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O Jogo
Beto sempre desejou transar com Isadora. Todas as vezes que tentava algo recebia a mesma resposta: "Branco para mim só serve para lamber as solas dos meus sapatos e dançar na ponta do meu chicote. Branco só serve para ser meu escravo." Ele sempre considerava esta resposta uma brincadeira, que o deixava muito intrigado e curioso. Ela não deixava transparecer nada de sua intimidade que pudesse delatar suas preferencias sexuais. Certeza mesmo ele tinha de sua beleza. Negra, 1,70m, cabelos crespos e muito bonitos, peso proporcional, bumbum arrebitado, pés, lindos, 36. Beto não sabia se acreditava na brincadeira ou levava a serio. Será que ela era sádica? Ele não se sentia um masoquista, mas pensava em experimentar só para ter o prazer de estar com ela. O medo fazia com que se mantivesse em compasso de espera.
Isadora sabia que mexia com o intimo de Beto. Isto alimentava o seu lado sádico. Ela tinha certeza da rendição dele, então ela o teria sob o seu domínio. Em seus devaneios ela se via dominando-o, realizando fisicamente, o que psicologicamente já acontecia. Isadora sempre fora dominadora em todos os seus relacionamentos. E seu instinto lhe assegurava que em pouco tempo teria um novo escravo. Ela possuía tudo o que era necessário para torturar, com muito prazer. Os seus escravos eram usados ate a exaustão de ambos. Neste jogo de xadrez que travava com Beto ela daria o xeque mate, era questão de tempo. O próximo final de semana seria prolongado ela queria ir para seu sitio e queria ter um escravo a disposição. Poderia ligar para alguns cativos eles estariam de joelhos esperando suas ordens e ficariam felizes em serem torturados ao bel prazer da rainha. Ela queria iniciar um novo escravo: Beto. Havia separado todos os apetrechos: vários tipos de chicotes, coleira, algemas, consolos, prendedores de mamilo e saco, mordaças, mascaras, cordas, enfim tudo que iria trazer um enorme prazer a ela e ao escravo também.
Beto jogava xadrez muito bem e ficou surpreendido com o desafio de Isadora. Ela o chamara para uma partida na quarta-feira na casa dela. Ele não sabia se ela era ou não uma boa enxadrista. Ao convida-lo disse que seria uma oportunidade de serem mais amigos já que ambos apreciavam xadrez. No dia e horário marcado, Beto toca campainha na casa de Isadora, sem imaginar que aquela noite mudaria a sua vida. Ele foi convidado a entrar. Ela estava muito bem vestida com um bustie de couro, mini-saia também de couro, nos pés uma sandália de tirinhas que deixavam os seus pés ainda mais lindos. Beto que sentia uma forte atração por Isadora, ficou extasiado ante sua musa. O perfume usado por ela era mais uma arma neste jogo de sedução. Ele quase que pediu para poder beija-la dos pés a cabeça mas se conteve.
Isadora serviu uma bebida e salgadinhos. Preparou o tabuleiro para o jogo e para tornar mais interessante a disputa propôs uma aposta. Onde o perdedor deveria se submeter a vontade do ganhador, sem nenhuma restrição. Beto pensou um pouco e aceitou. A partida foi disputadíssima. Beto deu o melhor de si, pois vencendo teria como troféu o lindo corpo de Isadora. Ela, também, fez o possível para vencer, pois, assim, teria um novo escravo para satisfazer os seus caprichos. Ao final ela saiu vencedora. Sabia que a apartir daquele momento sob seu comando faria aquela noite ser inesquecível para Beto. Ele a olhava atônito não sabia como tinha perdido aquela partida, mas tinha a certeza que algo inusitado aconteceria com ele naquela noite. Havia dado sua palavra, porem tinha receio do que iria acontecer no decorrer da noite. Os breves segundos silenciosos de ambos pareceram uma eternidade para ele.
Isadora olha-o nos olhos e diz: "ajoelhe-se e passe a língua na sola de minha sandália." Cruzando as pernas oferece o pé direito para ser lambido. Beto, como que hipnotizado pelo magnetismo dela, obedece. Ele sabe que iniciava ali um caminho sem retorno. O contato de sua língua com a sola da sandália causou-lhe certa repulsa no inicio. Passou a língua uma vez e parou aguardando nova ordem. "Por acaso eu mandei você parar? Continua anda!" Algo novo foi invadindo o seu ser e ele passou a lamber com prazer toda a extensão da sola. Ela então mudou as pernas oferecendo a esquerda. Beto sentia-se cada vez mais entregue a Isadora. Ela mandou que ele beijasse os pés. Em seguida ordenou que tirasse as roupas permanecendo de pé e de cabeça baixa. Ele obedecia a tudo. Como quem inspeciona uma mercadoria que esta prestes a comprar, assim Isadora inspecionou Beto. Mandou que abrisse as pernas. Seu pênis estava ereto. Ela passou a mão por toda a extensão do membro, em seguida segurou as bolas. Ao tê-las na mão não resistiu e apertou-as com toda forca. Arrancando um gemido de Beto.
Ainda segurando suas bolas começou um pequeno questionário. "Já foi dominado outras vezes?" "Não." Novo aperto nas bolas, com um pouco mais de forca. "Não entendi sua resposta!" "N-nao, Senhora." "Assim esta melhor." "Esta gostando?" "Sim, senhora." "Você aprende rápido. Eu te disse muitas vezes que branco pra mim só serve para ser escravo. Agora tenho você exatamente como eu queria. Pelo menos durante esta noite você será meu escravo. Se você gostar, com certeza voltara implorando para servir-me. Agora ajoelhe-se novamente." Soltou-lhe as bolas. "Você tem o direito de ser castigado e obedecer cegamente as minhas ordens. E deve obedecer-me sempre e ser castigado quando eu achar que e conveniente. Entendeu?" "Sim, senhora." "Muito bem, fique de pe." Ela pega uma tira de couro e amarra a base do membro de Beto junto com as bolas causando-lhe enorme desconforto e dor. "De joelhos novamente, rápido." Por ter demorado um pouco Beto recebe um tapa no rosto. "Isto e pra você saber quem é que manda aqui."
"Tire minhas sandálias com carinho e beije meus pés. Isto primeiro um depois o outro. Passe a língua entre os dedos. Coloque todo na boca. Muito bem vejo que você gosta. Isto me dar enorme prazer." Beto obedecia a tudo sem titubear. A dor causada pela tira que amarrava o pênis. Estava sendo substituída por prazer. Isadora pega dois prendedores de roupa e aperta os mamilos de Beto. Ele não contem um gemido de dor e prazer. Se coloca de joelhos após nova ordem de Isadora. Ela começa a dançar sensualmente e começa a tirar toda a roupa, ante ao olhar excitado do escravo. Após se desnudar ela começa a se esfregar em Beto. Ele vai ficando cada vez mais excitado e sentindo mais dor no pênis, já que a cordinha aperta a medida que vai aumentando a excitação da pessoa. Ela coloca uma coleira em Beto e o puxa para o quarto. Ordena que ele se deite de costas no chão e senta-se sobre seu rosto obrigando-o a chupa-la. Cada vez que ele não a agrada ela ora puxa a coleira que prende o pênis, ora chicoteia suas pernas. Beto esforça-se para agrada-la mesmo assim as torturas se seguem.
Isadora chega ao orgasmo apertando, com toda a forca as bolas de Beto. E faz com que ele sugue todo o liquido proveniente do gozo. "Este é apenas o primeiro de uma serie. Agora você vai sentir o peso de minhas mãos e as caricias do meu chicote. Quero deixar sua bunda vermelha antes de penetra-la com consolo." "Por favor, não quero ser penetrado." Murmurou. "Você aceitou ser usado por mim sem restrições, portanto cale-se." E foi recebendo outra chicotada. Ela ordenou que ficasse de joelhos e estendesse as mãos. Onde colocou duas algemas de couro. Ele foi puxado ate um canto do quarto onde ficou de pé e foi preso a um gancho através das algemas. "Você vai receber 50 chibatadas quero que conte uma a uma se errar vou recomeçar e você vai receber mais 10 pelo erro, entendeu escravo." Antes que pudesse responder Beto recebe a primeira das 50 chicotadas. E entre gemidos ele conta uma a uma. a medida que é fustigado sua pele fica vermelha, deixando Isadora cada vez mais excitada.
Após a sessão de castigos ela ordena que ele permaneça de quatro enquanto pega o consolo. Escolhe um grosso sentindo antecipadamente o prazer de penetra-lo em Beto. Coloca lentamente uma camisinha no falo e o acopla a sua cintura através de um cinto. Fica logo atras de Beto ordenando a ele que separe as nádegas com as mãos deixando a mostra o seu, ate então, buraquinho virgem. Ela coloca o consolo na entrada do anus e começa a forcar. Beto sente a cabeça do falo entrando fazendo-o gemer. Ele pede para ela ir mais devagar, enato recebe como resposta uma estocada mais vigorosa que o penetra de vez. Ele solta um gemido mais alto. A dor vai se transformando em prazer, Isadora começa um vai e vem que vai aumentando o ritmo a medida que ela fica excitada. Beto, totalmente entregue, começa a rebolar no ritmo das estocadas de Isadora. Sua excitação chega ao limite de quase ejacular sem se tocar. Recebe um tapa para ficar quieto, enato Isadora destaca o consolo do cinto. Mantendo-o no interior de Beto. Ordena que ele se assente no chão. Ao faze-lo o consolo termina a penetração ficando só as "bolas" de fora.
Ela coloca os pés próximo ao membro de Beto. E puxando uma corda aperta as bolas de Beto que geme de dor. "Comece a se masturbar e espero que goze logo." Beto imediatamente começa a se masturbar e devido a excitação, apesar da dor sentida, ejacula sujando-lhe os pés com o esperma. "Agora limpe os meus pés, com a língua." Beto ajoelha-se novamente e começa a lamber os pés de Isadora. No inicio sente uma repulsa, mas acostuma-se e deixa os pés da rainha totalmente limpos. Ela o puxa pela coleira ate o banheiro. La ordena que deite de costas, e agacha-se próximo ao rosto, puxa a corda que prende o pênis, fazendo Beto gemer. Enato ela começa a chuva dourada que molha o rosto de Beto que acaba bebendo um pouco. Ao terminar ela diz: "Da próxima vez escravo você terá que beber tudo, entendeu? Se não fizer será castigado severamente. Alias por não ter bebido mais desta vez você será castigado." Ela aproxima a vagina de Beto e ordena que ele limpe-a com a língua. O que faz sem demora.
Ela ordena que ele prepare-lhe um banho. Após ser banhada por ele, desata-lhe o pênis, tira as algemas de couro e a coleira e manda que tome banho. Na sala ela, sentada, pergunta-lhe: "Você gostou de ser meu escravo?" Ele, ajoelhado, responde: "Gostei muito senhora." "Tenho uma proposta a te fazer. Você quer ser meu escravo particular? Se você aceitar eu tenho um contrato onde você se entrega a mim como escravo, você terá simplesmente que assina-lo." Ele pensa por alguns segundos e responde: "Adoraria poder servi-la minha senhora, se desejar assino neste instante." Ela pega o contrato, a caneta e um chicote. Passa-lhe o contrato e a caneta, ele assina e os devolve. Ela ordena que ele vire as costas e desfere-lhe uma chicotada. Na ponta do chicote existe dois ferrinhos que fere-lhe a carne fazendo o sangue brotar. Entao ela pega o contrato e onde ele havia assinado ela põe sobre o sangue. "Pronto, verme, agora a sua entrega esta selada com o seu sangue. Esteja aqui na sexta as 19 horas pois vamos viajar para o meu sitio. La eu tenho uma senzala onde o colocarei, um pelourinho para castiga-lo e muitos outros brinquedos que nos trará muitos prazeres. Agora troque de roupa e desapareça da minha frente." Ele beija-lhe os pés e cumpre sem demora a ordem dada. Sozinha Ela sonha com o final de semana que prometia muito. Aquela conquista, sem duvida, fora a melhor que fizera. Ela sabia que Beto era apaixonado por ela, e a reciproca era verdadeira.