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A Transformação (Final)3º lugar no II Concurso de Contos e Poesias BDSM - Votação dos Jurados

"Começa a bater em minhas coxas com as mãos, alternadamente, uma pancada em cada perna, doendo muito. Os tapas vão se sucedendo sem parar, ritmados, fortes, ardidos. Minhas coxas estão praticamente em chamas, minha buceta arde de tesão por esse homem. Ele pára. Sinto uma coisa dura começar a me bater na buceta. É o seu pau. Ele vai batendo uma, duas, três vezes, até que começa a enfiar bem devagar, só um pouquinho, põe e tira, põe e tira, a cada vez entrando um pouco mais, indo e vindo, bem lento, minhas pernas presas, seu pau dentro de mim aos poucos, me invadindo, entrando e saindo, cada vez mais fundo em minha buceta molhada, indo e vindo, enfiando tudo, ritmado, ele apóia-se nas minhas pernas, forçando-as mais ainda para baixo, doendo um pouco, mas uma dor que não me afeta, seu pau me fodendo, seu corpo batendo em meu corpo, cada vez mais rápido, quase gozando, ele tira tudo, um vazio toma conta de mim, eu imploro para que ele não faça isso, ele tira o pau de mim. Começa a bater com ele de novo na minha buceta desesperada por gozar. As pancadas me fazem delirar, me fazem implorar para que ele me foda novamente." "Ele volta a colocar seu pau dentro de mim de uma vez. Suas mãos seguram meus pés, e ele me faz cócegas nas solas. Meu corpo se balança todo, eu imploro que não faça isso, ele gostou, pois o balançar de meu corpo com o pau dele dentro de mim deve lhe dar alguma sensação de prazer boa." "Ainda com seu pau dentro de mim, ele solta minhas pernas, e segurando-as pelas solas de meus pés, volta a me foder, lentamente, indo e vindo, entrando e saindo, cada vez mais rápido, a cada estocada dele, um prazer imenso vai se aflorando, até que acabo gozando, meu corpo arqueando-se na cama, indo de encontro ao dele, inundando seu pau com o meu sumo, com o meu gozo, meu grito de prazer ecoa pelo quarto, enquanto ele continua em seu ritmo." "Ele pára, saindo de dentro de mim, solta minhas mãos e manda que eu limpe seu pau, o que faço sofregamente, enfiando-o em minha boca, mandando que eu experimente o sabor de uma puta que sou." Manda que eu me levante e amarra minhas mãos nas costas. Ele se deita na cama, e manda que eu me sente sobre ele. Coloco minha buceta sobre seu pau duro, cavalgando esse homem. Suas mãos agarram meus peitos, enquanto vou sentindo seu pau dentro de mim. De repente sinto uma dor no rosto. Ele me esbofeteia, dizendo: — Vamos, sua puta, não gozou sem poder? Agora goza. Estou deixando. "E vai dando tapas em meu rosto enquanto aperta o seio com a outra mão. A cada tapa mais aumenta meu tesão, fazendo-me sentir um trapo, um nada, um nada que lhe serve, um nada que recebe de seu Senhor um presente, o prazer, a dor, o prazer. Os tapas, aliados ao apertar de meu seio, acabam por fazer seu efeito, gozo abundantemente, um prazer imensurável toma conta de meu corpo, de minha mente, gozo sobre seu pau de novo." "Ele me tira de cima dele, solta minhas mãos e, colocando seu pau em minha boca, manda que eu lhe chupe, dizendo que será esse o alimento que terei como prêmio por ser sua escrava. Chupo seu pau, delicioso, duro, com sabor da minha buceta, com minhas mãos vou esfregando suas bolas, massageando seu pau, minha boca quente acolhendo-o, indo e vindo, fodendo minha boca, apertando levemente suas bolas, minha língua massageando-o, indo e vindo, até que meu Senhor goza, inundando-me com seu leite, o qual engulo todinho, não deixando escapar nenhuma gota. É meu prêmio, como ele disse." "Ele me puxa pelos cabelos, colocando minha cabeça sobre seu peito e dizendo: — Você é minha escrava em definitivo agora. Minha e de mais ninguém. Seu corpo e sua alma me pertencem. — Sim Senhor. Meu corpo não é mais meu. Minha alma não é mais minha. Pertenço ao Senhor. Farei tudo que me for ordenado. Sou tua. "Cansados, exaustos, adormecemos ali, agarrados um ao outro, eu com as mãos presas para que me lembre sempre que sou escrava desse homem, sujeita a ser judiada de todas as formas que ele desejar realizar. Por minha vontade. Minha deliciosa vontade."