acordando em sobresalto com o barulho da porta se abrindo e gargalhadas. Depois de muitas risadas minha mulher entrou no quarto, tentanto não fazer barulho, algo que era impossível, pois ela estava ligieramente alcoolizada, chegando perto de mim perguntou com a voz embaraçada como eu estava, tentei responder mas não podia devido a mordaça e o capuz. Então para meu desespero, ela falou que ia dormir, que depois ela me soltaria, pois quem tinha ficado a noite toda preso, mais algumas horas não faria diferença. Antes de fechar a porta falou para eu não fazer barulho, pois sua amiga estava ali, e iriam dormir juntas. Entrei em pânico, mas não consegui fazer nada. Fiquei contanto as horas mentalmente, que não passavam e aquele completo silencio. Terminando: Fiquei ali até quase o final da tarde quando elas acordaram, tomaram banho, fizeram um lanche, e a amiga foi embora, só depois disso e que minha Rainha veio me soltar, perguntando se eu tinha gostado do presente. Simplesmente abaixei a cabeça e consenti, pois não conseguia falar. Foi um belo presente, que se repetiu de outras maneiras. Se alguem se interessou entre em contato, este conto é real.