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Tornando-me Princesa
Quando o conheci eu era apenas mais uma universitária normal, sempre atarefada com provas e estágios e uns rolos passageiros. Tinha 22 anos, cabelos castanhos cacheados e olhos castanhos bem vivos. Corpo normal, delgado, com a pele clara, curvas no lugar e nada que chamasse muito a atenção, além de meus seios redondinhos.
Cruzei com ele umas duas vezes nos corredores. Nunca soube seu nome ou o que fazia na faculdade. Aparentava uns trinta e poucos anos, era alto, corpo bem definido, braços e mãos fortes. O cabelo castanho bem claro, quase mel, caía levemente sobre seu rosto, ocultando por vezes os olhos amendoados que fitei raríssimas vezes. Tinha um perfume sedutor e um jeito atraente, irresistível.
Certa tarde, eu passei por ele esbaforida, atrasada para uma aula. Ele me deu um esbarrão e me encarou. Baixei os olhos e ele me confidenciou baixinho: "Quer ser minha Princesa?" Sem esperar resposta, saiu andando rápido e eu o seguia como um cãozinho segue o dono. No final de um corredor de largas janelas, no segundo andar, ele deu sinal com a cabeça para eu parar encostada no parapeito. Fiquei muda, estática, como se a paisagem lá fora realmente interessasse. Ele veio então por trás de mim e, para minha surpresa, apalpou de imediato meu seio direito, por cima da blusa, como se estivéssemos muita intimidade ou num lugar particular.
Enquanto massageava meu seio, a cada segundo mais rijo de prazer, ele sussurrava em meu ouvido: "Então, quer se submeter ao meu reino de prazer e dor, Princesa? Vou te apresentar aos mais lascivos momentos, a toda luxúria e tentação..." Tentei virar o rosto e encará-lo, mas ele apertou meu seio com muita força, fazendo-me soltar um gemido seco, de dor. "Não, Princesa, não se vire. A primeira regra é: jamais me encarar. Vou fazer você sentir muito prazer, mas lembre-se: eu sou o senhor e o gozo é meu. Sou seu segredo e sua exposição".
Nisto, ele levou sua mão esquerda até meus lábios. Lambi a ponta de seus dedos e chupei-os vagarosamente. Ele continuou: "Muito bem, princesa. Se quiser continuar o jogo, esteja domingo de manhã a minha espera, nos bancos próximos ao estacionamento...." Seguiu me instruindo sobre o que vestir e como me portar. Eu lambia seus dedos já imaginando seu pau em minha boca, minha vagina enxarcada de prazer....
Então ele retirou os dedos banhados de saliva de minha boca e levou-os até meu seio direito. Ao tocar os dedos molhados na ponta do meu mamilo, me dei conta de que ele não só estava me amassando em público, como havia aberto minha blusa, afastado meu sutiã e exposto meu seio. Olhei em volta, para ver se não estávamos sendo flagrados, sem no entanto conseguir me cobrir. Ele fez suaves movimentos circulares, aumentando ainda mais o tesão e finalizou com um puxão do biquinho.
"Domingo você aprenderá que a dor vale menos que a submissão". E saiu. Levei ainda alguns instantes para me recompor e fui direto para casa, excitada e confusa com a situação.
No domingo, pontualmente às 10 da manhã, cheguei ao campus quase deserto. Vestia sandálias de salto, uma saia rodada, na altura dos joelhos, lingerie de renda rosa claro e uma blusa de botões. Sentei-me num banco próximo ao estacionamento, com um livro de poesias na mão e os cabelos jogados sobre os seios.
Fingia ler o livro. O vigia e o jardineiro estavam ali por perto, trabalhando. Dez minutos duraram uma eternidade, até que ele chegou. Veio por tras de mim, de um gesto afastou minhas mãos, derrubando o livro em meu colo e esticou meus braços sobre o encosto do banco. Sussurou "Bom dia, Princesa, você é uma ótima menina".
Com uma desenvoltura impressionante, atou meus pulsos ao encosto dos bancos, deixando meus braços abertos e o peito livre. Ainda tentei me desvencilhar: em vão.
Beijou suavemente meu pescoço, enquanto suas mãos deslisavam sobre os seios. Temi a aproximação do guarda, mas não conseguia abrir os olhos, num misto de medo, vergonha e prazer. Seus dedos fortes abriram botão por botão de minha blusa e eu, indefesa, tentei cobrir os seios com os cabelos.
Puxou meus cabelos para trás, com certa força. Gemi baixinho e percebi que ele empurrou meus seios para fora do sutiã. Estava totalmente exposta, sem chance de me cobrir.
Sussurrei: "Tem gente passando, alguém pode chamar a polícia". Ele respondeu, calmo: "Princesa, eles não se incomodam, eles vão brincar com a gente...". Olhei ao redor e vi a cena: O jardineiro sentou-se no canteiro e olhava espantado. O guarda do estacionamento se masturbava sobre a calça e o porteiro fazia o mesmo, de dentro de sua cabine, com o pau pra fora. Gelei de terror, mas ele me beijou no rosto e começou a acariciar meus seios, sempre por tras de mim.
Ele então agarrou meu queixo com força, abriu minha boca e introduziu um pênis de borracha. "Chupa, princesa". No início me atrapalhei um pouco, havia chupado uns poucos paus na vida, mas logo comecei a morder e chupar com vontade. Entretanto, sentia-me meio patética, com os seios de fora e um pau de borracha na boca no meio dos jardins da faculdade.
O medo deu lugar ao prazer e logo o livro caiu no chão, de tanto que eu contorcia as pernas de tesão. Nisto ele abandonou meus seios e veio para minha frente, após ter me ordenado fechar os olhos. Levantou minha saia (eu já ouvia os gemidos dos expectadores) e tocou minha vulva sobre a calcinha, toda molhada.
"Quer dizer que você pretende gozar?" Não ousei responder nem abrir os olhos. Ele puxou minha calcinha e afastou minhas pernas. Qualquer um veria minha xotinha rosada, depilada, inundada de prazer. Tentei fechar as pernas, mas ele não permitiu. Ouvi o jardineiro gozar. Havia dois caras dentro de um carro observando a cena também. Um gritou: "Come ela logo!". Ele respondeu: "Venha aqui".
O cara saiu do carro, não devia ter mais de 20 anos. Naquele momento, vi que ele nasceu para mandar. Com um gesto e um olhar, fez o garoto se ajoelhar na minha frente e começar a me chupar e a me lamber. Eu já não resistia e rebolava feito um animal, louca de tesão, pronta para gozar.
Nisto, ele empurrou o rapaz com brutalidade e retirou o pênis de borracha de minha boca. Abriu as calças e colocou seu mastro em seu lugar. Chupei com voracidade, enquanto tentava uma posição que continuasse a estimular meu clitoris e garantisse meu orgasmo. Ele afastava minhas pernas com as dele e ordenava para chupar mais forte, até que gozou em minha boca. Bebi até a última gota de semem e tentei em vão masturbar-me no banco para gozar também.
Ao perceber isso, já recuperado do orgasmo intenso, ele me posicionou e imobilizou de maneira tal que era impo´ssível me estimular. Eu precisava finalizar o prazer, mas não conseguia. Ele agarrou meus cabelos com força e deu um tapa leve em meu rosto: "O prazer é de todos, o gozo é só meu!"
Depois de ter certeza de que eu já havia "esfriado" e que não mais gozaria, ele me soltou os braços, fechou minhas pernas e disse: "Princesa, a submissão vale mais que a dor".
E assim tudo começou.