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A Escrava Ana - Parte 2
Após uma longa e cansativa viagem chegamos à Roma. Queria que ela chegasse à cidade bem cansada pela caminhada e que ainda estivesse amarrada ao cavalo, para que todos a vissem humilhada como minha escrava recém comprada. Ana entendeu que eu teria que todos a vissem chegando comigo à cidade, isso fazia parte do jogo, eu desejava que todos soubessem que ela era minha propriedade, assim como um troféu conquistado ou um prêmio cobiçado. Pensei que ela fosse protestar, mas Ana manteve-se cabisbaixa, calada e resignada, apenas me seguindo. Acho que estava muito cansada para esboçar alguma reação.
A entrada na cidade com Ana foi magnífica. Ao por do sol, nem um cidadão de Roma sequer deixou de olhar e cobiçar aquela bela escrava seguindo o seu Senhor, amarrada ao seu cavalo. Sentia desejo e cobiça nos olhares dos homens. As roupas esfarrapadas mal cobriam seu belo corpo. Alguns dariam uma fortuna para tê-la. Alguns roubariam, até matariam. As mulheres olhavam e invejavam suas curvas escandalosas. Chicoteie essa escrava, castigue-a. Possua seu belo corpo. Coloque-a em seu devido lugar. Escravize-a completamente. Os cidadãos romanos não estavam dizendo isso com palavras, mas sim com os olhos. Todos queriam estar no meu lugar e ter a bela Ana como escrava.
Chegamos enfim à minha casa. No pátio fomos recebidos pelos escravos que nos deram água fresca. Ana não recusou, pelo contrário, ainda amarrada ao cavalo, bebeu toda a água que lhe foi oferecida. Aproveitando que a pobre estava exausta, ordenei aos escravos que a amarrassem à pilastra que tenho no pátio exclusivamente para chicotear minhas escravas. Mandei que a prendessem pelos pulsos com correias de couro, os braços para cima e de costas para mim. Arranquei o resto de sua roupa com um puxão e deixei-a ali amarrada, nua, só com as sandálias nos pés. Fiquei admirando por alguns minutos seu corpo nu, totalmente exposto a minha mercê. Queria que ela se sentisse indefesa, cansada, sem alternativas. Para quem havia caminhado desde o nascer ao pôr do sol, ficar ali amarrada, quase suspensa na ponta dos pés, sem descanso, não devia ser nada fácil. Ana estava à beira da exaustão. Eu queria quebrar sua resistência. Queria que ela aceitasse ser minha escrava. Deixei-a amarrada na pilastra e fui aos meus aposentos, onde tomei um banho, coloquei roupas e sandálias mais confortáveis e comi alguma coisa, pois estava faminto.
Voltei ao pátio ansioso, já com o meu chicote de tiras de couro na mão. Exausta, Ana me olhou com o canto dos olhos. Ela já sabia o que lhe esperava. A chibata iria cantar no seu lombo. No caminho, senti que ela já percebeu quais eram as minhas intenções. Durante a viagem inteira fiquei imaginando o momento em que iria amarrá-la e chicoteá-la. Posicionei-me atrás dela e sem dizer palavra, comecei o ritual. A primeira chicotada estalou gostoso em suas costas. Sua reação foi muito boa, apesar de estar bem cansada. Chibatei suas costas e seu lombo com gosto. Alternei algumas chibatadas em sua bunda. Com isso, consegui arrancar seus primeiros gritos.
Não contente em ter apenas as costas e seu lombo para açoitar, soltei-a da pilastra e amarrei-a praticamente pendurada pelos pulsos à trave também localizada no meu pátio de castigo. Fiz com que ela ficasse quase na ponta dos pés. Com isso eu podia agora vê-la também de frente e açoitar seu corpo inteiro. Queria chibatar também seus belos peitos, queria vê-la e tê-la por completo à minha disposição. Não deveria haver nada impedindo que eu a açoitasse completamente. Usando agora um chicote fino, comecei a aplicar chicotadas mais longas, fazendo com que o chicote desse voltas em seu corpo todo. Eu praticamente abraçava Ana com o chicote, envolvia o seu corpo nu em meu ritual de dominação. Queria que ela não tivesse dúvidas sobre sua condição de escrava. Ela pertencia a mim daquele momento em diante. Não havia como escapar, fugir ou correr. Não tinha volta, agora Ana era minha escrava e ponto final. Fui aumentando a intensidade do açoite. Firme, poderoso, mas com cuidado, com todo o zelo com a escrava, como um bom Senhor deve ser, disciplinando e adestrando sua escrava, mas sem jamais machucá-la. Não esquecia que ela já estava quase chegando à exaustão. Meu chicote castigava suas costas, seu lombo nu, sua bunda e agora também seus seios e sua bela barriga. Seus gemidos me excitavam a cada chicotada. Que prazer eu sentia ao chicoteá-la... Ana jogava seus cabelos para trás, estremecia, se remexia toda sob a chibata. Dirigi algumas chilapadas mais leves às suas pernas já bem cansadas. Eu açoitava Ana ao mesmo tempo em que admirava seu belo corpo e seus belos pés nas sandálias. Aliás, só mesmo os seus pés não foram chicoteados. O corpo todo de Ana foi sendo abraçado pelo açoite, vergões vermelhos foram deixados em sua pele, mas sem nunca machucá-la ou marcá-la definitivamente. A marca definitiva deveria ficar em sua alma.
Senti que seu limite seria atingido, ela já não estava agüentando mais. Perguntei:
- Ana, aceita ser minha escrava ?
- Nunca. Pare por favor... Eu não vou me entregar... Pelos Deuses, pare.
Senti que aquilo era cena. Ana queria mais. Eu estava quase atingindo o seu limite físico. Nunca antes eu havia chicoteado uma escrava até que ela perdesse os sentidos, sempre parei, nunca ousei ir até o fim. Mas com Ana estava sendo diferente, eu queria chegar até o limite. De certo modo, percebi que ela também estava querendo...
Mais uma dúzia de chibatadas. Firmes, pausadas, sem refresco. A chibata cantando mesmo. Fortes chicotadas na pobre Ana. Sem dó. Pegando firme... Eu já estava a ponto de não me segurar mais... Ana finalmente se entrega:
- Aceito ser sua escrava, mas não pare meu Senhor...
- Ana, minha escrava, quero ter chicotear até que você perca os sentidos.
- Sim meu senhor, me chicoteie até que eu desmaie e em seguida me possua...
Peguei um chicote de tiras mais leves, abri suas pernas, acorrentei seus pés em argolas de ferro no chão e parti para chicotadas em sua xana... Slatch! Ana gemia muito sensualmente sob o açoite... Uma dúzia de chicotadas aplicadas... Ana estava quase atingindo seu ponto máximo... Mais outra dúzia... Agora Ana gritava loucamente a cada chicotada... Mais meia dúzia... Slatch! Na sétima, Ana não suportou mais. Atingiu o nirvana, o orgasmo, gozou, perdeu os sentidos, desmaiou... Eu também não agüentei mais. Possuí Ana ali mesmo. Aos poucos, ela foi acordando e finalmente a libertei.
- Meu Senhor, é a primeira vez que eu gozei no açoite, de agora em diante eu sou sua escrava para sempre...