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Conheci meu primeiro Mestre em uma sala de chat, após nos conhecermos pessoalmente marcamos o que seria minha primeira sessão como seu escravo. Cheguei em seu apartamento exatamente no horário que ele mandou, eram 8 horas da manhã de um sábado, na portaria me apresentei como ele havia mandado e o porteiro me indicou o elevador de serviço, mas eu já estava sendo humilhado desde a hora que fui deitar, em nosso primeiro encontro ele me entregou um consolo e disse que eu deveria colocá-lo às 8 horas da noite anterior ao começar a lhe servir. O porteiro do prédio me entregou a chave do apartamento, entrei, havia um bilhete preso na geladeira, mandava que eu tirasse toda minha roupa e pendurasse no banheiro de empregada. Depois disso eu deveria arrumar seu quarto e preparar um café da manhã, ele havia ido fazer ginástica e voltaria por volta das 9:30, a partir desse horário eu deveria ter cumprido minhas ordens e estar no meio da sala de joelhos, mãos nas costas e cabeça baixa lhe aguardando, não importa o quanto isso fosse demorar. Ele chegou uns 10 minutos depois, mesmo assim meus joelhos já ardiam, entrou e foi direto ao quarto, ouvi que mexia em algo, voltou de lá e imediatamente colocou-me uma coleira, bastante larga e firme com uma corrente pendurada, senti que começava a ter uma ereção e rapidamente ele colocou um cinto de castidade em meu pau, uma corrente fina passava pelo meu ânus e em volta de minha cintura e foram presas firmemente por um cadeado. Ele colocou um tipo metálico de prendedores em meus mamilos que eram unidos por uma corrente e deu alguns puxões, quanto mais puxava mais os prendedores apertavam, então ele sentou em um grande sofá e disse: – Venha aqui escravo - fui me levantar e recebi outra ordem –De quatro! Obedeci, fiquei a sua frente de 4 como ordenado e ele mandou que tirasse seus tênis, usava um All Star preto, calção e uma camiseta, tirei os tênis e meias e coloquei ao lado, então ele ordenou que fosse até seu quarto e trouxesse de lá seus chinelos, fui até o quarto sempre andando de 4, procurei pelos chinelos e encontrei um par de havaianas 43/44 bastante usadas dentro do roupeiro, segurei com uma das mãos e levei para ele, ao chegar ele disse: – Como um cachorro carrega o que o seu Dono manda? - Entendi o que ele estava dizendo. – Volte e faça de forma correta! Voltei ao quarto coloquei as havaianas na boca e como um cachorro bem treinado trouxe as havaianas, ele ordenou que colocasse em seus pés. – Lamba meus pés suados escravo. Deixei seu pés limpos com minha língua e após também usando a boca coloquei os chinelos em seus pés. - Escravo levante e busque meu café! Na cozinha, abri a geladeira onde num prato estava um sanduíche que eu já havia preparado e um copo de suco, coloquei em uma bandeja, voltei até meu Mestre e de joelhos lhe ofereci seu lanche, ele pegou o suco e o sanduíche e mandou que deixasse a bandeja de lado e ficasse de quatro novamente, só que dessa vez com a bunda virada para ele, enquanto comia colocou seus pés em minhas costas e ficou me usando como banqueta de descanso. Após um tempo ele levantou, chegou próximo de meu rosto e ordenou que abrisse a boca, enfiou o bico do seu tênis nela e amarrou o cadarço em volta de minha cabeça fazendo que meu nariz ficasse dentro do tênis, dessa forma eu teria que respirar seu cheiro e voltou a comer o sanduíche, novamente me usando como banco de descanso. Passado algum tempo meu Mestre levantou, foi novamente a seu quarto, quando voltou, soltou o cadeado que prendia a corrente em volta da minha cintura e retirou lentamente o consolo de minha bunda, passou um lubrificante e colocou outro porém menor, doce ilusão a minha, era inflável, logo ele começou a encher o consolo aumentando em várias vezes dentro do meu cu. Depois mandou que eu me levantasse, tirou o tênis de minha boca e mandou que vestisse uma roupa. Era um avental e chinelos havaianas cor de rosa muito usados. Disse que iria tomar um banho e depois descansar e que eu deveria terminar com meus afazeres domésticos, havia roupas dele a lavar, deveria fazer uma faxina completa na cozinha e preparar seu almoço, tudo deveria estar pronto à uma hora da tarde, então ele retirou a corrente que pendia de minha coleira e com dois cadeados prendeu meus tornozelos, podia caminhar mas com passos limitados pelo comprimento da corrente. Comecei meu serviço lavando suas roupas, depois fiz a faxina na cozinha e finalmente sua comida, sabia pelas conversas que havíamos tido do que ele gostava. Exatamente a 1 hora ele levantou, a mesa na sala já estava posta e a comida servida, sem nada dizer sentou-se a mesa e começou a comer, fiquei próximo a ele aguardando a próxima ordem e como deveria estava de joelhos. Ele então virou para mim e disse: – Pegue meu chinelo escravo! – Fiquei de 4 e com a boca retirei o chinelo de seu pé. – Coloque-o no chão, com a sola para cima! Ele pegou de seu prato o resto de comida, um pouco de arroz, pedaços de carne e colocou sobre a sola do chinelo. – Coma tudo escravo! Senti um frio na barriga, mas sem exitar obedeci e comi tudo como um escravo obediente, vi aquilo como um prêmio, estava comendo no chinelo de meu Mestre. Enquanto comia alguns grãos de arroz caíram no chão e ele disse: – Cada grão de arroz no chão escravo tu será castigado severamente! Procurava não deixar cair mas era impossível e vários grãos caíram, ele ordenou que comesse tudo e deixasse a sola de seu chinelo limpíssima, lambi bem para que sua ordem fosse cumprida, assim como no chão onde os grão caíram. – Caíram 18 grão de arroz escravo e o teu castigo será o seguinte, fique agora em posição de adoração a Maomé! Ajoelhei e coloquei o rosto no chão com os braços estendidos a frente. Ele sentou-se no sofá e ordenou: - Você irá pagar 100 penitências agora, somente seus joelhos e ponta dos dedos dos pés devem ficar tocando o chão, os braços totalmente estendidos e a cada vez que o rosto baixar ao chão tu deverá beijar um pé meu contar a agradecer teu Mestre, se eu não ouvir você voltará a zero. Comece escravo! No princípio não parecia que o castigo seria assim tão severo, porém após 30 flexões as dores nos joelhos e nas costas começaram a se tornar horríveis mais não havia como parar e não fazer direito significava voltar a zero e novos castigos, mas beijar seus pés a cada flexão e agradecer se tornava uma honra para mim e paguei rigorosamente meu castigo. Quando terminei ele ordenou: – Escravo levanta, tire a mesa e limpe tudo, tire essa roupa de empregada e me espere no quarto de empregada. Fiz rapidamente meu serviço, pois o Mestre não podia esperar e fui até o quarto de empregada, pendurei o avental, tirei os chinelos dos pés e coloquei ao lado, ajoelhei-me e fiquei aguardando, logo ele entrou, havia algo no canto do quarto que parecia com uma caixa não muito grande, mas estava coberta com um pano, por trás ele vendou meus olhos, então ouvi barulho de ferro, parecia uma porta que se abria, ele mandou que eu levantasse e tirou a corrente dos meus tornozelos, e a que prendia os mamilos, me guiou alguns passos mandou que levantasse a perna e depois a outra e sentasse, agora começava a entender, a caixa era uma pequena jaula, ordenou que eu deitasse, me ajeitei pois era pequena, as pernas ficaram totalmente encolhidas por cima do corpo, ele fechou a tampa e ouvi o barulho do cadeado sendo travado,ordenou que passasse os braços por cima das pernas então ele amarrou minhas mãos, prendendo junto com a grade da tampa, minha bunda ficou encostada na lateral da jaula deixando meu rabo totalmente exposto, ele pegou uma corda fina e amarrou meu saco, pegou a ponta do cinto de castidade e amarrou a outra ponta da corda puxando meu pau pra cima com muita força e começou a inflar mais o consolo que estava enfiado no meu rabo até eu gemer de dor e pedir piedade, aquilo o excitou ainda mais e ele inflou mais, implorei que parasse, ouvia sua respiração ofegante e quanto mais eu implorava mais ele castigava meu rabo, de repente ele ficou quieto, abriu a tampa da jaula e disse: – Abra a boca escravo - e enfiou seu chinelo havainas em minha boca, senti um líquido quente escorrer pra dentro de mim, ele fechou a tampa e disse: - Sinta o gosto do gozo do teu Mestre escravo! - Ele puxou um pouco minha venda e ordenou: – Olhe pro chinelo, veja minha porra escorrendo pra dentro de ti escravo! Fiquei ali amarrado engolindo toda aquela porra. Só horas depois ele voltou, estava exausto, meu cu parecia que ia explodir, então ele parou do meu lado estava nu, retirou totalmente a venda e mandou que eu ficasse olhando, e começou a mijar sobre mim, primeiro em minhas pernas e pau e depois sobre o chinelo que ainda estava enfiado em minha boca, tive que beber agora seu mijo, fechava os olhos pra que não caísse neles mas ele ordenava: – Olhe escravo, veja teu Mestre mijar em ti, beba todo meu mijo! Depois disso ele me soltou e mandou que fosse até o banheiro e tomasse um banho, continuava com o consolo no cu, porém ele havia diminuído um pouco e também com o cinto de castidade, tomei banho e fui até seu quarto onde ele me esperava, estava deitado na cama, só aí eu vi que horas eram, havia ficado na jaula por mais de 5 horas, por isso me sentia tão cansado. – Escravo suba na minha cama e de joelhos faça uma massagem em meus pés, agora vá subindo e massageie minhas pernas, isso, escravo agora comece a massagear meu pau, assim, bom escravo, agora chupe, lamba meu saco, enfie meu pau inteiro na boca escravo! Enquanto eu chupava seu pau ele apertava o bico dos meus peitos e começou a esvaziar o consolo que estava enterrado no meu rabo. – Pare, deite de barriga pra baixo! Me algemou as mãos na cama, pegou uma corda e amarrou meus pés me deixando com as pernas bem abertas, comecei a protestar, havíamos combinado que não haveria penetração pelo menos na primeira vez e recebi um forte cintada na bunda. – Cale a boca verme, tu não sabe que está aqui somente para me servir? - Sim Senhor - respondi humildemente. Ele então colocou uma camisinha, tirou cuidadosamente o consolo do meu rabo e passou bastante creme, começou a brincar com meu cu usando os dedos. – Viu como teu rabo já está pronto pro meu pau? Teu Mestre sabe o que faz! Ele levantou e foi até o banheiro com o consolo que havia ficado por horas dentro de mim, ouvi barulho de água, então ele voltou e encaixou o consolo numa espécie de correia de couro larga com um furo, fez tudo isso ao meu lado pra eu enxergasse então mandou eu abrir a boca, o consolo se transformava agora numa mordaça, prendeu a correia atrás da cabeça firmemente. – Veja escravo o mesmo consolo que tu usou o dia todo no cu agora está enfiado em tua boca! - E começou a inflar novamente, minha boca ficou totalmente cheia com aquele caralho de silicone, agora todas minhas tentativas de protestar seriam infrutíferas amordaçado daquela forma. - Tu agora vai sentir pela primeira vez um pau de verdade dentro de ti, chega de dar pra consolos de borracha escravo, serei eu hoje e agora que te comerei e no final tu irá me agradecer! Deitou sobre mim, ajeitou o pau e enterrou em mim. Depois de gozar ele deitou ao lado e me deixou ali, algemado e amarrado e amordaçado por algum tempo, de repente ele soltou as algemas e ordenou que eu desamarrasse minhas pernas, deveria ir a cozinha e lhe preparar outro lanche e não deveria esquecer nenhum detalhe, ele não mandou tirar a mordaça, fui primeiro até o quarto de empregada e coloquei meu avental e chinelos, ele havia prendido as tiras dos chinelos com um pequeno cadeado, dessa forma eu teria que caminhar com os pés praticamente juntos, era mais um de seus castigos e forma de me humilhar durante todo o tempo em que eu estivesse ali servindo. Com dificuldade caminhei até o quarto, ele estava deitado na banheira, ajoelhei e entreguei a bandeja então ele deu uma ordem: – Vá para o quarto da empregada, quero que você faça um self bondage, mas quero que me surpreenda muito, use todos os acessórios que achar necessário, irei ver como ficou logo, tu tem 30 minutos para estar pronto. Entrei no quarto de empregada, antes peguei a mala que estava na sala onde tinham todos os acessórios, vi no teto do quarto um gancho bem forte e decidi que me colocaria em strapado, mas queria surpreende-lo muito, coloquei a coleira com a corrente no pescoço, prendi outra corrente no gancho do teto, calculei a altura para que ficasse na posição ideal, prendi um algema a corrente com um cadeado, tirei o avental e coloquei um cinto de castidade onde o pau ficava preso dentro de um pequeno tubo metálica, se eu ficasse excitado aquilo seria uma tortura e tanto, permaneci com os chinelos presos com o cadeado nos pés e com uma corda amarrei os tornozelos e depois os joelhos, encontrei um aparelho de eletro-estimulação e clipei nos mamilos, testei a intensidade, deixei de uma forma que imaginei que agüentaria, fiquei parado na posição, ainda faltava algo, tinha que pensar em tudo pois depois que prendesse minhas mãos só o Mestre teria como me tirar dali, então como mais um forma de reverencia-lo peguei um de seus tênis e amarrei sobre meu rosto pra que eu ficasse com o nariz dentro dele e depois coloquei uma máscara de látex, senti que estava excitado, meu pau tentava crescer mas o tubo metálico impedia e a sensação era de que ele iria explodir, então pensei em exatamente tudo que eu havia feito pra que nada fosse esquecido: estava com pés e joelhos totalmente amarrados, nos pés chinelos presos por um cadeado, o pau preso com um cinto de castidade, coleira, mordaça, o tênis do Mestre para me humilhar ainda mais sobre o rosto e com uma máscara na cabeça, nos mamilos uma maquininha diabólica me dava choques de forma alternada nos mamilos, além da pressão dos clipes sobre eles. Resolvi que era hora de terminar o self, coloquei o tronco pra frente em direção ao chão e prendi a corrente da coleira com um cadeado na corda dos tornozelos, isso impediria totalmente que eu voltasse a posição em pé, finalmente coloquei um braço pra trás e pra cima e busquei as algemas, com a outra mão ajudei a prender um pulso, fiz o mesmo com a outra mão, mas notei que a distância havia ficado curta e tive que ficar na ponta dos pés para alcançar e com bastante dificuldade prendi a outra algema, senti um frio na barriga, pois estava totalmente na ponta dos pés e não havia como voltar atrás, agora estava totalmente dependente dele e precisava agüentar naquela posição onde eu mesmo havia me colocado. O tempo parecia não passar, meu braços doíam, as pernas ainda mais, tentava sair da ponta dos pés mas era impossível, não sei quanto tempo permaneci ali, perdi a noção do tempo totalmente até que ouvi um barulho, senti a presença dele ao meu lado, deu a volta talvez analisando o que eu havia feito, retirou a máscara, permaneci de olhos fechados então ele disse: - Tu está excitado escravo e eu não te autorizei. – Meu pau dentro do cinto estava explodindo de tesão por estar naquela situação. Ele soltou as algemas que prendiam meus pulsos, lentamente baixei os braços e pude finalmente colocar os pés totalmente no chão, depois soltou o cadeado que prendia minha coleira, lentamente pude me esticar, mas me mantive com as mãos nas costas, então ele ordenou que eu me deitasse no chão, com uma certa dificuldade por ainda estar com tornozelos e joelhos amarrados obedeci, os clipes que prendiam nos mamilos ficaram ainda mais apertados deitados sobre eles parecendo que a intensidade dos choques ficava ainda maior, ele puxou meu pau para trás, amarrou firmemente minhas mãos nas costas, usou uma corda para prender meu saco, amarrou diversas e firmemente, puxou meus pés para trás e prendeu juntos, se eu tentasse esticar as pernas puxaria o saco ainda mais e começou a passar gel no meu ânus, me penetrou com um consolo muito duro e gelado, um misto de prazer e dor tomou novamente conta de mim, vez ou outra ele passava as unhas nas solas dos meus pés que por reflexo me faziam puxar pra trás os pés e torturava ainda mais meu saco, ele havia feito uma amarração do tipo forca, cada vez que eu puxava aumentava ainda mais a pressão sobre ele. Achei que havia parado por aí, mas ele apenas tinha ido buscar algo mais, voltou novamente aos meus pés, colocou entre os dedos diversas velas e pra que não caíssem acendeu uma e pingou cera entre as velas e os dedos dos pés até que ficassem totalmente presas, gemi de dor e de prazer, tentei protestar mas era inútil e isso só causou mais problema pra mim. Retirou o tênis que ainda permanecia amarrado sobre meu rosto e a mordaça e colocou dois pequenas ganchos presos em meu nariz, puxou para trás e para cima fazendo com que eu acompanhasse com a cabeça até que não conseguisse mantendo ela totalmente levantada, amarrou a corda junto dos dedos dos pés muito esticada e colocou-me uma mordaça do tipo argola que fazia com eu ficasse com a boca totalmente aberta. Achava que isso já era o bastante pois a tortura por todo meu corpo era geral, ledo engano, ele acendeu todas as velas que pingavam freneticamente sobre minha bunda e coxas, quanto mais eu me mexia pra evitar pior era, algumas pingavam no meu saco e outras direto em meu ânus, a dor estava me levando a uma excitação muito grande e isso era uma coisa que eu jamais poderia fazer, ter uma ereção sem ser autorizado, então comecei a receber choques também no ânus, o consolo que ele havia enfiado era de metal, especialmente feito pra sessões de tortura anal, aumentou também a intensidade dos choques nos mamilos que já estavam super sensíveis, quanto mais eu gemia e me debatia mais ele aumentava a intensidade. De repente eu senti uma dor forte na sola dos pés, ele começava a me bater com um pequeno chicote, batia nas solas, bunda e coxas, disse que só pararia de bater quando toda a cera que havia pingado em mim tivesse saído e apanhei por um bom tempo daquele jeito, principalmente nas solas dos meus pés. – Está excitado escravo? - fiz sinal com a cabeça que sim. Ele desligou o aparelho de eletro, apagou as velas que ainda estavam acesas, tirou a corda que me obrigava a manter a cabeça em pé e saiu me deixando ali amarrado. Estava exausto, já deveria ser madrugada e desde a manhã eu estava servindo, meu saco doía de tanta tesão mais eu continuava a controlar, não ia gozar sem o consentimento dele. Algum tempo se passou, acho que adormeci, acordei sendo desamarrado, fui totalmente solto de minhas amarras, ele me entregou uma sacola, ordenou que eu vestisse e me apresentasse logo a ele. Havia uma bermuda jeans, uma camiseta de física e um tênis no mínimo uns dois números menor que meu pé, quando levantei senti muita dor nas solas, achei que era por ter apanhado tanto, dei mais um passo e parecia que pequenos pregos perfuravam a sola dos meus pés, retirei um dos tênis e vi que havia uma palmilha com pequenas tachinhas todas colocadas lado a lado, voltei a calçar o tênis e fui me apresentar ao Mestre. Ele estava sentado na sala com a TV ligada, parei ao seu lado, baixei a cabeça, mãos obedientemente colocadas nas costas, ele analisou, olhou para meus pés e deu uma pequena risada sarcástica. Vi que era meia noite, tive um misto de alívio e ansiedade pois ainda tinha 24 horas como escravo. - Nós vamos dar uma saída, venha comigo. Descemos de elevador até o carro, ele me entregou as chaves, - Você dirige, - Ele foi me indicando o caminho, saímos da cidade e fomos em direção a zona rural, andamos uns 100 Km e depois mais uns 20 por uma estrada de terra, até pararmos em frente a um portão de madeira. - Tire o calção e a camiseta agora, - Senti um frio na barriga, o que ele me ordenaria agora? Mas obedeci, - Desça e abra o portão, aqui está a chave do cadeado, era uma noite muito escura, apenas os faróis do carro um luz solitária longe ao fundo e outras ainda mais distantes, abri o portão, voltei e coloquei o carro para dentro, saí para fechar o portão mas ele desceu comigo e foi até o porta malas, quando fechei o portão ele me esperava com um par de algemas na mão presas a uma corrente, fui algemado, ele fechou o porta malas entrou no carro sem dizer nenhuma palavra, apenas ligou o motor e arrancou, fui puxado pelo carro, me sentia como nos tempos em que os escravos eram levados dessa forma para serem negociados, acho que tive que correr por quase 1km até chegar a uma pequena casa de madeira. Vi um vulto de outra pessoa mas não consegui acreditar que aquilo era realmente verdade, ele veio até o carro, o Mestre desceu e eles se cumprimentaram e depois vieram ao meu encontro, estava com muita vergonha por estar exposto daquela forma a uma pessoa totalmente estranha, mas por algum motivo a situação me excitava demais, o outro aproximou-se de mim e me analisou dos pés a cabeça, olho para meu Mestre e disse: - Ele serve, - ambos sorriram, soltaram a corrente que estava presa ao carro e o outro ordenou: - Venha com a gente. Continua...