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História de uma Escrava II

No dia seguinte conforme havia dito ele estava na porta do colégio para me apanhar, fomos para a casa dele, e ele mandou eu entar, e na porta me colocou uma venda, depois que eu entrei ele começou a me beijar, tirou suavemente minha blusa e começou a chupar meus seios, enquanto me acariciava ele me perguntou se eu queria ser a putinha dele, pois ele iria adorar ter uma vagabunda para o divertir, o mais sensual que pude, e refletindo todo o meu tesão eu respondi prontamente que sim. O Sr José continuou a me acariciar, passando a mão por todo o meu corpo, e dizendo que ele falava que estava adorando a putinha que ele havia arrumado, e que os outros homens haviam me ensinado direitinho, e eu sorrindo com a respiração ofegante de tesão, e suspirando entrei no jogo dele, respondendo que sim, que eu havia aprendido tudo direitinho para ser uma putinha, e que iria mostrar para ele como eu havia aprendido. Ele então perguntou se eu gostava de chupar um pau, e eu suspirando de tesão, com a xoxotinha pingando de molhada, respondi que adorava, ele então me pediu delicadamente para eu o chupar, eu então me ajoelhei e comecei a chupá-lo, ele beliscava o bico do meu seio enquanto eu o chupava, eu sugava com maestria, sorvendo todo o mastro dele, dando atenção a cabeça, ele acariciava meus cabelos e dizia que eu era a boca mais gulosa que ele já tivera, que nem mesmo uma puta paga era tão boa quanto eu, aquilo me deixou lisongeada e cheia de mim, me fazendo ficar mais paliçada ainda na minha chupeta ``profissional´´. Certa altura, ele ainda não havia gozado, mas mesmo assim ele me fez parar e me colocou de pé, falou que era a vez dele, tirou meu shorts, e começou a me chupar. Ele me chupava, eu nunca havia sido chupada, as vezes ele colocava meu grelo em sua boca e sugava como uma chupeta, e eu gemia e pedia mais, dizia que queria ser a putinha dele, que estava adorando ter um homem mais velho, não demorou muito eu gozei, dizendo para ele fazer a putinha dele gozar, e prometendo ser a vagabunda que ele sempre sonhara. Quando terminei o gozo, senti minhas pernas moles e quase não consegui me manter em pé, ele então parou, eu esperei um pouco e ele me virou para o outro lado, e mandou eu tirar a venda, quando eu tirei estava de frente para a TV, de repente eu comecei a ver na TV tudo o que acabáramos de fazer passando em filme, ele então começou a falar: ``Essa é a prova da grande vagabunda que voce é, e se você não fizer tudo o que eu te mandar, a partir de hoje, eu mostrarei essa fita a seu pai, você agora e minha escrava, e fará tudo o que eu mandar.´´ Apesar de assustada com a fita, eu adorei a ideia, pois estava gostando bastante daquele joguinho, e eu respodi que sim, que concordava com tudo, mas que ele não precisava da fita, pois eu faria tudo que ele mandasse. Ele então riu sarcasticamente, e falou que aquela era a garantia dele, e que ele não me entregaria jamais, e que aquela fita só sairia das mãos dele para ir para as do meu pai. Depois desta nossa conversa, ele me ordenou que na sexta-feira era para eu falar a meu pai que iria à casa de alguma amiga, e que eu passaria a noite com ele, e que era para eu chegar as 20:00hs em ponto.