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Fantasias Realizadas
Lu era uma dolescente sonhadora, mas seus sonhos não eram iguais aos das garotas de sua idade, ela não sabia porque, nem de onde tirava essas idéias, mas viva com fantasias que a assustavam. Pois se imaginava sendo tomada à força, violada, castigada, amarrada, sem ao menos ter conhecimento das palavras sadismo ou masoquismo, mas tudo aquilo a atraia, chegando a ter orgasmos só imaginando as cenas, sendo ela a protagonista.
Os anos foram passando e Lu continuava sonhando, mas na vida real seus relacionamentos eram mais do que baunilhas, ela até tentava dar uma apimentada, mas os companheiros não respondiam a suas insinuações, ela tinha vergonha, medo de expor seus desejos, pois imaginava o que eles iriam pensar dela... Uma moça tão recatada com esses pensamentos pervertidos. E o desejo foi sendo reprimido, mas nunca esquecido, muitas vezes usava suas fantasias mentalmente para chegar ao orgasmo enquanto fazia aquele sexo morno e sem vida, e seu companheiro nem imaginava o que realmente a fazia gozar.
Até o momento que ela despertou, e decidiu mudar o rumo de sua historia, queria um homem que a dominasse, um homem seguro que ela pudesse servi-lo como realmente desejava, e que soubesse tratá-la como merecia, queria deixar de ser apenas a escrava e a cadela que era nos sonhos, e tornar isso realidade. Começou a procurar pessoas com o mesmo gosto, hoje com a net fica tudo mais fácil, então encontrou grupos e pessoas com os mesmos desejos. Conheceu o termo BDSM, o que significava, estudou, pesquisou, trocou informações, e viu que estava tudo ali, o que sempre sonhou desde a sua adolescência, e se identificou com esse mundo novo, percebendo o vasto universo que estava em sua frente, para ser explorado e vivido por ela.
Conheceu muitas pessoas, e muitos candidatos apareceram querendo iniciar Lu neste novo mundo em que ela estava decidida viver. Muitos aproveitadores, que ela logo descartava, pois eles, se traem com facilidade, e ela estava bem atenta a isso, pois não queria cair em mãos erradas. Mas um certo Senhor apareceu, e utilizando-se se sua experiência soube muito bem seduzir Lu, com suas conversar adequadas, sempre educado, mas muito seguro, sabia que ela era especial, e queria assegurar que ganharia sua confiança, pois depois disso, a teria em suas mãos, era só uma questão de tempo.
Como Lu nunca tinha tido experiências reais, ela tinha algumas duvidas sobre seus gostos e limites, sabia o que a atraia, mas não podia definir com clareza, mas sabia que não lhe atraia nada ao extremo, ao contrario isso só a assustava, e tinha muito medo. Mas o Senhor com que Lu agora trocava confidencias, sonhos e desejos, a deixava segura, ele lhe passava uma imagem do que ela sempre procurou, era senhor si, muito seguro e determinado, a comandava sem ao menos ela se dar conta disso, já fazia tudo o que ele lhe ordenava, e com a maior satisfação. Quando percebeu, já era totalmente submissa a Ele, e o desejava como seu Dono.
O Senhor, sendo muito perspicaz, vendo que Lu já estava pronta para um primeiro encontro, decidiu que já era hora de terem um contato mais próximo. Consultou sua agenda, viu a disponibilidade de Lu viajar e marcou o fim de semana que ela deveria estar na cidade dele. Lu ficou ansiosa, os dias não passavam, o medo aumentava, e se ela não gostasse dele pessoalmente, e se ele fosse repugnante, se não tivesse a tal química que é tão importante para que tudo desse certo. Bom a única coisa que sabia era que iria sim, e que no fundo tinha a certeza que Ele era a pessoa certa. Mas só de pensar em tudo que eles conversavam, ela ficava gelada, ele a conhecia totalmente, sabia suas fantasias, seus desejos e seus medos. E agora ela estaria nas mãos dele.
Finalmente o dia chegou, Lu não conseguiu dormir, levantou ainda de madrugada tomou um banho demorado, e muito caprichado, queria estar perfeita como seu Senhor gostava e a havia ordenado que estivesse. Colocou um conjunto de saia blusa que lhe caia muito bem, as sandálias de salto como sempre gostava de usar, e seguiu rumo ao aeroporto.
Eram apenas duas horas de viajem, mas para Lu foi uma eternidade, em sua mente os pensamentos se misturavam, como seria ele, como o sentiria, como seria estar à mercê deste homem que a partir de agora seria seu Dono. Tinha medo do que aconteceria com ela, será que ele respeitaria seus limites?
Tudo tinha sido minuciosamente combinado, discutido, acertado, entre os dois, ele sabia exatamente tudo o que Lu pensava e deseja, mas seu Senhor decidiu realizar uma antiga fantasia de Lu, sem ela saber, seria como uma festa de boas vindas ao mundo novo em que ela decidira viver, e que jamais seria esquecida por ela.
Lu chega ao seu destino, desembarca já com as mãos tremulas e geladas, ansiosa por enxergar seu Senhor a sua espera, mas quando chega ao saguão do aeroporto, olha desesperada em busca daquele rosto conhecido apenas pela tela de seu pc, e não o encontra, ela tem pavor de ficar sozinha, se sente abandonada, em uma cidade estranha. O que faria se ele não viesse? Procurou um lugar para sentar e esperou, quem sabe esta no transito, ela pensou, tentando se acalmar. Passado uma meia hora, o celular toca, Lu leva um susto, e busca o telefone quase em desespero, é Ele, sentiu um alivio, mas este alivio foi momentâneo, Ele diz que não poderá buscá-la, que um amigo fará isso por ele, e que ela poderá acompanhar este amigo sem receio, que ficasse onde estava que logo esta pessoa apareceria e a levaria.
Tentou se acalmar, pensando que Ele teve problemas e por isso não veio, mas logo estaria com seu Senhor. Mal sabia ela que seu Senhor tinha preparado uma recepção de boas vindas. Com os olhos fixos na porta de entrada, Lu ficava tentando adivinhar quem a viria buscar, quando um homem vindo em sua direção, ela olha pra ele, e algo prende seu olhar nele, era um homem de aparência normal, não era belo, nem feio, branco, de estatura mediana, mas tinha um olhar de mistério. Lu sentiu um arrepio, e viu que não o deveria ter encarado tão abertamente, ele chegou perto dela e ela percebendo um olhar de reprovação logo abaixou os olhos e ouviu ele dizer:
- Você é Lu, escrava do Senhor?
- Sim respondeu Lu, quase sem voz.
- Siga-me. - Dizendo isso, Edu (esse era o nome do amigo, que mais tarde Lu veio a saber) pegou a mala, saiu andando, Lu o seguiu sem questionar.
Chegando ao estacionamento Edu parou ao lado de uma van, tipo furgão, abriu a porta de trás, mandou ela entrar, guardou a mala na frente, e entrou na parte de trás junto com ela. Como esta um sol muito forte e dentro da van era escuro, Lu demorou a enxergar direito o que havia na van, viu que não tinha bancos na frente apenas o último, tendo assim um bom espaço vazio, e que havia mais gente dentro da van, além de Edu e o motorista. Era o Juca (soube mais tarde que seu nome era esse), um homem grande, de pele morena, não conseguiu ver detalhes pois não estava muito claro, mas percebeu que o semblante de Juca expressava uma tara de quem queria dizer vou te comer agora e cala boca. Sentiu o medo invadindo sua alma, já não tinha mais certeza de nada, e estava ali com aqueles desconhecidos sem saber o que lhe aconteceria, por onde estaria o seu Senhor, em que ela tanto confiou? Agora o desespero estava estampado em seu rosto, mas ela não atrevia olhar para aqueles homens, não queria que eles vissem seu olhar de medo e pavor que estava.
Quando ela foi se acomodar no único banco da van, Juca a pegou pelos cabelos e a empurrando para o chão do carro disse:
- Lugar de escravas é no chão, sua vadia, aos nossos pés.
Tentou reagir, gritar, mas ele muito mais forte que ela a derrubou no chão, e deu um tapa no rosto e mandou calar a boca, nisso Edu já com uma mordaça em mãos impossibilitou de Lu fazer qualquer reclamação ou apelo, apenas seus olhos podiam expressar o pavor que estava sentindo.
- Fique bem quietinha, que é melhor pra ti.
Deitaram ela de lado, amarrando suas mãos nas costas, mandaram ela encolher as pernas e amararam os tornozelos juntos. Com todo esse movimento a saia de Lu subiu ficando a mostra parte de sua bunda, como estava apenas com uma calcinha minúscula, como seu senhor a ordenara usar, do modo que parecia estar sem nada. Na mente de Lu, passavam-se mil e uma coisas, e naquela altura, não ia lembrar de uma fantasia que havia contado a seu Senhor há algum tempo atrás. Só conseguia sentir medo, aflição, do que viria depois, o que eles fariam com ela. A van se movimentava rápido, sem ter a menor idéia de onde poderiam estar indo.
O silêncio que pairava dentro da van era atormentador, só podia ouvir o barulho do transito. Aqueles homens não davam nenhum sinal do que queriam com ela, mesmo estando ali, amarrada, amordaçada, e com a bunda de fora, totalmente a mercê deles, eles não faziam nada, simplesmente a ignoravam ali no chão, e isso a deixava mais confusa. O barulho de transito foi ficando pra trás, percebeu que tinham saído da cidade e logo a velocidade foi diminuindo, e finalmente a van parou e o motorista desceu, percebeu que haviam chegado a algum lugar. Edu a vendou, faziam tudo em silencio, sabiam exatamente o que tinham que fazer. Abriram a porta da van e desceram, puxaram-na para fora e a carregaram para um lugar fechado. Ouviu-se abrir e fechar de portas, mas Lu não fazia idéia onde estava, e se questionava: Onde estavam levando-a? Que fariam com ela? Que aconteceria ali? Não encontrava resposta. De repente pararam e puseram Lu em pé, o silencio era amedrontador desamarraram suas mãos e pés, mas mantinham-na a segura, começaram a despi-la, desabotoaram sua saia a qual caiu a seus pés, abaixaram sua minúscula calcinha e jogaram juntamente com sua saia para o lado, sentiu os botões de sua blusa serem abertos um a um, sua respiração estava ofegante, estava apavorada, queria gritar, mas já tinha levado um tapa no rosto, quando começaram a despi-la, viu que era melhor ficar quieta, por fim tiraram seu sutiã, ficando apenas com suas sandálias brancas de salto alto. Sentia que Edu e Juca a prendiam, um de cada lado, e estava totalmente nua, quando ao meio do silencio ouviu uma voz:
- Tirem-lhe a venda.
Lu estremeceu sentiu seu coração saltar, pensou: Ahhh!!!! Eu conheço essa voz, estou salva!!!- Mas não entendia por que estava ainda presa por aqueles homens. Quando retiraram sua venda, demorou para assimilar as imagens, pois a claridade lhe feria os olhos. Mas logo pode constatar que a voz era mesmo conhecida, era seu futuro Dono, que continuou a falar:
- Bem vinda Lu a seus sonhos de adolescente, hoje eles se concretizarão, aqui você pode gritar, xingar, implorar, mas ninguém te ouvirá, faremos apenas os seus desejos que há tempos me revelaste. Não vou amordaçá-la, quero ouvir seus gemidos, seus gritos, receberás o que sempre desejou, seus castigos serão dobrados se não cooperar e a castigarei para meu prazer enquanto falava, olhava diretamente aos olhos de Lu, impondo sua autoridade sobre ela, que nada dizia, apenas o olhava estarrecida. Jamais pensara que isso pudesse ocorrer-lhe, agora lembrava que tinha compartilhado com seu Senhor suas fantasias mais secretas e que estava ele pondo-a a prova de tudo aquilo. Sabia que não tinha como escapar, mas na realidade ela não queria sair dali, por mais apavorada que estivesse queria sentir tudo aquilo, e confiava em seu Senhor. Estavam ali em uma ampla sala, com poucas coisas, apenas o necessário para a realização de suas fantasias. Estremeceu em pensar em tudo aquilo, suas pernas dobraram, mas Edu e Juca a mantinha em pé, segurando fortemente seus braços. Foi então que veio a primeira ordem:
- Coloquem-na na posição de castigo. - Lu já sabia qual era, pois haviam falado muito sobre isso. Edu se afastou e voltou trazendo cinco coleiras, uma grande que foi afivelada em seu pescoço, e quatro menores do mesmo modelo que foram adaptadas para seus pulsos e tornozelos, estas tinham uma argola cada uma, bem resistente para assim facilitar para ser imobilizada, com a vantagem de estarem sempre ali, para serem amarradas ou presa a correntes ou a outras argolas por mosquetões. As lágrimas já corriam em sua face, pois sabia o que viria. Começaram a prendê-la em uma espécie de cavalete, com as pernas bem separadas e o corpo dobrado por cima, tendo suas mão amaradas aos pés do cavalete, ficava com sua bunda totalmente exposta, aberta, assim indefesa sabia que seria surrada, mas não sabia com que, e isso a amedrontava, pois tinha visto muito rápido uma bancada cheia de coisas, objetos que não deu tempo de identificá-los, mas sabia que havia vários tipos de chicotes, e ela tinha muito medo deles.
Sentiu a mão de seu Senhor em seu traseiro, acariciando, conhecendo cada curva, tateando seu cuzinho, sua buceta e Lu esqueceu por uns instantes que viria depois, pois os dedos de seu Senhor a estava excitando, e ele vendo que começava a ficar molhada, retirou sua mão bruscamente e Lu sentiu o ardor da primeira chicotada, e seu grito foi uma mistura de terror, dor, medo, tesão. Seu Senhor escolheu um chicote que não causava tanta dor, mas como Lu nunca havia sentido nenhum, achou melhor começar devagar, assim ela iria se acostumando aos poucos e se tornaria uma bela escrava. Ele sabia disso, ela tinha potencial, e Ele saberia conduzi-la muito bem, para uma servidão total. Recebeu dez golpes, que já a deixaram muito vermelha, pois sua pele branca como leite não ficou indiferente aos golpes bem aplicados do Senhor. Lu sentia sua bunda arder, chorava, mas não adiantava nada, e ela sabia disso, seu Senhor não teria piedade dela agora.
Edu veio até ela e acariciou suas nádegas que agora lhe queimavam, sentiu seus dedos em seu rabo, e percebeu que ele a lambuzava com algum lubrificante, e começou a introduzir seus dedos, Lu tinha muito tesão em dar o cuzinho, e aquela massagem estava lhe levando a um estagio de êxtase, que já até tinha esquecido das chicotadas, Edu tirou os dedos e começou a introduzir um dildo, e disse:
- Vamos abrir bem esse cuzinho, pois queremos usá-lo muito hoje, sabemos que gosta de dar esse cu, então será enrabado até não agüentar mais. deu uma gargalhada de puro prazer, e enfiou o dildo de uma só vez, arrancando um grito de dor de Lu.
O Senhor veio à frente de Lu, soltou seus braços e ergueu sua cabeça pelos cabelos.
- Era isso que queria, não era??? - dizia ele, esperando a resposta, que Lu não conseguia pronunciar.
- Vamos responda sua vadia.... insistiu ele.
- Sim, era isso- balbuciou Lu temerosa. Esquecendo-se de como teria que responder ao seu Senhor, quando lembrou já havia dito a frase errada.
- Ahh, minha doce Lu, parece que esqueceu como deveria responder-me, terei que castigá-la por isso, Juca, traga-me os prendedores, vamos ver se gosta mesmo que apertem seus mamilos. Juca trouxe os prendedores, o Senhor a ergueu, seus seios eram grandes, mas os mamilos pequenos e delicados, ele acariciou, colocou os mamilos entre os dedos e apertou, Lu sentiu uma dor aguda e viu que ficou pontudo, pronto para receber o prendedor de metal, assim que o prenderam Lu gemeu de dor, e viu o prazer que isso dava ao seu Senhor, ele ficou a admirá-la, e lentamente repetiu o processo no outro seio, outro gemido, era uma dor intensa, pois apertavam demais e pesavam, pois eram unidos por uma corrente grossa que pendia, seus olhos cheios de água, mas sentia muito prazer também. Pegou Lu pela coleira e a abaixou, fazendo com que se dobrasse sobre o cavalete, ficando assim com a corrente dos prendedores balançado e puxando os bicos para baixo, causando-lhe mais dor, e disse:
- Agora fará um belo serviço em meu pau - e já com ele fora das calças abaixou a cabeça de Lu até que sua boca estivesse bem à altura de abocanhar todo seu membro que começou a lambê-lo e sugá-lo com vontade, fazia com prazer. Lu continuava com os tornozelos presos ao cavalete, seu cuzinho preenchido com o dildo e sua buceta estava toda molhada. Juca e Edu já estavam sem roupas e excitadíssimos, Juca se adiantou e chegou por trás de Lu e começou a bolinar seu clitóris deixando Lu enlouquecida. Vendo que estava toda ensopada, Juca olhou para o Senhor que de imediato entendeu e autorizou que fosse penetrada, Juca não esperou nem mais um minuto, com seu membro já enorme enfiou de uma só vez, Lu sentiu que lhe arrombava a bucetinha, e já não sabia o que lhe doía mais se era os prendedores ou aquela vara enorme em sua buceta, a ainda estava com o pau de seu Senhor atolado em sua garganta. Ficaram um bom tempo assim, mas seu senhor não queria gozar ainda e se retirou da boca de Lu, dando lugar a Edu que estava ansioso por uma chupada dessa nova cadela.
- Venha Edu, venha conferir como essa minha cadela chupa gostoso, é vadia mesmo falando isso retirou seu pau da boca de Lu, de lhe um tapa na cara. Isso é pra lembrar você o quanto és puta.
Edu agarrou os cabelos de Lu, e meteu em sua boca como se fosse sua buceta, sem dó, sufocando-a, e a cada afogada que dava Edu lhe batia.
Lu já estava exausta, sua boca já estava amortecida sua buceta ardia. Mas eles estavam apenas no começo. Retiraram-na do cavalete. A tortura nos bicos dos seios estava insuportável, pedia para tirarem, mas disseram que não, que ficaria com os prendedores até quando seu Senhor achasse que era suficiente, aquele era seu castigo por não saber responder ao seu Senhor, deveria suportar calada.
Levaram-na para o meio da sala, onde pendiam duas argolas separadas, prenderam seus braços, esticando seu corpo, separaram suas pernas amarrando-as em argolas presas ao piso, ficou totalmente exposta, sendo observada e tocada pelos três homens, era um delírio só, uma mistura de prazer e medo. De repente todos se afastaram, Lu pressentiu que viriam mais castigos, e ouviu seu Senhor:
- Agora minha cadela vai provar todos esses chicotes em seu corpo, e sentirá a dor que cada um deles provoca.- falando isso se dirigiu ao balcão onde estavam os chicotes, e começou a experimentá-los em uma coluna, o som que produzia, deixava Lu aterrorizada. Enquando isso, Edu e Juca vieram e retiraram os prendedores, a dor foi imensa, e para piorar cada um caiu de boca em um seio de Lu, lambendo, chupando e mordendo aqueles biquinhos que estão doloridissimos, as lágrimas rolavam...
- Chega de paparicar esta vadia gritou seu Senhor- quero dar um trato nessa vagabunda os dois se retiraram, e o primeiro golpe foi sentido por Lu, que arqueava o corpo tentando fugir, mas não tinha como, e assim foram vários, por suas pernas, bunda, costas, barriga, seios e por ultimo na bucetinha... Mas eram golpes leves onde mais produziam prazer que dor, e aquilo tudo estava a deixando louca de tesão.
Retiraram Lu das argolas, seu Senhor segurou sua cabeça, Lu abaixou os olhos, e ouviu:
-Agora minha querida cadelinha, vamos te foder inteirinha, como era seu desejo, e sem amarras, pois sei que não tentaras fugir mais curvou Lu a frente, empinando assim sua bunda, passou a mão na bunda e retirou o dildo de uma só, arrancando-lhe um grito de dor boa menina, agora vamos pra cama que a festa vai começar.
E assim foi, comeram Lu de todas as formas possíveis e desejáveis, chupou muito pau, e foi chupada por completo, foi penetrada na bucetinha e no cu de uma só vez, estava totalmente entregue aos três homens, que não a pouparam de nada, sentia-se totalmente arrombada, seu sexo ardia feito brasa, de tantas estocadas que havia levado, mas gozando tantas vezes que até perdeu a conta, até que todos gozaram em um prazer sem fim...
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Lu estava realizada, seu corpo estava jogado sobre a cama sem um mínimo de força para se mover, não percebeu quando todos os homens se afastaram, pois o cansaço era tanto que adormeceu assim, do jeito que a largaram, toda melada de tanta porra que havia recebido, mas extremamente feliz...
Abriu os olhos meio que sonolenta, não tinha noção das horas, nem há quanto tempo estava ali, se virou na cama e viu seu Senhor sentado ao seu lado a observá-la.
- Levante-se e vá se banhar minha cadelinha, tire esse cheiro de macho que ficou grudado em seu corpo. mostrando a direção do banheiro. Lu foi lépida e faceira pro banho, lá encontrou tudo que precisava para ficar limpa e cheirosa novamente, para agradar ao seu Senhor. Mas não havia nenhuma roupa, nada, enxugou-se e retornou ao quarto.
- Muito bom, escrava, pronta pro castigo?- disse seu Senhor em tom autoritário. Lu estremeceu, pensava que os castigos tinha acabado, e que agora seriam apenas carinhos com o seu Dono, mas se enganou...
- Mas Senhor...
- Cale-se e se posicione, ou vai querer receber em dobro seu castigo??? Vou castigá-la por ter sentido tanto prazer em dar esse cu e essa buceta para outros comerem, e não quero um pio, e mais uma coisa não vou te amarrar, portanto não saia do lugar, se não serei obrigado a castigá-la ainda mais.
Lu já estava chorando, mas sabia que tinha que atender suas ordens, chegou perto do cavalete e se dobrou sobre ele, segurando firme em suas traves. E sentiu o primeiro golpe, seu Senhor tinha escolhido uma palmatória para começar, ahh como aquilo ardia, ela só gemia, pois seu Senhor a tinha proibido de gritar. Sua bunda ardia, não agüentava mais, e começou a suplicar.
- Piedade meu Senhor....
-Cale-se sua puta, dar o cu para aqueles homens estava bom não estava, agora vai ter que agüentar minhas palmadas e chicotadas, é isso que você merece por ser tão vadia. Não quer mais palmadas, certo, muito bem, levante-se então- agarrou-a pelos cabelos e levou até a uma das paredes onde pendia um gancho, amarrou seus pulsos juntos e a pendurou neste gancho, um pouco afastada da parede, de uma certa forma que poderia virar-se, e com um chicote em punho começou a açoitá-la sem dó, deixando belas marcas pelo seu corpo branco. Lu já estava que não conseguia mas manter-se me pé, a dor era imensa, apesar do prazer amenizá-la, até que sentiu as mãos de seu Senhor a acariciá-la, e não mais as lambidas do chicote, sentiu ser desamarrada e carregada para a cama com cuidado.
- Boa menina, será uma excelente escrava falando isso, seu Senhor debruçou-se sobre Lu e a beijou longamente, cobrindo-lhe de carinhos e caricias deliciosas e delicadas, assim se amaram de forma doce e intensa. Adormeceram enroscados um ao outro, com o sentimento que agora estavam mais unidos do que nunca e sonhando com o próximo encontro.