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Usado e Humilhado Por Duas (Final)

Fazia calor e eu estava totalmente exausto e com sede. Passados 10 minutos e ainda não totalmente recomposto fisicamente, eu segui caminhando de quatro até a sala, onde as duas senhoras, agora bem mais a vontade e vestidas apenas de calcinha, sutiã e sandálias de salto alto, e com um belo consolo fixado na cintura de cada uma, se refrescavam com um copo de água gelada, o que fez aumentar a secura de minha garganta e minha ânsia por água. Minha Rainha sabia disso e já havia colocado água na minha vasilha no chão da sala. - Vá. Beba sua água, cadela. Sei que está com sede. E depois venha até aqui. Arrastei-me de quatro até um canto da sala onde de costume ficavam minhas vasilhas de comida e água. Como uma cadela de verdade, abaixei-me e com a língua tentava sorver o máximo de água que podia. Matei minha sede e voltei aos pés da minha Rainha. - Muito bem, chegue até aqui e fareje nossos odores – disse minha Senhora, olhando para Marluci com um sorriso no rosto. Arrastei-me primeiramente até a amiga de minha senhora que estava numa poltrona. Imediatamente ela colocou uma das pernas sobre o braço da poltrona, suspendeu o consolo que estava em sua cintura e, indicando com o dedo em direção ao seu sexo, pus-me a sorver aquele delicioso aroma que exalava da sua xoxota. Fiquei sentindo aquele cheiro por uns três ou quatro minutos e vez por outra encostava meu nariz no seu clitóris, o que a fazia gemer e contorcer-se de prazer. Depois, dirigi-me à minha Senhora para fazer o mesmo e ela, já acostumada com aquele ritual, preferiu segurar-me pelos cabelos e enfiou aquele falo inteiro na minha boca até minha garganta, fazendo-me quase engasgar. Fiquei chupando aquele consolo por alguns minutos e pude notar o quanto Marluci se deliciava com a cena. Nesse momento minha Dona falou: - Vamos amiga, fique a vontade se quiser deflorar essa putinha. Ela está aqui mesmo apenas para servir-nos. Marluci então se colocou de joelhos por trás de mim e enfiou todo aquele consolo no meu rabo que ainda ardia. Ela estava tão excitada que em pouco tempo explodiu num delicioso orgasmo. Sem tirar seu “pau” de dentro de mim, recompôs-se e continuou naquele vai-e-vem por mais um tempo, enquanto eu chupava o pau de minha Dona. Depois elas mudaram de posição. Fiquei de costas no tapete e minha Senhora, levantando minhas pernas, penetrou-me profundamente. Marluci por sua vez, livrou-se do consolo e tirou sua calcinha. De pé, sobre meu rosto, foi abaixando devagar e ficando de cócoras, sentou-se sobre meu rosto para que eu pudesse chupá-la. Pude então ter uma maravilhosa visão daquela mulher, totalmente depilada e literalmente encharcada de tesão. Esfregava seu sexo e seu anus no meu rosto, como se quisesse engolir minha língua. Eu por minha vez, buscava lamber toda a extensão da sua xoxota, e concentrava minha língua em seu anus, enfiando o mais fundo que conseguia. Perdi a conta de quantas vezes aquela mulher gozou sentada no meu rosto. Minha Senhora por sua vez, já estava sentada no sofá, e com ar de aprovação, apenas observava o delírio da amiga. Totalmente exausta, Marluci sentou-se novamente na poltrona para recompor-se. Minha dona, vendo minha total ereção, cruelmente pegou um pedaço de corda e amarrou minhas bolas novamente, desta vez mais apertada ainda e mandou que eu ficasse de joelhos ao lado da amiga para que ela pudesse descansar seus pés sobre mim, o que obedeci imediatamente. Ficamos aí por uns quinze minutos enquanto elas conversavam sobre minha submissão, até que a amiga de minha Senhora perguntou se ela não sentia desejo de gozar também, o que ela respondeu: - Na verdade, não mantenho essa escrava aqui para prazer sexual propriamente dito. Claro que sinto vontade e me realizo com ela, mas meu prazer é mesmo submetê-la como fizemos hoje. - Mas você nunca tem relações sexuais com “ela”? perguntou, já totalmente integrada ao clima de dominação. - Muito raramente! - respondeu minha Senhora – Para manter-se submissos e atenciosos, precisam estar sempre excitados e frustrados sexualmente. Meio sem graça, Marluci perguntou à minha dona: - Mas você se importaria se eu me satisfizesse com sua bela escravinha? Minha dona deu um sorriso e respondeu: - Claro que não amiga! Não me importo. Mas desde que eu possa assistir a tudo.... Hoje ela é toda sua! Marluci deu um sorriso, levantou-se rapidamente e me mandou ficar deitado de costas no tapete. Eu ainda estava excitado e ela pôs-se a me chupar. Em seguida, sentou-se sobre meu pau e fez sua xoxota o engolir inteiro. Minha dona observava tudo sentada ao lado. A amiga não demorou pra gozar, uma duas, três vezes. Minha dona, observando minhas reações, e precavendo-se para que eu não gozasse, pegou as pontas das cordas que tinha amarrado nas minhas bolas e começou a esticar o máximo que podia. Marluci, totalmente exausta, deitou-se por uns instantes no sofá e sorrindo, agradeceu minha Dona pela noite inesquecível. Eu, ainda excitado, fui ordenado a me retirar ao meu quarto de empregada. Já passava das três da manhã e Marluci foi embora. Minha Dona mandou que eu também fosse, e vestida como eu estava, que apenas colocasse minhas roupas por cima. Saí sem nada falar, mas com o sentimento de que realmente eu havia proporcionado muito prazer à minha dona naquela noite.