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Para o Meu Dé....
...me deitei do seu lado na cama e me apoiei nos cotovelos para ler meu livro, você continuou deitado, imóvel com os braços cruzados atrás da cabeça, olhando para cima. Eu respirava fundo, colocando minhas mãos geladas embaixo do travesseiro para esquentá-las.
Lia devagar, prestando atenção na sua respiração que começava a ficar ofegante. Me virei de lado na cama e te perguntei:
- Dé, o que foi? Porque esta respirando assim?
Você me olhou com uma cara safada e um brilho estranho nos olhos.
- Nada, não foi nada, eu só estava olhando sua bunda.
Ao terminar a frase você caiu na risada e eu também. Me atirei em seus braços jogando o livro no chão te abraçando forte. Depois de 15 minutos de cosquinhas, beijos no pescoço e muita guerrinha de travesseiro você me disse já ficando meio sério:
- Tu quer brincar?
- Brincar Dé?
- Hum rum, eu estou maluco de vontade de brincar com esse seu corpinho, inteirinho você disse como se soletrasse a última palavra.
- Tá eu disse a você então eu posso começar com esse brinquedinho aqui. Segurei forte em seu sexo e você gemeu contraindo a musculatura do corpo todo. Te tocava com a mão, passando a palma devagar, te provocando e fazendo você fechar os olhos. Parei o carinho só para te provocar e disse com uma voz meio malandra:
- Não, acho que vou continuar lendo o meu livro.
Comecei a rir, me deitei pegando o livro no chão para le-lo novamente.
Você, sabendo que eu adoro um carinho no bumbum, meteu a mão no meu glúteo e começou a apertá-lo de leve, depois mais forte e eu já começando a gostar levantava meu quadril torcendo para que você intensificasse seus carinhos. E então quando eu já estava imaginando você tirando minha calça, você parou e repetiu a brincadeira que eu fiz:
- Não você disse acho que vou continuar olhando para o teto.
Te olhei rindo, disse baixinho que te adorava e voltei a ler o livro, você se sentou na cama me olhando e disse cheio de malícia.
- Nossa que aluna dedicada, lendo a noite deitada na cama, que gracinha! Posso fazer uma argüição oral?
Te olhei, você levantou uma das sobrancelhas como se estivesse me desafiando e eu respondi com voz firme:
- Pode.
Você abaixou o short do pijama, logo em seguida a cueca e disse:
- Chupa, mas se você fizer errado vou te colocar de castigo em cima do milho.
Passei a língua devagar no lábio superior e em seguida mordi o lábio inferior olhando fixamente no seu pau e achando graça da sua nova idéia de ´´argüição``.
- Sim senhor disse a você me ajoelhando à sua frente.
Abaixei meu rosto, te olhando e em seguida comecei a lamber todo seu sexo. Com a língua bem molhada lambia devagar, sem pressa e adorando te torturar, coloquei toda a boca em seu pau te chupando forte e de repente parava, voltava a lambe-lo e depois voltava a chupa-lo, e assim ia alternando chupadas e lambidas, sentindo você se segurando e contendo seus gemidos.
Suas mãos tocavam meus cabelos, segurando forte minha cabeça, forçando ela contra seu quadril. Aos poucos sua força diminuiu e sua mão abandonou meus cabelos. Levantei a cabeça parando de te chupar e fiquei por um tempo te olhando.
- Não quer que eu continue?
- Não gatinha, eu quero continuar. Dizendo isso você me puxou pela perna, me colocando deitada. Ficou parado me olhando, arrumou meu corpo na cama, colocou o travesseiro sob minha cabeça e me perguntou se eu estava confortável.
- Dé, o que foi? Eu estou bem.
E sem entender sua preocupação, me sentei na cama e te fiz um carinho no rosto. E você completamente mudo, me pegou firme pelos braços e me deitou novamente na cama. Suas mãos foram deslizando pelos meus braços até chegarem aos meus pulsos, colocando meus braços para cima da cabeça você me perguntou com uma voz rouca:
- E se eu te amarrasse?
- Você nunca fez isso, anjo eu disse não entendendo nada.
E já tentando me soltar dos seus braços ouvi você dizer:
- Vou faze-lo agora.
Te olhei assustada e tentando me levantar senti uma outra coisa tocar meu braço, olhei para cima e vi sua corda de fazer ginástica começar a apertar meu pulso. Me lembrei de quando você se exercitava com ela e de como você brincava comigo, sorrindo e dizendo:
- Um dia ainda te amarro com ela.
Morrendo de medo e tesão eu disse a você que a corda estava me apertando, e quando tentei me soltar já era tarde, você tinha amarrado meus braços à cabeceira da cama. Novamente te disse quase gritando:
- Dé, esta me apertando, esta me machucando.
E você sorrindo, disse se levantando:
- Não se preocupe, daqui a pouco você não vai nem se lembrar que está amarrada.
Se afastando da cama você saiu do quarto e voltou com uma toalha de rosto. Vi você dobrar a toalha e curiosa, mais ainda tentando me soltar esperei para ver o que você iria fazer com ela.
Você deixou a toalha sobre a cama, se aproximou de mim e me beijou a boca com força, segurando minhas mãos que agora estavam mais geladas que nunca. Depois do beijo você se ajoelhou na cama, pegou a toalha e me vendou. Completamente no escuro, senti você se aproximar novamente da minha boca e mais um beijo violento você me deu. Sua mão deslizava sobre meu corpo e eu sentia seu corpo pesando gostoso sobre o meu. Seus dedos tocavam meu glúteo e apertavam forte. Eu gemia te pedindo para me soltar e pensava comigo mesma se realmente eu queria isso.
Chegando pertinho do meu ouvido você disse baixinho:
- Tá vendo como é bem melhor assim, sem você saber onde vou tocar, onde vou beijar?
E te interrompendo eu disse com voz trêmula:
- E sem saber o que você vai fazer comigo Dé. Me solta.
- Gatinha, não acredito que você esta com medo de mim. Não vou te machucar gatinha, pelo menos não muito.
Ouvia sua voz doce e ficava imaginando se realmente eu queria ficar livre das cordas. Meu medo que aumentava, que crescia a cada palavra sua, desapareceu quando você levantou minha blusa e começou a beijar minha barriga. Sentia a palma da sua mão segurando forte a minha cintura e ficava cada vez mais extasiada ouvindo seus sussurros:
- Cheirosa.
Mais beijos na minha barriga e você falava baixinho novamente:
- Gostosa.
Enquanto você me fazia carinhos deliciosos eu ficava pensando como você tiraria minha roupa e adivinhando meus pensamentos você disse cheio de cinismo:
- Espero que tu não goste tanto dessa blusa. E ao terminar a frase você cortou minha blusa e junto com ela meu sultien. E antes mesmo que eu pudesse gritar ou reclamar você me olhou profundamente, colocando seus dedos nos meus lábios. Devagar seus dedos abandonaram meus lábios, percorreram meu pescoço e desceram até meus seios. Quando suas mãos os tocaram eu gemi alto e tentando me soltar disse mais uma vez:
- Dé, por favor, assim não posso te tocar, me solta.
- Não.
E dizendo isso você tirou rapidamente minha calça e logo em seguida minha calcinha. Totalmente nua e completamente assustada eu pensava o que viria agora.
Senti suas mãos tocarem minhas pernas, a ponta dos seus dedos passavam firmes nas minhas coxas e subiam para o meu quadril. Devagar elas continuavam subindo pelo meu corpo e em seguida desciam. Sua língua percorria todo o caminho feito pelas suas mãos e eu suspirava alto, já com todos os medos longe da minha cabeça.
Senti sua língua tocando o bico de um dos meus seios e arqueei meu corpo quando você me mordeu forte. Que dor intensa e que sensação estranha e gostosa. Você sabia me provocar, sabia que me assustaria com todo esse jogo, mas também sabia que eu ia gostar.
Você se ajoelhou, meu corpo entre suas pernas e sem nenhum aviso segurou firme meu rosto e colocou seu pau todo na minha boca.
Comecei a te chupar devagar, ainda assustada com seu gesto, mas você não esperava e com movimentos fortes de quadril tirava e colocava seu sexo dentro da minha boca.
- Chupa gatinha, chupa minha cadela eu ouvia você me dizer e morrendo de tesão, comecei a chupar forte para te agradar, já começando a ficar sem ar.
Enquanto você gemia eu apertava a corda com meus dedos tentando me soltar e ouvindo você me chamar de gatinha eu delirava e meu tesão aumentava mais.
Nesse momento você parou, tirou seu pau da minha boca e me disse baixinho:
- Vai engolir tudinho não vai?
E eu entendendo seu recado e sabendo que isso era importante para você, disse ainda hesitando:
- Anjo, você sabe que eu nunca...
E você me interrompendo me disse com voz doce:
- Vai sim, você vai engolir tudinho, vou fuder essa sua boquinha linda e você vai engolir tudinho como eu estou mandando.
Senti novamente seu pau na minha boca e seus movimentos de vai e vem se intensificaram, respirava rápido, te chupando com força, prestando atenção nos seus gemidos. Suas mãos tocaram meu cabelo, acariciaram meu rosto e eu ainda te chupando, tentava prender sua mão entre meu rosto e meu ombro.
Seus gemidos começaram a ficar mais altos, sua respiração ofegante me deixava arrepiada e ouvindo você me chamar de cadela senti seu corpo estremecer e num gemido delicioso que me deixou extasiada, você gozou na minha boca e fazendo exatamente como você me pediu eu engoli todo seu leite, todo. Por alguns segundos você permaneceu sobre mim e eu continuei te lambendo, te sugando, te beijando e te ouvindo:
- Isso, assim mesmo neném, tudinho...
Aos poucos sua respiração foi voltando ao normal e com uma sensação gostosa de ´´dever cumprido`` amando a idéia de ter seu líquido dentro de mim, te pedi pela última vez:
- Dé, por favor...
E a resposta para o meu pedido foi uma risada alta, que me deixou com muita raiva.
- Dé, me solta agora, me solta.
- Te soltar gatinha, tá brincando? Você fica linda amarrada, mais você fez tudo tão direitinho, me chupou tão gostosinho, merece um beijo.
Você se aproximou do meu pescoço, me deu um beijo perto do ouvido e perguntou:
- Aqui, você gosta?
- Gosto.
Em seguida um beijo delicioso molhou meu queixo e novamente você perguntou?
- Aqui você gosta?
- Gosto.
- E aqui? Você me perguntou beijando minha barriga.
E eu esquecida da raiva e já completamente manhosa, te respondia hum rum para todas as suas perguntas.
Você depositou milhares de beijos pelo meu corpo, a essa altura eu realmente não me lembrava mais de cordas e nem de vendas. Segurava meus gemidos e torcia para você não parar.
De repente um beijo me deixou arrepiada, de leve você beijou meu clitóris e me perguntou com voz manhosa:
- E aqui gatinha, você gosta?
E um gemido alto foi minha resposta. Senti seu dedo tocando meu sexo de leve, indo e vindo bem devagar. Novos beijos, novas carícias e aos poucos você ia afastando minhas coxas.
- Você esta tão molhada gatinha e eu não consigo te chamar de outra coisa a não ser delícia.
Que se dane o resto, eu pensava. Abri minhas pernas para sentir você dentro de mim e arqueava o corpo a cada nova chupada. Você lambia muito gostoso minha bucetinha e eu gemia alto agradecendo o fato de estar amarrada. Seu rosto estava ali, enterrado no meio das minhas pernas e eu sentia sua barba tocar de leve minhas coxas.
Você me lambia, me chupava, passava seu rosto no meu sexo e gemia fazendo charminho para me deixar ainda mais excitada.
Por alguns segundos você parou de me chupar e começou a me tocar com seus dedos, encharcada eu sentia você deslizar seus dedos até meu cuzinho, me deixando mais cheia de tesão. Devagar você levantou meu quadril e passou a língua na minha bunda, em seguida no meu cuzinho até chegar novamente à minha bucetinha inchada. Não agüentei, soltei um ai de prazer que soou pela casa toda e você sem perder tempo colocou seu dedo molhado no meu cuzinho e me deu a ordem que eu estava esperando:
- Engole meu dedo.
Enquanto eu sentia você me chupar gostoso eu rebolava minha bundinha fazendo pressão contra seu dedo, sentindo ele entrando lentamente no meu rabo.
- Isso cadela, vem.
Eu gemia, mordendo os lábios e continuava rebolando e seu dedo entrava um pouco mais.
- Esta com tesão não é gatinha? Tu vai gozar na minha boca.
Ao terminar a frase você começou a me chupar mais forte, deixando seu dedo entrar e sair de dentro do meu cuzinho, me segurava nas cordas gemendo alto e dizendo para você não parar.
- Tu vai gozar não é cadelinha?
- Vou, vou gozar agora.
E quase não conseguido terminar a frase comecei a gemer alto, contorcendo meu corpo e fazendo pressão das minhas pernas contra sua cabeça. Ouvia você dizer o quanto era uma delicia me ver gozar e como você adorava me ouvir gemer.
Minha respiração forte ecoava pelo quarto, e se eu não estivesse de venda com certeza teria visto seu sorriso delicioso de prazer, por estar me dando prazer.
- Agora linda, me beija eu ouvi você dizer se aproximando do meu rosto.
Você deixou sua boca pertinho da minha e permaneceu imóvel para que eu te beijasse e eu morrendo de tesão lambia toda sua boca e te beijava violentamente tentando sentir na sua boca o meu gosto. Você ficou ali, parado, sentindo meus beijos molhados por um longo tempo, até que depositando um beijo na minha face você se levantou, vez um carinho no meu rosto e me perguntou com voz doce:
- Meu neném se cansou?
E sorrindo eu te respondi que sim. Em seguida ouvi você sair do quarto e só soube que você havia retornado porque senti suas mãos tocarem meus cabelos num afago delicioso. Suas mãos desceram pelo meu corpo e pararam nos meus seios, você os tocava com a ponta dos dedos num carinho de arrepiar e fazer cócegas, aos poucos seu toque se tornou mais forte e os bicos dos meus seios já estavam presos entre seus dedos. Você apertava, beliscava, mordia, enquanto eu gemia num misto de prazer e dor e mordia meus lábios.
Devagar você me virou de costas e as cordas me apertavam ainda mais os pulsos. E sentindo uma dor mais forte te falei baixinho:
- Anjo, meus braços...você me solta agora?
Você segurou minhas mãos, sentiu que elas estavam quentes e sabia que o sangue estava circulando normalmente.
- Daqui a pouco... se você se comportar direito talvez eu pense novamente nessa questão...
´´Se você se comportar direito?``, eu repeti a frase no pensamento ``que mais vem pela frente´´? E sem precisar esperar por muito tempo senti um líquido gelado escorrendo pelas minhas costas.
- Hum, o que é isso? Te perguntei já sabendo que a resposta era óbvia, e você sem me responder continuava a passar o gelo pelas minhas costas. A pedrinha descia pela minha coluna até chegar à voltinha do meu glúteo e em seguida você a subia até o meu pescoço. Você permaneceu obedecendo esse caminho durante alguns minutos, eu gemia sem nenhum pudor e você sorria dizendo baixinho:
- Você gosta né sua safada?
E eu respondia hum rum manhosamente para te provocar.
- Olha como ela é danada, que cadelinha mais safada eu fui arrumar você dizia suavemente.
Agora a pedrinha de gelo se distanciava do meu corpo e eu sentia as gotas caírem sobre o meu bumbum, já molhado de suor, e escorrer pelas pernas.
- Empina essa bundinha vai. você me pediu. E quase imediatamente elevei meu quadril, empinando minha bundinha, deixando ela pertinho do seu rosto.
Agora as gotas desciam pelo meu reguinho até chegar no meu cuzinho e você se deliciava vendo o líquido percorrer meu corpo. Você aproximou a pedrinha novamente do meu corpo e começou a passa-la sobre meu cuzinho e minha bucetinha. Eu enterrava a cabeça no travesseiro abafando meus gemidos de prazer enquanto meus pulsos queimavam presos na corda.
Eu poderia ficar ali por horas, sentindo aquele friozinho no corpo e na barriga, aquela sensação de experiência nova me deixava maluca e eu queria mais.
Senti sua mão tocar minha bundinha empinada e já não sentia mais o gelo percorrer meu corpo. Sua mão deixou o meu glúteo para logo em seguida toca-lo em um tapa forte que me fez soltar um grito alto. Mas outro tapa e mais um gemido meu e vários outros tapas depositados na minha bundinha me deixaram maluca de tesão e quase sem voz te pedi baixinho:
- Dé chega, esta ardendo.
- Chega? você disse colocando seus dedos de uma só vez dentro da minha buceta.
- Chega? você perguntou novamente Você é uma cadelinha mesmo, olha só como esta molhada. Dizendo isso sua língua começou a percorrer minha bundinha, você a lambia lentamente e de hora em hora me lembrava o quanto ela estava quente.
Durante muito tempo você me torturou, batia, lambia, tocava minha bundinha de leve, batia novamente, lambia, tocava meu sexo molhado, batia novamente, eu gemia, gritava, sussurrava pedindo para você parar. Por uns minutos você me atendeu e quando eu imaginei que você já estava satisfeito, um cheiro agradável de limão recendeu pelo quarto e uma gota quente caiu sobre minhas costas, gritei um ai rouco abafado entre o travesseiro e ouvi sua voz forte:
- Não grita assim senão eu encho seu corpo inteiro com a cera dessa vela.
Você seguiu com a vela o mesmo caminho feito pelo gelo, você só tomava cuidado para que a cera não tocasse o meu pescoço e dizia baixinho que ali a minha pele era sensível. Descia os pingos pela minha coluna lentamente e se deteve no começo do meu glúteo, ficou alguns minutos ali, deixando os pingos caírem no começo do meu reguinho. Com uma mão você segurava a vela e com a outra você fazia carinhos enlouquecedores nas minhas coxas.
Instintivamente meu corpo foi se encolhendo e a cada novo pingo eu apertava a corda entre meus dedos, sem saber se queria que aquilo acabasse depressa ou que você continuasse com essa tortura para o resto da vida. E só fui acordar desses pensamentos, quando você me pegou pelo quadril, me colocou de quatro na cama e o primeiro pingo tocou meu cuzinho.
Meus pulsos latejavam, minhas pernas bambas quase me abandonaram e por pouco meu corpo não desabou na cama.
- Cachorro gritei a você, quase sem voz, quando o som do seu sorriso chegou aos meus ouvidos.
- Cadela foi o que eu ouvi em resposta. E logo outro pingo caiu sobre meu cuzinho.
- Tu é a cadelinha de quem?
Mas um pingo.
- Sua.
- Então diz meu nome. Tu é a cadelinha de quem?
- Do Dé.
Outro pingo.
- É o neném de quem?
- Do Dé.
Outro pingo.
- É a puta de quem?
- Do Dé.
E quando meu cuzinho já estava tomado pela cera, você apagou a vela, beijou meu glúteo de leve e colocou seu pau inteiro na minha buceta. Gemi alto implorando para você me fuder com força e segurando à minha cintura você obedeceu prontamente. Eu jogava meu quadril contra o seu numa vontade louca de gozar rápido.
De repente, uma das suas mãos abandonou minha cintura e você me pegou pelos cabelos. Puxava-os de leve em oposição às suas estocadas dentro de mim que agora estavam mais rápidas e mais fortes. E você quase gozando iniciou um diálogo que me deixou ainda mais maluca de tesão.
- Sente meu caralho pulsando dentro de você?
- Sente minha buceta inchada te abraçando?
- Sente o quanto estou duro?
- Sente o quanto estou molhada?
- Adoro fuder você assim com força.
- Adoro quando você o faz.
- Adoro te dar prazer e ouvir seus gemidos quando esta gozando, neném.
- Adoro ouvir sua voz enquanto transamos, delícia.
E você aumentava o ritmo dos movimentos a cada nova frase. Minha bundinha tocava seu ventre, suas coxas tocavam minhas coxas e sua mão me segurava mais forte pelos cabelos e eu tendo que levantar ao máximo meu rosto ouvi sua respiração ficando mais forte e sua voz doce chegou ao meu ouvido:
- Goza neném, meu neném.
- Então goza comigo, meu amor.
E louca de prazer comecei a gemer, gozando, contraindo a musculatura do meu corpo inteiro, num espasmos tão forte que me fez apertar ainda mais você dentro de mim e ouvido sua respiração descompassada e seus gemidos percebi que você gozava tão gostoso quanto eu. Seus gemidos começaram a ficar mais altos e dentro de segundos estávamos gemendo juntos, suados e cansados.
Gozamos juntos, demoradamente. Devagar você tirou seu pau de dentro de mim, beijou minhas costas nos mesmos lugares onde a cera permanecia, tirou a toalha que servia de venda e os fios de cabelo que estavam no meu rosto. E num gesto de carinho que me deixou maravilhada você baixinho:
- Feche os olhos, senão a luz pode te machucar.
Permaneci de olhos fechados enquanto tudo o que eu mais queria era olhar você dentro dos olhos e beijar seu rosto lindo. Devagar você soltou as cordas que prendiam meus pulsos à cabeceira da cama e me puxou para seu colo.
Abri meus olhos devagar e com uma das mãos você o protegeu da luz. Olhei para você que sorria e com a respiração ainda forte beijei sua boca longa e demoradamente, passando meus braços envolta do seu pescoço. Senti suas mãos me fazendo carinho no rosto e assustada olhei para os meus pulsos doloridos que vermelhos latejavam me incomodando.
Te mostrei os pulsos sorrindo, aquelas marcas vermelhas eram para mim um tipo de troféu e após uma piscadinha cheia de malícia você pegou os dois pulsos levou até a boca e os beijou molhada e demoradamente.
E eu dormi ali, no seu colo, me deliciando com seus beijos no meu pulso e com sua voz que chegava ao meu ouvido a dizer o quanto me adorava.