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A Primeira Vez
PARTE 1 - O ENCONTRO
Encontramo-nos numa explanada que ficava ao cimo do parque da cidade.
As mesas ladeavam um pequeno lago onde os patos passeavam.
Quando ela chegou eu estava a ler o jornal da tarde.
Conhecia pelas fotos que já dela possuía. Nada tinha sido ocultado e era a mesmo tal como a tinha imaginado.
Vinha de blusa translúcida, aberta delicadamente, notando-se os seios dentro do seu soutien bem ressaltados, uma saia curta que deixava ver as suas pernas e sonhar com todo o seu interior.
Chegou a minha beira, delicadamente enunciou o meu nome e tendo eu confirmado, sentou-se na cadeira a minha beira.
Começamos a falar das nossas conversas na Net e acima de tudo dos nossos gostos comuns: o mundo fantástico do BDSM.
Passamos assim longos momentos, cada um dizendo das suas experiências, fantasias e desejos.
Sentia crescer uma vontade ilimitada de estar com aquela rapariga num sitio mais calmo onde pudesse gozar momentos íntimos e lhe mostrar o quanto o corpo pode gerar sensações novas de valor inestimável.
Senti que com ela estava a acontecer o mesmo e peguei calmamente na sua mão que se contraiu entre a minha.
Continuamos a falar enquanto assim trocávamos pequenas e suaves caricias.
A conversa continuava e notei que ela desejava algo mais.
Disse-lhe então que uma das coisas mais importantes era ter pelo corpo total devoção.
Uma das regras fundamentais que gostava de ver assumida pelas pessoas com que me relacionava era estarem sempre com todo o seu corpo a minha disposição, o que implicava não usarem roupas interiores (soutiens, calcinhas, meia-calça).
Ficou com um olhar pensativo durante algum tempo....
Educadamente disse então que ia ao quarto de banho.
Vi-a afastar-se com o seu andar tão carinhoso e fiquei a observa-la.
Quando voltou sentou-se e delicadamente disse:
- Estou sem calcinhas nem soutien.
Olhei-a e vi que os seus mamilos marcavam a blusa. Estava com a face calma e decidida.
Perguntei então:
- Queres hoje ser minha serva?
A sua resposta foi numa voz baixa mas firme:
- Sim.
Disse-lhe então em que hotel estava, qual o numero do quarto e que se ela quisesse que fosse para lá, aluga-se um quarto e quando estivesse acomodada me telefonasse.
Meditou mais alguns momentos e disse:
- Estarei lá por volta das 21.00.
Pegou então nas suas coisas, delicadamente aproximou seu rosto de mim e beijamo-nos.
Fiquei para pagar a conta enquanto ela partia.
PARTE 2 A SESSÃO
Estava no quarto deitado na cama quando o telefone soou.
Do outro lado ouvi a sua voz já familiar:
- Sou eu meu Amo.
Senti que ela estava a viver um momento único na sua vida.
Perguntei então em que quarto estava e ela disse o numero.
- Aguarda alguns minutos e irei visitar-te.
Quando cheguei a seu quarto a porta estava só encostada e entrei.
Ela estava mê esperando próximo da porta.
Acariciei o seu rosto e a beijei.
Passei o braço por cima dos seus ombros e demos assim alguns passos no quarto até a janela. Juntos olhamos a vista e enquanto olhávamos perguntei se estava de facto disposta a fazer algumas coisas para ela novas.
A sua resposta foi simples mas firme:
- Sim, Senhor.
Entendi nesse momento que ela estava disposta a experimentar o que a sexualidade lhe podia trazer.
Mesmo virgem a sua vontade de viver uma sensualidade bem especial mostrava a sua fibra.
A partir daqui entramos num novo mundo que se estendeu por um tempo que nos pareceu infindável mas que muito nos agradou.
Comecei por lhe ordenar que se pusesse na minha frente e se mostrasse.
Ela rodou sobre si e depois começou a despir toda a roupa que trazia até que ficou na minha frente, parada, nua como tinha vindo ao mundo.
Olhei aquele corpo e gostei do que vi.
Aproximei-me dela e comecei a percorre-lo com as minhas mãos.
Sentia as suas tremuras quando tocava os seus pontos mais sensíveis ou apertava com mais força algum local.
O seu corpo jovem suscitava as mais longas divagações sobre o seu uso.
Era um templo a iniciar aquele que estava ali na minha frente.
Das conversas que tínhamos tido conhecia já muito do seu pensamento mas a duvida sobre a reacção era igual a que sentia em todos os outros casos em que tomava a cargo as fêmeas servas.
Andando de volta de seu corpo fui tocando as partes mais sensíveis a nível sensual/psicológico.
Boca, pescoço, seios, mamilos, vagina, anus, todos foram percorridos uma a um com comentários que poderiam fazer pensar um futuro bem duro.
Sentia que a sua cabeça trabalhava a mil à hora enquanto aquela investigação se desenrolava.
Toquei-lhe o anus que, pela primeira vez, se via assim centro de um mundo.
As nádegas belas estavam tensas e mostravam todo o sentir do corpo.
Quando lhe toquei a vagina o medo tomou-a por completo e pela primeira vez falou apelando ao seu estado.
Acalmei-a e senti seu corpo relaxar.
Encaminhei-a então para a cama e a sentei.
Acariciei seus cabelos, peguei seus seios e tomei os mamilos já erectos na minha boca.
Sugueios e os torturei entre os meus dentes enquanto ela começava a gemer pela primeira vez.
Baixei e cheguei a sua vagina que abri e observei na sua cor de rosa linda.
Passei a língua nela e brinquei com seu clitóris.
Ela tremia enquanto fincava suas mãos tentando afastar a cabeça do meio do seu triângulo venturoso.
Levantei-me e a ergui.
Fui ate a mesa e peguei numas algemas que lá tinha deixado numa bolsa.
Peguei num pulso e lhe pus uma argola.
Rodeia-a e atras das costas coloquei a outra.
Bruscamente atirei-a para cima da cama.
Abri as suas pernas em V e observei a sua beleza.
Com uma corda prendi os seus tornozelos aos cantos da cama.
Senti seu corpo a retesar-se e tentar a fuga que sabia impossível.
Com ela assim comecei a explorar o seu corpo e falar em coisas que se poderiam fazer.
Nos seus olhos crescia a desejo incontido de anos.
O tempo corria e ela transformava-se em algo cada vez mais delicioso.
Com uma pequena régua bati o interior de suas coxas até que ficassem levemente rosadas.
Sentia seu gozo subir.
Libertei-a então das cordas e ajudei a levantar-se.
Senti a tremura daquele corpo ávido de mais e desconhecedor do que se seguiria.
Coloquei-lhe então uma venda nos olhos.
Ficou parada no meio do quarto sentindo-se completamente desamparada.
Na cadeira coloquei pionaises sem que ela se apercebesse.
Levei-a então até junto da cadeira e disse-lhe:
- Senta-te!
Ela sentou-se e um enorme berro se elevou naquele quarto enchendo tudo.
Pela primeira vez ela enfrentara a dor!
Aquela que ela durante tantas conversas tinha falado desejar aparecera assim de forma tão dura e seca.
Lagrimas apareceram vindas debaixo da venda.
O seu corpo entesou-se e depois daquele primeiro berro só os lábios cerrados mostravam o que se passava.
Um silencio profundo inundou a sala.
O corpo hirto sentado na cadeira mostrava o quanto a dor penetrava aquele corpo e ele resistia historicamente.
Levantei-lhe então o rosto e beijei sua boca. Seus lábios sorverem os meus como bóia de salvação.
Apoiei-a então ate a cama onde a deitei de bruços e, carinhosamente, lhe retirei os pionaises ainda presos.
Notei nos seus punhos cerrados mas nem uma lamento... uma lagrima....
Sentei-me então na cama e suavemente coloquei seu rosto nas minhas pernas.
A partir de então, enquanto a acariciava e beijava seu corpo, falamos na experiência que acabava de ter e depois dela reafirma que tinha sentido sensações únicas e seu desejo em continuar, transmiti-lhe que tinha já sido bastante para uma primeira vez.
Beijamo-nos então e continuamos durante mais 3 horas a falar de todo o mundo BDSM.
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Durante mais dois anos passamos a ter regularmente encontros e penso que experimentou um pouco de tudo.
Sempre cumpriu seu papel de escrava e sempre achou a o BDSM a forma máxima de expressão sexual.