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Na Estrada
Consultei o relógio de pulso: já passavam das 22 horas. Pouco mais de dez da noite de uma sexta feira de verão. O tráfego era intenso na estrada até o litoral. O motor V8 da pick-up antiga bebia galões e mais galões de gasolina, mas sua potência abria caminho entre os carros lotados de quem iria passar o final de semana na praia. Lembro de quando a restauração ficou pronta: com esse carro tu não poderá ir ao motel desapercebido, me disseram. Imagino se me vissem na estrada essa noite!
Logo após o pedágio mandei que ela tirasse a roupa, o que ela fez sem relutância. O carro chamava atenção sim, mas não era possível enxergar dentro dele. Além de ser mais alto do que os carros de passeio normais, os vidros são escurecidos. Mas duvido que ela tenha imaginado o que iria acontecer.
Na primeira área de descanso que apareceu, encostei o carro sob as árvores e mandei ela descer. O pânico apareceu em seu rosto.
- Mas, descer aqui?
- Desce. repeti com firmeza.
Ela olhou em volta, não havia ninguém. Abriu a porta timidamente e desceu. Eu saí do carro também.
- Sobe na caçamba. mandei.
- O que? Ficou louco? ela respondeu, com o desespero em sua voz.
Dei uma seqüência de tapas em seu rosto.
- Dobra a tua língua pra falar comigo, sua puta!
Ela subiu. Mandei que deitasse, e peguei algumas cordas atrás do banco. Ordenei que ficasse de barriga para cima e com os braços abertos. Amarrei seus pulsos e depois seus tornozelos. Ela ficou ali imóvel, linda, com a luz da lua cheia iluminando seu corpo nu. Entrei na pick-up e dei partida.
Voltei ao trânsito da auto-estrada. Planejei seguir com ela amarrada ali atrás apenas até a próxima área de descanso, mas quanto mais eu acelerava e cruzava entre os carros, mais excitado eu ficava. Olhava-a o tempo todo através da janela traseira da pick-up, e seus olhos cerrados, os músculos retesados, a boca entreaberta, me davam vontade de seguir adiante.
E foi o que fiz. Passaram dez, quinze, trinta quilômetros. Além de ser verão, a cabine alta da pick-up não deixava o vento pegar-lhe diretamente no corpo, então frio em demasia ela não estava sentindo. Olhei em frente e o que vi foi uma fila de aproximadamente dez caminhões, em velocidade reduzida. Decidi oferecer-lhes um espetáculo. E uma boa humilhação à minha cadela.
Acelerei até emparelhar com o último caminhão da fila, e reduzi. Fui ultrapassando-os um a um, ouvindo-os buzinar, incrédulos. Olhei para trás e vi que ela tentava esconder o rosto, virando a cabeça o máximo que podia para o lado. Era só o que ela podia esconder, já que o resto do corpo estava todo exposto.
Na bifurcação, optei pela estrada velha. Além de ter menos gente, seria mais fácil eu desaparecer em algum lugar para continuar minha brincadeira. Na primeira estrada de terra que vi, entrei. Não foi difícil achar um matagal onde eu pudesse esconder o carro.
Abri a porta, desci, e em seguida subi na caçamba. Ela abriu os olhos, e reconheci de cara aquele brilho no olhar. Corri a mão pelo seu corpo até a buceta, para me certificar: molhada. Vadia!!
Soltei seus tornozelos, seus pulsos, mandei que descesse. Fiz com que ela caminhasse até a frente do carro, segurasse com as duas mãos a grade quente do capô. Afastei suas pernas e brinquei com meus dedos naquela buceta e cuzinho. Ela arfava de prazer. Agarrei-a pelos cabelos, baixei minhas calças e meti meu pau de uma vez só. Ela gritou alto, e eu cravei meus dedos com força nas nádegas. Logo ela estava rebolando, delirando e pedindo mais. Explodimos juntos num orgasmo violento, o corpo banhado em suor, as pernas bambas.
Ela virou o rosto devagar, seu corpo pressionado pelo meu contra o capô. Me pediu um beijo. Recebeu um tapa. E teve certeza que o final de semana estava só começando.
F I M