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Uma Visita Mais Que Inesperada

Graças aos céus estou em casa... Como um ritual joguei minha bolsa no chão, chutei minha sandália para outro lado, coloquei meu terninho em cima do sofá, estava para tirar o meu uniforme quando a capainha toca. Merda! Logo agora? Foi o meu pensamento. Fui decidida a da uma bronca a visita indesejada, lembrei do meu pai ralhando com as pessoas que se atreviam a aparecer num horário que ele achava impróprio. E isso fez diminuir a minha raiva, em hipótese alguma queria ser parecido com ele. - Ah! Só podia ser você. - Boa noite para você também querida! Marcelo me deu um selinho e sem esperar ser convidado entrou em meu lar. Às vezes isso me dava raiva. Mas lembro que fui eu que lhe dei essa permissão, além do mais, não consigo ficar muito tempo com raiva. Ele é muito bonito para se ter raiva. Marcelo estava na casa dos seus 35 anos, lindos cabelos castanhos e os olhos da mesma cor, lábios generosos e um par de coxa. Com 1,75 de altura não poderia ser considerado baixo para os meus 1,60. Não era daqueles homens sarados, mas ele tinha um corpo bem definido. - O que foi dessa vez? - Nada hora, só estava com saudades. - Sei! Qual delas lhe deu um chute ou confundiu os dias novamente? Ele mudou de assunto completamente. - Pipoca! Foi por isso que vim aqui, não conheço ninguém que faz uma pipoca de microondas como você. Além do mais você é a minha preferida. Dei uma grande gargalhada, pois realmente não conseguia ficar com raiva dele. - Você venceu! Vou tomar um banho e já volto. - Se quiser posso esfregar as suas costas. Fiz uma careta e lhe mostrei a língua. Sai do banho e comecei a me enxugar. Adoro o contado da toalha felpuda com a minha pele. Amo ficar horas sentindo esse contado. Primeiro pelas minhas pernas. Passando pela panturrilha, os joelhos, minhas coxas e o meu sexo. Passo delicadamente a toalha na minha bocetinha, em vez de deixá-la seca, é ai que ela fica mais úmida.. Subo para a minha barriga, acariciando meus seios, tanto que nesse ponto eles ficam sensíveis ao toque e a minha pele arrepiada, passo pelos meus ombros e delicadamente no meu pescoço, e para finalizar enxugo minhas costa, descendo até o meu bumbum. Geralmente faço mais do que isso, mas como tinha uma “visita”, meu banho foi rápido para o meu gosto. Coloquei o meu blusão que vai até os meus joelhos e fui para a cozinha. Para minha surpresa Marcelo só estava com a calça jeans e o tênis. Fiquei um tempo olhando para aquele bíceps, vendo o caminho que seus pelos faziam até desaparecer em baixo de sua calça jeans. Involuntariamente soltei um suspiro, ele se virou e percebendo aonde meu olhar estava fixado, passou a mão até o cós da calça. - Você é um puto sem vergonha e totalmente descarado. - Fala assim não Mimy, você sabe como fico quando você usa esses termos. Ele me abraçou e esfregou seus quadris na minha cintura e seu membro estava pulsando. O empurrei delicadamente para não cai na tentação. - Vamos comer essa pipoca senão ela esfria. Peguei um dos meus dvd's de coleção e acionei o aparelho, começou o filme e ficamos assistindo Cruzada. - A pipoca acabou - E daí Marcelo, espera o filme acabar. - Não dá. Filme sem pipoca não é filme. - Cruz credo! Parece até meu afilhado. Quando me levantei, senti que a minha panturrilha estaca com câimbra. Ele percebeu que eu não consegui colocar minha perna no chão e me colocou sentada novamente no sofá. E delicadamente para não provocar mais dor, ele começou a massagear a minha panturrilha. Suas mãos estavam quentes e grudentas por causa da manteiga na pipoca. No começo a dor era insuportável, mas começou a diminuir com a pressão das mãos dele. Elas subiam e desciam hora devagar e forte, outras mais lentas e delicadas. Encostei no sofá e fechei os olhos para saborear esse toque que não sentia há muito tempo. Meus lábios estavam entreabertos. Marcelo ficou mais ousado e levantou um pouco a minha perna não deixando de massageá-las, só que nessa posição ele ficou com a visão da minha bocetinha. Abri meus olhos e mordi meus lábios em duvida se o deixava continuar, mas o brilho que vi em seus olhos me impediu de tomar qualquer decisão. Ele aumentou a pressão na minha panturrilha e foi descendo para o meu tornozelo. Tentei puxar meu pé de suas mãos, só que ele me prendeu ao seu domínio. Começou a massagear o meu calcanhar, subindo pela sola até o músculo que fica embaixo dos dedos. - Sabia que você tem um pezinho lindo? - Não, ninguém nunca tinha me falado isso. - É uma pena, sabia que os pés são cultuados há muito tempo? Os chineses envolviam os pés de suas mulheres para que eles não crescessem? E que os Os Índios americanos já conheciam e usavam a massagem nessa parte? "Seus pés caminham sobre a terra e através deles o seu espírito se une ao universo. Os nossos pés são o nosso contato com a terra e com as energias que fluem através dela". É assim que um Índio cherokee vê o pé Mimy. É assim que estou vendo o seu nesse momento. Para o meu espanto ele passou a línga na planta do meu pé até chegar nos dedos. Sugou cada um e no seu vão enfiava a língua e na ponta dos meus dedos dava mordidnhos. Confesso que era a primeira vez que um homem tocava dessa maneira o meu pé. Não acreditei que ele realmente estava excutado com aquilo. Olhei para sua pica e vi a marca de sua excitação. Sentindo aquela língua meu sexo pulsava pois era prazeroso demais. A sensação era a mistura de prazer com cocegas. Deixando meu corpo em chamas. Atrevidamente passei meu outro pé em sua pica enquanto ele sugava meus dedos e lambia a minha sola. Seus movimentos ficaram mais rápidas e sua respiração ofegante. O vi retirar seu caralho duro das calças e passar entre meus dedos. Seus gemidos ficaram altos. Eu estava espantada pois ele estava fudendo o meu pé. Sem se conter, ele pedou meu outro pé e prendeu sua pica no meios deles e ficou se masturbando. Eu via meus pequenos e lindo pés subindo e descendo com aquele membro entre eles. Aquilo foi me excitanto tanto que pedi para ele soltar meus pés e sozinha fui fodendo aquele caralho. Fodendo sim, pois naquele momento meus pés era uma linda boceta para aquele macho e ousadamente passava o ponta do meu dedo naquele cabeção vermelho e nas suas bolas e verilhas. Em vez de usar minha boca estava fazendo um boquete nele com os meus pés. Somente meus pés... Que poder estava sentido naquele momento e maus sexo pulsava descontroladamente. Queria senti-lo dentro de mim. Queria ser fodida por esse macho que desvirginou meus lindos pés. Sem cerimonias abri minhas pernas e pedi para ser fodida. E como ele me fodeu. Senti aquela cabeçona no meu grelo, ele subia e descia aquela piroca no meu líquido. Minhas entranhas o receberam com louvor e começei a rebolar. O abracei com as minhas pernas e em seu ouvido pedia mais e mais. Queria que ele sentisse como era estar dentro de uma buceta de verdade e não me torturar daquela maneira usando o meu pé. Arranhei suas costa, mordi levemente seu lóbolo e rebolava como louca o forçando para dentro de mim e dessa maneira eu gozei. Gozei gritando seu nome. Gozei como um puta goza. Nem queria saber se meus vizinhos iam escutar. Vi que ele não gozou e voltei a usar meus pés novamente e assim eu fiquei até que ele esporrou meu pé todo com sua porra quente e espessa. Para o meu espanto ele lambeu meus dedos com a sua porra. A partir desse dia aprendi como um pé deve ser usado além para calçar sandálias. *Risos!