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Tudo começou quando, experimentando com minha mulher uma de nossas muitas fantasias, comentei com ela minha vontade de submetê-la a um Mestre SM. Após muita conversa ela concordou, desde que eu estivesse sempre presente, mas sem qualquer outra participação no encontro. Depois de navegar alguns dias em salas de SM, ela encontrou alguém que parecia vir de encontro às nossas expectativas e a história assim aconteceu: Marcamos o dia e o horário para o encontro. Como ele morava em São Paulo, embarcamos no avião. Nossa ansiedade era imensa. Eu não tocava mais no assunto, como havíamos combinado. E, a partir de nossa chegada no aeroporto, eu agia como se não estivesse ali. E mesmo que quisesse, a partir daquele momento ela não mais me pertencia. Uma das primeiras condições estabelecidas pelo novo Senhor de minha mulher é que não nos tocássemos. Ao desembarcarmos notei que ela suava frio. Chegamos no saguão do aeroporto e ele não estava lá, teríamos que esperá-lo. Como minha mulher o conhecia apenas através de fotos, fiquei imaginando que poderia ser qualquer um daqueles homens... Depois de cerca de 20 minutos ela disse: - É ele. Como ele havia mandado, imediatamente e discretamente ela baixou a cabeça e esperou que ele se aproximasse. E, sem nada dizer, apenas estendeu a mão; e vi quando ela colocou na mão de seu Senhor a calcinha que havia tirado no banheiro do avião, conforme ele mesmo havia previamente ordenado. Carinhosamente, ele a beijou na testa, cumprimentou-me com educação e disse: - Vamos. De mão dadas com ela, mas sempre um pouco para trás, como deve se portar uma escrava, fomos até seu carro. Ele abriu a porta traseira e mandou que ela entrasse. Sentou-se na direção. Era uma camionete grande, com os vidros escuros, o que dificultava, por sorte, a visão de quem estava na rua, pois ele ordenou que ela tirasse as sandálias, e deitasse de bruços no banco, algemando, a seguir, suas mãos nas costas, prendendo outra algema em um dos tornozelos, cruzando a corrente pela algema das mãos e prendendo, finalmente, ao outro tornozelo, fazendo com que pés e mãos ficassem presos quase juntos. A seguir, puxou seu vestido preto e muito curto para cima, deixando a bunda totalmente exposta e partiu. Algum tempo depois ele disse: - Chegamos. Abriu a porta traseira, soltou uma algema dos tornozelos para desfazer o hogtie e voltou a algemá-la, ordenando que se levantasse e saísse dali. Com alguma dificuldade, por estar com as mãos presas às costas e com os pés algemados, ela saiu da camionete. Estávamos na garagem de um edifício, bastante escura, mas percebi que, para ela, a vergonha de ser vista daquela forma era grande... Porém, ela obedeceu e o seguiu até o elevador, caminhando com passos curtos para não cair. No elevador, ele ordenou que ela se ajoelhasse e imediatamente ela obedeceu; subimos até o último andar, saímos do elevador e entramos em um belo apartamento de cobertura. Durante todo esse tempo em nenhum momento falei qualquer palavra e nem ele falou comigo. Foi quando ele mostrou a ela um pequeno quarto, disse que havia ali uma roupa que ela deveria vestir e que logo após deveria voltar à sala. Tirou as algemas dos pés e das mãos e se retirou. Ela abriu porta do roupeiro e achou uma roupa de doméstica, um uniforme preto e branco, com direito a fita no cabelo, avental, chinelos de dedo, e nada de roupa por baixo; vestiu-se e saiu, novamente ao encontro dele que, sentado em uma cadeira, a elogiou, ordenando-lhe, a seguir, que lhe servisse um uísque. Ela o fez, esquecendo-se, contudo, de levar o copo em uma bandeja. Já com o copo na mão ele a avisou que seria castigada pela sua falta. Uma falta média, em sua opinião, pela qual ela mereceria no mínimo vinte chicotadas. Ela ajoelhou-se imediatamente ao seu lado, abaixou a cabeça, encostando a testa no chão, e estendeu os braços bem à frente do corpo, deixando a bunda bem empinada em ao Mestre, pois ela sabia que essa era a posição em que deveria se postar toda a vez que ele dissesse que seria punida. Ele tirou o cinto de sua calça e vi ela apertar bem os dentes, pois sabia que ele gostava de bater forte, mas aquilo era novo para nós, pois ela sabia tudo só através de conversas na Internet. Foi quando recebeu a primeira cintada e pareceu-me estar aliviada, pois o golpe não fora tão forte quanto imaginava... Mas ela logo pagou caro por seu erro, recebendo uma outra cintada, desta vez, fortíssima. Vi suas pernas moles e escutei-o lembrando-a que havia recebido um golpe assim forte por ter esquecido de começar a contar as cintadas, conforme haviam combinado. Ela pediu perdão e, em silêncio, ele voltou a bater, desta vez com ela contando, um a um, os golpes, até chegar ao de número vinte. Sua bunda deveria doer muito, pois estava muito vermelha, mas eu podia ver o líquido quente querendo escorrer pelas suas pernas tal era a excitação. Então ele ordenou que ela se ajoelhasse novamente, dessa vez de frente para a parede, que abrisse bem as pernas e também os braços, estes em forma de crucificado, e permanecesse assim até que ele a mandasse sair... Nesse momento, ele chegou por trás passou as unhas bem devagar por suas costas e permitiu que ela baixasse os braços... Seguiu-se, então, uma nova ordem: - Levante-se, escrava. Ela se ergueu e ele, com poucos gestos, colocou uma coleira em seu pescoço, soltou o avental e mandou que ela tirasse os chinelos, deixando-a totalmente nua. Mandou que se ajoelhasse, lanços os chinelos no ângulo oposto ao que estávamos na sala e ordenou a ela que os buscasse. E ela o fez, como uma perfeita cadela, trazendo-os de volta em sua boca e recebendo em troca uma carícia e um elogio, ``boa menina´´. Tirou apenas um de sua boca, colocou-a em seu colo de bunda pra cima e começou a bater, liberando-a de contar por segurar na boca o outro pé. Depois de se divertir com sua bundinha, enfiou um dedo em sua vagina, molhada de tanto tesão, e outro em seu cu, com tanta força que ela gritou de dor, deixando que o chinelo caísse de sua boca, o que veio provocar uma nova onda de castigos... Ele se levantou, fazendo com que ela caísse, pegou-a pela guia da coleira, dizendo ``Levanta!´´. Ela obedeceu, subimos as escadas e entramos num grande quarto.... Aquilo mais parecia uma sala de torturas: paredes de tijolos, muitos equipamentos de SM espalhados por todo o quarto. Ele mandou que ela sentasse encostada em uma viga de madeira, pegou uma corda, amarrou em volta dos seus seios e da viga, apertando-a muito, colocou nela uma mordaça de borracha que penetrava como um pênis em sua boca e, para deixa-la ainda mais imobilizada, amarrou suas mãos e seus cotovelos por trás da viga. A seguir, ele a vendou e mandou que encolhesse as pernas; então, amarrou seus tornozelos junto às coxas, colocou um separador de pernas, de forma que ela não pudesse fechá-las e ficasse com a vagina bem exposta. Sem hesitar, ele pegou outra corda, amarrou em volta da cintura dela, prendendo uma vela junto à vagina, o que fazia uma pressão muito grande, excitando-a cada vez mais. Na verdade, sem que ele soubesse, eu já havia notado que ela tinha gozado umas três vezes e percebia que iria gozar de novo. Foi quando ele, com um isqueiro, acendeu a vela. A cera quente derretia e escorria, penetrando nela. No começo, a dor parecia que estragaria tudo, mas o tesão foi aumentando, crescendo.... Nesse momento ele abriu algo como se fosse um fecho na mordaça e colocou outra vela acesa ali, de forma que, a cada movimento que ela fizesse com a cabeça, a cera pingava em diferentes lugares de seu corpo: nos seios, na barriga, mudando sempre... Ele olhou friamente para ela e disse: - Essas velas levam uma hora para queimar. Aproveite, escrava!... Seu castigo durou uma hora, mas para mim pareceu uma eternidade. O cansaço tomava conta de seu corpo, mas ele, disposto a não lhe dar trégua, saiu da sala, voltando apenas alguns minutos depois das velas terem queimado totalmente. Ao entrar na sala, ficou observando-a naquela posição, indefesa, seu corpo totalmente marcado pelos pingos vermelhos das velas, sua vagina que havia se tornado um bloco de cera, dando a ela uma sensação diferente e muito estimulante. Nesse momento, ele lhe deu o direito de responder a uma pergunta. Queria saber se ela estava satisfeita ou se ele estava sendo muito complacente? E ela respondeu que era uma escrava e que estava ali para servi-lo e dar-lhe prazer, somente isso. Vi, nesse momento, a satisfação nos olhos dele. Em retribuição, ele disse que lhe permitiria descansar por alguns minutos. Soltou-a daquela posição e de quatro ordenou que o seguisse, de quatro, puxada pela guia atada à coleira. Ele abriu a porta de uma pequena gaiola, na qual só era possível entrar de quatro e a trancou. Uma gaiola muito apertada, de modo que sua bunda ficava encostada na portinhola e sua cabeça pressionada contra a parede oposta. Então ele penetrou seu ânus com um objeto que, a princípio, não identifiquei. Percebi que ela tentava desesperadamente impedir, mas que todas as tentativas resultaram inúteis. Só então vi que era um enema o que ele fazia. A sensação ao ver aquilo foi maravilhosa, eu estava prestes a explodir de tesão, aquele líquido não parava mais de entrar, sei que ela tinha vontade de expelir tudo, mas ele havia dito que ela, a partir daquele momento, já não tinha mais vontade própria, para nada, nem sequer para ir ao banheiro. No fundo ela sabia que, mais uma vez, estava sendo testada. Depois que todo o líquido entrou ela ficou por um longo período ainda naquela gaiola. A posição a impedia de descansar e o enema fazia ficar com que sua atenção se redobrasse, pois qualquer descuido faria que ela expelisse o líquido. E se isso acontecesse ela sabia que a sua falta seria considerada grave e para uma falta grave ela não tinha idéia de qual seria o castigo correspondente. Mas ele abriu a gaiola e mandou que ela saísse, mostrando-lhe onde era o banheiro. Disse-lhe para fazer o que tinha que ser feito, que tomasse um banho e que colocasse a roupa que estava dentro de um certo armário. E que voltasse para a sala, arrematou, ``em, no máximo, cinco minutos.´´ Obedecendo, seguiu passo a passo as ordens dele e, abrindo o armário, uma mini saia, muito curta, uma blusa que ficava muito colada ao corpo, nenhuma roupa mais íntima e um par de sandálias de saltos altíssimos, com tiras que amarravam subindo pelas pernas. Demorou quase dez minutos para ficar pronta... Já sabia, iria ser castigada... Ao sair ele já a esperava com um chicote fino e comprido. Ela se aproximou dele, virou-se de costas, colocou-se de joelhos e contou as vinte chibatadas que recebeu. Quando terminou, ele segurou novamente a guia da coleira e a conduziu pelas escadas. Disse me que iriam sair e eu consenti, deixando os dois, por um tempo, sós. ´´Fomos a um shopping, dessa vez só eu e meu Senhor. Por sorte, ele me deixou sem a guia, permitindo que eu andasse com a coleira, que era muito bonita e passava por uma bela gargantilha. Andamos muito, com certeza ele sabia que aquelas sandálias de saltos tão altos deveriam estar me incomodando demais... Jantamos, por alguns momentos nos descontraímos, eu sempre o tratando com o respeito que uma escrava deve ao seu Senhor. Depois, fomos embora. No caminho, ele parou em um sex-shop enorme, com muitos objetos interessantes. Na sessão de vibradores ele mandou que eu escolhesse um. Mostrei-o: um pequeno, de látex, e ele riu, pegando outro, enorme, para dupla penetração... Junto, comprou um cinto de castidade. Enquanto o atendente tirava a nota ele perguntou onde ficava o banheiro feminino. O rapaz, sem nada entender, mostrou, e ele me entregou os dois objetos, sem a chave do cadeado que acompanhava o cinto, ordenando-me que os colocasse. Obedeci e, ao voltar, escondi, por baixo da minisaia, o plug que acionava o vibrador. Ao voltarmos para o carro, entreguei-lhe o plug e ele ligou os dois vibradores ao mesmo tempo... Gozei de forma enlouquecedora, mas quieta, e cheguei a molhar o banco de couro de seu carro. Ele passou o dedo naquele líquido e o colocou em minha boca. O tesão ainda era grande, comecei a chupar seu dedo com meu líquido e novamente gozei. Dessa vez, desabei no banco, achava que não teria forças para mais nada, mas ainda era apenas meia-noite, e eu ainda seria dele até o outro dia...´´ ´´Adormeci, acordei com o barulho da porta se fechando. Foi só aí que notei que estava algemada ao banco do carro, não poderia sair. Era um lugar escuro, lúgubre, começava a chover. Alguns minutos se passaram e ele voltou, abriu a minha porta, sem nada falar colocou-me uma venda, soltou a algema que prendia meu pulso ao banco e me puxou de forma carinhosa para fora do carro.´´ ´´Algemou minhas mãos nas costas e conduziu-me segurando em meu ombro, ouvia barulho de pessoas falando, uma música tocava ao fundo, então paramos, ele disse em meu ouvido, seja uma boa escrava e faça tudo que ordenarem, senti um frio correr pela espinha - quem ordenar? Não seria meu Senhor então? O que estava acontecendo? - e uma porta se fechou atrás de mim, minhas algemas foram retiradas e minha venda também, havia um espelho grande à minha frente, e vi duas mulheres paradas ao meu lado.´´ ´´Imediatamente elas começaram a tirar minha roupa, me deixaram totalmente nua, sobre todo meu corpo passaram óleo, me vestiram com um espartilho muito apertado que fazia com minha respiração tornasse curta e ofegante e mantinha meus seios expostos e ainda mais empinados. Meias 7/8 e sapatos de saltos muito finos e altos também foram colocados, uma coleira grossa de couro foi posta em meu pescoço, tornozeleiras e pulseiras iguais foram presas em mim e finalmente um capuz negro sobre minha cabeça.´´ ´´Entre as tornozeleiras uma corrente de aproximadamente 30 centímetros foi presa com cadeados e as mãos presas as costas, uma guia foi posta em minha coleira e fui levada por elas. Só ago-ra começava a me dar conta do que estava acontecendo, pelo capuz podia enxergar, ainda que com dificuldade; as duas mulheres eram belas, vestiam apenas um avental de seda preta, descalças e também usavam braceletes e tornozeleiras, mas não estavam presas.´´ ´´Passamos por um pequeno corredor e finalmente entramos em um grande salão, havia muitos homens ali, todos conversavam, fui conduzida a um pedestal, minhas mãos foram agora presas a uma corrente que pendia do teto, mantendo os braços e corpo esticados, meu capuz foi retirado e vi quando os homens começaram a se aproximar e a me observar.´´ ´´Senti uma vergonha imensa, estava exposta a pelo menos uns 20 homens, e só agora vi que ao meu lado haviam outros dois patamares e nele haviam mais duas escravas, estavam vestidas exatamente iguais e presas como eu. Foi nesse momento que um homem começou a falar, saudou a todos e logo disse que estavam presentes a mais uma noite onde 3 belas escravas seriam leiloadas, o lance mínimo seria de 1.000,00 e lhes daria direito ao uso por toda a noite. Tremi, isso não havia sido combinado, mas, também não havia sido dito que não poderia acontecer, ao mesmo tempo eu estava excitada por estar naquela situação.´´ ´´Fomos numeradas, eu notava que os olhos da maioria ficaram fixos na escrava que estava logo ao meu lado, uma mulata belíssima, que se mantinha com a cabeça baixa o tempo todo; a outra era loira, muito alta e também muito bonita. Pelo que pude notar haviam 3 tipos de escravas aquela noite, morena, loira e mulata - para todos os gostos. Pouco antes do leilão começar todas fomos novamente encapuzadas. Após muitas ofertas fomos todas vendidas.´´ ´´Fui tirada do pedestal, tive as mãos novamente presas às costas e levada para um quarto onde ordenaram que me ajoelhasse, uma corrente curta foi presa a minha coleira, obrigando que eu me mantivesse com o rosto junto ao chão, as mãos presas as costas novamente. Fiquei assim por no mínimo uma meia hora, até que alguém entrou no quarto; sem dizer nenhuma palavra ele soltou a corrente que me prendia ao chão, e ordenou que eu levantasse, através do capuz pude ver que ele usava uma máscara, que me impedia de ver seu rosto, sua voz saia distorcida. Então ele soltou minhas mãos e mandou que tirasse minha roupa e colocasse as mãos atrás da cabeça.´´ ´´Obedeci, ele pegou em uma mala uma longa corda de juta, eu continuava encapuzada, meu corpo foi totalmente amarrado, formando nele uma teia com as cordas, meus seios, barriga, um nó grande e forte estava sobre minha vagina; quando ele terminou ordenou que ficasse de quatro e começou a passar um creme em meu ânus. Eu ficava cada vez mais excitada, meu medo diminuía e começava a confiar naquele novo Senhor que pouco falava, mas agia com grande destreza com as cordas. Então senti que algo começava a fazer pressão na entrada de meu ânus, não sabia se era ele ou algum objeto, mas pela distância imaginei que ele estava me penetrando com algum consolo, a pressão foi aumentando e só aí comecei a sentir o tamanho, devia ser enorme, começava a doer e apesar de estar muito excitada, tentei me mexer e ele ordenou com voz firme que ficasse imóvel, então numa só estocada ele enterrou o consolo em meu ânus, gritei de dor e prazer mas me mantive firme na posição ordenada, minha respiração se tornou ofegante e foi nesse momento que ele mandou que ficasse de joelhos. Na minha frente uma pequena banqueta foi colocada, me colocou deitada sobre a madeira fria, somente meu tronco ficava sobre a ela, uma cinta forte foi presa na altura de meus rins e outra nas costas as mão presas nos pés da banqueta, as pernas também bem juntas contra os pés do banco e finalmente ele amarrou meus tornozelos, uma ball-gag foi colocada em minha boca e o capuz foi retirado de minha cabeça. Finalmente poderia vê-lo mas não tinha coragem de abrir os olhos, sobre uma bandeja várias velas de várias cores foram acesas, e postas todas queimando próximas ao meu corpo, sentia o calor delas, ele pegou a primeira e pingou na sola de meus pés, a dor nos pés não era forte, já havia passado por isso antes, porém demorava um pouco até que passasse, ele foi subindo, primeiro nas coxas, a dor começava a aumentar, depois pingou sobre as costas e nádegas, a dor era cada vez maior, mas era uma dor controlável e agradável ao mesmo tempo, pois eu me excitava mais a cada pingo, os pingos foram aumentando em quantidade e temperatura, e já não caiam apenas nas costas, caiam em mais de uma parte de meu corpo, ora sobre as pernas ora sobre minha bunda, pés, costas, ele aumentava e diminuía a distância aumentando e diminuindo com isso a dor. Então ele prendeu duas velas junto aos dedos de meus pés, outra entre minhas coxas que fazia que pingasse em minhas pernas e uma outra grossa ele enfiou dentro de minha vagina, bem fundo, essa escorria por minhas coxas sem parar. Sempre falando muito pouco pegou uma vara em sua mala, era um cane, uma vara fina muito resistente que causa uma dor imensa e demorada, nunca havia apanhado de cane, e com a cabeça ainda que desobedecendo uma ordem tentei com os olhos e murmúrios suplicar que não usasse o cane, mas ele sequer me olhou, alisou o cane com a mão, passou lentamente a mão sobre minhas nádegas e me bateu. Tudo ficou escuro a minha volta, a dor era quase insuportável, soltei um grito, que mesmo com a mordaça deve ter sido ouvido longe, porém e por incrível que pudesse parecer tive vontade que acontecesse novamente e aconteceu, mais 4 vezes, todas próximas uma das outras, mas sempre na bunda, com muito cuidado pra não ferir partes vitais de meu corpo com uma destreza de um verdadeiro Mestre no spanking.´´ EM BREVE: O SEGUNDO DIA DE MINHA ESCRAVA