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Esposa Para Um, Puta Para o Outro

Com certeza, esta não era a vida que Rute sonhava. Ela era uma mulher bonita que se casou muito cedo, com um homem tradicional. Destes para quem a mulher é digna de muito respeito, quase uma santa. Você não desrespeita uma santa, por isso, Rute servia no máximo, para ser comida num clássico papai e mamãe visto que um casal tem que “copular” para ter filhos. Nem precisava tirar toda roupa. Como um homem tradicional, Antonio sempre entendeu que aos homens tudo era permitido, aliás, gostava muito daquele antigo ditado que dizia “em homem nada pega”. Isso fazia dele um mulherengo de mão cheia. Na verdade, ele era bem devasso nos bordeis e nas casas de tolerância que freqüentava. Enquanto isso, Rute cumpria seu papel de dona de casa. Lavava, passava, arrumava, pregava botões, enfim, uma perfeita rainha do lar. Todas as vezes que seu marido chegava da rua, ia cheirar suas roupas, procurar marcas de batom ou algum bilhetinho esquecido. Uma vez, quando conferia as roupas do marido, sentiu cheiro de perfume barato. Chorou o dia inteiro por causa disso e quando pensou que podia tirar satisfações, levou uma surra inesquecível. Enquanto batia, Antonio lhe perguntava se faltava alguma coisa para ela em casa. Não tinha roupas, não tinha comida, não podia passear com sua mãe? O que mais ela queria? Será que ela queria ser tratada como uma vadia? Como uma sem vergonha qualquer? Taí pensou Rute. Como será que ele trata as vadias que encontra? Já sabia o que fazer. Ia pagar um detetive para seguir seu marido e descobrir os lugares que ela freqüentava e como ele tratava as mulheres com quem ele se relacionava. O que mais se encontra numa cidade grande, são agências de detetive, mas Rute queria algo mais discreto, um detetive particular. Foi fácil encontrar Fernando, considerado um detetive responsável, sigiloso enfim, um excelente profissional. Marcou uma consulta em seu escritório numa terça feira, ás nove horas da manhã. Neste dia, vestiu-se com simplicidade como sempre fazia, e foi ter como Fernando como tinham combinado. Dois meses depois, já tinha um relatório interessante das atividades de Antonio. Fernando conseguiu saber até o que ele mais gostava de fazer na cama nas suas saídas extraconjugais. Ele saia sempre com a mesma mulher com a qual gostava de apanhar de chicote e às vezes, fazia inversão. Ela já sabia o que fazer. Tinha que surpreendê-lo. Lembrou-se de uma vez em que uma amiga, confidenciou-lhe que procurou uma certa Madame Lia que lhe dera bons conselhos sobre como segurar seu marido. Rute não a conhecia pessoalmente, mas sabendo de suas habilidades achou que valia a pena, afinal, seu casamento corria risco não de acabar, pois a situação era cômoda para Antonio, mas de mante-la insatisfeita para o resto de sua vida. Era exatamente assim que se sentia. Na necessidade de salvar sua sexualidade. Ela corria o sério risco de nunca ter um orgasmo. Pensando assim, marcou uma entrevista. Ela estava disposta a tudo para reverter àquela situação. Quando chegou ao casarão, percebeu que era uma casa de shows sadomasoquistas. Madame Lia a recebeu com simpatia. Conversaram durante algum tempo e lá expôs seus problemas, seus medos e a necessidade de mudanças. Madame Lia mostrou sua incompetência em suprir as necessidades do marido. Daquele dia em diante, ela passou a ir ao casarão todas as tardes para aprender a usar o chicote de forma correta, a conhecer todas as formas de sadomasoquismo, a fazer inversão de papeis usando aquela cinta que ela vira na internet e achou tão engraçada, pois ela tinha um pinto acoplado que permitia brincar de varias formas. Todas as vezes que ia ao casarão de Madame Lia, usava sempre um lenço que escondia boa parte do seu rosto e uma máscara que praticamente tampava o pouco que restava. Aos poucos, Rute começou a se apaixonar por tudo aquilo. Não perdia uma só aula. Esmerava-se em aprender tudo. Em pouco tempo, começou a interagir com as outras pessoas que freqüentavam a casa. Agora ela queria mais. Queria atuar juntos com os artistas aos sábados quando os shows aconteciam. Mas como fazer? Em acordo com sua irmã, inventou para seu marido que a mesma precisava de companhia, pois seu cunhado viajava todos os finais de semana e ela temia ficar sozinha em casa, depois que foram vítimas de roubo. Antonio achou fantástico. Era a chance que ele precisava para passar as noites de sábado fora de casa. Como a irmã de Rute morava numa cidade vizinha, ele a aconselhou que não voltasse para casa de carro logo de manhã, pois era o horário de pico e poderia ser perigoso. Ela poderia correr risco desnecessário. Ela achou sensacional. Daquela semana em diante, o casarão passou a ter entre as suas atrações “A incrível mulher mascarada”. Rute que gostava tanto de dominar como de ser dominada, alternava em chicotear e ser chicoteada. Quando assumia o papel de domme, utilizava com maestria o chicote arrancando aplausos do público. Quando assumia o papel de submissa, dava prazer enorme ao seu senhor, prendendo seu pau na xana. Depois, alternava entre prender e soltar, arrancando altos gemidos. Às vezes, leiloava-se uma escrava para uma sessão em público. Os clientes ficavam enlouquecidos, pois todos eram muito bonitos. Um dia, quando fazia o seu numero com o chicote, Rute viu assustada, seu marido no meio da platéia. Lembrou-se, contudo que ele jamais a reconheceria até porque ele mal conhecia seu corpo. Antonio não tirava os olhos dela. Parecia hipnotizado com aquela mulher de corpo escultural que fustigava o escravo com seu chicote. Não teve dúvida, foi conhecê-la no camarim. Quando se aproximou daquela deusa mascarada, depositou aos seus pés um ramo de flores e um pedido para conhece - lá mais intimamente fora daquele lugar. Rute riu intimamente do que estava acontecendo ali, mas topou encontrá-lo num apartamento que ele alugaria. Ficou definido que nestas oportunidades, ela seria sua domme, pois ele gostava de ser dominado e principalmente já se submetia a sessões de spanking. Na semana seguinte, lá estava ele com a chave do apartamento na mão. Emocionado, entregou para ela a chave e o endereço do local onde ele seria feliz. Ficou combinado que ele chegaria sempre primeiro. Ela queria o local bem arrumado. Ele traria sempre flores e um bom vinho. Deveria esperá-la sempre no quarto. Ficaria ajoelhado ao lado da cama e sobre a mesma deveria estar o chicote, a cinta com o pênis, as velas, as cordas, enfim, todo o material necessário para uma maravilhosa sessão. Quando Rute chegou ao apartamento, percebeu pelo perfume que pairava no ar que as flores escolhidas eram rosa. Entrou no banheiro, colocou sua roupa feita especialmente para esta sessão. Era um macacão todo em couro com inúmeros zíperes que o abria de varias formas. Na cabeça, o lenço que cobria quase todo seu rosto e para completar, a mascara que a tornara famosa no casarão. Quando entrou no quarto e o viu nu, ajoelhado aos pés da cama, pensou na oportunidade de vingar-se das inúmeras vezes que foi humilhada ou deixada de lado por ele. Dos orgasmos que ela não teve durante todo tempo que estavam juntos. Lembrou-se, contudo de uma das lições que aprendera no casarão. Não se faz uma sessão com a alma pesada, com espírito de vingança ou para desabafar. Qualquer dominador que começar uma sessão com qualquer um destes sentimentos dificilmente dará ao seu escravo aquilo que ele veio buscar. A função de uma sessão é dar para o outro, aquilo que ele não pode conseguir lá fora. Era isso que ela faria. Daria prazer e obteria prazer na mesma proporção. Respirou fundo e caminhou em direção a ele. A primeira coisa que fez, foi colocar uma venda nos seus olhos. Depois, amarrou suas mãos e seus pés e prendeu numa argola estrategicamente colocada no quarto. Em seguida, pegou o chicote e começou a chicotear suas nádegas. Primeiro de leve, mas aos poucos, as chicotadas foram aumentando de intensidade arrancando de Antonio os primeiros gemidos de dor. Quando perguntou quantos anos ele tinha procurando mudar a voz, por um momento pensou que ele fosse reconhecê-la, mas isso não aconteceu. Trinta e oito anos disse ele. Neste caso, vamos começar com 38 chicotadas. Como eu já dei 25, faltam ainda 13. Dizendo isso, aplicou as chicotadas que faltavam deixando sua bunda muito vermelha. Depois, foi até ele, tirou as cordas e mandou que mesmo vendado, a despisse. Com a ajuda de Rute que conduzia as suas mãos em direção aos zíperes, ele foi despindo-a. Depois, ela esfregou seu corpo no corpo dele insinuando-se de forma selvagem. Mesmo dolorido Antonio quis abraçar aquela mulher que ele desejou tão intensamente nas apresentações do casarão. Seu pau estava endurecido provando que spanking era uma das praticas que mais lhe dava prazer. Ele queria aquele corpo, mas ela disse: Primeiro eu como você. Venha, suba na cama e fique de quatro deixando as pernas para fora da cama. Antonio obedeceu. Rute colocou a cinta, depois colocou uma generosa porção de ky no cu de Antonio e mandou que ele relaxasse. Em seguida ela o enrabou chamando-o de putinha gostosa. Mandou que ele rebolasse a bunda como só uma putinha vadia sabia fazer. Ele rebolava e gemia e ela enfia mais o pinto de borracha. Enquanto isso, uma das suas mãos, ia batendo uma punheta no seu pau que mais parecia pedra. Rebolando e gemendo, Antonio gozou como ela nunca o viu fazer. Rute quase não conseguia mais controlar o tesão. Por isso, ajoelhou sobre a sua cabeça e mandou que ele chupasse sua xoxota completamente molhada. Ele se deliciou fazendo isso. Sua língua subia e descia naquela boceta carnuda. De vez em quando, mordia levemente os grandes lábios arrancando-lhe gemidos de prazer. Ele ficava feliz quando ouvia seus gemidos, pois sabia que estava gostando. Foi com alegria que recebeu o gozo de sua dona na boca. Quando pensou que ia montar naquela fêmea, a sessão terminou. Ela deu-lhe um beijinho na boca e disse: Na semana que vem, continuamos. Agora agradeça o prazer que sentiu hoje. Ele levantou-se da cama, beijou-lhe os pés e agradeceu a oportunidade de ter chegado ao paraíso. Ela então lhe disse: Vou sair dentro de 15 minutos. Você fica aqui até eu ligar para o seu celular. Quando isso acontecer, você tira a venda. Se não fizer como eu estou mandando, não haverá outro dia. Antonio fez como ela mandara. Foi embora naquela tarde muito feliz, pensando numa boa desculpa para dar para sua esposa, justificando sua dificuldade quando tivesse que sentar-se à mesa. Ele não iria mais para o escritório nesta tarde e agradecia aos céus saber que Rute naquele horário, estava no dentista. No sábado, lá estava ele no casarão. Olhava para ela como se estivesse olhando para uma deusa. Como queria essa mulher. Quando terminou o show da noite em que ela chupou gostosamente seu par que representava naquele momento o seu dominador, Antonio sentiu seu pau duro. Como queria ser aquele homem que tinha o pau totalmente engolido por aquela mulher! Como na semana anterior, foi ao seu camarim oferecer-lhe flores e saber se precisava levar algo diferente na próxima quarta feira. Ela notou o volume em sua calça e falou baixinho: Vi que você ficou com tesão. Logo chega a sua vez. Como a semana custou a passar. Durante varias semanas eles se encontraram sem que o que ele mais queria acontecesse. Ter o seu pau chupado por aquela mulher. Antonio não agüentava de ansiedade. Ser chupado daquela forma faria com que ele enlouquecesse de tesão. Procurava por Rute na cama poucas vezes. Era rápido e objetivo sempre. Não tinha preliminar, só finalmente para acabar mais depressa. Na verdade, não queria que ela percebesse que estava morrendo de tesão, mas não era por ela. Quando chegava quarta feira, na hora combinada, lá estava ele. Agora, alem do vinho e das flores no vaso, acrescentara no quarto um ramalhete de rosas que iria oferecer para ela na hora da despedida. Ela entrou no quarto e o encontrou lá. Como das outras vezes, nu a sua espera. Fez como sempre fazia. Colocou-lhe a venda, amarrou seus pés e mãos e começou o ritual do spanking. Hoje, ela resolveu alternar entre o chicote, seu cinto, um chinelo e três rosas com espinhos que ela tirou do ramalhete. Ele nunca sabia qual era o objeto que ela iria usar. Como ela girava ao redor dele, às vezes ela batia com o chinelo na coxa, bem perto do pau. Ele encolhia assustado com medo que ela desmotivasse seu pau acertando-o com força. Um grito saiu de sua boca quando ela bateu no seu pau com as rosas. A dor não era grande, mas o espinho deixava-o apavorado. Uma cintada marcou-lhe o peito. Varias chineladas queimaram sua bunda e o chicote mais uma vez, encheu suas pernas e nádegas de marcas avermelhadas. Agora ele estava deitado na cama. Não sabia qual era a melhor posição para ficar. Rute mandou que ele ficasse com a bunda para cima, pois ele ia ajudá-la a rezar. Ele só entendeu o significado da frase, quando ela enfiou uma vela no seu cu e acendeu. Ele nem se mexia de medo. Ela deixou a vela queimando menos de dez minutos. Depois, virando-o de frente, viu o pavor em seus olhos quando os pingos da vela caiam bem perto do seu pau. Cada vez que ela o tocava, ele dava um pulo assustado. Depois ela puxou a corda deixando seus pés quase no ar. O que ela fará agora o pensava? Foi até sua bolsa, tirou seu vibrador, e encostou-se à bunda de Antonio que se mostrou assustado. Pegou então um plug, encheu de lubrificante e enfiou devagar no rabo de Antonio. Dez minutos depois, trocou por um plug maior. Fez isso por três vezes, até colocar o vibrador. Antonio gemia de tesão quando sentiu a boca de sua deusa no seu pau. Ela chupava com força e às vezes, o engolia totalmente. Ele gritava de tesão. O vibrador no seu cu dava sensações incríveis e a boca de sua deusa o levava a loucura. Quando Rute sentiu que ele ia gozar, parou de chupá-lo. Desamarrou suas mãos e pés e o fez deitar na cama. Em seguida, cavalgou em cima de seu pau arrancando-lhe gritos de prazer. Antonio gozou como um animal. Seu corpo tremia como se tivesse sido acometido de febre. Sua boca entreaberta deixava sair gemidos longos. Quem o visse naquele momento, podia pensar que ele fora vítima de choque elétrico. Era assim mesmo que ele se sentia. Naquele dia, ela demorou-se mais com ele. Mandou que ele sentasse numa cadeira e o amarrou novamente. Depois, fez questão de tira-lhe a venda. Quando seus olhos se acostumaram com a claridade, assustou com o que viu. Havia fotos suas em todas as paredes do quarto. Olhou para ela decepcionado, pensando num possível golpe daquela que ele aprendera a adorar. Por quê? Ela então calmamente, tirou a mascara e depois o lenço que envolvia parte da cabeça e do rosto. Ele quase desmaiou de susto. Só não caiu naquele momento, porque estava sentado na cadeira. Ela sentou-se à sua frente e disse: Você viu? Eu gosto das mesmas coisas que você. Durante todo esse tempo, tem me negado prazer. Eu não quero ser santa. Você me vê no altar? Pois eu me vejo de quatro na cama, na cozinha ou em qualquer outro lugar. Eu não vou me quebrar com um spanking. Eu não sou de cristal. Queria lhe mostrar isso. Nunca consegui entender porque você sempre agia comigo daquela forma. Precisei de me disfarçar para ser para você aquilo que sempre quis ser. Uma mulher com uma vontade enorme de lhe fazer feliz. Eu não sou sua empregada, sou sua fêmea, sua puta. Nunca fui tão feliz na minha vida, como fui com você neste quarto durante as vezes que nos encontramos. Eu precisava lhe dizer isto. Como não sabia sua reação ao descobrir quem era a sua deusa, filmei os nossos encontros, fiz algumas fotos que estão prontas para serem colocadas no correio, caso algo aconteça comigo. De agora em diante, a nossa vida está em suas mãos. Antonio respondeu emocionado: Nunca tive coragem para te falar do que eu gostava. Fui sempre considerado machão. Como dizer para você que eu gosto de ser enrabado? Que eu pagava para uma mulher me espancar? Tinha medo de perder o seu respeito, por isso a tratava daquela maneira. Se nosso casamento esta em minhas mãos, quero levar para casa, esta puta gostosa que sabe me dar prazer. Nosso casamento começou agora. De agora em diante, estamos em lua de mel e vou aproveitar para fazer com você tudo àquilo que eu considerava desrespeito como, por exemplo, comer aquilo que você come em mim tão bem com o vibrador. Ela adorou com aquela decisão. Agora só tinha um problema. Continuaria ou não sendo a “mascarada do casarão”?