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PRÉVIA NA CIDADE LUZ Fazer uma viagem à Grécia com Verdes Olhos foi um acontecimento maravilhoso, privilégio de poucos homens, e descrevo essa experiência incrível neste texto para compartilhar um pouco do nosso prazer com os leitores. Conheci Verdes Olhos, uma estonteante morena de olhos verdes, numa viagem ao Rio. Foi uma coisa interessante o nosso encontro. Seu carro foi fechado por outro, ela perdeu o controle e subiu na calçada, quase me atropelando. Não fui atingido pelo carro, mas, como cheguei a cair, ela se propôs a me levar para uma avaliação médica. Esta, não aconteceu, e fomos conversar num bar, onde nasceu o nosso caso de amor. Conforme já descrevi anteriormente, iniciamos um tórrido relacionamento no Rio e o continuamos na Ilha Grande. A minha maior alegria é a de ter encontrado uma mulher tão linda, sensual e carinhosa como Verdes Olhos. Para completar a sua perfeição, ela se revelou uma adoradora do Bondage depois que eu a iniciei nessa gostosa arte erótica. Cada vez que nos vemos, ensino-lhe um pouco mais, testando os seus limites. Confesso que ela tem sido uma ``discípula´´ exemplar, que não teme novas experiências, surpreendendo-me a cada vez que curtimos o nosso amor. Conhecer a Grécia em boa companhia era um sonho antigo dela. Quando ficou sabendo que eu já havia estado lá, seus olhos brilharam e não hesitou em me propor uma viagem, combinando turismo e muito amor, bem ``temperado´´ pelo Bondage, naturalmente. Uma ``lua de mel´´ perfeita com a minha mulher ideal. Ela se imaginava vestida como uma deusa grega e fazendo amor comigo em Atenas, com direito a todas as fantasias para a ocasião. Concordei prontamente e programamos tudo para uma temporada na primavera grega. Escolhemos a estação pelo clima ameno, pois o verão grego costuma ser demasiadamente quente, com a temperatura chegando aos 50o C. Além disso, a Grécia fica muito cheia de turistas no verão. Preferimos ter mais sossego para melhor aproveitarmos o passeio. As passagens aéreas nos davam o direito de fazer uma escala de dois dias em Paris, com hotel incluído. Na Cidade Luz, ainda um pouco fria na primavera, mas já intensamente florida, aproveitamos todos os seus encantos que a curta permanência nos permitiu: a Torre Eiffel, a Basílica de Montmartre, a Place du Tertre com os seus artistas e a Catedral de Notre Dame. Entre um atrativo e outro, curtimos momentos agradáveis nos aconchegantes bistrôs parisienses, apreciando as delícias de sua famosa culinária e degustando taças do bom vinho francês. A única noite passada em Paris já foi uma boa amostra do que seriam as nossas duas semanas na Grécia. Estávamos num hotel perto de Étoile, onde fica o Arco do Triunfo. Não era um hotel luxuoso, mas tinha o conforto necessário e o charme característico de uma construção antiga, decorada com bom gosto. Embalados por taças do champagne Möet Chandon e canapés cobertos por caviar russo, realizamos um belo ritual de amor. Ela vestia um baby doll branco, que contrastava lindamente com a sua pele morena e com os seus longos cabelos negros. Naquele ambiente romântico, com o corpo aquecido pelo champagne e pela troca de afagos, seus lindos olhos verdes já faiscavam de tanto brilho. Levantou-se e foi olhar a paisagem noturna pela janela. Abracei-a carinhosamente por trás e procurei seus lábios carnudos, que chamam ao pecado. Ela virou a cabeça e nos beijamos longa e apaixonadamente. As minhas mãos subiram por dentro do baby doll e encontraram seus belos seios, acariciados com delicadeza. A minha boca passeou pelo seu pescoço, onde os meus lábios aplicaram beijos combinados com chupadas e roçadas de língua. Da nuca, os lábios subiram por dentro dos seus cabelos em direção à suas orelhas, dando rápidas assopradas no couro cabeludo. Isso a fazia ficar toda arrepiada. Quando a minha boca chegou às suas orelhas, ela gemeu e se contorceu nos meus braços. Lentamente, tirou o baby doll por cima da cabeça, ficando somente com a calcinha também branca. Passei a mão sobre a calcinha, em toda a sua extensão, esfregando devagar, como que anunciando a sua retirada. Na parte inferior, já estava bem molhada. Ela virou-se de frente para mim, abraçou-me fortemente e beijou-me ardentemente, de um jeito especial, que só ela sabe fazer. Esse beijo deixou-me em estado de levitação. Parecia estar flutuando, tonto. Fiquei muito excitado e, percebendo isso, virou-se novamente de costas para mim, cruzou os braços às costas e encostou-se no meu peito. Estava pedindo para ser amarrada. Em pouco tempo de relacionamento, ela aprendeu como deixar-me excitado ao máximo, justamente para dar-lhe mais prazer, e pedir as cordas naquele momento era o máximo. Pensando bem, não era eu que a estava dominando, mas era ela que, passivamente, sabia como dominar os meus sentimentos a seu favor. Amarrei as suas mãos e pés com firmeza e passei a acariciar seu corpo gostosamente cheio de curvas. A minha boca percorreu cada centímetro quadrado da sua pele morena, beijando, lambendo e mordiscando. Nas partes mais sensíveis, como nos seios, os demorei-me mais, fazendo-a gemer a cada toque dos lábios. Por trás, subi beijando a partir dos pés, lentamente, até chegar à nuca, explorando cada ``botãozinho´´ erógeno que eu já conhecia e procurando outros. No caminho, baixei a calcinha com a boca, aproveitando para fazer carícias no seu lindo e arrebitado bumbum. Agarrei-a por trás segurando os seios e ela fingiu reagir, contorcendo-se e soltando sucessivos ``Aaah´´. Virei-lhe a cabeça com a mão e cobri a sua boca com um beijo, abafando os seus gemidos. Alguns minutos naquela situação já nos deixaram quase em extase. Na fase final do ritual, ergui-a nos braços e depositei-a suavemente na cama, de bruços. Peguei a taça, derramei champagne nas suas costas e no seu bumbum, lambendo-o maliciosamente. Seu belo corpo se torcia como uma cobra a cada toque da língua. Virei-a de costas e fiz o mesmo com os seios e o seu ventre, molhando até a sua parte mais baixa. Na base das suas coxas juntinhas, enfiei a língua e fiquei explorando aquele espaço do prazer. A cada mexida, ela se contraía e soltava gritinhos sensuais. Em seguida, desamarrarei os seus pés, banhei a sua xoxota com champagne e fiz a língua trabalhar nela como uma serpente buscando abrigo, maliciosamente, devagar, insinuante... Ao mesmo tempo, ela abocanhava e chupava o meu cacete. Um 69 diferente e excitante. Com as mãos, eu acariciava suas coxas e bumbum. Num certo momento, ela largou o meu cacete e disse, quase sem fôlego: ``Aaah! Eu quero você!´´. Sem demora, deitei-a de costas e coloquei um travesseiro sob os seus quadris. Com os quadris levantados, as suas mãos amarradas não precisavam suportar o peso do seu corpo e a penetração seria facilitada. Deitei-me sobre ela e penetrei suavemente aquela gruta maravilhosamente molhadinha e quente, pedindo-lhe que fechasse as pernas em seguida. Penetrada naquela posição, seu prazer seria mais intenso devido ao maior contato do cacete com o clitóris e, o segredo: o cacete massageava o tal ponto G, que leva as mulheres aos céus. Passei a beijá-la carinhosamente nos seios, no pescoço, nas orelhas e nos lábios, ao mesmo tempo em que o cacete se insinuava no seu abrigo quentinho, provocando imenso prazer. Ela gemia e tentava levantar mais ainda os quadris, com as pernas bem fechadas. Chegava a erguer o meu corpo. O prazer era tão grande, que precisei fazer um esforço enorme para não gozar logo. Alguns minutos nesse ato fogoso terminaram numa deliciosa e indescritível explosão de prazer. Desamarrei-a e abraçamo-nos longamente, trocando beijos e carícias. Depois, dormimos como dois anjinhos. AMOR EM ATENAS No final da tarde seguinte, desembarcamos no Aeroporto Internacional Hellenikon, que fica 12 quilômetros a sudeste de Atenas. Um taxi nos levou até o Hotel Electra, no número 5 da rua Ermou, perto da Praça Syntagma. Escolhi esse hotel pela categoria A e pela sua proximidade de vários restaurantes típicos, simples, baratos e freqüentados pelos gregos, onde poderíamos saborear os pratos da autêntica culinária grega. O hotel fica também a uma distância caminhável da Acrópole, o mais famoso conjunto de monumentos da Grécia e de muitos outros atrativos da cidade. Nessa noite, fizemos um passeio pelos arredores do hotel e jantamos num pequeno e aconchegante restaurante. Comemos a moussaká, o prato nacional grego, feito com beringela, carne moída, queijo, tomate, batatas e muito azeite de oliva. Para acompanhar, a salada grega, a salata, composta de pepinos, queijo fresco, azeitonas e também generosamente regada com azeite. Acho que a Grécia é um dos países onde se consome mais azeitonas e azeite de oliva. Para qualquer lado que se olhe, há sempre uma oliveira no campo de visão, mesmo dentro de Atenas. Como aperitivo, tomamos o ouzo misturado com água, que é muito parecido com o pastis francês e o árak árabe. Na refeição, tomamos um bom krassi (vinho) branco grego, aromatizado com ervas. Cansados da viagem e entorpecidos pelo vinho, fomos apenas dormir nessa noite, abraçadinhos numa grande cama de madeira com arcos esculpidos nas cabeceiras e nos pés. Uma cama ideal para a prática do Bondage, pensei... No dia seguinte, saímos cedo do hotel e visitamos os principais pontos turísticos da cidade: a Acrópole, onde fica o famoso Partenon, o teatro de Dionísio, o Museu da Acrópole e o Erechteion. Descendo a pé, passamos pela Agora Romana, pela Biblioteca de Adriano, pelo Museu de Arte, o Theseion (Templo de Hephaistos), o Museu de História e Etiologia. Verdes Olhos é Arquiteta, e ficou fascinada com os monumentos e suas histórias. Só estranhou o fato de quase todas as estátuas terem o nariz quebrado. Provavelmente, conseqüência das sucessivas invasões sofridas pela Grécia desde os tempos de Platão. Uma coisa chamou muito a nossa atenção numa praça perto do Museu de História e Etiologia: havia uma escultura de uma mulher nua, deitada sobre uma base de pedra, com as mãos amarradas às costas. Parecia que os gregos antigos também eram chegados no Bondage. Não havia nenhum letreiro explicando do que se tratava, mas a obra deixou-nos excitados. A noite prometia... O jantar dessa noite foi num restaurante do bairro boêmio Plaka, na subida da Agora Romana para a Acrópole, onde saboreamos uns espetinhos típicos, com carne de carneiro e legumes, sempre acompanhados do bom krassi. Depois, caminhamos abraçados e trocando beijos e carícias até o hotel, para fazer a digestão e preparar o corpo e a mente para a noitada tão esperada. Primeiro, tomamos um gostoso banho juntos. Os nossos corpos nus e ensaboados se entrelaçaram sob a ducha morna. O contato entre as peles molhadas era muito gostoso. Parecia dar pequenos choques de tanta carga de excitação produzida. Para aumentar ainda mais o tesão, nossos lábios se uniram em longos beijos, ao mesmo tempo em que as nossas mãos corriam o corpo do outro em carinhos delicados. Quase não consegui segurar-me quando ela se ajoelhou e abocanhou suavemente o meu cacete molhado. Ela sabia como nenhuma outra mulher trabalhar com a língua e os lábios para levar-me ao delírio no sexo oral. Ajoelhei-me também e fiz-lhe carinhos na xoxota com a minha língua. Apesar da água que descia, deu para perceber que ela já soltava o seu líquido lubrificante. Estávamos os dois prontinhos para a ação seguinte... Saindo do banho, continuamos a trocar carinhos e beijos, abraçados, em pé. Aos poucos, eu a conduzi para a cama. Nela chegando, ela se ajoelhou na lateral e debruçou a parte superior do corpo sobre os lençóis, com os braços esticados acima da cabeça. Deitei-me suavemente sobre as suas costas, com o cacete no vão do seu bumbum e dei-lhe uma chuva de beijos na nuca, no pescoço e nas orelhas. Depois, desci com boca até o seu bumbum e tornei a subir até a nuca, beijando e mordiscando em todo o percurso. Senti seu corpo arrepiar-se de excitação. Virou a cabeça de lado e beijou-me com os seus lábios de mel, maravilhosos, invadindo gostosamente a minha boca com a sua língua. O meu cacete roçava na sua xoxota molhadinha. Quando ensaiei a penetração, ela levou as mãos às costas e, empurrando-me de leve, cruzou os pulsos. Era novamente o pedido para ser amarrada. Ela sabia bem o momento certo... Na posição em que estava, amarrei suas mãos às costas, que é a posição que mais me excita. Amarrei também os seus pés, bem juntinhos. Coloquei-a em pé, abracei-a por trás e, segurando os seus seios, penetrei o cacete entre as suas bem torneadas coxas. Ofegante, sussurou-me que estava lembrando do conto da mocinha amarrada e violentada, o que a deixara muito excitada. Ela havia me contado que tivera um orgasmo múltiplo lendo esse conto. Eu também estava lembrando, e fiquei igualmente excitado, embora o nosso jogo erótico nunca envolvesse violência. Simulando um ato forçado, segurei-a pelos cabelos e beijei a sua boca entreaberta. Ela estremeceu e correpondeu, fingindo se debater, tentando fugir do beijo. Um loucura muito muito excitante!!! Desta vez, eu tinha uma novidade: o crotch rope, ou corda forquilha. Peguei um pedaço de corda mais grossa, de uns 2 m, e passei-a por sua linha da cintura, de forma que as duas longas pontas ficassem para a frente, em comprimentos iguais. Com as duas pontas, dei um nó na altura do seu umbigo e passei o restante por entre as suas coxas. Com um detalhe importante: nas alturas do seu clitóris e de seu cuzinho, dei nós na corda. As pontas que subiram por trás, subindo pelo vão do bumbum, eu passei por baixo da volta inicial na cintura e amarrei aos seus pulsos, de tal maneira que a cada vez que ela os movesse em direção ao bumbum, a corda passando entre as suas coxas se apertaria, fazendo os nós roçarem nos pontos sensíveis já citados. O crotch rope é chamado de matanawá no Japão, e deve ter sido invenção deles. Olhando de frente, a corda da cintura e o pedaço que desce em direção à xoxota formam uma forquilha. Daí o nome. Diabolicamente geniais esses meus patrícios... Pronto o crotch rope, eu a deitei na cama e novamente a enchi de carícias pelo corpo todo, com beijos, muitos beijos, chupadas, mordiscadas, e mãos percorrendo aquele corpo moreno lindo e ofegante. A cada movimento que ela fazia, dava para ver os nós do crotch rope estimulando as suas partes mais sensíveis. Para dar mais ``tempero´´, deitei-a de lado na posição invertida, coloquei o cacete em sua boca e disse-lhe para tentar se libertar das cordas, sem tirar o cacete da gostosa boquinha. Os nós estavam muito bem apertados e fora do alcance das suas mãos, tornando isso praticamente impossível. Porém, o que importava era a brincaceira. Ela entendeu bem o objetivo da coisa e começou a se contorcer tentando se soltar. Esses movimentos se refletiam na sua boca, dentro da qual o cacete dançava, causando-me um prazer inacreditável. As suas pernas realizavam um bailado irregular à frente do meu rosto. Com as mãos, eu as abracei carinhosamente, fazendo carícias na parte posterior das coxas e no bumbum. As suas mãos, em movimentos frenéticos para se libertar, acabavam puxando e soltando a corda do crotch rope que, entranhada no vão das suas coxas, fazia com que os nós lhe excitassem ao mesmo tempo a xoxota e o cuzinho. Ela gemia fingindo desespero, imaginando-se como a mocinha imobilizada e indefesa nas mãos do seu captor. Um verdadeiro delírio de prazer!!! Quando a nossa excitação chegou perto do auge, desamarrei-lhe as mãos e voltei a amarrá-las, mas abertas acima da cabeça, atadas ao arco esculpido da cama. Fiz o mesmo com os seus pés, atando-os ao arco do outro lado da cama, deixando-lhe de pernas bem abertas. Era a posição do spreadeagle. Um belo espetáculo ver aquela morena linda naquela posição, prontinha para mim. Seus olhos verdes pareciam duas esmeraldas de primeira qualidade. Brilhavam tanto que até ofuscavam. A sua boca sensualmente entreaberta convidava ao beijo. Fui aos seus pés e iniciei um ritual de subida pelas pernas, acariciando-as com a boca desde a ponta dos dedos. Após cada chupada, eu dava uma assoprada, causando-lhe uma sensação nova, diferente. Era bom ver aquela pele morena se arrepiar. Em cada perna, realizei esse ritual demorado, carinhoso e caprichado, até chegar na xoxota, onde fiz a língua rodopiar, provocando-lhe gemidos e contorções. Depois das pernas, subi fazendo o mesmo pelo seu corpo, provocando-lhe mais arrepios e gemidos. Nos seios, beijei e chupei delicadamente em volta dos mamilos, em círculos cada vez mais fechados. Os mamilos eu abocanhei e fiz a língua passear em volta, alternando com chupadas e leves puxadinhas com os dentes. Ao mesmo tempo, os meus dedos tateavam a sua xoxota, bolinando o seu ponto mais sensível. A outra mão passeava por suas orelhas. Subindo mais, fiz do seu pescoço o alvo dos meus carinhos, beijando, chupando e mordendo de leve. Logo, meus lábios se colaram aos seus, já sedentos do beijo molhado. Naquele exato momento, o meu cacete adentrava a sua xoxotinha mais do que preparada. É indescritível o prazer da penetração combinada com o beijo após todo esse ritual de excitação!!! Fomos às nuvens por vários minutos, prolongados pela minha técnica do sexo tântrico, para finalmente atingirmos o céu no meio de um verdadeiro turbilhão de prazer!!! Depois desse belo ato de amor e carinho, muitos outros se repetiram durante a nossa estada de duas semanas na Grécia. Certamente, Verdes Olhos jamais esquecerá essa temporada. Nem eu...Muito obrigado, amor.