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A Consagração da Primavera – Terceira Parte

Ela estava no interior do caminhão acorrentada vendo aquele prato, a sua fome era grande, anda até ele, mas não consegue alcançar porque a corrente era curta. Ela ajoelha e com a sua mão tenta pegar o prato, mas somente as pontas dos dedos encostavam-se ao prato. Mas todas as vezes que os dedos passavam pelo prato ele ia se distanciando um pouco, contudo ela não desanima, pois tinha fome, tenta mais duas vezes, e com a dificuldade consegue pegar aquele prato, volta a comer como uma cadela. Após comer, ela olha para os lados, sem saber o que fazer, impedida de agir ela deita e dorme. Eles a cutucam com uma cane e só após a terceira ela acorda sonolenta. É retirada do interior do caminhão e levada ao centro do galpão. Eles colocam grampos em seus mamilos e um cinto de castidade. Colocam também uma máscara de couro e em seguida prendem suas mãos com uma algema de couro unida por uma corrente guia. E no momento que menos esperava é puxada pela corrente guia e a cada dois passos ela sentia os puxões. Por causa daquela máscara ela não conseguia saber para onde estava sendo levada, pois sentia que estavam caminhando por uma estrada cheia de pedras, folhas secas. Durante o trajeto ela se perguntava “Para onde estou indo? Que dia é hoje?”. Depois de uma hora de caminhada eles chegam numa casa, entram, mas ainda não tiram a máscara. Ela é levada para um cômodo da casa. Era um quarto pequeno, um deles retira a algema, e depois retiram a máscara. Seus olhos mostravam que estava receosa dessa nova mudança, e sua mente estava confusa, não sabia o que sentia: ficava-se com medo ou excitada. Ela tenta falar algo, mas aquele homem dá um beijo provocando nela uma considerável aumentando a sua excitação. Depois desse beijo esse homem deixa o cômodo, trancando a porta de ferro. Aquela mulher, ali naquele quarto, ela senta na beira da cama olha para o teto e sem entender nada deita e como estava exausta adormece. Depois de oito horas de sono ela acorda, se levanta da cama. Depois de uns dez minutos a porta é aberta. Um daqueles homens entra trazendo consigo uma grande mala que logo seguida é colocada na cama, com muito cuidado ele abre a mala. Ela só ficava ali olhando atônita para o conteúdo daquela mala. Enquanto isso, em outro cômodo, dois homens estavam conversando: - Pois bem meu amigo, você estava certo ela é uma delicia. - Mas Carlos as suas diversões terminam por aqui. Ela é minha mulher e não quero que nenhum outro homem a toque depois desta noite. Além de ser minha mulher ela é minha escrava. - E o grupo? – pergunta Carlos. - Ora Carlos, você está preocupado com quê? Com a tua situação no grupo? - Meu Deus, o que há meu amigo? - Nada. Só que sou eu que vou comprar. - Mas você sabe que ela deverá servir ao grupo por um ano e depois poderás comprar, - fala Carlos. - Tudo bem meu amigo, mas ela será minha. O que acontece com essa escrava? O que estão colocando nela? (Continua)