Back to Browse
Domingo a Tarde
Convoquei Fernanda para passar o domingo a tarde em minha casa, eu havia encomendado a um marceneiro uma mesa diferente, ele pensou, pensou e perguntou para que servia uma mesa com o tampo arredondado e ganchos nos pés, eu respondi que não era uma mesa normal, era na verdade uma obra de arte, somente para ser apreciada, ele deve ter pensado que eu era mais um rico excêntrico e ficou satisfeito com a resposta.
A mesa que eu encomendei era apenas um aparelho de tortura, para ser inaugurado com a escrava mais prazerosa que já consegui, tanto de costas quanto de bruços ela ficaria exposta na mesa, teria seus pés e mãos amarrados nos ganchos fixos nos pés e seu corpo ficaria dobrado no tampo arredondado da mesa deixando seu rosto longe de seu sexo, assim cada segundo sem ver o que eu faria em seu sexo a deixaria apavorada e excitada, estaria perdida na tortura, sei que ela gostará.
O domingo chegou, Fernanda também chegou, no horário marcado e como sempre respeitosa e submissa a mim, seu dono, convidei a escrava para entrar e a beijei, ofereci o nosso vinho predileto, conversamos e quando deixei minha taça no móvel ao meu lado e mudei meu olhar ela entendeu tudo, deixou sua taça de lado e começou a tirar a roupa, mandei manter os saltos, adorava ver aquela bunda perfeita emoldurando a buceta raspada de Fernanda, mandei ela se dirigir até a outra sala e a segui, apreciando sua caminhada sensual.
Fernanda ficou estática observando a mesa no centro da outra sala, deve ter imaginado que sua tarde seria naquele aparelho de tortura, já sentia a dor e o tesão que a mesa lhe proporcionaria em segundos, mandei Fernanda deitar na mesa, havia um banquinho que ajudou ela a subir na mesa arredondada, era difícil ficar equilibrada em cima, então mandei-a deitar de costas, ficou com os pés e a cabeça baixos e seu quadril no ponto mais alto da mesa, a sensação de desequilíbrio continuou, melhorando apenas quando eu prendi seus pulsos em tiras de couro presas nos ganchos dos pés e seus tornozelos da mesma maneira.
Lá estava Fernanda respirando rápido e olhando para mim, eu parado apreciando, sua buceta se abriu como uma flor naquela posição, seus lábios vaginais estavam esticados, seu clitóris excitadíssimo, então tirei minha roupa, me abaixei e deixei meu pau entrar na boca de Fernanda de cabeça para baixo, posição incomoda para ela, mas eu quis apenas assusta-la, ela já estava engasgando.
Levantei e comecei minha tortura, como imaginava, ao me colocar entre as pernas de Fernanda, ela ficou totalmente sem visão do que acontecia, apenas acompanhava o barulho que eu fazia a todo momento, preparando algum suplício, mas a principal tortura era a espera pelo primeiro toque no corpo dela, para deixa-la mais tranqüila e prepara-la para a armadilha comecei a lamber sua buceta, Fernanda gemia no seu aparelho de tortura, estava gostando até sentir um vibrador cortando sua buceta, enfiei com força, tudo de uma vez, Fernanda gritou alto, mas acolheu o vibro grande e grosso como uma boa escrava.
Peguei um pesinho mínimo e o coloquei ligado a dois prendedores de seio de metal, prendi os mesmos nos seios e coloquei o peso como pêndulo, esticando os bicos dos seios de Fernanda que gritou mais uma vez, gemia sem parar.
Me afastei e vi o corpo de Fernanda tentando se adaptar a mesa, se contorcendo com o vibrador entalado em sua buceta, o pêndulo causando a dor aguda em seus seios, mas os olhos fechados e sua boca entreaberta gemendo gemendo confirmava o tesão da tortura aplicada, faltava o toque final que eu silenciosamente fui buscar, me coloquei entre as pernas dela e acendi a vela, quando o primeiro toque de cera tocou a barriga de Fernanda ela soltou o terceiro grito, mais alto e agudo, o pêndulo se movimentou mais, seu corpo se arqueou mais e o vibrador quase saiu de sua buceta super molhada, senti que ela queria mais e continuei pingando a cera, agora mais próximo de seus seios, ela gemia e se contorcia como uma louca, até que o orgasmo a arrebatou e ela soltando um longo suspiro relaxou, agora era minha vez.
Soltei os tornozelos e pulsos de Fernanda, ajudei ela a levantar-se e a beijei, ela por um segundo pensou que ficaríamos por ali, mas quando lancei o olhar ela mais uma vez entendeu, agora a coloquei de bruços, amarrei-a novamente da mesma forma nos ganchos e agora tinha a bunda exuberante, grande e firme, as pernas abertas deixando a buceta molhadinha pelo orgasmo a minha frente, não me contive e provei aquela maravilha, como era bom o gosto de buceta gozada de Fernanda, mas logo recomecei a tortura.
Da mesma forma que anteriormente, me coloquei entre as pernas de Fernanda e comecei a fazer barulhos, ela imaginava o que viria, mas não sabia quando, ficava louca de tesão novamente, sem aviso enterrei o vibrador novamente na buceta dela, agora ela apenas gemeu, mas logo gritou quando um plug anal abriu rapidamente seu cu, um grito que ficou pequeno quando o cinto cortou a bunda dela, uma seqüência de cintadas que a cada marca vermelha na bunda de Fernanda me excitava mais e a deixava mais escrava do que nunca, linda, curvada para frente, com a buceta e o cu preenchidos e sendo castigada, perfeita a cadela, continuei por alguns instantes e parei.
Fernanda sentiu o vibrador sair de sua buceta e meu corpo pesar sobre o seu na mesa, meu pau logo ocupou o lugar do vibro, eu estocava com violência, puxava a cabeça de Fernanda para trás, o pêndulo torturava seus seios ainda, meu corpo pressionava o plug em seu cu, era uma sodomia total com ela, sai de sua buceta e arranquei o plug do cu dela, mais um grito, logo seguido de outro quando meu pau invadiu seu cu, logo ela gemia mais, eu junto, logo ela sentiu também meu gozo, minha porra quente em seu cu, Fernanda ficou estática, havia gozado em silêncio.
Liberei minha escrava de seu novo brinquedo, ela disse que adorou o aparelho de tortura, que mais uma vez eu provava que sou seu dono mais do que nunca e que ela será sempre submissa a mim, minha escrava Fernanda, linda, escrava perfeita.