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Meu Doce Dom
Chovia torrencialmente onde eu me encontrava, mas toda aquela chuva estava longe de esfriar todo aquele sentimento que invadia minha alma e meu corpo, Eu sentia minhas entranhas fervilhar e meu peito arfava só de imaginar que em poucas horas estaria servindo-o... Ele, como já havia avisado ao me ligar, estava se refrescando com uma cerveja à minha espera...
Quando o avistei de longe, já comecei a ficar excitada, na verdade, excessivamente excitada. Isso porque a cada novo encontro era sempre uma aventura, sabia que haveria sempre algo muito peculiar me aguardando, idealizado por meu dono para me surpreender, avançar em minha aprendizagem. E isto tudo me fervilha a alma e deixava minha libido a mil.
Ele aguardava por mim à mesa de um bar. Timidamente o cumprimentei, pois final estávamos em local publico... Sentei-me à sua frente e bebi o copo de cerveja que me aguardava. Minha atenção estava voltada para o quarto que ele havia reservado na parte de cima daquele bar. Quando ele mostrou a chave foi como se abrisse ainda mais meus desejos e provocasse meus medos. O que me aguardaria naquele quarto?
Ele me fez ir à frente, estrategicamente. Ao subir ao quarto recebi uma primeira e forte palmada na bunda.
Tão logo entrei, ele vendou-me, deixando-me com as costas escoradas na parede fria daquele quarto, à sua espera. Torcia para que aquele castigo não demorasse muito. Ouvia seus passos pelo quarto, certamente conferindo detalhes para o que ele chamava de ritual. Ao menos de uma coisa eu tinha certeza: havia me depilado demoradamente na véspera, para estar como ele ordenara.
De repente percebi que ele se aproximava. As duas mãos fortes invadiram o decote de meu vestido e seguram meus mamilos como duas fortes garras, apertando-os e esticando-os rigorosamente. Apalpando, apertando, beliscando, desferindo palmadas aleatórias, foi assim que me senti sendo despida. Para meu delírio cada peça de roupa ia descendo lentamente pelo meu corpo.
Quanto estava só de calcinha, novamente meus mamilos foram agarrados fortemente e puxados para baixo, indicando que eu deveria ficar de joelhos. Tateando, desatei a fivela de seu cinto, desci o zíper de sua calça, abaixei sua cueca que, pelo tato, julguei ser de seda. Ainda puxando meus mamilos, ele direcionou minha boca para seu pênis. Sabia que a sessão estava começando.
Já completamente nua e excitada ele calmamente me direcionou até mesa, e obrigou debruçar-me, colocando as mãos espalmadas na mesa, ordenando para eu abrir bem as pernas e a empinar a bunda. Sabia o que me aguardava, afinal varias vezes tínhamos conversado sobre aquela cena. E só de imaginar eu já suspirava com ansiedade para que tudo que eu havia fantasiado se concretizasse. O que não tardou muito, pois senti minhas nádegas serem acariciadas com suas palmadas. E elas foram inúmeras, umas mais leves outras com mais rigor. Como ele havia anunciado, minha bunda tinha que ficar bem rósea. Pela dor e ardência que sentia, sabia que ela estava já avermelhada, com marcas da mão determinada de meu dono.
Vez ou outra sua mão deslizava pra minha xana que já escorria abundantemente e, por trás, aplicava tapinhas, rápidos, curtos, mas também fortes. E repentinamente ele pára e pega minhas mãos e me direciona para a cama. Manda que eu deite de barriga pra cima, abrindo bem minhas pernas. Aí me brinda com as bolas tailandesas. Retorço-me, de tesão. Sinto ele colocando-as, uma a uma, sem pressa, como que se deliciando com aquela visão de minha buceta depiladinha sendo invadida por aquelas bolas. Percebo que não vou agüentar por muito tempo. Ele percebendo isto me impede de chegar ao tão almejado gozo.
Suspiro fundo e tento relaxar. Não satisfeito, ele coloca outras bolas, só que menores, no meu ânus... Ele sabe que não tenho prática nesta área. Mas ele não se importa. Coloca todas e aguarda minha reação. Não peço pra tirar. Fico com elas, aceito sua decisão e me comporto bem. Então, uma corda é amarrada à minha cintura, passando fortemente pelo vão de minha bunda e dividindo minha xana em duas, certamente para prender bem as bolas tailandesas.
Com a buceta e o cuzinho preenchidos, sou novamente direcionada até à mesa, colocada na mesma posição anterior. Novamente sou brindada com mais rigorosas palmadas em meu traseiro. Sinto que estou por um fio para chegar do gozo... Mas ele, subitamente, pára com aquela lição. Fico imóvel, a bunda empinada, as mãos espalmadas na mesa, à espera. Deixa-me com os pensamentos, a tentar imaginar a cena seguinte, buscando identificar ruídos.
Algum tempo depois ouço o ruído da tv sendo ligada, o volume aumentado o suficiente para abafar meus possíveis gemidos ou ecos das palmadas que ainda receberia. Imagino que naquele momento ele está tirando suas roupa, no que acerto em cheio. Sou retirada daquele castigo, abraçada por trás, as mãos dele apertando minhas tetas.
Então ele me puxa e me faz ajoelhar. Novamente sou levada a abocanhar seu cacete o qual sugo avidamente. Sempre que ele retira o pau bruscamente de minha boca pressinto que é para evitar também que goze. De novo em pé, sinto que o laço da corta que circulava minha cintura e desfeito. Mas a corda não deixa de passar por minha xana e bunda. Passando em volta de meu pescoço, sou forçada a erguer os pés pela pressão da corda. Assim, sou conduzida ao box do banheiro. Certamente a corda estava sendo passada por cima do cano existente sobre o vão da porta, pois senti um forte puxão da corda, como se estivesse em uma roldana, separando minha vagina pelos grandes lábios. Mais que a dor por aquela pressão foi a tesão que senti por aquela corda roçando meu grelo... Ah! Que delicia.
Sinto que não agüentarei mais e vou explodir em gozo. Ele percebe. E não quer isto ainda. Precisa retardar meu gozo ao máximo. É o desejo dele que prevalece. Sinto meu rosto em brasa. Sou levada à cama novamente, tenho meus braços presos por algemas de couro ao alto de minha cabeça. Ele avisa que agora serei permitida a gozar. Mas antes ele me deita pesadamente, sobre mim, aperta meus mamilos, morde-os, estica-os.
Debruçado sobre mim, ele se posiciona para deixar seu pau ao alcance de minha boca e fazemos um delicioso 69, custando-me a me conter. Ele e pega o vibro e coloca em cima do meu grelo, sinto um tesão tão intenso que não suporto mais. Ele desfere uns tapinhas no meu rosto, a meu pedido. Pois parece que vou explodir...Sinto o vibro a roçar e forçar entrada... Como as bolas tailandesas ainda estão lá, elas são então puxadas, uma a uma, permitindo então a entrada total do vibro.
A vibração chegou ao clímax e tenho um dos meus mais intensos gozo e sinto molhar toda cama com meus esguichos. Gozo abundantemente. Já mole de tanto gozar fico constrangida por ter molhado meu senhor... Mas ele dá uma bronca severa, dizendo pra largar de bobagens e que aprecia aquilo tudo.. Diz que assim não tenho como fingir orgasmos. Brinca ele...! Ah! Como é doce e tão delicioso meu dominador...
Ainda ofegante e tentando relaxar dos orgasmos sentidos ainda há poucos minutos ele não da descanso. Afinal ele ainda não fez tudo que havia planejado.. Começa alisar minhas nádegas e diz que estão bonitas róseas..Sua cor predileta. Mas que ainda podem melhorar. Sorrindo começa alisar o grelo e liga o vibro e roça no meu anus fico assustada, afinal não é tão pequeno assim o vibro, ele não se importa coloca um preservativo no vibro e começa a introduzir, mas não coloca tudo, só um pouquinho e de repente ele me vira pra o outro lado da cama e começa a introduzir seu pênis em meu anus.. Eu penso que vou desmaiar, pois é uma sensação deliciosa.. Não faço de rogada e empino mais a bundinha e ele da as mais deliciosas palmadas que já senti em toda minha vida e nem vejo mais nada quando percebo estou colocando o vibro sem o preservativo na xana ora no grelo, é uma sensação tão profunda que só sabe quem já sentiu isto. A excitação é tão grande que, sinto que vou perder os sentidos. Sinto um orgasmo tão intenso que sinto minha visão turva. Caio deitada, mole exaurida de tanta felicidade...
Obrigada senhor, por usar-me daquela maneira. Obrigada por me dar à oportunidade de servi-lo. Mesmo que raramente. Mesmo que esporadicamente. Se eu morresse hoje já minha existência teria valido a pena. Por conhecer um prazer tão profundo como o que me proporcionou...