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Ela não agüentava mais a escuridão da sua vida. Achava que já não havia mais razão para tanto sofrimento. Sabia que tinha que haver mais que lágrimas e dor. Mas onde estavam as coisas boas da vida, que tanto havia escutado as promessas? O que seriam? Como fazer para chegar até elas? Não sabia, simplesmente desconhecia tudo e qualquer sentimento de valorização própria. Desconhecia o que era realmente belo em si. Não era feliz, somente mais uma solitária na infinidade do mundo. Chegando em casa, não tinha alegria, aquela casa grande, vazia, fria, sem sentimentos, ela e seus pensamentos e seus desejos. Sozinha com eles e sem ninguém para satisfaze-los. Foi nesse dia que Ane resolveu sair, mudar, conhecer pessoas, deixar de ser tão sozinha e viver um pouco mais da vida.Quem sabe um pouco mais de loucura, por um ritmo mais quente, deixar seus desejos fluírem, não ficar esperando que um homem caia dos céus para faze-la feliz, e sim, ir atrás de seus sonhos, seus desejos, ir atrás daquilo que mais desejava naquela noite: Sexo! Arrumou-se, pôs um belo vestido negro como a noite, longo, mas tão colado em seu corpo, tão perfeito, delineando cada curva, que quando se olhou no espelho, pela primeira vez sentiu-se tão atraente, que se tocou, tocou-se tão profundamente e deliciosamente, que pode sentir sua própria umidade e aquilo a deixava mais excitada, aquele corpo maravilhoso era seu, e era belo e excitante. Terminou de tocar aquela delícia molhada e gozada, pôs os dedos na boca, para sentir o gosto do próprio mel que escorria, adorou! Maquiou-se e saiu para dar para quem quisesse provar aquela delícia que saia de si, que nem ela sabia que poderia ser tão gostosa. Acabou entrando numa dessas casas noturnas, com poucas luzes, mas muita gente na volta, uns apenas em amassos, outros bebendo no balcão do bar, e outros dançando. Apenas coisas normais, mas aqueles amassos nos cantinhos escuros, ela também queria experimentar. Nesse momento então Ane pede uma bebida ao garçom, ele prontamente atende aquela bela mulher. Ane senta-se numa mesinha e fica jogando seu charme para todos os lados, a caça de alguém que a queira. Passa-se alguns minutos e logo sua rede pega um peixe, um peixe daqueles. Ela olha para aquele homem. Ele era alto, forte, cabelos negros como seu vestido e olhos também negros, fascinante! Ele com extrema delicadeza, pergunta: - Posso sentar-me com você? Ane aflita, louca que estava por uma aproximação qualquer, prontamente responde: - Claro que sim, fique a vontade! Começam as cerimônias de apresentação e aquelas conversas que sempre acabam em risos e mais bebidas. - Meu nome é Lorelei, e o seu??? - Meu nome é Ane. - Que procuras aqui hoje Ane? Diversão? Prazer? Sexo? - Quero todas essas coisas hoje Lorelei. - Muito bom Ane, pois estou disposto a dar-te tudo isso hoje, pois também quero! - Vou pedir mais uma garrafa de bebida para nós Lorelei, que achas?O que quer beber? - Não sei Ane, deixo a sua escolha, qualquer coisa um drink com cerejas, quem sabe, ou uma boa e embriagadora garrafa de vinho! - Fico com a idéia do vinho! - Ok. Beberam muito, entre muitos beijos, e abraços, como se conhecessem há muito tempo. Ane já queria mais, o vinho subira-lhe a cabeça, e ela estava fascinada por aquele belo homem, começou a passar a mão por sobre a calça dele, sentiu aquele membro espetacular, grosso, grande e duro, por cima da calça, aquilo a deixou muito excitada. Vagarosamente, ela abriu as calças dele e pôs as mãos dentro para poder acaricia-lo e masturbá-lo. Ele só levantou seu vestido, e ela estava preparada, pois não vestia lingerie nenhuma por baixo, e estava muito, deliciosamente molhada, pôs as mãos dentro daquela delícia, quentinha, sentiu seu corpo estremecer, tocou seu clitóris, ela gemia baixinho. Lorelei teve vontade de chupa-la. Mas não só chupa-la e sentir o gosto do mel vaginal, mas queria, além disso, o sabor do seu sangue, no qual podia sentir o perfume, misturado com o vinho, era embriagador. Vamos sair daqui Ane, não agüento mais de tanta vontade de chupar você, quero meter em você, quero possuir você. - Vamos, também quero muito você, e não estou agüentando mais de tanto tesão. Saíram do bar, chamaram um táxi e seguiram para casa de Ane. Chegando lá mal conseguiram segurar-se e começaram a arrancar suas roupas, Ane quando viu aquele membro grande, logo caiu de boca e começou a chupa-lo, Ane sentiu que a pele dele era um pouco diferente, mas não se importou muito, pois ele era o mais belo homem que já se interessava por come-la, e com tal voracidade, como um animal come sua presa, isso era demais excitante. Ane o chupava, chupava com muita vontade, passava deliciosamente a língua por aquela robusta cabeça daquele pênis, olhava naqueles olhos negros inexpressivos e aquela boca que apenas dizia para continuar. - Segue cadelinha, não pare não, pare somente se eu ordenar.Agora você será minha escrava. - Não vou parar, mesmo que mande, quero sentir seu esperma na minha boca, quero sentir o teu gosto, seu animal. - Então chupa, chupa tudo minha putinha! Ela chupou com toda sua gana e vontade. Sentiu dobrar o tamanho do pênis dele, foi quando sentiu o gozo dele, encher sua boa. Ela adorava o sabor do esperma, mas o dele tinha um gosto diferente.Textura diferente e gélida. Mas naquele momento estava muito excitada, logo que ele gozou na sua boca, ela implorou para que ele comesse seu rabinho. - Coma meu rabinho Lorelei, quero sentir todo você dentro de mim. Quero gozar em você! Quero ser sua putinha.Me coma desgraçado! - Você quem está pedindo vadia. Vou te levar para o inferno. Quando ela olhou para o rosto dele, viu o inesperado. De repente aquele belo homem estava ficando com formas animalescas. Seus olhos negros, agora adquiriam a cor do sangue, seu corpo, tornou-se mais forte, viu seus dentes mudarem a forma, seu caninos mais eram de um animal do que de humano. Ele subiu nela e a penetrou com uma força maior que antes, aquela mistura de medo que estava tendo era em si excitante, não sabia do que ele se tratava se um monstro, um demônio, ou ...Não, não podia ser...Essas lendas urbanas, sempre a amedrontavam e a excitavam ao mesmo tempo, e agora estava acontecendo com ela...Lorelei era um Vampiro! Lorelei a beijava e mordia todo seu corpo, era por demais excitante para ela, aquele monstro dava-lhe mais prazer que qualquer mortal nunca dera.O cheiro do sangue de Ane o enfeitiçava, era doce aquele cheiro, ele queria poder morde-la, sugar-lhe a alma, descobrir o íntimo daquela mulher. Ele metia nela cada vez mais forte. - Mete, mete, demônio...É o melhor que pode fazer seu maldito! E mais ele dava aquelas estocadas fortes em Ane. Por poucas vezes sentiu-se tão desejada. Ele beijava seus seios, mordiscava seus mamilos intumescidos de prazer. Sugava seus seios, com tanto desejo, que mais ela o molhava de prazer, e ele não agüentava mais, queria seu sangue. Mordeu-a, mordeu seus mamilos, que brotavam sangue, aquele sangue delicioso, onde brotava toda a alma de Ane, pode vê-la antes de ir ao bar, saber o que procurava, o que sentia, a solidão e os sofrimentos de Ane. Soube que ela há tempos não se sentia assim, quis dar-lhe o melhor que um vampiro pode dar alguém: A beleza eterna e a imortalidade. Nesse instante, ao saber de todo seu sofrimento, voltou a beijar todo seu corpo, dando-lhe muito prazer, chegando até suas virilhas, dando mordiscadas leves sem feri-la, chegou até entre o meio de suas pernas, lambeu sua vagina, doce mel, e com a língua, forte e rápida no seu clitóris excitando-a o máximo, colocava sua língua dentro dela, beijava sua vulva, sugava-lhe, deixando-a louca. - Não pare Lorelei, não pare, ai, huuuuuum, ai, estou gozando na sua boca, sinta o mel da minha bucetinha, sinta Lorelei, aaaaaaaaaai, uuuuui. Naquele momento, Lorelei, mordia seu clitóris, ela sentiu a dor dos caninos dele, mas ao mesmo tempo sentia o prazer do seu gozo, que fazia seu corpo estremecer.Ele sentia na boca, o gosto daquele sangue, sugava, sugava muito, era sangue e prazer ao mesmo, todas as secreções de Ane, junto com aquele sangue, que estava regado ao vinho, aumentavam mais sua sede. - Que está fazendo Lorelei, pare está doendo, pare, por favor. Ela começou aos gritos pedir que ele parasse, olhava para ele via seus olhos reluzentes de tanto desejo, e o sangue brotar.Ficou com medo. - Vai ser minha eternamente Ane. Nunca mais te sentirás sozinha, nunca mais sentirá solidão. Serás eternamente linda e sedutora como estavas nesta noite. Nada a abaterá. Poderá ter tudo que quiseres, serás rainha da noite e todos sentirão medo e desejo por você. Aquela idéia realmente, de não sentir mais solidão era tentadora. - Sou sua Lorelei, sou sua.Faça de mim o que quiser. Ele a sugou com mais força e voracidade. Ane desmaiou. Lorelei apenas com um riso no rosto, parou de sugá-la e aguardou ela acordar. Transformada. Ane finalmente acorda, olhou para seu corpo nu, viu-o diferente, mais atraente, sentiu-se ainda mais sexy do que antes, olhou para seu companheiro que a observava. - Então querida, que sente ao acordar para sua nova vida? - Que fez comigo Lorelei, estou diferente, sinto fome... - Venha, mate sua fome em mim. Agora é minha cadelinha, eterna cadelinha. Ela sentou nele, colocando toda sua força, cavalgando-o como uma fera indomada que agora era, sentiu agora vontade de morde-lo, cravar os dentes nele queria sangue. Escutava os gemidos daquele que agora era seu criador, por aquele que agora devia devoção. Adorou a idéia de ter aquele monstro para sempre ao seu lado, dando-lhe prazer, agora era eterno. Não cansava de tê-lo dentro de si. Ele a jogou com força de bruços na cama e penetrou com toda força vampírica, penetrou com todo ardor aquele buraquinho que até agora parecia ser virgem, de tão pequeno que era e agora era todo seu. - Isso come meu cuzinho virgem meu vampiro lindo, come, sou sua, toda sua, sou eternamente sua escrava maldita. - Vou gozar em você minha linda submissa. Ele puxou com força seus cabelos, que a fez gritar com força, e gozar com ele, uma maravilha monstruosa com muito sangue e desejo. Acabados e com fome, depois de tantas maravilhas juntos, sentiam no ar o cheiro dos mortais que pela rua passavam. Sentiam o cheiro doce de sangue e agora sairiam a caça. E assim eternamente entre prazeres e sangue viveriam alimentando-se dos humanos, seduzindo-os, dando-lhes prazer e matando a fome com aquelas almas pecaminosas.