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Branding na Alma
Senzala - Parte 1
Cena de filme de comédia, os dois parados dentro do carro no meio da estrada, com o mapa na mão e completamente perdidos naquele caloooooor. Ele já irritado, pois tem um senso de direção excelente, e desta vez estava perdido. Imagina, ele que controla e domina tudo e sabe todos os rumos, perdido, e dependendo da sua "pobre e singela submissa / escrava". Ela riu muitooooo. Ele achava que tinha esquecido seus óculos de leitura, aqueles que se olha por cima, então seria ela a indicar o caminho. Seus corpos suados e melados de protetor solar. Os dois são dois "brancos azedos". Ela sai do carro e coloca o mapa em cima do capô, pegou o cantil, colocou em seus lábios, a água escorria da boca, molhando todo seu colo. Ele do carro:
- Já viu a direção correta, minha querida guia. O tom, sarcástico e sádico. Ela como boa sub/escrava mostrou a direção, e partiram. Eles estavam indo, pra um sitio, onde no passado foi uma fazenda de café e escravos. Ele tinha falado que o lugar era bucólico, com Senzala (olhos dela brilharam ao saber deste detalhe) e uma casa pequena, mas confortável.
A Casa Grande tinha ficado com outra parte da família de seu amigo. O lugar era simples e rústico, mas muito limpo e organizado, pelo caseiro, que ia quatro vezes por semana. Já no rumo certo finalmente entraram na estrada do sítio.
Era um lugar com a mata mais fechada. Logo chegaram ao portão. Ela desceu do carro abriu o cadeado, entraram. O lugar era como descrito. Ele passou com o carro e parou:
- C" (Já não se tratavam com nicks e sim com os nomes reais) pára aí.
Vindo na direção da escrava, trouxe sua coleira, com as iniciais de seu nome verdadeiro, uma algema e uma corda preta. Ela ajoelhou, puxou o cabelo, ele colocou sua coleira real. Amarrou a corda no pára-lama traseiro, algemou-a e prendeu outra ponta na corda na algema. Colocou nela uma mordaça e voltou pro carro. Lentamente ela foi puxada pelos fios até a casa, sol escaldante, e uma pequena estrada íngreme. No topo, a casa e a senzala, a prisão e local de tortura da escrava em questão.
Quando chegaram, ele estacionou o carro debaixo da cobertura, e pelo calor ela atrás. Ele desce do carro e gentilmente coloca-a debaixo do sol:
- Você não precisa de cobertura, você se ensopou de protetor.
Levou a bagagem pra dentro da casa, e ela ficou debaixo daquele sol, pingando. Voltou com o cantil, ela que estava sentada na grama, logo se ajoelhou e abaixou a cabeça. Ele passa a mão em seu rosto e diz:
- Quem te viu e quem te vê, como sua submissão aflorou. Naquela época em que éramos só amigos, você me confessou que tinha pouco de submissa e muito mais de masoquista.
Mordeu os lábios da moça e começou a lhe dar de beber:
- Não quero você desidratada.
Como a fazenda durante algum tempo foi lugar de visitação, ainda tinha o tronco e na senzala todos os possíveis instrumentos, móveis e objetos de tortura. Ela era tida como a lembrança perfeita de uma época infeliz da nossa história. Depois puxando pela corda a levou pra conhecer a parte externa da casa.
Nos fundos tinha um poço, o tronco, árvores cheias de frutas, e uma pequena horta cuidadosamente cuidada pelo caseiro, e mais ao fundo o lugar onde ela daria muitos gritos e gemidos de dor e prazer, a Senzala. Ele a prendeu no ferro do poço e voltou correndo pra casa, no retorno ele vem com aquele maldito malão (rs) de rodinha que ela adorava. Ele retira suas cordas, pelo olhar ela se despiu. Retira camiseta, short e etc. Quando vai tirar a botinha, Ele:
- Não fica com ela, o chão está quente.
Então passa mais protetor no corpo da escrava, usava as duas mãos, "aquelas mãos", inclusive no sexo devidamente depilado.
- Minha branquinha, capricharei mais aqui, - e começa dar palmadas naquela bundinha branca, foram 20 bem dadas. Ele tira a camisa, fica só de bermuda, ele também passa protetor em seu corpo branco cheio de sardinhas, a submissa tinha um Dono Griguinho.
- Prende seu cabelo mocinha.
Em seguida ele a prende nas argolas do tronco, de costas. Braços no alto, corpo nu. Seu chicote então, começa a estalar em suas costas.
- Pode gritar quanto quiser aqui...
Senzala - Parte 2
- Pode gritar quanto quiser aqui ninguém vai ter escutar. O caseiro está de folga. Mas grita e geme bem alto, - falou com a voz baixa e gostosa de sempre. Ele como queria que tudo durasse um bom tempo, foi batendo bem espalhado e com força "bem dolorida", mas controlada. Ela mentalmente contando se perdeu depois da 40ª chibatada. Depois de satisfeito com o chicote, deu-lhe água, melado encontrou o sexo da moça.
- Minha putinha!
Ela bebeu sofregamente de tesão e calor, enquanto ele a bolinava.
- Minha preferida, quer mais?????
Ela o olha de baixo pra cima, com aquele olhar de desejo e sabor. Ele então pega a cane. Ela odeia cane, sua resistência é mínima a aquela maldita. Ela mostra uma submissa fraca, ela a odeia. Depois de pouco uso da cane, por volta 10º "varada", quando seus gemidos mudaram de tom, ele parou, trouxe suas mãos até às suas costas e bunda, e doloridamente fiscalizou cada vergão.
- Vamos sair do sol, ainda não é hora de marca permanente.
Segurando-a carinhosamente retirou sua escrava do tronco e falou:
- Vamos conhecer sua moradia.
Meio que hipnotizada, por tudo, ela entra na Senzala, nua, suada e cheia de vergões. Ao entrar e olhar todo o espaço e objetos, ela cai no chão e começa a chorar, Ele:
- Que foi???? Vamos pra casa, já está no seu limite de cansaço.
Ela:
- NÃOOOOOOOOOOO (desesperado), por favor, não.
Começa então andar pela Senzala e a cada instrumento e objeto de tortura que ela encontrava ficava olhando e acarinhando. Ele carinhosamente ri:
- Você parece "pinto no lixo!!!
Fica observando ela se deliciar. Ele:
- Vamos pra casa, vamos ter muitos dias pela frente, - com os olhos ela pede que não, ele secamente diz: - C", deixa de ser ansiosa, - ela abaixa a cabeça, e o segue até a casa.
À noite, um bom vinho e um pouco de lenha na lareira. No cd músicas do outro lado do mundo. No meio da conversa ela puxa o assunto de marcas eternas, branding.
- Você gostaria de ser marcada a ferro e fogo???? Você sabe o que está falando??????
Ele sorri e a olha de um jeito estranho, a encara e diz:
- No futuro conversaremos sobre isto, - foram dormir. Ela meio sem entender sua reação, dormiu preocupada. Na manhã seguinte sente gostosas mordidas nas costas, ainda marcadas da tarde anterior. Ela levanta e beija demoradamente os pés do seu Senhor, sua forma de dizer "Bom Dia". Ela vai pra cozinha fazer o café do jeito que ele gostava, enquanto ele tomava banho. Fizeram um pequeno piquenique na cama, rs. Ela AMA cozinhar pra ele. Quando foi sua vez no chuveiro, ele da porta diz:
- Depois vai pra Senzala só de roupão e descalça.
Ela nunca ficou banhada tão rápido. Ao chegar ele ainda "preparava seu dia". Ele soltou o laço e o roupão no chão. Ele com uma calça bem fina e umas botas de cano alto pretas, tipo proprietário / feitor, ele as vestiu em quase todas as oportunidades que tinha pra torturar aquele corpo branco. Estavam colocando em prática todas as fantasias e eram literalmente, um PRAZER, para ela realizá-las. Correntes são baixadas do teto, C" é presa as correntes via algemas, e é obrigada a ficar na ponta dos pés. Ele começa a fazer um pequeno shibari só da cintura pra cima, deixando no limite seus seios apertados e empinados. Coloca um cavalete em "V (ao contrário) entre suas pernas, os pés são amarados ao pé do cavalete, impedindo-os de ir ao chão, ele abre os lábios de sua vagina, e solta as correntes um pouco , para que ela sentisse toda a aspereza da madeira, ele a venda. A escrava achou que ele tinha saído da Senzala, que nada, ele sentou em uma cadeira e ficou admirando sua aflição naquela posição. "C" depois de um bom tempo, já agoniada e ficando com os braços dormentes, começa a tentar se movimentar. Seus seios já estavam doloridos pelas cordas e nós. Começa então a gemer, não sabia se de dor ou prazer, ela ficava terrivelmente excitada com aquele maltrato. Já muito úmida sente pior a madeira roçando seu sexo, e se criou um circulo vicioso entre umidade do sexo e o "incomodo da madeira", Começa então a se esfregar cada vez mais no cavalete, aumentando cada vez mais toda aquela sensação. Sem ela perceber ele chega perto, e no ouvido:
- A cadela está no cio???????
A Senzala - Parte 3
Sem ela perceber ele chega perto, e no ouvido:
- A cadela está no cio??????? Fala!!!!!!
Ela:
- Eu AMO servi-lo, isto tudo me excita.
Ele:
- A cadela está no cio???????
- Sim sua cadela está no cio, louca que seu DONO a coma, use e abuse dela, se sirva como bem quer.
Ele tira venda, ela continua.
- Não tenho mais vontade nem desejos, a única que ainda me resta é somente lhe dar prazer e realizar todas as sua vontades. Eu preciso fazer isto como respirar. Meus limites caíram todos.
Ele a beija como quisesse engolir seu corpo e alma. Solta das algemas via tecla de segurança, a tira da madeira. Ela cai propositalmente em seus pés, diz do fundo de sua alma, baixinho com medo que ele escutasse:
- EU TE AMO.
Fica beijando por um bom tempo suas botas. Ele a levanta e quase a cega com seus olhos claros, deita-a em cima do feno, leva a mão da escrava até seu sexo e diz:
- Toca em você como faz quando está com saudades de mim.
Então ela começa a se masturbar, a palmatória começa a ser sentida por toda coxa, interna e externa. Apanhou até gozar, o que não demorou muito, aliás uma de suas maldades" era chicoteá-la até fazê-la gozar, era uma das formas que ele tinha controle do orgasmo da sua submissa. Enquanto sua vagina ainda estava em contração, ele mergulha por cima dela. Penetra seu sexo com vontade e fúria, o que ela sempre amou. Olhando nos seus olhos fixamente, gozou Ela fez ele gemer sem sentir dor. Com suor, fluidos ainda escorrendo, deitou ao seu lado, e antes de tirar as cordas dos seios dá demoradas mordidas. A sensibilidade dos seios estava no máximo. Ela começa gemer alto de dor, ele fica mais um pouco mastigando os bicos e solta a corda. Que alivio doloridooo. A essa altura já era meio da tarde e ela cheia de energia foi fazer o almoço, os dois estavam esfomeados. Dormiram um pouco. "C" acordou já no escuro, foi fazer um pouco de café, namorando a Senzala da janela da cozinha ela escuta.
- C", traz um pouco pra mim.
Ao chegar no quarto, ele com o olhar mais cínico do mundo fala:
- Espero que esteja descansada, seu dia ainda não terminou.
Pegou a caneca de sua mão bebeu olhando-a.
- Deita na cama e fique com as pernas bem abertas.
Aquela cama era o sonho de qualquer, masoquista, escrava, submissa, toda de ferro e cheia de ondulações na cabeceira e na ponta das pés. Ela é amarrada em "X". Depois ele monta por cima dela e coloca um prendedor de correntinha nos seios. Ele traz de sua mala uma caixa com um pequeno cano saindo da mesma, e na ponta um pequeno tubo de plástico aberto na saída. Bolina-a livremente e começa a mostrar o que era aquilo tudo. Era uma singela e pequenina bombinha de sucção, passou, como amostra um pouco pelas suas coxas. Abriu mais ainda seus lábios da vagina, deu varias espremidas em seu clitóris, quando já saliente, foi penetrando bem devagar no tubinho, com a sucção ligada. Ele se deliciava ao vê-la sentir uma dor e um incomodo novo. "C realmente não gemia, ela gritavaaaaaa se retorcia toda. Depois ele, bem devagar aumentou a força da sucção, sentou em cima da cômoda e pacientemente a olhava se contorcendo e gritando, ela não passava de uma égua revolta. Depois de um tempo, que pareceu uma eternidade pra ela:
- Quer que eu desligue?????
Ela já desesperada observava o quanto ele ficava excitado com aquela tortura, e disse NÃO. Ele:
- Tem certeza????
Manhosa, disse não. Ele fez movimento de desligar, mas....
Senzala - Parte 4
Ele fez movimento de desligar, mas só diminuiu à força da sucção. Ela lembrou o que tinha dito à tarde, e realmente na prática, delirava com o prazer estampado no rosto do seu DONO. Mesmo que isto custasse muita dor sem qualquer prazer Era sua realização como submissa. Doava-se e se sacrificava com prazer, para o prazer dele. Melhor, não era sacrifício, era prazer. Sabia que se ele notasse que ela estava extrapolando, ela seria pela primeira vez castigada. Ele sempre falou pra ela, que a dor e prazer tem que existir no limite certo e o prazer da dor para AMBAS AS PARTES. Quanto aos castigos ele não precisava de motivo pra exercitar todas as formas de sadismo e Dominação nela. Ela, por outro lado, sentia um delírio, um orgasmo d'alma ao ver, aquele HOMEM, tendo prazer, mesmo aquele só de ver. Fez, faz e faria isto sempre, tudo. Eu realmente disse a ele o que eu seria capaz de entregar em suas mãos e seus ouvidos escutaram três palavras mágicas.("Esta parte é literalmente REAL"). Voltando aquele momento, ele sentou ao seu lado, começou a beijar todo seu corpo, ao mesmo tempo em que dava pequenos puxões no caninho e na corrente dos seios. Mas tem sim um "K de agradável naquele aparelho de sucção. Ela era uma "vagaba" mesmo adorava uma novidade. Quando ele achou que era tempo, tirou "carinhosadicamente" aquele plástico de seu corpo, Aieee !!!! Como doeu. Soltou suas pernas, deitou ao seu lado, espalmou sua mão em seu sexo e perguntou massageando-o:
- Está muito dolorido???
Ela choramingando disse que sim.
- Quer que eu coloque algo pra aliviar. Responde positivamente. Ele pede que ela recoste nos ferros da cabeceira e ela ainda com os pulsos presos ele arreganha mais suas pernas e passa o remédio. Ele era sua língua, lábios, dentes, enfim a boca inteira. Ela o olhava espantada, ele com o riso no olhar continuou naquela medicação deliciosa, ela não demorou a gemer e gritar feito cadela sendo comida pelo seu DONO. Com suas pernas sobre os ombros dele, e com as mãos dele abrindo caminho no sexo exposto, ela teve o primeiro orgasmo, ele não a soltou e em seguida mais dois. Ela despertou com ele mexendo em seu rosto meio que assustado, ela ficou meio "fora do ar" por alguns minutos, ela nem sabia onde tinha ido, só sabia que voou longe. Ele quando a viu "em terra" respirou aliviado. Solta-a das cordas, deu-lhe abraço apertado. Ela depois de se refazer, bebe um pouco d'agua. Ele senta na poltrona a chama com o olhar, ela vai de quatro, como uma boa cadela ao seu encontro, entre sua pernas, faz aquela cara de pidona. Ele:
- Não, não, fala alto e não com os olhos.
Por incrível que pareça ela ainda era um pouco tímida. Existiam certas coisas que ela ainda morrrrrria de vergonha de falar.
- Se você não falar bem alto e de bom tom, querida, vai ficar na vontade.
Ela:
- Posso fazer sexo oral em você??????
Ele:
- O que (rs)????????
-Posso te chupar.
- Não, você pode ser mais puta, diz claramente o que quer fazer.
O pênis dele já estava quase saindo da calça, e ele continuava.
- Fala bem vagabunda.
Sem olhar diretamente:
- Posso chupar teu pau???
- O tom parece de uma professora. Mais uma vez.
Então já irritada com aquilo diz, olhando bem nos olhos dele:
- Gostaria muito de chupar teu pau bem devagar, passar minha língua e lábios em todas as direções, fazer o Senhor gozar em minha boca.
- Melhorou um pouco, rs. Um dia você chega lá. Bem devagar abre seu zíper. Ela já com a boca cheia d'agua, começa a chupá-lo faminta. Ele antes de gozar, estica o braço, pega um cálice na cômoda ao lado, tira rapidamente o pau de sua boca, e goza dentro do cálice. Já com seu gozo dentro, diz:
- Bebe bem devagar, e é com os cumprimentos da nossa querida Amiga comum.
Ela enviou mil beijos mentais a Amada Amiga comum. Bebeu feito vinho raro, não deixou nenhuma prova material do ocorrido e ainda como uma boa cadela limpou pau do seu DONO com a língua. Ele puxou seu queixo.
- Moça você está muito gulosa hoje que fome, rs.
Tomaram banho e uma boa sopa. Antes de dormir ele trás um cinto, como um consolo dentro. Manda-a abrir as pernas na cama, coloca o mesmo cheio de KY nela.
- Você vai dormir assim.
Ele conseguiu que à noite inteira ela ficasse tentando se esfregar nele, já cansada dormiu pesado, teve mil sonhos eróticos. Ao acordar estava morrendo de vontade de fazer xixi, ele meio que acorda, com sua agitação:
- Pode tirar.
Ela fez todo seu ritual matinal foi pra cozinha fazer o café. Deixou a mesa arrumada, e como ele demorava acordar foi em direção a Senzala.
A Senzala - Parte 5
Deixou à mesa arrumada e como ele demorava acordar foi em direção à Senzala. Lá perdeu a noção do tempo, olhando e experimentando, aqueles objetos e "moveis" antigos de tortura. Ele tinha deixado prontas as correntes e tudo mais que era necessário pra fazer uma suspensão, tornozeleiras e algemas de couro, correntes e etc....Ao abrir uma caixa de metal, que estava dentro da mala dele, ela viu muitas, muitas agulhas de injeção, acupuntura e de insulina. Nossa era um paraísoooo. O olhinho de sub brilhava, hummmmm! Uma das especialidades dele em BDSM era "agulha", nisto ele também era MESTRE. Mais curiosa com que não conhecia na maleta mágica, viu um vidro de soro / seringa, um aparelho de eletro-estimulação que a deixou arrepiada. E falou alto:
- Que Homem, mau, cruel e sádico, - com um sorriso maroto nos lábios.
- Que mais sou?????
Ele a segurou com força pelas costas e deu-lhe várias mordidas na nuca. Ela gelou, sentia a respiração quente dele.
- Até agora só me fez elogios. Seu DONO lá na casa se sentindo sozinho tomando café e você bem aqui, não foi difícil adivinhar onde uma escrava estaria. Se pudesse teria me acordado e me trazido aqui direto, que cadelinha sem vergonha.
Rindo apertou seu corpo contra aquele, que nesta hora fazia com o seu olhar, um pedido de desculpas.
- Venha vamos tomar um banho de rio.
- Banho de rio?????????
- Moça hoje só à tarde e se você merecer.
Ele ficou implicando durante todo caminho com cara dela de decepção. Ela no fundo ria da gozação, ele é impagável. Dentro d'agua eles nus e com muitas brincadeiras e gargalhadas, literalmente esqueceram a idade que tinham. Ela na brincadeira tentou sair do rio correndo, ele a derruba pelas pernas e a puxa pelos cabelos carinhosamente. Pacientemente a faz sentar em seu colo de frente. Segurando seus cabelos com vigor, começou a fazer um vai e vem compulsivo dentro d'agua, mordidas na nuca da moça, cabeça levemente puxada pelos cabelos pra trás, assim ele tinha mais espaço pra dar gostosos tapas em seu rosto. Foi muitooo bommmmm gozar dentro do rio, voltaram pra casa e almoçaram. Depois de tudo arrumado, ele não a deixou ir pro quarto, levou-a pra Senzala. Prendeu seus tornozelos juntos a correntes e argolas no chão, tirou sua blusa deixando-a só de short, colocou nela um sutien, com pontinhas finas e duras de borracha, viradas pra dentro, apertou ao máximo, ela soltou um gemido de dor.
- Eu vou dormir na casa, você que já estava com vontade de ficar aqui, pode cochilar no chão o quanto quiser. Deixo aqui as chaves do cadeado e só se solte do chão em extrema necessidade. Eu confio em você! Do contrário quero tudo igual quando voltar.
Ele saiu, ela deitou no chão frustrada e dormiu. Quando acordou, já era noite, ele acendia luminárias antigas, que davam um ar meio "sombrio" ao lugar.
- Pode se soltar e ir ao banheiro se quiser. Deixei uma sopa em cima do fogão não coma nada de sólido, vai, faz o necessário enquanto eu acabo de arrumar sua noite aqui.
Que palavra mágica, "sua noite", o que ele estaria pensando em fazer, pensou ela, um misto de fogo e ansiedade instalou em seu peito. Ela faria qualquer coisa por ele, ele já Dominava o seu Todo. Ela ficava hipnotizada à sua Dominação, Ensinamentos e Sadismo. Tudo que ocorreu em seguida foi feito com muita calma, com as pausas necessárias e com todos os sistemas de segurança acionados. Esta sessão levou horas.....
A Senzala - Parte 6
Ele sentado a espera no escuro, fora da Senzala, com aqueles óculos antes "perdidos". Ela passou direto sem vê-lo parou na porta, ele a segurou por trás, levou-a pra dentro e fechou a porta. O coração dela era pura taquicardia. Ela estava literalmente hipnotizada por ele, respirava ofegante, ele com uma cara de fome, um lobo, e sem soltar uma palavra a leva para uma mesa deita-a, e com velas acesas e gelo inicia a noite se deliciando por um bom tempo em seus gemidos, gelo nos bicos dos seios, vela na base. A vela derretida virou escrita e desenho no corpo branco, gelo no umbigo...... Ele de propósito deixa cair gotas de vela em seu clitóris, arrancando seu primeiro grito de dor e prazer da noite. Coloca os cubos gelo dentro da sua vagina, junta suas pernas, mais um grito, sorriso sádico.
- Calma vai derreter em um minuto.
Quando satisfeito do fogo e do gelo a leva, de quatro e guia, até as correntes suspensas, prende seus pulsos nas algemas de couro, bem separados e puxa à corrente, ela esticada. Depois massageia seus seios, mastiga os bicos, morde deliciosamente o pescoço.
- Veja atentamente o que vou fazer com eles.
Ele simplesmente começa a colocar agulhas de injeção transpassadas de cima pra baixo (horizontal), inclusive nos mamilos até o bico, não sem antes limpar seus seios com álcool. A dor era pouca, ela ficou alucinada com aquelas agulhas sendo colocadas em seus seios.
- Que cara de "quero mais", deixa-me ver uma coisa.
Passou então seus dedos no sexo molhado e os levou até a boca da cadela. Ele enlouquecia com a excitação dela. Continuando com as agulhas, elas foram uma a uma sendo colocadas em todas às direções, como, na base, debaixo pra cima como também nas laterais, fez isto nos dois (vertical). Muitas vezes bem devagar, marcando seu prazer em cada transpassar do metal.
- Olha como estão lindos!!!!!!!!!!
Em suas coxas escorria excitação. Ele só olhando e admirando seu trabalho de "MESTRE". Ele a vira de costas a suspende mais um pouco, e com um chicote de três pontas começa a chicoteá-la, balançando um corpo cheio de desejos, pés fora do chão. No fundo tocava os cds que ela tinha feito pra sessão, com músicas que favoreciam todo um clima de dor e prazer. Sem sentir ele batia ao ritmo da música e ela balançava alucinada (Explosão no peito, calor, dor e prazer. "C em cada chibatada se sentia inteira, forte, bem cuidada e protegida. Não tem como verbalizar este sentimento), aquela música ao fundo a fazia delirar em cada contato com couro. Com suas costas e nádegas vermelhas cessou o spanking, aí começou o melhor daqueles dias. Ele a suspendeu completamente. Colocou nas suas costas um apoio de couro (vergões e couro, hummm!), para que sua resistência pudesse durar bastante, vinha da cabeça até um palmo antes das nádegas. Ela ficou suspensa pelos pulsos, braços, coxas, panturrilhas, tornozelos e etc. Além do apoio da cintura. De pernas abertas quando chegou na altura desejada a vendou e com sua mão alisava todo seu corpo evitando por pura crueldade seus seios (com agulhas), nádegas e sexo.
- Por favor, Senhor!!!
Ela se mexia na ânsia que sua mão chegasse dentro dela.
- Por favor, o que???? Já baunilhei com você à tarde.
Ela:
- Lembra Senhor, sua cadela sempre fica no cio ao seu lado, seu cheio é afrodisíaco pra mim, fico cheia de desejos, com sede e fome do Senhor.
Ele sem deixá-la terminar a frase a penetrou esfomeado, balançava aquele corpo suspenso, para penetrá-lo mais fundo. Quantos gemidos de parte a parte!!! Suas coxas e pernas em um "L" ao contrário. Ele comendo sua escrava alucinadamente, gozou, deixando escorrer seu esperma. Aproveitando umedeceu um dildo (nela) e bem devagar colocou em seu ânus. Para não sair fixou com um elástico junto às coxas suspensas. Suspendeu mais um pouco, abriu ao máximo suas pernas e saiu de perto, voltou fazendo barulho com a caixa de agulhas. Ele diz:
- Agora serão às de insulina em seu sexo, no clitóris (pra o desespero de "C") a de acupuntura. Posicionou-se entre aquelas pernas, passou os dedos levemente onde começaria a transpassar, foi descendo com agulhas de insulina partindo do púbis, ela suportou tranqüila, gemia de prazer. Ao chegar nos grandes lábios, na parte externa ele espetou bem devagar observando sua reação e respiração. Gemidos agora de prazer e dor, ali já era dolorido, fez dos dois lados. Com os dedos alisou a parte interna da vulva. Ela pensou em tudo, como confiava e o quanto o admirava. Respirou fundo e falou:
- Por favor, não pára.
- Você vai usar à palavra de segurança se necessário. Sei que você nunca usou, mas agora se ela se fizer necessária você vai usar, é uma ordem.
- Só deixa-me gritar.
- Grite bem alto que eu quero ouvir.
Então sentiu ele colocando as agulhas na parte interna de cada lábio, os pequenos também tiveram sua vez, enfim sua vulva ganhou algumas agulhas. Ele o fez com muito zelo e cuidado. No meio dos gritos e gemidos de dor e prazer, ele perguntava várias vezes se queria que parasse, ela implorava que não. Ela gritou muito, gritou e gemeu com vontade. Era muito doloroso, mas agüentou até o fim, no final a dor já era insuportável.
- Nossa está lindo, maravilhoso, o visual "C", é impagável.
Escutando à satisfação com misto de prazer, naquela voz quente e baixa, ela teve certeza que valeu qualquer tipo de sofrimento físico. Veio acariciar seu rosto, beijou-a com muito carinho.
- Olha agora que você já agüentou até aqui, vai ser fácil você suportar à do clitóris. Quer parar????
Ela engolindo o choro diz:
- Por favor, continue. Eu confio e Amo o Senhor demais pra parar agora.
Pede então algo pra morder, ele traz um pequeno pano. Ele com a agulha de acupuntura na mão começa, com os dedos, a espremer o clitóris e com ele já exposto, o arranha bem devagar com a ponta da agulha. Ela sem ele fazer qualquer movimento já gemia de dor e aflição, quando não mais controlava o choro, ele:
- "C" segura sua respiração e grita forte.
A Senzala - Parte 7
Ela sem ele fazer qualquer movimento já gemia de dor e aflição, quando não mais controlava o choro, ele:
- "C" segura sua respiração e grita forte.
Ela no auge da tensão e tesão não sentiu nada, ele simplesmente não o fez, veio até ela tirou a venda.
- Eu estou muito orgulhoso de você, "C" eu adorei sentir o quanto você na prática confia em mim. E pelo que você fez hoje estou satisfeito com sua entrega.
Segurou forte seu cabelo e beijou-lhe à testa. Com algodão e álcool retirou todas as agulhas. Desceu às correntes, soltou-a delas e ainda com algumas amararas, a colocou no colo, apertando-a com força e carinho.
- Tu es mesmo corajosa.
A submissa/escrava/masoquista não cabia mais dentro do peito da moça. (Não tenho como colocar aqui em palavras, o que é você ser realmente Dominada, se submeter à um Homem, se entregar inteira. Qualquer coisa escrita aqui não fará jus o que é na realidade). Já na casa dormiram abraçados, quando acordou ele a olhava da poltrona.
- Que dorminhoca, mas você precisava descansar, fiz nosso café.
Ela:
- Você fez???????
- Não sei se você sabe que, alguns Dominadores também sabem fazer o básico na cozinha, rs.
E lá foi ela tomar café com carinho, durante o mesmo, ele:
- Você sabe onde encontrei meus óculos de leitura??????
- Você achou???
- Você nem reparou ontem?????? Como eu faria agulhas sem usá-los?????
- Onde????
- Na bolsa que você arrumou com biscoitos e guloseimas, antes de virmos pra cá. Tenho certeza que foi só uma coincidência, NÉ????
Falou o nome dela completo. Ela engasgou com o café, queria se esconder debaixo da mesa. Não é difícil pra ninguém imaginar a "sua arte".
- Que escravinha levada que tenho nas mãos, - rindo muito (sarcástico) - Não vou te castigar não, você sabe que não preciso disto.
Apertou os bicos de seus seios com um leve sorriso e um sadismo todo especial. Ela naturalmente foi ao chão e abraçou suas pernas. As dores que ele lhe causavam a hipnotizavam. Era uma das "deixas" de Dominação no seu corpo e alma. Ele colocou seu prato no chão, o café no pote de cachorro e ela acabou seu café da manhã, no maior prazer e felicidade, como sua cadelinha. Ele algumas vezes colocava, de seu prato, pedaços de pão na palma da mão, com seus lábios ela retirava delicadamente e carinhosamente o mesmo, daquela mão MARAVILHOSA. Ela comia literalmente (e no figurado) na mão de seu DONO, ele muitas vezes acarinhava sua cadelinha. Com a guia em sua mão a levou até o banheiro, prendeu à mesma perto da banheira antiga, ligou à água, quando já cheia sentou-se. Ela naturalmente começou a banhá-lo. C ofereceu a ele um banho de Rei, que tem posse total da sua escrava. No final ele esvaziou a banheira, vestiu seu roupão, ligou o chuveiro frio e a colocou dentro. Ela sofre no banho frio, mesmo esperneando ele não teve dó, só com uma mão prendeu seus pulsos e a segurou um tempão debaixo d' água. Depois a banhou como ela fosse uma boneca maleável. Lavou minuciosamente todo corpo, seus dedos lavraram todos os orifícios da escrava. Ela deve ter feito uma cara meio azeda.
- "C" cara feia pra mim é fome, como você acabou de comer, então é fome de outra coisa.
Levou-a pra cama enxugou seu cabelo, passava à toalha a secando e com muita intimidade. Seu corpo era dele mesmo, então à cara feia se fez prazer.
- C", você sabe que hoje é o ultimo dia nosso inteiro aqui.
- Não quero nem lembrar, - diz.
- Você acha que dormiu bem, está descansada?????
Mesmo com pouca resistência, ela não queria perder o ultimo dia.
- Estou bem.
- Ontem foi pesado, você pensa que não notei que você anda extrapolando? Pensa antes de exagerar e me omitir fatos, que mais cedo ou tarde eu descubro, e você sabe que isto poderá criar sérios problemas entre nós. Você lembra no inicio que você ficou ansiosa e omitiu que estava aborrecida por causa do trabalho, foi dar uma de atriz perto de mim??? Moça você não me engana, lembre que fomos muitos amigos de início, e te conheço bem.
- Eu lembro sim fiquei 47 d, 9h sem sessão.
- Então se comporte, pra você ir pra geladeira falta pouco. Abaixe este orgulho que te resta, pára de querer bancar à supersubmissa".
Beijou-a na testa e foi pra sala. Calada estava, calada ficou. Ela foi colher frutas, que pesavam nas árvores. C estava realmente precisando "avaliar melhor os seus conceitos". Ela ficou um bom tempo sozinha. Com as cestas de frutas no colo e sentada ao pé das árvores, ele vem sentar ao seu lado, comeram e conversaram muito. Aquela "frutaria" toda já tinha servido de almoço.
- Já volto.
Entrou e voltou rápido, colocou à guia na coleira, que só saia do do pescoço dela na hora do banho, e a levou de quatro até a Senzala. Ao chegar sabia que tinha que tirar a roupa, o fez rápido. Ele faz uma revista nas marcas anteriores, e a leva pra aquele móvel" que só se fica preso pela cabeça e punhos, o corpo meio arqueado. Liga o som, vai até à bolsa, coloca algumas coisas perto de dela. Vem perto do seu rosto e beija seus lábios e some do seu campo de visão....
A Senzala - Parte 8
Vem perto do seu rosto e beija seus lábios, some do seu campo de visão. Ela então começa a sentir uma dor ardida no bumbum, ela logo reconheceu, era a raquete feita de lixa grossa. E foi de uma nádega a outra, e diz:
- Estou com saudades de escutar você contando, pode começar.
E lá foi ela na sua contagem. Ela realmente estava mais sensível e no meio começou a contar diferente. Ele:
- Quer que eu pare????
Ela muda.
- Quer que eu pare????
Começa a chorar. Ele vem suspende seu cabelo, agacha-se pra ficar na altura do seu rosto, pergunta de novo.
- Quer que eu pare C"?
Ela com o coração apertado balança a cabeça positivamente. Ele:
- Não, fala quero ouvir de sua boca.
Saiu um sim, sofrido de dizer.
- Não escutei, mais alto.
- Sim, sim, sim.
Ele tinha dobrado seu orgulho, que mágoa dizer aquele sim. Rapidamente a retirou do móvel, ele a colocou no colo.
- Pois é, há muito, muito tempo, tento na conversar mostrar pra você, mas como você é teimosa, cabeça dura, eu tinha que te mostrar na prática que às coisas não podem ser fitas assim, se você não se preserva, eu tive como seu DONO ensinar como fazê-lo. Submissão não é e extermínio do corpo e alma. Fazer um bom exercício de Dominação, entre outras coisas, é fazer à submissa raciocinar por si própria, amadurecer, crescer como pessoa e se tornar uma pessoa melhor. Vocês também fazem isto com as nossas vidas. Além disto entregam a nós o que vocês têm de mais precioso e sensível, a submissão. Ela é perola e tem que ser bem cuidada, preservada, protegida. Tem que haver muita responsabilidade do Dominador para não destruir e sim construir, modificar pra melhor. - Beijou-a muito - Você reconhecendo seu limite hoje você me deixou orgulhoso de ser seu DONO. Viu não foi ruim assim.
A chorona diz:
- Foi sim, foi.
Deitaram-se mais uma vez no feno, e ele ficou um tempo massageando seu bumbum, humm carinho gostoso.............
Ele já excitado, a vira de costas pra ele, começa a acariciar seus seios e sexo. "C" se solta dele e fica de quatro olhando pra trás com olhar de pura provocação.
- Eu adoro este teu olhar.
Ele levanta vai buscar o "necessário". Fica por trás dela, lambuza seu ânus de KY, coloca à camisinha, e começa a fazer pressão, ela sente um pouco de dor. Então começa a mexer à cintura, a rebolar como uma boa puta, com um olhar bem de vagabunda pra ele. Ele alucinado entra cada vez mais, à dor que já se fazia presente foi substituída por prazer. Ele fez uma coisa que ela adorava, segurou seus cabelos com fosse arreios, e a cada vai e vem lhe dava palmadas. Ela dizia coisas sem nexo, gemiam muito. Um sentimento forte ali a fez sentir possuída por ele, inteiramente. Ele a invadia de todas as maneiras, era uma sensação de uso e abuso maravilhosos. Realmente ela se sentia sua puta, sua vagabunda. Gritos e gemidos vindos da cadela. Gemidos eternizados em seu coração saiam da boca do seu Proprietário. Prazer e gozo total.................
No meio do jantar eu escutei um carro se aproximar da casa.
- Quem será, perguntei??????
- Seu presente!
Entra na casa seu amigo, proprietário do sitio. Um homem todo tatuado e muito simpático, veio beijou minha mão me encarando. Ele terminou o jantar com agente foram pra sala, e se animaram na conversa. Eu totalmente em choque com aquela presença e um turbilhão de pensamentos alucinaram minha cabeça. O que aquele homem fazia ali? Eu seria emprestada pra ele??? Ele não era SM!!! Meu Dono daria aulas particulares a ele de sadismo, me usando como cobaia??? Veio nos assistir??? Seria eu, meu Mestre e ele em uma sessão. Baixou à MARIA NÓIA". Meu Dono não faria estas coisas, sem conversar comigo primeiro. Quando ainda absorta em meus pensamentos, escuto:
- C" vem pra cá.
A Senzala - Parte 9
Quando ainda absorta em meus pensamentos, escuto:
- C" vem pra cá.
Levei-me junto com o café.
- Você está curiosa e assustada com a presença dele né?????
Minha cara não negava.
- Lembra quando você tocou no assunto de marcas permanentes?
- Sim.
- Lembra que fiz uma cara de poucos amigos e encerrei o assunto. Pois é você quase estragou meu presente e minha surpresa pra você. Eu já tinha combinado a vinda dele na nossa última noite. Ele faz tatuagens e piercing. - E continuou. - E como você sempre desejou ele vai te marcar eternamente como de minha propriedade, com minhas iniciais. Lógico se você ainda quiser.
- Eu com suas iniciais tatuadas no meu corpo?????
- Com o meu nick com certeza não seria. Nick figura no imaginário você NÃO É submissa/escrava/masoquista de uma fantasia . Você é a minha submissa, escrava, masoquista REAL E no REAL, vai receber minhas iniciais reais em teu corpo.
Ajoelhei e beijei muitos seus pés descalços, e disse ajoelhada a sua frente:
- Muito me honrará ter sua marca de forma eterna. Nunca desonrei, não desonro e nunca desonrarei seu nome com coisas menores, infantis e sem significado real. Tive, tenho e sempre terei um comportamento digno de seu nome. Eu tenho segurança em sua Dominação então não me perco. Rezo pela sua cartilha, seus valores são inerentes à minha personalidade. Sempre terás orgulho de mim, pois minha postura e comportamento foi, é e será digna de um MESTRE, como o Senhor.
Seu amigo meio que admirado e assustado com a cena, acerta os detalhes com meu DONO. Assim que houve uma pausa eu olho pra cima, com um sorriso nos lábios pergunto.
- Vai ser hoje????
Ele:
- Você trouxe a luminária?
Seu amigo diz que sim. Ele então olha pra mim, segura meu queixo, e olha-me com seus olhos claros.
- Vai ser agora!!!!!
Seu amigo propõe que seja feita na Senzala, como antigamente. Eu já me virando na direção dela.
- Ooooo, mulher deixa de ser ansiosa!!!!!! Vai ao quarto e se prepara para o ritual.
E lá fui eu. Não sabia o local onde seria feita a marca, então além da blusa de frente única, coloquei uma saia de fácil manuseio. Descalça, de coleira e com a roupa descrita fui até meu lugar preferido no sitio. Não fui notada ao chegar, eles conversavam animadamente de costas pra porta. Cheguei o mais perto que pude, me coloquei de joelhos e de cabeça baixa. Eles estavam preparando aquela mesa antiga onde a pessoa é puxada, por correntes, pelos braços e pernas em direções opostas. Ao me notar me chama até ele e de quatro chego aos seus pés. Ele me leva até a mesa, me deita, e carinhosamente me explica como será feita a marca.
- Esta mesa, hoje, pra você não será de tortura, e sim foi à forma que encontramos pra você não se mexer durante o processo, você é muito agitada e quero tudo sem risco pra você.
Seu amigo ainda organizando o material se colocou distante. Ele então começa a examinar meus tornozelos, pulsos, levanta a blusa e se colocando na frente de seu amigo examina meus seios, aproveitando pra me excitar um pouco, maltrata os mamilos. Levanta minha saia, abaixa minha calcinha, toca só minha virilha, para o meu desespero. Vira-me de costas a ainda com a calcinha abaixada examina meu bumbum e cintura. Vestiu-me de novo, e foi até meus ombros e nuca. Ele me fez sentir revistada e inspecionada, como tivesse me comprando. Neste momento seu amigo pergunta se pode se aproximar. Ele diz sim, liga o cd.
Sou presa nas correntes.
- Já escolheu? - pergunta seu amigo.
- Sim aqui em cima.
Foi colocado um apoio em meus ombros, este mesmo braço ficou preso com uma pequena corda em uma argola debaixo da mesa, o resto dos membros presos às correntes esticadas naquela mesa maravilhosa. Seu amigo, agora meu também, rs, fez toda higiene necessária. E me perguntou:
- Quer anestésico????
Olho meu DONO, ele:
- Você escolhe.
- NÃO, digo.
Nosso amigo fala então:
- Olha sua pele é sensível, vai doer.
Eu:
- A frio. Quero sentir cada pedacinho das letras, dou muito valor por ter sido escolhida por ele, para ter esta marca.
- A qualquer momento você pede, ok?????
- OK.
Meu Dono de inicio segura-me com força, pra eu não mexer no primeiro toque da agulha.
- Vai Artista!!!!
Com material descartável, começo a receber as iniciais, à marca do meu DONO. No primeiro contato solto um grito de dor suo frio. Aquilo não era dor e prazer, era dor de dor. Meu MESTRE e Senhor faz cafuné, com a outra mão aperta forte à minha esticada, beija meus lábios gelados e fala no meu ouvido:
- Estou aqui e não vou te largar......
Começa então a me dizer coisas que jamais pensei em escutar de seus lábios, sobre mim, nossa relação BDSM e de como se sentia naquele Todo. Anestesia verbal, eu passei a me concentrar em sua voz quente, baixa e gostosa. E mais uma vez naqueles dias eu chorei de emoção, com tudo que ouvia. Depois ficou me anestesiando com o olhar. Fui MARCADA DEFINITIVAMENTE, com iniciais daquele Homem, como sua.
- Modéstia à parte suas iniciais ficaram lindas e perfeitas no corpo dela.
Ele com os olhos fixos ficou um tempão olhando sua marca em mim, acarinhando em volta dela. Tenho certeza que por trás daquela rocha" toda, estava rolando muita emoção. Seus olhos não negavam. No final nosso amigo me passou como deveria cuidar da marca do meu Senhor e Dono, fazendo minuciosas recomendações. Ele me encheu de cuidados ao dormir.
No dia seguinte seu amigo saiu cedo, antes pedi permissão ao meu Dono, pra lhe dar um abraço no meu "carrasco querido. Nosso amigo diz que foi muito especial, pra ele, me marcar com as inicias do seu melhor amigo. Nos abraçamos, ele se foi. Meu Senhor me colocou sentada na sala e foi acabar de colocar nossas coisas no carro. Depois de um tempo autorizada fui até a Senzala. Ao entrar me agachei no chão e cheirando o feno ainda pude sentir o cheiro de nós dois, veio à lembrança, os meus gemidos de dor e prazer. Gelei e me excitei ao lembrar do som que ele soltava quando gozava e quantas vezes pude servi-lo e proporcionar-lhe prazer. Sons que ecoam até hoje. Escuto sua voz me chamando, entro no carro. Ao fechar o portão externo eu triste sinto ele abraçar minha cintura, e dizer:
- Fica assim não, vamos voltar outras vezes.
Já em casa com a tatuagem devidamente cicatrizada e linda, eu sempre fico demoradamente namorando a tatu no espelho, através do reflexo viajo de volta aqueles dias, e também visito o futuro, onde sei que terá muito mais por vir.
Ps. A "Rocha" e o "Cálice" foram uma homenagem a uma AMIGA que muito AMO.
Este conto-relato foi escrito em meio a muita turbulência. Como todo ENTREGA, é uma homenagem a ELE, o HOMEM, DOMINADOR, SÁDICO e MESTRE que eu mulher, submissa, masoquista e escrava AMA DE PAIXÃO. AQUELE a quem devo tudo o que sei de e em BDSM. Devo principalmente meu crescimento pessoal (sempre presente), em meio à SABORES e dissabores. ELE junto com o BDSM me tornou uma pessoa melhor. OBRIGADA por quem SOU hoje!!!!!!!!
ETERNAMENTE COM SUA MARCA NA ALMA,
Com AMOR e EMOÇÃO, blancheRJ