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Submissão de Safira IV

Safira e o novo acessório Desde o início das sessões com meu Mestre, ele sempre afirmava que iria comprar uma máscara para utilizarmos nas sessões; eu sempre dizendo que tinha medo. Há dois dias, ele me informou que havia comprado o novo acessório. Fiquei assustada, porém muito excitada com a idéia. Passado estes dois dias, nós saímos para uma nova sessão. Estávamos dentro do carro e ele me disse que queria me dar uma boa notícia. Entregou-me a máscara. Eu fiquei muito assustada. Sabia que ele havia comprado, porém confesso que fui totalmente surpreendida quando recebi o novo acessório nas mãos. Chegamos no motel e entramos no quarto, eu estava com muito receio. Meu Mestre se posicionou na minha frente e disse que iria me colocar a máscara. Fiquei um pouco mais aliviada quando ele disse que não iria me amarrar ainda, que iria esperar um pouco para que meu adaptasse com meu novo acessório. E assim foi feito. Com minhas mãos, segurei meus cabelos para ajudá-lo... E logo em seguida, eu estava com a máscara em meu rosto, totalmente limitada nos movimentos. A máscara é feita em látex e contem apenas dois orifícios por onde eu posso respirar; ela limita quase todos os movimentos da cabeça, pois, se o pequeno orifício sair fora do lugar, pode atrapalhar minha respiração, o que não seria muito conveniente. Limita também a fala ou qualquer tipo de gemido; sendo assim, eu fiquei totalmente sem reação. Mas ele não esperou minha adaptação para me amarrar... Fui levada até a cama. Meu Mestre colocou minhas tornozeleiras e as prendeu na cama, restringindo um pouco meus movimentos. Para me limitar ainda mais amarrou entre as correntes, presas na tornozeleira, uma cordinha que me deixou totalmente imobilizada. Colocou minhas algemas unidas através de uma outra cordinha e amarrou na cabeceira da cama. Fiquei com medo, pois estava totalmente imobilizada e com a máscara. Meu Mestre se aproximou de mim e perguntou se eu me lembrava do castigo e se eu merecia ser castigada naquele momento. Respondi que sim, para ambas perguntas. Há alguns dias atrás, cometi um pequeno erro e ele determinou que eu seria castigada com pingos de velas na região da virilha, que causa uma dor terrível, por ser uma região extremamente sensível. Naquele momento, era hora de receber meu castigo. Ele apenas me disse que iríamos começar e que não era para eu gritar. E logo após já senti o primeiro pingo ardendo do lado direito; outro do lado esquerdo; dois consecutivos do lado direito... Eu ia contando, mentalmente, cada um deles; após doze pingos, meu castigo estava finalizado. Quando pensei que poderia ser solta, sinto meu Mestre posicionando os clamps nos meus grandes lábios... Que dor... E eu nem sequer podia gemer devido à máscara. Agüentei quietinha e meu Mestre foi estimulando meu clitóris, até eu gozar. Em seguida ele me soltou, retirou a máscara, perguntou se estava tudo bem e me ajudou a ficar em pé. Retirou a máscara e me vendou. Meu Mestre foi me guiando, até que eu encostasse em uma parede. Colocou-me as algemas, levantou meus braços esticados e os amarrou nessa parede. Pediu que eu afastasse as pernas. Enquanto fumava um cigarro, ele ia carinhosamente brincando com seus dedos no meu corpo, observando minhas reações. Segurava meus mamilos com as pontas dos dedos, puxando-os e levantando-os... Sentia uma dor leve porém desconfortável. Meu Dono ajudou-me a virar de frente para a parede; desta forma, devido à maneira como eu estava amarrada, ficava com o rosto muito próximo a parede, feita em grafiato. Nesta posição, começou a bater em mim bunda com sua mão; fortes tapas, consecutivos, na maior parte das vezes no mesmo lugar, fazendo com que começasse a arder e queimar muito. Eu não podia me mexer muito, pois poderia raspar meu rosto na parede, que era muito áspera, e piorar um pouco mais a situação. Após bater por um longo tempo, meu Mestre parou um pouco, pensei que tivesse finalizado... Mas foi só eu pensar isso que os tapas recomeçaram... Ardia muito. Ele ajudou-me a virar novamente de costas para a parede; desta vez, meu sofrimento foi bem maior pois minha bunda, ardendo muito devido aos fortes tapas que tinha levado, encostava-se a essa parede, arranhando a área que estava super sensível, me fazendo gemer baixinho. Soltou meus braços e me levou novamente até a cama. Neste momento, retirou minha venda e pediu que eu segurasse meus cabelos, colocando novamente a máscara. Já não tinha mais medo do meu novo acessório, estava bem mais acostumada com ele. Amarrou minhas mãos na cabeceira da cama, prendeu as correntes das minhas tornozeleiras também na cabeceira da cama e me penetrou... Transamos utilizando meu novo acessório. Meu Mestre foi tomar banho e me deixou ali, sozinha naquele ambiente, amarrada e com a máscara; estava com muito medo mas muito aliviada e cada vez mais excitada com as idéias dele, uma pessoa que eu adoro e admiro. Visitem: http://br.groups.yahoo.com/group/escravasafira/ http://br.groups.yahoo.com/group/pes_de_safira/