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- Boa Noite! Este pão de queijo está fresco? - Sim! - Me dê dois destes e um copo de café. A senhora atrás do balcão me servia automaticamente sem nem mesmo me olhar. Haviam algumas pessoas na lanchonete apesar da hora avançada. Paguei o café e os pães e me sentei a uma mesa. Na televisão passava o Jornal Nacional. Deixei meu corpo relaxar por um tempo e percebi como estava cansado. Sempre achei esta viagem de BH muito perigosa e eu não gostava de guiar a noite. Seria bom poder dormir ainda que por algumas horas. Me levantei a contra-gosto e fui até o balcão. - Senhora ... a senhora pode me indicar algum hotel aqui perto? Eu gostaria de descansar um pouco. Neste momento aquela mulher me olhou e percebi que tinha os olhos claros. Os cabelos presos já mostravam alguns fios brancos na raiz que denunciavam a pintura antiga. Ela me fitou séria e abriu um sorriso falando: - Vou falar com meu marido. Espere um minuto por favor. Tomei mais um gole do café e prestei atenção no noticiário. O apresentador falava sobre algumas estatísticas sociais. A miséria aumentava no país. Alguns cada vez mais ricos e muitos cada vez mais pobres. Fiquei imaginando aonde isto ia parar... - Boa Noite! O senhor que procura um lugar para repousar? Virei o rosto e dei de cara um homem magro, com entradas no cabelo e óculos sobre a ponta do nariz. Parecia ser o marido da senhora que me atendera antes. - Boa Noite! Sim, estou viajando a bastante tempo e perguntei a sua senhora se ela conhecia algum hotel ou pensão aqui por perto. Não precisa luxo não ... quero só poder tomar um banho e me deitar por umas horas. Ele assentia com a cabeça com os braços cruzados e olhando para o chão. Ele então deu a volta no balcão e me chamou a um canto. Disse que não tinha nenhum hotel ali perto mas que ele mesmo tinha uns quartinhos no fundo do restaurante e que tinha feito justamente para quem estivesse muito cansado. Me falou que não fazia alarde disto porque em primeiro lugar ele não tinha alvará pra ter estabelecimento de hospedagem e também não queria transformar o restaurante dele em um motel pra caminhoneiros pois sempre tinha confusão. - O senhor parece uma pessoa de respeito e terei gosto em hospedar o senhor. Gostaria de ver o quarto? Assenti que sim e segui o homem até o tal quarto. Na verdade tivemos de dar a volta no restaurante já que os quartos ficavam um pouco afastados. Na verdade eram 2 quartos e ficavam perto da casa dele a uns 10 metros do restaurante. O quarto era bem arrumado e tinha um pequeno banheiro com chuveiro. No quarto apenas a cama e uma cômoda com um filtro de água. Combinamos o preço e ele falou que o café da manhã estava incluido. Havia também uma especie de estacionamento em frente aonde eu poderia deixar o carro. Ele também me falou que tinha um sujeito de confiança que fazia a segurança do restaurante a noite e que não precisava me preocupar com o carro. Conversamos um pouco mais e quando ele ia embora ele se voltou e me perguntou se eu não gostaria de jantar na casa dele. Aceitei de bom grado pois realmente estava precisando comer bem. E se era oferta da casa, tanto melhor. Ele sorriu e concordou. Disse que iria fechar o restaurante dali a pouco e que eu teria tempo de tomar um banho e me trocar. Tomei um bom banho e me deitei um pouco. Aproveitei para revisar algumas planilhas. Eu estava fechando alguns acordos comerciais em BH para meus negócios e precisava avaliar as condições. Acabei cochilando pois fui acordado com uma batida na porta. Era uma moça. Devia ter uns 20 e poucos anos e me chamou para o jantar. Mantinha os olhos no chão levantando os mesmos rapidamente de vez em quando para me examinar. Segui a moça até a casa do meu anfitrião. Ela era bem feita de corpo e vestia uma saia florida que terminava na altura dos joelhos e um casaco vermelho. Entrei na casa e ela me indicou um lugar a mesa. Lá ja estavam sentados o Sr. Jorge e sua esposa que se chamava Ana Rita. Além deles morava na casa o filho do senhor Jorge e a esposa dele que estava grávida. A moça se sentou ao meu lado, o filho dele e a esposa a frente e o meu anfitrião e a mulher tomaram as cabeceiras da mesa. Iniciamos o jantar, a comida caseira estava deliciosa e nós conversamos sobre diversos assuntos. O Sr. Jorge quis sabe de meus negócios em BH. Eu tenho uma pequena fábrica de objetos para residências e escritórios desenvolvidos por uma equipe de designers do Rio. Expliquei para ele mas acho que ele não se interessou muito pelo assunto. Ao final, o Sr. Jorge me chamou a varanda para tomarmos um café e fumarmos um cigarro. A moça veio nos servir o café e quando ela foi embora ele me falou: - Bonita não? Ela é sobrinha de minha mulher. A mãe e o pai já faleceram e a moça veio morar conosco. Mas tem nos dado muitos problemas... - É mesmo? Porque? - Problemas com a mulher de meu filho. Ele já andou pegando essa moça e a mulher dele descobriu. Foi o maior quiprocó aqui em casa. Mas também né? Não tiro a razão dele, com este corpinho... é difícil a gente não ter vontade né? - É... situação difícil. - Pois é, está ficando muito chato... Sabe? O senhor não quer levar ela consigo? Ela pode trabalhar para o senhor. Sabe cozinhar e pode cuidar da casa muito bem. Também é uma moça bem obediente e não vai trazer nenhum problema. Fiquei surpreso com a proposta. Não sabia nem o que falar. Eu tinha me separado a 6 anos e já tinha uma faxineira que cuidava da casa. Também não teria condições de dar abrigo a uma moça como aquela. Logo ela ia se enrabichar com alguém e isso só me traria problemas. Disse para ele que eu não precisava de ninguém mas que eu ia pensar no assunto. - Olha... eu se fosse o senhor pensava bem. Uma moça como essa não se acha em qualquer lugar. Eu mesmo já estive com ela e garanto ao senhor que é de primeira... O sujeito falava dela como se fala de um carro. Disse a ele que minha noiva não ia gostar se eu aparecesse com outra. Ele olhou meus dedos procurando pela aliança e falou de um modo meio irônico: - Bom... o senhor pode colocar ela como sua empregada quando casar. Diga isso para sua noiva... diga que você achou que seria bom pra ela uma empregada... ela vai gostar. Mulher gosta de ter empregada na lida pra ajudar. Ainda mais uma moça obediente como esta... Eu fiquei calado. Não sabia o que falar. Foi quando ele arrematou: - Olha, ela me obedece em tudo. Morre de medo de ficar sem casa. Vou mandar ela ter com o senhor hoje a noite. Não comente nada com minha mulher. Assim o senhor pode dar uma boa examinada e decidir. Se nào quiser... não se preocupe... amanhã o senhor parte e nunca mais nos verá. Se quiser, amanhã ela arruma as coisas dela e segue viagem com o senhor. Eu mal podia acreditar. A poucas horas atrás estava cansado e com fome na estrada e agora tinha um lugar pra dormir, comida e mulher de graça. Aceitei mas falei que não poderia garantir nada. Fui para o quarto. Tentei passar os olhos nas planilhas mas minha cabeça estava a mil. Dali a pouco a porta do quarto bateu e fui abrir. Era ela. Estava com o mesmo vestido e casaco. - O Sr. Jorge me mandou vir aqui conversar com o senhor. - Entre. Apontei uma cadeira para ela se sentar, fechei a porta e sentei na cama. - Ele quer saber se eu tenho interesse em levar você para o Rio comigo. Mas eu quero saber se você quer ir. - Quero sim senhor. A moça mantinha os olhos no chão. Os dedos das mãos entrelaçados pousavam sobre o colo. - Você tem estudo? - Tenho sim. Sei ler e escrever e fazer as contas... - Quantos anos você tem? - Tenho 23 anos, senhor. - Se eu levar você comigo, terá de trabalhar como minha empregada. Você quer? - Quero sim senhor. - Não vai mais poder falar com sua tia ou com ninguém mais de sua familia, está bem? Ela ficou em silêncio. - Você quer ir assim mesmo? - Quero sim. Senti então que ela realmente gostaria de ir. Conversei com ela por mais um pouco. Fui então fazendo perguntas cada vez mais pessoais. Namorados, doenças, parentes etc. As vezes ela relutava em responder mais eu endurecia e disse que se ela não quisesse responder era melhor ela ir embora. Então ela me respondia. Disse então que ela teria de cuidar da casa e de mim. Ela ficou em silêncio olhando para o chão. Repeti a pergunta e levantei seu queixo. Ela me olhou nos olhos. Perguntei se ela estava entendendo o que eu queria. - Acho que sim. - Quero saber se você quer cuidar de mim e me obedecer como eu gosto. Fique de pé. Ela se levantou. - Tire a roupa. Bem devagar. Ela então foi tirando a roupa e desnudando o corpo lentamente. O casaco, a camiseta, a saia... ficou apenas de calcinha e sutien. - Tire tudo. Ela então soltou o sutien e tirou a calcinha. Ficou nua ali na minha frente. Ela tinha um corpo perfeito. Me levantei e cheguei perto. A respiração dela estava forte. Os bicos dos seios eriçados. Fui examinando ela... mandei abrir a boca e olhei os dentes dela. Examinei os cabelos, a pele... os pelos que se eriçavam ao meu toque. Mandei ela então colocar as mãos na parede e abrir as pernas. Ela obedeceu. Enfiei meu dedo em sua bucetinha e percebi que estava toda molhada. Perguntei se eu a agradava. Ela disse que sim. Falei para ela ficar ali parada. Expliquei então que ela nunca mais teria outro homem além de mim. Mas que eu poderia ter as mulheres que eu quisesse. Falei ainda que não importa o que acontecesse eu iria cuidar sempre dela e que ela cuidaria sempre de mim. Expliquei que para todas as pessoas ela seria apresentada como minha empregada. Ao final, perguntei se ela aceitava viver comigo sob estas condições. - Sim. Então perguntei se ela me deixaria usar ela como eu quisesse. - Sim. Disse então que se ela em algum momento não quiser mais me servir ela poderia falar e ir embora. Assim seria sempre. Ali ou em minha casa. Falei apenas que a partir do momento que ela desistisse ela nunca mais deveria me procurar e que estaria sozinha entregue a própria sorte. Perguntei se ela entendia isto. - Sim. Então, falei para ela que eu iria agora provar ela de verdade. E que se ela fosse forte eu a levaria. Fariamos alguns testes. Ela deveria apenas obedecer e se esforçar no que eu pedisse. Falei para não se preocupar com mais nada, e que se lembrasse sempre de que poderia sair dali quando quisesse. No resto, deveria deixar que eu cuidasse de tudo. A ela caberia apenas se entregar e obedecer. Mandei ela ir ao banheiro e tomar um banho. Fiquei olhando ela tomar o banho da cama. Mandei então que ela deitasse sobre minhas pernas de bruço... peguei uma toalha e coloquei em sua boca. Mandei ela morder. Acariciei sua bunda por um tempo e comecei a aplicar várias palmadas com a mão. Ela se mexia em com pequenos espasmos e mordia a camiseta. As marcas ficavam vermelhas. Eu dava intervalos de alguns minutos entre cada série para ela se recompor. Após algum tempo eu parei. Cuspi na mão e acariciei sua bunda, suas costas. Botei meus dedos em sua buceta e vi que estava encharcada. Pedi então para ela se deitar na cama e abrir as pernas. Ela se deitou e virou o rosto para o lado abrindo as pernas. Mostrei para ela como segurar as pernas para o alto. Falei que ela não deveria soltar. Puxei-a para a beirada da cama. Fui até ao lavatório, lavei as mãos com calma e me aproximei dela. Comecei então a massagear a bucetinha dela devagar, com os dedos. Ela estava um pouco tensa no inicio mas foi relaxando. Fechava e abria os olhos, girava a cabeça para um lado e para outro. Comecei então a massagear seu clitoris e em dado momento ela soltou uma das pernas. Parei imediatamente. Coloquei a toalha novamente na boca dela e peguei o cinto. Falei para ela que eu tinha pedido para não soltar as pernas. Como ela soltara deveria ser castigada. Perguntei se ela estava pronta. Ela assentiu com a cabeça. Pedi que se levantasse e apoiasse as mãos na parede. Quando ela se colocou em posição com as pernas abertas apliquei algumas cintadas na bunda dela. Ela se contorcia e tentava se esquivar. Eu via as lágrimas correndo de seus olhos. Apliquei 2 series de 10 cintadas de cada lado. Não foram fortes demais, mas o suficiente para ela sentir o que a esperava. Expliquei para ela que seria castigada quando me desobedecesse. E que seria assim para o resto da vida dela. Perguntei se concordava com isto. Ela assentiu que sim. Mandei então ela voltar para a posição na cama de pernas abertas. Continuei a explorar a bucetinha dela com meus dedos. Ela se mexia, fechava e abria os olhos, levantava a cabeça e abaixava. Ela já puxava as pernas e se abria mais. Finalmente ela gozou com espasmos fortes por todo o corpo. Mas desta vez ela não soltou as pernas. Coloquei uma camisinha e deitei com ela. Eu estava explodindo de tesão e ela também. Ela me beijava e me abraçava com uma volupia indescritível. Transamos como loucos e a penetrei na bucetinha e no cuzinho. Depois, ficamos ainda um bom tempo deitados juntos. Ela me acariciava o corpo e me olhava com ternura. Gostei muto de ver como ela se entregara por completo e como me olhava com paixão. Como já era tarde mandei ela se banhar novamente e se vestir. Instrui para que voltasse ao quarto dela e aguardasse. Não deveria falar nada sobre o que acontecera ali. Se o Sr. Jorge perguntasse ela deveria dizer que havia transado comigo e feito massagens até eu dormir. Perguntei se ela tinha documentos e ela me contou que estavam com o Sr. Jorge. Perguntei também que pertences ela tinha trazido quando veio morar ali. Ela me disse que veio com muitas coisas que eram dos pais dela e que agora estavam em uso pelo Sr. Jorge e pela mulher dele. Ela me enumerou tudo, o velho safado havia tomado posse de todas as coisas que pertenciam a ela. No dia seguinte, acordei por volta das 7 horas. Fui para o restaurante tomar o café e acertar a conta com o Sr. Jorge. Ele me esperava sorridente e me perguntou se ia levar a menina. Falei que sim mas que gostaria de ver os documentos dela. Ele foi em casa, se demorou um pouco e voltou com a garota e Dona Ana Rita. Também trazia uma pasta com os documentos da menina. Conferi tudo e guardei os documentos. Falei então para a Dona Rita que ja tinha ligado para minha noiva e que ela tinha ficado muito contente e que iria cuidar de tudo para a menina ficar bem. Ela iria trabalhar em nossa casa após nosso casamento. Também disse que mandaria noticias quando chegassemos lá. E anotei o endereço para mandar o convite de meu casamento para eles. Depois das despedidas, acertei as contas do restaurante e da hospedagem e deixei com ele meu telefone para ligarem se sentissem saudades. Naturalmente o telefone e o endereço que dei eram falsos. Após alguns quilômetros na estrada, vi um matagal pegando fogo e parei o carro. Saltei do carro e pedi para ela saltar também. Coloquei um bom dinheiro na mão dela e falei: - Com este dinheiro, você pega um ônibus e vai viver vida nova em outro lugar. Se quiser pode voltar para a casa de teus tios. Então agora você pode ficar aqui ou entrar no carro. Se entrar no carro e seguir comigo você já sabe como vai ser tua vida. Ela vai começar de novo. Nunca mais vão te achar. Quero que viva somente para mim. Vou mudar teu nome e providenciar novos documentos. Quero que decida agora. Vai entrar no carro ou vai ficar aqui? Ela me olhou nos olhos. Sorriu e falou: - Eu sou sua. E me entregou o dinheiro. Mandei ela jogar todas as roupas e malas em um matagal que queimava perto. Ela foi correndo no carro, pegou as roupas e jogou tudo no fogo. - Tua nova vida começa agora. Teu nome agora é Helena. Eu vou cuidar de você e você irá cuidar de mim. Só a mim deve obediência, quero que se concentre nisto. Então a abracei e a beijei. Ficamos ainda algum tempo de pé olhando as roupas queimando. Entramos no carro e saímos logo dali. A estrada a frente vazia. Olhei para o lado e a vi de outro modo. Estava recostada ao banco, os olhos fechados e o sol iluminava um sorriso no seu rosto enquanto o vento remexia seus cabelos... definitivamente era uma outra pessoa.