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Davi era casado com Sílvia e a amava muito. Dia após dia ele aprendia a amá-la um pouco mais. Sua vida era muito boa pois sua esposa dava a ele mais do que ele pedia: compreensão, amizade, confiança, comprometimento, a beleza de seu corpo e a magia do seu sorriso sincero. Este amor impulsionou Davi à busca e a satisfação dos caprichos e necessidades de sua maravilhosa esposa. Assim, iniciou-se uma jornada de descobertas pelos sonhos e desejos de uma mulher madura e naturalmente sensual. A cada dia de felicidade que sua esposa lhe proporcionava, Davi jurou que retribuiria com dois dias de adoração aquela mulher. Sem que ela pudesse notar, a gentileza e a devoção de Davi foram aumentando gradativamente até o ponto que, na realidade, esse devotamento representava, na realidade, uma necessidade incontida dele agir dessa forma. Por outro lado, com a alteração do comportamento do marido, Sílvia foi se acostumando a ser adorada e servida, adaptando-se sem dificuldades a essa nova realidade. Ela já observara casais em que a mulher dominava completamente o marido e a relação, até conheceu alguns que de certa maneira se realizavam com essa prática, mas nunca tinha se interessado muito pelo tema, nem tampouco ouvido falar que relacionamentos ditos "normais" pudessem evoluir até um novo nível de prazer. Isso, claro, a interessou e, de certa forma, despertou a fêmea dominadora adormecida em seu interior. A descoberta desse sentimento contrastava não só com o respeito que Sílvia tinha por Davi, bem como com sua formação e educação. No modelo de sociedade machista que ela nasceu e aprendeu a conviver, um homem que obedece ou se submete à esposa além de ser considerado um fraco, dispensável, recebia, com muita freqüência, a pecha de corno manso. E ela não podia (ou queria) acreditar que seu amado marido, até então cobiçado por outras mulheres, poderia ser submisso aos seus desejos. Essa dúvida instigou sua curiosidade feminina. O desejo de querer saber a verdade foi crescendo dia a dia dentro dela, fazendo-a observar e analisar cuidadosamente os gestos e atitudes de carinho e cuidado cada vez maiores dele para com ela. Por fim, essa dúvida venceu o pudor de Sílvia, que então decidiu testar seu marido para ver se ele poderia ser aquilo que no íntimo ela sempre desejou. A partir daquele dia ela começou a mandá-lo fazer suas tarefas com um tom cada vez mais autoritário. Para sua surpresa percebeu como isso a agradava mais e mais. Em pouco tempo Sílvia descobriu que gostava de mandar, ser obedecida e, ao observar que Davi aceitava isso com grande naturalidade e satisfação, resolveu investir mais em seus desejos e caprichos. Mesmo por vezes impressionando-se com sua recém-adquirida autoridade, passou a libertar a porção fêmea assertiva que trazia dentro de si. Dessa forma, a cada dia que fazia seu marido atender pedidos que homens tidos como "dignos" e "orgulhosos" não obedeceriam, mais amada e desejada ela se sentia. A experiência deu coragem a Sílvia assumir diante de seu marido suas intenções futuras para com a relação deles e, em uma noite especial ela disse: - "Amor, nos damos muito bem e de uns tempos pra cá nossa relação tem melhorado muito graças à sua maior dedicação a mim. Eu adoro isso e você arrancou de dentro de mim algo que sempre quis e jamais sonhei que teria. Gostaria de saber se você tem consciência do que isso seja meu amor ?" - "Querida, quanto mais eu me dedico a você, mais percebo sua felicidade e, assim, mais feliz me sinto." - "Mas amor", ela interrompeu, "eu me acostumei com essa sua devoção, e passei a gostar tanto disso que me sinto a vontade para te pedir algo que jamais teria coragem de pedir se não tivesse certeza de que você me ama e que faria tudo para me ver realizada, pois se trata de algo que sempre esteve dentro de mim e foi escondido pela minha educação e pelo meu relacionamento anterior." - "Mas, querida, o que é ? Peça e farei tudo que for possível para retribuir o amor e a felicidade que me você me proporciona. Vamos, peça, não tenha medo !" Ela então engoliu seco e perguntou mais uma vez se ele realmente a queria ao seu lado completamente feliz. E ele, sorrindo e um pouco confuso, disse com toda naturalidade: - "Sim, claro que quero !" - "Então meu amorzinho sente-se, pois o que tenho a lhe dizer é verdadeiro." Davi sentou-se na cadeira da sala e ela, num ímpeto, o impediu e disse a ele para sentar-se no chão à sua frente. De pé, Sílvia olhou para baixo, buscando os olhos do seu marido e começou: - "Amor, eu descobri muitas coisas a cerca de mim mesma com sua ajuda e agora quero dividir parte dessas descobertas contigo para que possamos ser plenamente felizes." - "Diga amor", disse ele com um ar de apreensão nos olhos. - "Ok, aí vai: Quero dominar totalmente nossa relação. Descobri que gosto de mandar e de ser obedecida e tenho muitas coisas que gostaria de experimentar contigo para ficar plenamente satisfeita e realizada. Você me deixará agir de modo dominador e autoritário contigo ?" Ele ficou paralisado, num misto de surpresa, assombro e desconhecimento do real conteúdo daquele pedido e pediu que ela exemplificasse o que realmente queria da relação. Ela então, não disfarçando um largo sorriso de satisfação, prosseguiu: - "Bem, você sempre me disse que eu sou muito fogosa matéria sexo, que eu sou mais do que demonstro, e que com certeza poderia ter mais do que tenho agora. Sabe, querido, isto é verdade ! E mais, eu agora estou assumindo na sua frente que eu quero que você me apóie na minha plena realização como mulher". Houve alguns segundos de silêncio e, como Davi não se manifestou, Sílvia retomou: - "Então, como te disse antes, quero mandar em você. Quero que você faça as tarefas domésticas, quero que satisfaça meus caprichos, quero que atenda a minhas vontades. Quero que você me permita sair à noite sozinha ou acompanhada, pois gosto de dançar e curtir a badalação da noite." O coração de Davi acelerava a cada palavra que ouvia, mas de sua boca, seca, não se ouvia um só murmúrio. Sílvia, por outro lado, revestia-se de mais audácia e determinação: - "Quero procurar outros homens para realizar-me sexualmente e, saiba querido, que será só sexo, pois amor eu já tenho o seu e isso me basta. Quero poder sentir algo verdadeiramente grande grosso dentro da minha bucetinha e você, no íntimo, sempre soube disso." Davi corou de vergonha ao ouvir essas palavras, mas Sílvia não lhe deu tempo para réplica: - "Então quero que você saiba que desde já te quero corno para mim e, com o tempo, até manso para participar filmando e fotografando meus encontros e depois, quem sabe, limpar com sua língua tudo que estiver dentro de sua adorável esposa, de modo que eu possa sentir o tamanho do poder que exerço sobre o meu maridinho ! Quero poder descrever a sensação de ser penetrada por um pau à altura do meu tesão. Um pau que dilate minha grutinha, deixando-a saciada e poderosa e que, ao mesmo tempo, humilhe seu pênis e sua condição de submisso, permitindo-me sentir o prazer de possuir seu corpo e alma !" Sílvia, atenta a seu discurso, não notava a indisfarçável ereção que Davi manifestava e continuou: - "E quero mais. No futuro quero que algumas de minhas amigas saibam de sua condição de corninho manso. Assim, quando elas nos visitarem, poderão dizer a você o que acham disso tudo... Seria ótimo poder me divertir com elas à suas custas e fazê-las ver como meu maridinho aprecia que sua esposa o humilhe. Talvez eu te deixe beijar os pés de algumas delas e, com o tempo até te empreste para que você possa servi-las com a mesma devoção que você me serve. Quem sabe até limpá-las depois de fazerem sexo com seus respectivos maridos. Claro, que sem que eles saibam. ..." Davi estremecia de excitação enquanto Sílvia se aprofundava em devaneios de desejos e prazeres inconfessos: - "Talvez eu deva ter um grupo de amantes fixos, para que eles possam me satisfazer, me saciar, até eu sentir o sêmem escorrendo de minhas porções mais íntimas e obrigá-lo a limpá-las, lambendo e engolindo tudinho..." Sílvia deixou-se cair no sofá: - "Enfim", suspirou, "quero fazê-lo adorar-me como eu sou de verdade: uma fêmea gostosa e cheia de desejos. Uma mulher que exerce sua natural autoridade sobre seu maridinho corno manso. Uma Rainha que sabe fazer seu submisso entender que a felicidade dele é a felicidade dela !" - "Então, meu maridinho, desabafei... Já falei demais! Agora quero te ouvir. Se você me ama quero que diga em alto e bom tom que deseja ser meu escravo, meu corno manso e que assim você será o homem mais feliz do mundo!" Após ouvir tudo com um sentimento misto de excitação, perplexidade e profunda admiração pela sua esposa, Davi permaneceu alguns segundos em silêncio então, procurando os olhos dela com os seus, em um tom seguro e humilde respondeu: - "Se isso fará você feliz, então me fará feliz também! E posso afirmar do fundo de meu coração: Eu quero ser seu escravo e seu corno manso e farei tudo que estiver ao meu alcance para o seu prazer e realização, como um submisso que realmente ama e venera sua esposa." Após dizer isso ele sentiu um imenso alívio em seu peito, como se um enorme peso de sobre ele tivesse sido retirado. Sorriu para sua esposa, chancelando a cumplicidade de uma renovada relação. E por um segundo se questionou: quantos homens não gostariam de estar em sua pele, casado com uma maravilhosa mulher plenamente ciente de sua natural condição dominante. Daquela data em diante seguiram-se novas experiências e brincadeiras. Sílvia, desfrutando de sua nova vida, com muito mais alegria e jovialidade, não pode esconder dos demais uma notável mudança em seu comportamento. Muitos atribuíam esse fato ao seu marido, o que em parte era verdade, pois a partir de sua nova postura ela transpirava sensualidade e felicidade por todos os poros. Mais que devido a cumplicidade e o amor que tinham um com o outro, não eram poucos que creditavam essa mudança ao aumento da freqüência sexual com Davi. Sem dúvida isso também era verdade, porém, elas jamais desconfiariam que, apesar de ser considerado um homem atraente, Davi se submetia caprichosamente a ela e, menos poderiam suspeitar, que ele não a satisfazia plenamente como fêmea e mais, tolerava as transas eventuais e travessuras de Sílvia com outros homens, recepcionando-a depois de suas jornadas de sexo com seus amantes como um maridinho submisso. Sílvia percebia que cada palmo de território ganho em sua realização pessoal a tornava mais sexy, feliz e plena. Durante os seus momentos de repouso avaliava todas as sensações que havia sentido até aquele estágio de evolução e procurava melhorar posturas que pudessem dar-lhe mais satisfação, sempre apoiada pelo maridinho. Por vezes ela dedicava longos momentos em observar o marido beijando e lambendo seus pezinhos perfeitos e, inevitavelmente, comparava essa sensação com a provocada pelos amantes que, porventura durante uma relação sexual, haviam beijado seus pés. Seus pés dificilmente passavam despercebidos pelos homens mais atentos mas, concluía Sílvia, nada se comparava ao amor e o carinho que o maridinho dedicava àquela tarefa que, no julgamento de muitos, era coisa de fetichistas ou de pessoas sem orgulho próprio, mas que para ela representava apenas um dos prazeres e cuidados especiais a que ela se permitia. Em outras ocasiões Sílvia percebia-se divagando sobre sua superioridade e dominação, sobre sua maldade implícita e, principalmente, sobre o prazer que esta sua condição lhe proporcionava. Sílvia sempre imaginava maneiras mais submissas e eróticas de ver seu maridinho obedecendo-a e se humilhando diante de sua essência feminina. Sentia um especial prazer em sentar-se sobre o rosto de Davi, tornando-o um assento onde repousava sua mais que desejada bundinha, principalmente nos momentos em que conversava ao celular com suas amigas ou com algum de seus amantes. Assim, ela encaixava a abertura de sua bucetinha entre o nariz e a boca do marido corninho para que este, já captando seu desejo, a satisfizesse oralmente durante o diálogo. Não raro Sílvia se excitava tanto com a cena que agendava um encontro com um amante para logo mais, não sem antes fazer o maridinho beijar os seus pés em agradecimento por ter recebido a permissão de beijá-la em sua intimidade, bem como pelo privilégio de poder proporcionar à sua magnífica esposa, através de outro homem, o prazer que ela tanto necessita. Esta era uma das inúmeras formas que Sílvia tinha de fazer o maridinho demonstrar o seu amor incondicional. Ela adorava cada vez que ele se submetia dessa maneira, sem limites, e sentia este prazer como se fosse único. Sílvia havia encontrado a realização plena que toda mulher sonha ter. Quando se aproximava o final de semana Sílvia indicava as roupas, lingeries, perfumes, objetos e acessórios que pretendia usar na ocasião e, também, já lembrava o maridinho sobre a necessidade de deixar uma valise pronta para uma eventual escapada para uma praia distante ou mesmo uma pequena viagem de lazer junto de algum homem interessante. Nas manhãs de sábado Davi a despertava por volta das 9:30 hs e servia um café da manhã leve e saudável. Enquanto ela desfrutava a refeição, Davi acariciava e beijava os delicados pés da esposa. Fazia isso de uma maneira tão devotada e sensual que quase sempre a excitava, despertando na fêmea dominante os mais profundos impulsos sexuais. A satisfação de sua necessidade poderia estar em um novo rapaz que conheceria na praia, em qualquer um dos amantes fixos que já possuía, ou ainda, no maridinho solícito que, com enorme prazer, lamberia sua vagina melada de tesão afim de excitá-la ainda mais, até o ponto que toda a sua sensualidade e desejo explodiriam em um turbilhão de volúpia. Sílvia sentia-se plena e feliz com aquela situação e em agradecimento ao marido permitia que este lambesse seu sexo até que isso proporcionasse a ela um demorado orgasmo, o que a fazia sentir-se completamente amada. Porém, esse orgasmo, apesar de intenso, não saciava completamente seu desejo, apenas a deixava ainda mais sequiosa de ser integralmente possuída por um macho viril. Assim, ela costuma usar esse expediente antes de sair de casa para divertir-se ou, como nas manhãs de sábado, ir à praia. Lá, Sílvia escolhia um lugar onde pudesse bronzear seu corpo, bem como poder exibi-lo e, principalmente, ser observada. Ajeitava a cadeirinha e a toalha com sensualidade, e, retirando a canga, revelava suas formas cobertas apenas por um pequeno biquíni que, sem forro, não escondia de olhares mais atentos os mamilos pronunciados e intumescidos. A tanga cortininha, diminuta, cobria apenas a extensão da virilha depilada. De quando em quando, Sílvia caminhava até a água para se refrescar. Nessas ocasiões não raro um homem enfeitiçado com sua beleza abordava-a para descobrir mais sobre aquela mulher que, apesar de madura, transbordava sensualidade. Sorridente, ela ouvia com atenção todos os apelos e, caso o diálogo fosse interessante e a aparência agradável, dava ao pretendente a oportunidade de sua companhia . Sílvia discretamente observava o corpo dos homens verificando se não tinham barriga, se os dentes eram perfeitos, se possuíam um porte atlético e, principalmente, se apresentavam sob a sunga um dote relevante, o que poderia ser notado. Uma vez que os requisitos fossem preenchidos, ele poderia eventualmente ingressar no seleto grupo de amantes fixos dela. Por vezes e, por simpatizar com o pretendente, Sílvia permitia ser penetrada por homens que não fossem bem dotados. Com esses rapazes, invariavelmente agradáveis e belos, ela gostava de transar em duplas ou trios, permitindo simultâneas penetrações vaginais, anais e orais. Após essas sessões, Sílvia retornava para casa onde seu marido lhe aguardava, desejoso por lamber, sugar, beijar e limpar todos os seus orifícios. Uma vez que realizasse isso com devoção e carinho, ela poderia agraciá-lo penetrando-o com um dildo até que ele ejaculasse. Sílvia também não dispensava fazer sexo com Davi, contudo reservava esse deleite para ocasiões especiais. Caso o maridinho apresentasse um comportamento exemplar, Sílvia o agraciava permitindo que ele a penetrasse. Claro que isso não se dava como quando ela fazia sexo com seus amantes. Até no sexo com seu marido Sílvia apreciava deixar bem claro quem estava no comando. Dessa forma, quando o maridinho era considerado merecedor desse prêmio, ele antes tinha seus pulsos e tornozelos atados à cama, de modo a imobilizá-lo. Depois, sob a estrita condição de não ejacular sem a permissão da esposa, Sílvia masturbava-o lentamente, com movimentos suaves, mas detinha-se a cada vez que ele parecia estar próximo do orgasmo, então aguardava alguns segundos e repetia tudo novamente. Após ter seu orgasmo impedido por umas quatro ou cinco vezes, Sílvia relembrava ao seu marido seu dever de não ejacular e cavalgava-o freneticamente, até que ela obtivesse um longo e intenso orgasmo. Depois de assumir-se como Dominadora, Sílvia jamais voltou a permitir que Davi ejaculasse dentro de sua vagina. Assim, uma vez satisfeita, ela apenas permitia que Davi despejasse o fruto de seu desejo nos seus lábios vaginais, impregnando-os de sêmem. Tão logo o fizesse, Sílvia dirigia seu sexo de encontro à boca de seu marido, de modo que ele pudesse lamber e limpar o seu templo sagrado do amor. O sexo seu marido tinha ares de um ritual íntimo, de adoração e submissão, algo bem distinto do tipo de sexo que tinha com seus amantes. Com eles o sexo era intenso, selvagem e prolongado. Sílvia adorava a sensação de ser dilacerada por esses rapazes bem dotados. Mais que a sensação física, apreciava também a atmosfera psicológica da fantasia, que proporcionava a ela a oportunidade de sentir-se desejada, livre, independente, poderosa e, principalmente, muito sexy e feminina. Era perceptível essa sensação em seus olhos nas inúmeras fotografias que pedia que Davi tirasse dela nessas ocasiões. Davi e Sílvia preocupavam-se muito em somente fazer sexo seguro com os demais parceiros dela, contudo, alguns rapazes mostravam-se não só fiéis, bem como apresentavam resultados de exames médicos periódicos. Estes faziam penetravam Sílvia sem o uso de preservativos, o que reservava para Davi um prêmio extra: lamber e limpar o sêmem do ânus, vagina e demais partes do corpo de sua esposa a cada onda de prazer que os amantes nela descarregavam. Se essa humilhação não era possível com os demais amantes que ainda se viam obrigado a usarem preservativos, outras eram elaboradas e postas em prática por Sílvia conforme a ocasião e sua criatividade. Certas vezes exigia que Davi beijasse seus pés enquanto era penetrada. Outras vezes determinava que ele ficasse de joelhos e pedisse perdão a ela por ser incapaz de satisfazê-la plenamente. Em alguns casos, ordenava que Davi segurasse o membro rijo do amante e o guiasse até o ânus ou vagina dela. Não raro, também pedia que ele lambesse seu clitóris enquanto era penetrada por um ou dois machos viris. Invariavelmente solicitava que Davi servisse bebidas e petiscos para os amantes, como um criado. Porém, sempre ao final de cada encontro, exigia que Davi agradecesse a presença do amante, que satisfez sexualmente sua esposa de uma maneira que ele jamais poderia fazer. Sentindo-se uma verdadeira Rainha, Sílvia apreciava essas demonstrações de obediência, que apenas confirmavam o direito à superioridade que ela exercia. Assim, ela vivia cada dia com a certeza de ser amada, desejada e de ter algo que toda mulher no fundo sonha, mas ainda não teve coragem de admitir para si mesma. Sílvia exultava e no íntimo pensava que somente deusas, como ela, podiam atingir tal nível de obediência de seus respectivos parceiros. Quando retornava da praia aos sábados, em geral por volta das 14:00 hs, Sílvia servia-se do almoço que Davi havia preparado e, enquanto ele lavava a louça e arrumava a cozinha, ela banhava-se e dirigia-se para o quarto. Lá o marido a esperava com o ambiente preparado para uma relaxante massagem: incensos, óleos perfumados, hidratantes, esfoliantes e toalhas aquecidas. Davi não escondia o prazer que sentia ao tocar, acariciar e venerar o corpo de sua deusa. Espalhava sobre cada centímetro dele, com suavidade, óleos aquecidos que, ao mesmo tempo, hidratam e suavizam a pele de sua adorada esposa. Mais que a visão do desejado corpo e das sensações que este transmitia à suas mãos, Davi excitava-se com a idéia de estar preparando sua esposa para um encontro com um outro homem. E isso era evidenciado pelas pequeninas gotas de fluido seminal que vertiam de seu pênis intumescido. Após a massagem Sílvia adormecia, relaxada pela massagem, dando tempo a Davi separar a lingerie, passar as roupas e limpar os sapatos ou botas que ela já anunciara que usaria mais à noite. Quando Sílvia despertava, Davi encarregava-se de escovar e pentear os cabelos de sua esposa e, graças a suas novas habilidades adquiridas em cursos podia, também, cuidar de sua manicure, pedicure. Por volta das 21:00 hs alguns dos amantes fixos de Sílvia telefonavam para o celular dela buscando conseguir um encontro com ela. Agendado o encontro da noite, Davi preparava e servia um lanche leve para ambos, trocava de roupa e cuidava da maquiagem de Sílvia. Não raro ela exigia que Davi usasse algum tipo de roupa especial para o encontro. Algumas vezes eram roupas íntimas femininas como calcinhas, tanguinhas, ligas, meias 7/8, espartilhos, soutiens, cintas modeladoras ou outras que Davi deveria usar sob a roupa masculina. Contudo, em algumas ocasiões, determinava que Davi a acompanhasse completamente vestido como uma garotinha, usando minissaias, saltos, meia-calças, blusas maquiagem e perucas. A feminização de Davi nos encontros muito excitava a ambos e só não era empregada caso causasse constrangimento ao rapaz ou ao grupo de rapazes com os quais se encontrariam. Durante os encontros, Davi deveria permanecer em silêncio e fazer a sua presença notar-se o menos possível, assim sua bela esposa podia liberar todo o desejo represado desde o último final de semana. Não obstante, caso solicitado, ele deveria servir bebidas e atender os mais extravagantes desejos de Sílvia sem questionar. Essa era contrapartida exigida por Sílvia para que ele pudesse participar dos encontros. Diferentemente de algumas dominadoras, Sílvia não permitia que seus amantes ordenassem, pedissem algo ou sequer se dirigissem a Davi. Os rapazes deveriam comportar-se como se estivessem a sós com ela. No fundo isso revelava que Sílvia não toleraria um homem disputando o comando de seu marido, bem como demonstrava claramente seu desejo em controlar todos os homens presentes à cena, de maneira que todos atendessem seus caprichos. Vestido apenas com roupas íntimas femininas, Davi também deveria documentar os encontros de Sílvia com seus amantes. Assim, de posse de equipamento profissional, ele empenhava-se em obter fotografias, vídeos e áudios de excepcional qualidade, os quais eram comercializados pela Internet. A difusão desses materiais expunha ainda mais a condição submissa de Davi, ao mesmo tempo em que satisfazia o prazer exibicionista de Sílvia. As cenas em que Davi recebia na boca o sêmem dos amantes diretamente da vagina, ânus, seios ou demais partes do corpo de Sílvia eram as que mais explicitavam a sua condição submissa e, por esse mesmo motivo, as mais procuradas na Internet. Após cada encontro Sílvia se mostrava exausta e saciada. Davi, porém, proibido de atingir sequer um orgasmo nessas ocasiões, permanecia extremante excitado, fato que seus testículos inchados e seu pênis em permanente estado semi-ereto não escondiam. Mas o seu alívio deveria esperar até o dia seguinte, pois Sílvia, alegando cansaço, preferia descansar a atender os apelos do marido. Na manhã de domingo, acordado por incômoda ereção, Davi acordava e preparava o desjejum de Sílvia. Quando ela despertava a refeição era servida em sua cama. Após o café da manhã ela, ainda lânguida e preguiçosa entre os lençóis, recordava os momentos vivenciados na última noite. Invariavelmente isso a excitava. Era hora de chamar Davi. Ela ordenava, então, que ele beijasse e adorasse cada parte de seu corpo, ainda impregnado de aromas e odores do último encontro. Davi inebriava-se com essa atmosfera e, rapidamente, excitava-se até quase o orgasmo. Com ambos entorpecidos pelo desejo, ela permitia que ele beijasse, lambesse e venerasse seu ânus e sua vagina até que em seus lábios ela despejasse todo o ímpeto de seu desejo, deixando-se quase desfalecer na cama. Completamente insatisfeito e desejoso de satisfazer-se Davi aguardava, ansioso, o sinal de Sílvia que indicava a hora da adoração da deusa. A hora da adoração da deusa era um ritual semanal em que Davi, ajoelhado aos pés de sua esposa, demonstrava a Sílvia o seu agradecimento por tê-la como deusa e Rainha, por ter a permissão de servi-la de todas as formas, por ter a permissão de participar de seus encontros e momentos de realização sexual, por ter a permissão de poder beijar, tocar e lamber seu sexo e suas partes íntimas e por ter o privilégio de poder adorar e venerar seu corpo. Após isso, ela permitia que ele se deitasse no chão, de barriga para baixo, sob uma delgada travessa de vidro resistente do tamanho que comportasse seus genitais. Nessa posição, os lábios dele buscavam os pés de sua deusa, que ainda em pé permanecia, venerando-a e adorando-a. A excitação sustentada por horas e multiplicada pelas sensações da cerimônia era aliviada apenas pelo atrito dos genitais com a superfície de vidro. Em poucos minutos Davi despejaria grossas golfadas de se sêmem na vasilha sob seu corpo. Em seguida, o conteúdo desta vasilha era recolhido por Sílvia em uma taça, a qual era servida a seu marido. Do pó ao pó. Do corpo ao corpo. Mais um ciclo se encerrava. Uma semana de dominação e controle terminava no exato instante que uma nova semana, repleta de descobertas, experiências e desafios apenas se iniciava.