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Privação para Déborah
Déborah sempre teve seus ares de rebeldia, que venho aos poucos domando, buscando aperfeiçoar sua submissão. Nas últimas semanas, no entanto, ela tem me saído mais rebelde do que nunca e eu resolvi que era hora de aplicar-lhe uma punição que vinha planejando há alguns meses.
Antes de dormir, nós tomamos um pouco de vinho e eu adicionei em sua taça uma substância sem que ela percebesse. Não lhe faria mal, mas prolongaria e aumentaria seu sono, impedindo-a de acordar mesmo que alguém a sacolejasse toda ou batesse nela.
Fomos dormir e programei meu despertador para acordar bem cedo, às 6 da manhã. Tomei banho, comi algo e fui cuidar da punição de minha escrava insolente. Trouxe alguns pacotes para o quarto, contendo os utensílios de que disporia. Retirei o lençol de cima dela e desnudei-a. Ela ainda dormia muito profundamente, mesmo comigo já mexendo em seu corpo.
Primeiramente despi-a de sua roupa de dormir e untei seu corpo com talco. A seguir, coloquei em seus braços esguios luvas de latex preto muito apertadas que alcançavam até a altura dos ombros. Essas luvas tinham uma ponta única, juntando todos os dedos, o mitten, como é chamado em inglês.
Lubrifiquei e enfiei em seu rabinho e na sua xana consolos infláveis com bulbo, devidamente presos com uma espécie de calcinha de tiras de couro que os mantinha firmes no lugar. Coloquei bastante fita adesiva plástica preta por cima, para evitar que seus líquidos corporais atingissem o couro que iria vesti-la a seguir. Como eu a obrigo a manter sempre a xaninha peladinha, não iria doer tanto na hora de retirar a fita adesiva.
Antes da roupa, porém, calcei em suas pernas meias 7/8 de látex preto, tão justas quanto as luvas e em seguida botas de couro com salto altíssimo e ponta de bailarina, do tipo que força o pé a ficar nas pontas dos dedos. A bota era muito apertada, um número menor que seus pés, e levei vários minutos para prender o cadarço longo, dos pés até acima dos joelhos, aderindo perfeitamente às belas curvas de suas pernas.
Déborah movia um pouco o corpo, parecia querer abrir os olhos, mas o efeito da droga ainda impedia que acordasse, me dando a tranqüilidade para fazer meu trabalho. Peguei seu corpo ainda mole pelo sono induzido e levei até o quintal, em uma parte reservada, inacessível aos olhos curiosos, mas descoberta. Levantei seus braços e os prendi a uma barra de ferro com roldanas que ficava presa a um mastro grande (o mastro de 40 cm de espessura era próprio para torturas e castigos, servindo de tronco às vezes). Prendi os braços dela lá e icei seu copo até que ficasse pendurada pelos braços, sem tocar os pés no chão.
Agora viria uma das peças principais de seu tormento, um vestido que mandei confeccionar em couro bem espesso, que ia desde o pescoço até o tornozelo. Atrás tinha um longo cadarço de amarrar, semelhante a um corpete, só que acompanhando toda a extensão do corpo, o que me permitiria apertar não só sua cintura, mas seu corpo inteiro. Déborah tentava acordar mas não conseguia enquanto eu fui apertando gradualmente seu corpo, que foi ficando totalmente rígido à medida em que o laço ia sendo mais e mais apertado. A cada aperto uma pequena pausa para que seu corpo especialmente sua cintura se ajustasse à pressão. Os bulbos que inflariam seus consolos ficaram expostos através da abertura do cadarço, abaixo de sua bunda redonda.
Com respiração ofegante devido à pressão em seu tronco, ela já estava quase acordando quando apertei os laços pela última vez. Estava totalmente rígida, dos pés até os ombros. Antes que acordasse de vez, enfiei em sua boca uma mordaça em forma de pênis, também com bulbo para inflar. Coloquei em suas orelhas um forro especial que lhe impediria de ouvir qualquer som, porém havia neles pequenos fones em cada um dos ouvidos, que seriam usados mais tarde como parte de sua tortura.
Em suas narinas enfiei uns caninhos rijos, que impediam que, mesmo com pressão sobre seu nariz, as narinas fechassem, assim, não cortariam a respiração e ainda lhe impediriam boa parte do olfato. Com seu cabelo devidamente preso atrás em um coque, vesti em sua cabeça um capuz de couro muito apertado, com zíperes nos olhos e boca. Os olhos mantive fechados e, na boca, deixei apenas uma passagem para a mangueirinha do bulbo que inflaria a mordaça. Dois furinhos correspondentes às narinas garantiriam sua única passagem de ar.
Com tantos estímulos e o fim do efeito do sonífero ela acordou, mas estava obviamente confusa, sem saber o que acontecia e já quase totalmente imóvel. Sua cabeça, a única parte do corpo que ainda conseguia mover estava sendo imobilizada por uma coleira alta e rígida, que impedia qualquer movimento do pescoço.
Com minha escrava totalmente imóvel, vinham os ajustes finais de seu pequeno pesadelo. O vestido tinha bojos menores que seus seios e furos de 2 cm no lugar de cada mamilo, o que fazia com que seus peitos, pressionados pelo aperto da roupa tivessem mamilos e auréola belamente forçados pra fora pelas aberturas. Em cada mamilo coloquei um prendedor com pesinhos, fazendo-a soltar um gemido abafado embaixo de seu capuz de couro.
Abaixei um pouco a barra de ferro e os pés de Déborah tocaram o chão, causando um gemido e acelerando ainda mais sua respiração curta, já que aumentou a pressão em seu corpo. Estava terminada minha obra. Minha escrava insolente agora estava totalmente coberta de couro e borracha pretos, imóvel, presa à estaca pelos braços e exposta ao sol, que começava a aquecer aquela manhã. Era uma visão maravilhosa aquela roupa preta seguindo cada uma de suas belas curvas. Sua cintura já fina, apertada ainda mais pelo laço do vestido, sua bunda já gostosa, empinada pelos saltos imensos de suas botas. A única parte visível de sua pele era uma faixa entre a abertura traseira do vestido, da cintura até o pescoço e parte de seus peitos, que subiam um pouco mais a cada vez que desesperadamente sugava o ar para o pequeno espaço disponível em seus pulmões apertados.
Com um microfone, falei direto aos seus ouvidos:
Bom dia, escrava. Reconhece a voz de seu dono? É, você não está sonhando, isso é uma punição pela sua rebeldia e insolência dos últimos dias. Você está totalmente imobilizada por uma roupa de couro e látex pretos que começam a aquecer com o sol e vão aquecer ainda mais pelas próximas 4 horas que ficará aí.
Você está presa à estaca no quintal, privada de quaisquer movimentos, portanto não adianta tentar se mover, e também está privada de todas suas necessidades alimentares e fisiológicas. Durante as próximas 4 horas, não poderá comer, beber água ou ir ao banheiro. Sei que está com muita necessidade, mas vai ter que segurar.
Também não poderá ver nada e a única coisa que ouvirá será minha voz pelos fones que estão em seus ouvidos. Seu olfato também está um pouco alterado por causa dos protetores que pus em suas narinas, portanto somente o tato lhe será útil, permitindo que aprecie cada sensação de seu castigo.
Falando em sentir, escrava, o que está sentindo dentro de suas aberturas, inclusive na boca são consolos infláveis, que a cada hora vou bombear um pouquinho, aumentando ainda mais a pressão dentro de você, ao mesmo tempo que lhe darei dez chibatadas com minha palmatória de couro, aquela que você já conhece bem.
A cada hora, também, você ouvirá minha voz, dizendo quanto ainda falta pro seu castigo acabar. Espero que sirva de lição e que aprenda a me obedecer sem questionamentos e rebeldia.
Déborah gemeu alto quando dei as primeiras bombeadas em seus consolos, inclusive o de sua boca, que abafou ainda mais seus gemidos. Desferi as primeiras 10 chibatadas em sua bunda coberta de couro e seus gemidos, mesmo abafados, ficaram mais altos enquanto sua respiração indicava que começara a chorar.
Deixei-a lá ao sol, por uma hora. Fiquei sentado, tomando suco e admirando minha obra-prima.
Liguei seu fone e avisei que faltavam três horas para o fim de seu castigo e inflei mais seus consolos. Em seguida dei mas 10 chibatadas.
Isso se repetiu mais duas vezes. Avisava, inflava os consolos e batia nela. Por segurança, a cada vez levei sais aromáticos até suas narinas, para evitar que desfalecesse.
Na quarta e última vez já era meio dia e a roupa preta estava quente como fogo. Pela abertura de trás dava pra ver o suor escorrendo em bica pelas costas de minha escrava. Faltando alguns minutos para completar quatro horas e sem anunciar nada pelos fones, surpreendi-a com as últimas 10 chibatadas.
Esperei os minutos finais e abri os zíperes dos seus olhos. Estavam vermelhos e, depois de se ajustar à luz me fitaram com choro e dor. Desinflei sua mordaça, retirei o capuz e a coleira. A cabeça de Déborah pendeu pra frente de cansaço. Fiz sinal para que ficasse em silêncio e retirei os prendedores de seus mamilos, arrancando-lhe urros quando o sangue preso voltou a fluir. Afrouxei devagar seu vestido e sua respiração foi se normalizando enquanto seu corpo se libertava da pressão. Mesmo com o talco, o couro preto estava quase colado à sua pele pelo suor.
Depois de retirar-lhe o vestido, soltei seus braços da barra e ela simplesmente caiu sobre mim. Não tinha mais forças pra se segurar de pé. Carreguei-a até o banheiro, sentei-a sobre o vaso sanitário enquanto retirava suas botas, meias e luvas. Por último retirei os consolos de dentro dela e segurei-a para que finalmente se aliviasse.
Ainda sem lhe dizer uma só palavra, ofereci um copo de água e ela agarrou com desespero e bebeu apressadamente. Ela respeitou meu silêncio. Levei-a até a banheira e dei-lhe um bom banho com ervas aromáticas e massageei seu corpo sofrido. No meio do banho começou a chorar copiosamente, abraçou-se a mim com as poucas forças que tinha e me reverenciou. Depois do banho, enxuguei seu corpo ainda marcado pela tortura havia marcas das chibatadas em sua bunda, marca das aberturas do vestido deixada nos seios e várias marcas das roupas em sua pele. Levei-a para a cama e deixei que descansasse.
Dei-lhe uma fruta e um pouco mais de água e ela, ainda choramingando, dormiu.
Quando acordou eu estava no quarto. Ela levantou da cama e jogou-se aos meus pés, me reverenciando, pedindo desculpas, declarando seu amor e me prometendo obediência.
Pelo menos até agora ela não me deu motivos pra retornar àquele castigo.