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Segundo Ato - O Castigo

Estava chovendo muito, eu mal conseguia enxergar as coisas em minha frente ele continuava calado ao meu lado. O caminho de Angra é muito longo daqui, a chuva caia incessantemente em meu pára-brisas então resolvi parar num acostamento e esperar que o tempo melhorasse. Num repente ouso sua voz questionativa que logo foi aumentado o tom sobre um velho amigo que acabara de sair junto comigo do hospital e suavemente me beijou a palma de minha mão. Apenas um amigo antigo de faculdade que agora divide os pacientes da emergência comigo. Resolvi seguir viagem a chuva não quer cessar e ele falando coisas ao meu lado que eu não conseguia prestar atenção. Silêncio novamente. Passado um tempo percebi que ele tinha aberto o zíper de sua calça começando a se masturbar, eu o observava olhando-o de lado, ouvia seus gemidos eu tentava conter minha excitação o tesão foi ficando tão forte que mal conseguia me concentrar na estrada a chuva se mantia presente quando avistei o portão da garagem apertei o automático e entrei. Ao estacionar ele abriu a porta do carro subitamente e desceu primeiro, seu zíper continuava aberto, eu lá continuei e sem que eu esperasse ele abriu a porta do meu lado me arrancando de dentro pelos meus cabelos, jogou-me na dianteira do carro me beijando com certa frieza e rispidez. -Tira a roupa sua cadela! Eu molhada pela forte chuva que caia fiquei sem palavras e sem exitar com calma fui desabotoando minha blusa ele sem esperar rasgou-a com raiva deixando meus seios a mostra endurecidos com as gotas de água gelada, parecia um espetáculo pra ele que os segurou firme e contemplou-os com os olhos. -Adoro seus peitos puta! Sugou-os como se extraísse algo, revezando com mordidinhas que deixava meus mamilos cada vez mais duros e doloridos e assim foi descendo por minha barriga, o tesão era tão forte que mal me continha e já o implorava que me penetrasse, eu queria sentir aquele pau grande e duro que sarava entre minhas pernas entrar como rasgando minha buceta e eu não entendia porque ainda não o tinha feito como das outras vezes. - Quer meu pau, vagabunda? Vai ter que implorar muito. Não dou meu pau pra vadias qualquer. - Rodrigo, to ficando assustada! O que ta acontecendo? Você nunca me tratou assim... - Cala a boca sua piranha! - Não grita comigo! Tentei correr, estava com medo, Rodrigo sempre foi uma pessoa calma e costumava me chamar de minha princesinha. Não consegui ir muito longe por causa do salto alto que usava, quando senti suas mãos puxarem meus cabelos e me empurrar no chão. - Porque você ta fazendo isso comigo! Para por favor, ta me machucando. - Ta com dorzinha dotorinha, ta? E a dor que você me fez passar, acha que não ta doendo muito mais? - Eu não fiz nada, eu juro! Agora vamos parar com isso. Ele não queria me ouvir, arrancou toda a minha roupa ali mesmo e me arrastou nua pra dentro de casa. Quando chegamos no quarto percebi que havia vários pedaços de corda branca transados, sabia que ele iria me amarrar. - Ponha as mãos pra trás agora! - Não, por favor! - Cala a boca, puta! PLAF.... Levei um forte tapa na cara em seguida outro, que me deixaram realmente tonta, Rodrigo talvez por pena me deu um copo de áqua que bebi todo. Sentei ainda nua no chão encarpetado do meu quarto, sentia uma forte dor de cabeça, implorei por umas pesas de roupas, mas ele não se comoveu. Continuei ali sentada ouvindo ele falar todas aquelas coisas com aquela voz que aos poucos foi ficado distante e eu imaginava o que ele havia me dado pra beber...Eu estava e não estava mais ali. Meu corpo pesava, meus olhos viravam e eu fazia forsa pra me manter acordada. Senti ele me pegar em seus braços e me colocar carinhosamente em cima da cama, mas não conseguia me mover, mal respirar. Senti Rodrigo beijar meu pescoço e acariciar minha barriga. Cruzou minhas mãos por cima dos meus seios e amarrou dando varias voltas em meus punhos deixando uma grande ponta o mesmo fez com meus pés. Amarou outra em torno de minha cintura que uniu as cordas das mãos e dos pés. Não sei quanto tempo se passou, mas já era dia quando acordei e vi Rodrigo sentado na ponta da cama me olhando e quase sem voz perguntei o por que de tudo isso. Não obtive respostas. Aos poucos Rodrigo foi soltando minhas amarras, meus pulsos estavam vermelhos e doloridos, não pude deixar de choramingar enquanto ele me desamarrava e com delicadeza acariciava e beijava o troféu de sua tortura. Me ofereceu um copo de suco de laranja,mas desta vez recusei, então me entregou um envelope nominal a ele e quando abri meu corpo todo gelou. Deparei-me com as fotos tiradas por Michelle no dia em que fomos no cemitério. Não sabia o que dizer, e agora entedia tudo. - Me traiu com uma mulher!? Você imagina como estou me sentindo? Eu me casei com uma lésbica, ou minha pica não é o bastante pra você? - Não é nada disso, eu posso explicar tudo... - Você não vai não, eu já vi e entendi, Agora se vista que vamos receber visitas. - Quem? - Cala a boca e faz o que mandei. Ou melhor, vamos pro banheiro. Eu ainda estava toda suja de ontem, meus cabelos cheios de lama e Rodrigo fez questão de me banhar. Entramos juntos no chuveiro, ele desfilava suas mãos por todo meu corpo, apertava minha cintura, ensaboava meus seios descia novamente indo ate minhas nádegas e apertava novamente. - Aproveite Lirinha, estas mãos não terás mais! Nunca mais vai sentir a pressão da minha pica nessa tua coxa grossa. Teu novo dono vai chegar e vou lhe entregar pra ele. Que papo era aquele! Eu o amava queria que ficássemos junto, e que outro dono? Rodrigo havia surtado. Saímos do chuveiro e Rodrigo deixou que colocasse uma calcinha e uma camiseta, voltamos para o quarto e me sentou na cadeira de minha escrivaninha. - Amorzinho agora vamos começar um novo joguinho e quero ver se você vai gostar. Vou amarrar novamente seus bracinhos na cadeira, e seus pesinhos porque não quero te ver se debater amordaçarei essa sua boquinha carnuda pra não ouvir seus gemidinhos e nem fazer biquinho. Só quero que fique olhando e sinta o mesmo que eu senti. Fomos interrompidos por dois toc... toc... - Pode entrar! Vi Michelle entrar em meu quarto com um olhar de superioridade e fixando esse olhar em mim não teve tempo de dizer nada, Rodrigo a puxou pelo braço e lhe deu um súbito beijo na boca e acariciando seus cabelos... - Fechei os olhos, eu não queria ver, tava me doendo demais. - Você ta linda, você é linda! Abri meus olhos e ele a despia, aquele corpo que eu já conhecia, tomando posse do que é meu sim meu, cada centímetro dele me pertence. - E agora o que eu faço? - Deite-se na cama com as pernas abertas e dobre um pouco seus joelhos e se masturbe pra mim. Ele ficou ali parado contemplando cada parte dela, ele também se masturbava e parecia gostar da cena, enquanto eu chorava, me debatia, só queria sair correndo dali. Fechei meus olhos mais uma vez e tentava gritar, mas a mordaça não permitia. - Abre os olhos cadela! Agora vem a melhor parte. Vou comer o cuzinho da tua amante. Abraçou Michelle, beijou, acariciou, virou-a de brusos e sussurrou alguma coisa em seu ouvido, ela sorriu. - Fica de quatro! Enquanto eu me rasgava de ciúmes e de raiva, queria voar no pescoço dos dois. Minhas lagrimas escorriam por todo meu corpo enquanto o via penetra-la com tanto prazer. Eles gemiam e gritavam, ela suplicava pra ele ir devagar e ele metia com mais força. - Que foi? Não quer sua recompensa? Então tem que guentar tomar no cuzinho. Senti como se fosse em mim seu gozo se aproximar, ouvi sua respiração ofegante acelerar, seus gemidos aumentaram e ele sussurrava meu nome pra ela. - Pode buscar sua recompensa agora. Michelle desceu da cama e engatinhando em minha direção diz: - Fiz tudo por você! Eu te amo! Eu estava em transe. Rodrigo não me queria mais... - Leva essa vadia daqui, não quero nunca mais olhar pra cara dela! Eu nunca tinha visto Rodrigo chorar, ele estava em prantos querendo que eu fosse embora. Eu também chorava muito enquanto Michelle me soltava e acariciava meus cabelos. - Vamos Lira, vou te tirar daqui! - Não, eu não quero ir! Rodrigo, por favor, vamos conversar!? - Lira, se ele te amasse, não teria feito tudo isso! Deixa ele sozinho, vamos embora! - Não! Me solta! - Solta ela Michelle, vai embora você sozinha! Achava tudo estranho, mas gostei dele ter mudado de idéia e a mandado embora. Rodrigo pegou Michelle pelo braço e chamou um táxi e assim que chegou mandou-a de volta para o Rio. - Vem amor, vamos tomar um banho. - Não vou não, você passou dos limites, quero voltar pra casa no Rio e não te ver mais. - Não faz isso não, você é meu denquinho, não fico bem sem você. Vamos fazer as pazes e esquecer tudo isso. Fiquei calada durante um período como quem consentisse qualquer coisa.` tire a roupa`, ele disse. Fiquei parada e escutei novamente esta frase, mas com uma voz mais firme, porem amável. Tirei minha camiseta e a joguei sobre a cama. Senti vergonha naquele momento, parecia estar com um estranho depois de todos os acontecimentos e quando eu ia tirar a calcinha `deixa que eu tiro, você sabe que eu gosto`parei naquele instante e esperei ele se aproximar de mim. Nós estávamos tão formais parecíamos recém conhecidos, não estava à vontade e sabia que não iria relaxar assim. `olhando pra você agora, admirando suas curvas diante da luz do dia entendo como posso te amar tanto. É impossível não sentir ciúme, impossível não te desejar só minha. Nunca existiu mulher que me desse o prazer que você me dá. Abaixei a guarda, agora sim era meu Rodrigo falando, meigo e intenso. Virou-me de costas e abaixou minha calcinha ate o joelho, beijava minha nuca e acariciava minha cintura e nádegas. Virei-me pra ele e em sinal de reverencia abaixei-me e suguei com toda força aquele pau duro que sentia latejar de tanto tesão. Senti que se continuasse ele logo gozaria e queria prolongar aquele prazer o máximo de tempo possível. Convidei-o para tomarmos um banho e já no chuveiro ficamos apenas a rosar nossos corpos com muito beijo na boca e mordidinhas no pescoço. Eu queria provar que ele me pertencia e que seu prazer só dependia de mim. Desliguei o chuveiro e o levei ainda molhado para a cama. `Agora eu conduzo a transa e quero ver você tocar punheta pra mim` aquela cena me excitava de uma tal maneira que tive muito que me controlar pra não meter com ele naquele instante. Comecei então a morder aquela barriga malhada que tanto gosto, aqueles mamilos pequenos que enchem minha boca de aqua quando ficam durinhos com minha saliva. Deslizei minha língua ate seu pau e em movimentos rotatórios sugava com toda pressão que podia. Lanbia, chupava, masturbava, olhava pra ele e via seu prazer. Mordia e passava a língua em meus lábios. Sabia que isso o excitava. Mandei que se masturbasse enquanto acariciava seu saco com meus sábios e ele cada vez mais louco. Resolvi então arriscar mais um pouco, ir mais longe do que já havia ido ate então, deslizei minha língua em sua região perianal, revezava chupando seu pau voltava para o saco, cheguei ate seu anus voltava novamente e ele uivava de prazer. Sentei em seu pau e me movia como uma gata no cio, cada vez mais forte e rápido e o gozo mutuo não demorou a vir, forte e prazeroso. Contraia minha vagina varias vezes enquanto ele gozava tentando prolongar seu prazer. Logos nossos corpos suados e cansados adormeceram um sobre o outro ate o anoitecer.