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Feminilização Forçada (Parte 2)

... agora estava totalmente escravizada por minha ex, a quem agora chamava de patroa. Meu treinamento (como podemos assim chamar) continuava, mas agora ela nao estava só, pois seu namorado (ver parte I) estava me treinando tambem. Me batizaram finalmente de Maria Eliza, e eu tomava conta da casa e das roupas dela e do seu namorado. Quando chegavam a noite conferiam para ver se estava tudo limpinho, e se estivesse eu podia jantar , caso contrario me colocavam para acabar a faxina, e me alimentava do resto do prato deles na hora de lavar a louca, que sempre devia ser lavada a noite, pois ele detestava louca suja. Acordava antes dos dois e colocava minha havaina (unico calcado que podia usar no dia a dia), uma saia que ficava acima dos joelhos, uma camisnha de alca e ia para a padaria comprar o pao para o cafe da manha, ainda estava como tracos masculinos (apesar dos seios, e estar mais femiinina), e era humilhante andar assim na rua, mas nao tinha escolha, e ia. Na hora do cafe ficava servindo os dois e a pedido deles contava o que as pessoas haviam falado na rua, se tinham me xingado de bicha, e coisas do genero, os dois se deliciavam e ficavam planejando outras maneiras de me humilhar. As vezes tinha que pintar as unhas de vermelho , outras me davam ma minisaia, e mandavam me barbear com uma lamina velha (para sair na rua). Em ocasioes especiais, quando me levavam para sair a noite deixavam eu colocar uma roupa diferente, mas tinha que obedecer certas regras, usar maquiagem forte, esmaltes vermelhos, saltos altos, saias curtas e tinha que me oferecer para muitos homens, pois senao era castigada em casa. Me deixaram muito tempo sem permitir que eu mantivesse qualquer contato sexual, e para nao me masturbar amarravam fita de embalagem como se fosse uma fralda em torno de meu penis e quadris. Ficava o dia todo segurando o xixi, que era feito sob supervisao dela duas vezes ao dia (tinha que sentar no vaso para fazer xixi). As noites nesse periodo eu dormia num tapete ao lado da cama deles, e ficava vendo e escutando os dois transarem, ficava morrendo de vontade e a humilhacao comecava: - Ce acha que dava conta de uma mulher dessa o bichinha? Olha como eu como ela de um jeito que voce nunca comeu. E riam , ela por sua vez quando era comida por ele dizia: mostra para bichinha o que é ser homem, mostra pra ela porque eu transformei ela nessa bichinha, era vontade dela enrustida. Por mais estranho que parecesse essa humilhação começou a me dar prazer. Quando muito me amarravam e amarravam meu penis e ela depois de ter transado com meu patrão, sentava a bunda toda suada na minha cara para que eu sentisse o cheiro (eu me deliciava nessas horas), lambia seu liquido e (como ela estava morando com ele, ja transavam sem camisinha) e liquido dos dois misturados, mas quando ela percebia meu prazer, interrompia e me deixava la, sofrendo. Revendo uma amiga dela Muito tempo eu estava sem fazer nada de sexo, quando certo dia ela me avisou que no sábado devia colocar meu uniforme de empregada, pois teriamos uma visita de uma amiga dela (eu só vestia o uniforme em ocasiões muito especiais, pois como era tida como empregada dos dois, era assim que era apresentada). Pensei ser uma visita sem segundas intencoes, tratei de arrumar bem a casa, afinal se alguem visse uma sujeirinha depois que a visita fosse embora eu tomava uma surra de chinela na bunda, e por isso procurava evitar errar (aplicada por ela, enquanto ele me segurava). No sábado minha surpresa foi quando abri a porta e me deparei com M. uma antiga amiga dela, que tinha conhecido quando ainda era namorado da minha patroa, mas procurei agir naturalmente, pedi que aguardasse pois a dona D. ja ia descer com o marido dela. Meu coração estava na boca, será que ela tinha me reconhecido? Meu coração batia mais forte, mas nao tinha como fugir, anunciei ela para meus patrões e fui para a cozinha acabar de preparar as coisas. Passado algum tempo ela me chamou da sala, e eu prontamente (como havia sido treinada a base de muita chinelada e palavrões) atendi. Quando cheguei na sala a amiga dela M. disse: - Você fez um bom trabalho nela mesmo, lembro como era, meio bichinha na época, mas agora esta uma moça (e riram todos). Fiquei vermelha em perceber que ela havia me conhecido, mas nao tive tempo de muita coisa, minha patroa mandou eu dar uma volta e desfilar para eles, depois disso, mandou eu colocar várias calcinhas e sutias com um salto alto e desfilar para os três, estava morrendo de vergonha, mas obedeci. M. vibrava em me ver naquele estado, e comentava: vai minha bonequinha, rebola mais essa bunda. Quando ela me mandou parar, mandou ficar nua só de salto e com o pênis virado para eles, M. olhou me analisou e virando para os dois disse: - Sim, eu aceito o desafio de domesticá-la um pouco melhor, mas antes queria dar uma experimentada. Meu patrão se levantou, me agarrou, virou minha bunda para ela e com seus dedos abriu me anus, enquanto apertava minha cabeca em seu peito, senti um gel gelado no anus e depois disso um vibrador entrando e saindo. Quando o penis parou de entrar e sair senti uma fita sendo amarrada em mim e o penis ficou estacionado la dentro. Me mandaram colocar uma saia e uma blusa pois iria passar um mes fora. Tentei sentar no banco do carro tentando nao deixar o pênis que estava dentro de mim me machucar muito. Chegamos no apartamento dela, que era pequeno, e ela me mandou ficar nua pois queria me analizar. Fiquei nua parada na frente dela um bom tempo, com a mão atrás da cabeça. Cada vez que relaxava um pouco o braço ela dava um tapinha no meu saco que me dava uma dor tremenda. Depois de um tempo assim ela começou a me dizer as regras que deveria seguir se quisesse outra vez ver minha patroa, pois eles estavam enjoando de mim, pois nao estava a altura de servi-los. Eu devia todo dia quinze minutos antes dela chegar estar com a casa arrumada e com a janta ponta, esperando de joelhos e totalmente pelada. Diferente de antes, passaria o dia todo com salto alto, e uma vez por semana passaria o dia com um vibrador no meu ânus. A partir de agora devia fazer tudo certo para me alimentar com os restas das refeições dela, e disse que se fizesse algo errado eu veria o castigo que me aguardava. Que quando seu namorado fosse lá eu devia esquentá-la, lambendo a vagina dela e depois de transarem eu devia limpá-la coma a língua, assim como ele tambem, lambendo seu penis quando ele quisesse depois de transarem. Fiquei assustada, mas não podia fazer nada. Meu Primeiro Castigo de M. Não tardou muito para sofrer meu primeiro castigo, salguei um pouco o arroz e não tive tempo de fazer outro, acabei cometendo muitas falhas em um dia, e quando M. chegou e viu esses erros me trancou no banheiro e saiu para jantar, quando voltou, eu estava trancada no baheiro de empregada, que era pequeno e não tinha luz, estava assustada, ela abriu a porta e me puxou pelos cabelos, fui cambaleando, pois com medo ainda não havia tirado meu salto plataforma (que fazia parte do uniforme), ela me jogou no chão do quarto dela e comecou me xingar de bicha burra, puta, viado, imprestável, eu tentei me levantar mas ela gritava comigo e me empurrava para o chão de novo. Estava tremendo de medo, ela me puxou de novo pelo cabelo e me colocou de bunda para cima no seu colo, enquanto segurava meu cabelo, tirou seu bamando e comecou bater na minha bunda, xingando e enfiando o dedo em meu ânus, me senti uma moça estuprada nas mãos dela, sua raiva era tanta que eu so pedia perdão. Quando minha bunda estava bem ardida ela me jogou no chão de novo e sentou com a bunda no meu nariz, mandou eu lamber a vagina dela e comecou soltar gases no meu rosto, fiquei repugnada como o cheiro, mas não consegui tirá-la pois ela era uma morena dominadora e forte, depois de muitos gases e dizendo que se eu errase de novo ia ser bem pior, ela mandou eu lamber o clitoris dela ate ela gozar, depois disso me amarrou na cama e mandou eu dormir. Estava com a bunda ardida e inchada, com o ânus machucado pelos dedos e unhas dela, enjoada pelo cheiro dos gases. Acordei com uns gases no meu rosto e ela me chamando de puta imunda. Me levou para o banheiro e mandou eu sentar do lado do vaso enquanto ela defecava, soltava gases e me mandou lamber seus pés. Quando acabaou de defecar mandou eu escutar: - Eu sou superior a você e você serve para fazer apenas as coisas que não precisam de inteligência, coisas que eu tenho nojo de fazer, para isso você existe. Por isso a partir de agora, quando eu defecar ou urinar quero que você me limpe. E levantando-se mandou limpar seu ânus, o cheiro era insuportavel, mas com medo de novos castigos e para voltar para meus patrôes obedeci prontamente. continua .....