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Chibatadas na Mata
Amarrei minha escrava numa árvore no meio do mato, um fim de mundo danado, sem ninguém para testemunhar, pois nem o sol penetrava naquela mata, apenas uma sombra gostosa e fresca, só eu e ela, a escrava e o Senhor, apenas os dois, sozinhos, completamente isolados e mergulhados em nossa própria realidade.
Rasguei seu vestido de uma vez só, joguei longe o que restou de suas roupas e deixei-a amarrada no tronco da árvore sem nada, nua mesmo, somente com as suas sandalinhas de couro nos pés para protegê-la das pedras e gravetos caídos no chão daquela mata fria.
Que prazer ver a minha escrava assim, amarrada e abraçada à árvore, seus peitos nus e sua xana estão colados ao enorme tronco. Sua bunda grande e gostosa, seu belo lombo nu totalmente exposto, seus pulsos e seus tornozelos amarrados, apenas seu cabelo solto ao vento.
A escrava que eu conheci rebelde, selvagem e livre agora está ali amarrada, nua, indefesa, submissa, totalmente a minha mercê, completamente sujeita às minhas vontades e meus caprichos. O que você vai fazer agora, escrava?
Muito excitado, rodeio a árvore observando a cena, ela me segue com os olhos, porém não ousa me encarar. Preocupada, apenas olha o chicote que eu seguro em minhas mãos. Seu rosto exala medo, mas também transborda excitação com o que está por vir.
Sem dizer uma palavra, paro com os rodeios e preparo meu chicote de couro cru trançado. Ela percebe que chegou a hora. Seu corpo treme, ela se agarra ao tronco da árvore, fica na ponta dos pés, o corpo, tenso, espera a primeira chibatada.
Slapt! Chibato seu lombo nu. Ela arqueia o corpo e joga a cabeça pra trás. Uma delícia.
Slapt! Novamente chibato seu lombo nu. Ela reage, mas prossegue firme sem gemer. Aplico mais 5 ou 6 chibatadas, seu corpo se arqueia todo e vibra com a chibata, mas ela não emite um suspiro sequer. Minha escrava quer mostrar que é durona, forte, uma selvagem indomável. Vamos ver então quantas chibatadas ela vai agüentar antes de começar a gemer e gritar.
Slapt! Slapt! Slapt! Chibato a sua bunda, as suas costas e seu lombo nu. Vibro, respiro, saboreio cada chibatada e cada reação de minha escrava. Mas ela continua firme, não solta uma palavra. Continuo. Vamos ver quem é o seu Senhor, minha escrava. Chegando lá pela vigésima e tantas chibatadas, ela não agüenta mais e solta um gemido forte, muito sensual:
- Ahnnnn...
Que prazer quando venço a resistência de minha escrava e vejo que ela se entrega e começa a gemer sob poder da chibata... Que prazer vê-la nua e apenas de sandálias nos pés, sendo chibatada. Me sinto como um antigo Senhor de Engenho açoitando a sua escrava predileta. Poderoso, confiante, ameaçador, domando a rebeldia de sua escrava na chibata.
Com estes pensamentos rodando em minha mente, continuo a chibatá-la. Agora aplico chibatadas também nas pernas. Slapt! Slapt! Ela geme forte, desta vez peguei-a de surpresa... Ela não esperava chibatadas nas pernas. Slapt! Slapt! Slapt! Chibato agora suas coxas. Ela geme gostoso e se contorce todinha a cada chibatada. Uma beleza, muito gostosa de se ver. Me excita muito, me deixa louco essa minha escrava.
Falta chibatar seus braços amarrados ao tronco. Começo a fazê-lo, mas chibato um pouco mais de leve, pois não quero marcá-los, é apenas um castigo para a minha escrava, não uma tortura. Chibatei seu corpo todo, só faltaria mesmo chibatar seus pés, mas não vou fazê-lo, pois a minha querida escrava está de sandálias...
Olho novamente para sua bunda e seu lombo, não resisto e volto a chibatá-los, devagar mas com vigor, vou aumentando aos poucos a força no açoite, ela grita, luta, se arqueia sob as cordas, sinto que estamos chegando ao clímax...
São as ultimas dez chibatadas minha querida, pode gritar que aqui na mata ninguém vai ouvir. Aplico as ultimas dez realmente com gosto. A minha escrava grita e goza, abraçada ao tronco, sob o meu açoite...
A chibata deixa sua pele vermelha, vergões são causados pelo couro cru na pele, seu corpo está completamente chibatado, cansado e suado. Mas são apenas marcas superficiais, vão sair em breve.
O importante é que sua alma está completamente dominada pelo meu açoite. A verdadeira marca que fica na escrava é o prazer de ser dominada, domada, chibatada... O prazer de servir, de se submeter, enfim o prazer de ser realmente uma escrava.