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Uma Noite ServindoII Concurso de Contos e Poesias BDSM - Participante
Já são quase oito horas, tenho que ser rápido. Ainda tenho que colocar a mesa, e dar uma revisada em tudo. Claro que poderia fazer isso bem rápido, mas com esse sapato de salto fica bem mais difícil. A mesa deve ser posta para quatro pessoas: minha Dona e três amigas dela. E eu ainda tenho que subir e me trocar.
Caminho da cozinha até a sala de jantar com todo o cuidado possível, e quando finalmente termino de arrumar a mesa, minha Dona me chama:
- Mary, venha aqui.
Subo as escadas com dificuldade, me equilibrando como posso.
Bato à porta do quarto, e recebo permissão para entrar.
- Essa é a roupa que você vai usar hoje para nos servir. - O servir ganhou uma conotação dupla em seu tom de voz.
Sobre a cama (a nossa cama, se Ela me der permissão de dormir ao seu lado hoje), vejo a roupa. Um uniforme de empregada doméstica, de vinil, curtíssimo, com direito a avental, meias 7/8, um sapato tão ou mais desconfortável do que estava usando, e uma minúscula calcinha preta, também de vinil.
- Mas como vou usar isso? Perguntei espantado.
Ela fingiu que não me ouvia.
- Senhora, como vou usar isso? Na frente das suas amigas?
Ela nem se importou em responder. Apenas consultou o relógio, e entendi o recado. Logo as amigas chegariam, e eu deveria estar pronto.
Enquanto ela terminava de se arrumar, eu começava. Tiro minha roupa, e confiro no espelho meu corpo nu. Nenhum pelo, como ela ordenara. Peito, barriga e púbis lisinhos. Bunda lisa também. As pernas depiladas também.
Pego o estojo de maquiagem e, como já tinha prática, logo estava de batom, sombra e demais traços femininos em meu rosto. Coloco a calcinha de vinil, ajeitando como posso meu material dentro dela. De costas para o espelho, enfio a calcinha o máximo que consigo na minha bunda. Coloco as meias, desenrolando-as nas minhas pernas lisinhas. Calço os sapatos, tentando imaginar que tamanho tinha aqueles saltos. Consigo me equilibrar, e enfim coloco o uniforme. Como sempre acontece quando me preparava e cumpria uma
ordem dela, fiquei excitado. E tentei pensar em algo broxante, pois a calcinha era realmente apertada.
A campainha toca, e estou na cozinha, arrumando os petiscos que serão servidos na sala de estar. Ouço minha Dona mandando que vá atender a porta.
Não tem mais jeito, as amigas chegaram.
Quando abro a porta, vejo três mulheres tão bonitas quanto a minha Dona, e logo vão entrando e empilhando suas bolsas e casacos sobre mim. Logo as quatro estão juntas, e posso ouvi-las comentando:
- Que bela empregada que arrumou!
- Mas e ela sabe cozinhar?
Minha Dona apenas ri, com seu riso maquiavélico.
Sirvo os petiscos e um bom vinho, e a cada vez que vou à sala sinto os olhares maliciosos e pervertidos para mim. Numa das vezes, uma delas
beliscou a minha bunda!
Fico na cozinha, escutando-as conversar sobre seus maridos, com ar de desdém, e sobre personal trainers e professores de tênis, com animação.
Uma delas comenta que, por mais que se esforce, seu marido só pensa em trabalho. E com uma risada alta completa:
- Ainda bem que tenho um jardineiro e um motorista.
E todas dão risada.
Quando sirvo o jantar, elas vêm com mais piadas.
- A sua empregada faz o serviço direitinho?
- De vez em quando ela é meio relaxada, e tenho que puni-la. responde minha Dona.
- Ah, mas com uma bundinha dessas, deve ser uma delícia quando ela faz coisa errada... fala uma delas.
- Você gostou da bundinha dela? minha Dona pergunta.
Como a outra assentiu, minha Dona manda que me aproxime.
- Mary, fique de quatro, para que minha convidada possa comer olhando a sua bunda.
Mais uma vez todas deram risada. E eu fiquei ali, de quatro e humilhado, escutando suas conversas sobre homens.
Depois de servir a sobremesa, minha Dona pergunta às amigas:
- Quem caminhou muito no shopping hoje?
Todas responderam que sim.
- Minha empregada sabe fazer uma massagem dos deuses... Alguém se habilita?
Mais uma vez, as três se candidataram.
Foram para o sofá e eu de joelhos começo a massagear o primeiro dos seis pés que teria pela frente.
Mesmo me esforçando ao máximo, a amiga da minha Dona não ligava a mínima para a minha massagem. Era como se eu nem estivesse ali.
A segunda foi um pouco melhor, e de olhos fechados recebeu minha massagem com ar de satisfação. Quando terminei, ela pediu que me aproximasse e colocou uma nota de um real na minha calcinha, como se eu fosse uma puta
barata.
A terceira me perguntou se eu sabia fazer massagem com a língua. Olhei para minha Dona, que fez um gesto afirmativo com a cabeça. Peguei o pé direito dela com as mãos, e lambi e beijei com carinho. E quando fui fazer o mesmo no pé esquerdo, me atrapalhei e derrubei o cinzeiro que estava na mesa de centro. Espalhou cinza e bitucas de cigarro por todo o tapete. Minha Dona me
fuzilou com o olhar.
- Eu não falei? ela gritou Essa empregada sempre faz coisa errada.
Já sabendo o que fazer, peço licença e me levanto, e vou à área de serviço buscar o material de limpeza.
Depois de limpar o tapete e guardar o material, minha Dona ordena:
- Venha cá. Agora.
Caminho até a frente dela, fico de joelhos e depois baixo o tronco, ficando com o rosto junto ao chão. Minha Dona levanta a saia do uniforme de
empregada e diz para as amigas:
- Chegou a hora do castigo.
Me dá vinte tapas na bunda, e ao final de cada um e falo para ela:
- Desculpe essa burra, minha Senhora.
Mesmo sem nenhuma piadinha, pois o silêncio imperava na sala, me senti muito humilhado.
E então uma das mulheres falou:
- E a minha massagem interrompida? Essa fulaninha não vai ser punida por isso também?
Fico em silêncio, esperando a resposta da minha Dona.
- Claro que vai, - ela responde à amiga mas não por mim. Por você.
A amiga fica um pouco pensativa, e depois fala:
- Sabe o que é? Eu não gosto de bater... Posso castigá-la de outra maneira?
- Claro, do jeito que você quiser.
Fico pensando no que aquela mulher iria inventar para mim.
Ela finalmente fala:
- Bem, você já ganhou dinheiro na calcinha, mostrando o quanto é baixa.
Então, sendo uma putinha desse nível, deve saber dançar. Coloque uma música e dance para nós. Se eu gostar, você está livre. Se eu não gostar, vou
realmente castigá-la.
E um burburinho se fez na sala.
Puta merda penso eu não vou conseguir fazer isso.
Peço permissão à minha Dona, e levanto. Vou até o aparelho de som, escolho uma música apropriada e volto para frente delas. Começo a mexer o corpo ao
som da música, tentando parecer sensual. Mas sinto que estou travado, e penso que não vou conseguir. Mas como lembro que não conheço essa mulher, e
portanto não faço idéia do que seria um castigo na cabeça dela, fecho os olhos e me solto. Danço, rebolando e remexendo todo o meu corpo para elas.
Logo elas estão aplaudindo, assoviando e pedindo mais. Quando a música termina, minha algoz pede que me aproxime.
- Querida, você mandou bem. És uma autêntica vadia! fala isso e dá uma beliscadinha na minha bochecha.
Fico novamente de quatro aos pés da minha Dona, esperando que ela decida o que farei agora.
Depois de servir o café, minha Dona manda que eu vá buscar uma sacola roxa que está no quarto. Trago a sacola para ela, que abrindo fala para suas
amigas:
- Olhem o que eu comprei hoje! e vai tirando os pacotes. São quatro, um para cada uma. E enquanto elas vão abrindo, eu vou me apavorando. Dentro de cada pacote há um consolo de látex, com uma cinta para fixá-lo na cintura.
As mulheres olham maravilhadas, e logo querem colocá-los.
Depois de brincarem com seus pintos de borracha, dizendo que finalmente fariam xixi em pé, que encoxariam as pessoas no bar lotado e coisas assim, elas me olham. Minha Dona então ri alto, e diz:
- Isso mesmo, meninas. O nome desse consolo é: comedor de empregadas!!
Não há nada que eu possa fazer. Apenas me preparar.
- Primeira! grita uma delas.
- Não, não! grita outra Nada disso! Não vou sujar meu pau com a sua porra!
E todas caem na gargalhada.
Minha Dona manda que eu me aproxime, de quatro, e mostre às suas amigas como se chupa um caralho. Coloco a boca no consolo, lambendo a cabeça, e depois vou engolindo aos poucos. Logo estou tendo a boca fudida pela minha Dona.
Sinto meu pau tentando crescer, apertado naquela minúscula calcinha.
Ficam as quatro em pé, e a cada momento eu levo um consolo diferente à boca.
Minha Dona então manda que eu tire a calcinha e suba no sofá, de joelhos.
Ela, em pé atrás de mim, lubrifica a minha bunda e começa a forçar a entrada do pau de borracha no meu cu. Sinto a dor inicial e solto um gemido, e ela
então diz às amigas:
- Uma de vocês coloque o pau na boca dele. Senão os vizinhos chamam a polícia!
Eu não vi qual delas era, mas senti o consolo quase na minha garganta.
Minha Dona entrava e saía de dentro de mim, forte e sem dó. As outras duas ficavam olhando, com uma expressão maravilhada.
E assim elas se revezaram, enquanto uma me comia, a outra fodia a minha boca. Meu pau duríssimo, liberado da calcinha, doía de excitação.
Quando cansaram de mim, já passava de duas da manhã. Minha Dona mandou que eu recolhesse as coisas e fizesse o que tinha que fazer. Era a deixa para eu ir ao banheiro e me masturbar.
Depois que elas foram embora, minha Dona me chama. Me disse que estava orgulhosa da sua empregadinha, da sua putinha. Acaricia meu rosto, como se acaricia um bichinho de estimação. Me leva para o quarto, e eu tirei a sua roupa, e vesti a sua camisola. Ela deitou-se na cama e abriu as pernas. Eu sabia o que fazer.
Lambi sua buceta até fazê-la gozar. Depois de saciada, me puxou pelos cabelos e me fez deitar ao seu lado na cama. E então me disse:
- Agora arrume sua cama no chão, sua puta oferecida. Quatro mulheres em uma noite? Vadia safada. Não merece dormir ao meu lado.
Arrumei minha cama no chão e dormi o sono dos deuses.
FIM