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Submissão de Safira III
Chegamos ao motel. Meu Dono me vendou e pediu que eu tirasse toda a minha roupa, permanecendo apenas com o tamanco. Com sua ajuda, fui posicionada em uma cadeira erótica contida nesta suíte. Fui devidamente amarrada, de modo que ficasse totalmente exposta.
Meu Dono me beijou e saiu de perto de mim... Arrumou todos os acessórios que iríamos utilizar durante a sessão e se posicionou ao meu lado; neste momento, tampou minha boca com auxilio de um esparadrapo. Fiquei impossibilitada de falar. Brincou com suas mãos durante todo o meu corpo, apertava e puxava com força os meus mamilos soltando-os bruscamente, o que estava me deixando muito excitada; torturou um pouco meus pés, pressionando fortemente a ponta de suas unhas na sola dos meus pés e mordendo-os diversas vezes.
Após longos minutos de deliciosa tortura, colocou seus dedos no meu clitóris, me fazendo ``tentar´´ gritar e gozar duas vezes consecutivas. Respirei aliviada, ele lambeu minha orelha e carinhosamente disse que iríamos para a vela.
Exaltei-me um pouco, tentando me mexer ou murmurar algo quando ele novamente voltou com sua língua na minha orelha, pedindo que eu ficasse quietinha. Obedeci seu pedido e em seguida senti o primeiro pingo caindo no meu abdome... E eles foram caindo no abdome, coxa, seios, virilha sucessivamente, sem intervalos. Tentava me mexer ou gritar, inutilmente, quando senti as duas mãos do meu Dono no meu corpo... Sentia tanta dor que nem percebi que a vela já estava apagada. Percebi que meu Dono se afastou um pouco da cadeira onde eu estava sentada, escutei alguns ruídos e logo após, uma cintada no meu corpo. E assim elas foram se sucedendo pela parte interna das minhas coxas, a lateral do meu tronco, dentre os grandes lábios, meu abdome... Eu tentava inutilmente gritar, porem esse som era abafado pelo esparadrapo que ainda cobria a minha boca. Meu Dono me soltou da cadeira, me pegou no colo e me jogou na cama. Sadicamente tirou o esparadrapo que tampava minha boca... Doeu.
Pediu para eu manter os braços esticados, atrás da cabeça e novamente começou a torturar meus pés. Prendeu meus punhos aos meus tornozelos, abriu minhas pernas o máximo que as correntes permitiam e ordenou que eu ficasse assim. Colocou os clamps em meus grandes lábios, que doeram muito. Para piorar, enquanto os clamps estiveram no meu corpo, ele ficou brincando com a corrente que une os dois lados, puxando-a, soltando-a, me fazendo gemer. Retirou primeiro um lado, apertou com os dedos o local aonde a presilha estava e retirou do outro lado, realizando o mesmo procedimento. E novamente me bateu com o cinto, desta vez enfocando bem mais a parte interna das coxas e grandes lábios. Parou de me bater e pediu para que eu ficasse de quatro. Com dificuldade, consegui chegar a posição determinada. Posicionou minhas mãos unidas e pediu para eu não me mover; em seguida envolveu-as com o esparadrapo, impossibilitando qualquer movimento com elas. Uniu os polegares e os prendeu também com o esparadrapo. Disse que iria me bater até deixar meus glúteos vermelhos... E assim fez... Batia seqüencialmente, sem intervalos, no mesmo lugar... Ardia e doía muito. Quando ela já estava bem vermelha, me penetrou e gozamos juntos.
02/01/05
OBS: as fotos referentes a este relato se encontram na pasta Safira 07 do grupo que meu Mestre criou: http://br.groups.yahoo.com/group/escravasafira