Back to Browse

Servindo ao Meu Macho e Dono 1

Já tinha experiência em servir a machos dominadores, mas quase nunca havia continuidade. O que sempre sonhava era encontrar um dominador que quisesse expandir os meus limites. Como o mundo S&M é muito complexo porque há vários tipos de taras e desejos, e os meus são vários, já tinha experimentado um pouco de tudo, do bizarro ao spanking. Mas queria encontrar um macho dominador que soubesse que tudo que rolasse fosse sadio, seguro e consensual. Numa certa sexta-feira à noite, estava numa sala de bate-papo em busca de algum macho dominador com quem pudesse estabelecer um contato para servir. Na realidade, sou bastante tímido e não tenho comportamento afeminado, sou um cara normal, mas adoro me sentir viado, tratado como fêmea como capacho. Como sou um viado muito oferecido no mundo virtual, joguei na tela o que procurava. Logo após entrou em contato comigo aquele que viria a ser o meu macho e dono. Trocamos as informações básicas e ele começou a me perguntar se eu gostava de apanhar de sandália, de cinto, se estava disposto a servir a um macho que gostava de bater, humilhar, meter e mijar no viado submisso. À medida que eu ia respondendo da forma mais submissa e sacana que podia, foi me dando um frio na barriga, de medo e de excitação ao mesmo tempo, pois estava lidando com um desconhecido. Depois de um bom tempo teclando, enviei o meu telefone e marcamos para servi-lo naquela mesma noite. A voz de macho que ouvi ao celular me fez tremer na base e tomei coragem pra seguir em frente pra ver no que dava. Fiz a higiene íntima básica, que é dever de um viado que quer agradar ao macho, me arrumei e fui ao seu encontro. Estacionei o carro bem próximo ao endereço que ele me deu e liguei para o celular avisando que já tinha chegado. Mandou que eu ficasse aguardando no carro que ele viria ao meu encontro. Fiquei com o coração batendo a mil por hora de medo e tesão. Olhei pelo retrovisor, vinha vindo um macho do jeito que ele se descreveu, saí do carro e era ele. Na hora que o vi, era um macho muito gostoso, fortinho, um pouco mais baixo do que eu (tenho 1,74m), mas com uma cara de mau que fiquei com um cú piscando e querendo me ajoelhar diante dele porque naquele momento ele despertou todo o meu instinto de submissão. Ele estava de short de jogar futebol, camiseta e de sandálias havaianas, que depois foram muito bem usadas para me mostrar o lugar que deveria estar. Logo me perguntou se estaria disposto a servi-lo e se eu sabia mesmo o que era servir a um macho dominador ao que respondi afirmativamente de forma submissa. Subimos o elevador, admirando o que podia daquele macho maravilhoso, pois nessas horas eu não consigo encarar com medo de levar um tapa na cara em público, mesmo sem ter ninguém que pudesse ver. O prédio estava em silencio e logo que entramos em seu apartamento, ordenou: - Tira a roupa! Me despi prontamente e fiquei só de fio dental preto. Em seguida me deu outra ordem: - De quatro, aqui na minha frente! É muito viado mesmo, de calcinha, pronto pra servir a um macho... Aquelas palavras me deixaram num estado que quase o agarrei pelas pernas, mas me contive porque sei que tenho que aguardar pelas ordens do macho dominador. Em seguida, me deu uns tapas fortes na bunda e começou a me humilhar dizendo que eu era viado, que fica catando macho na internet, que tinha que apanhar muito, que eu era assim por falta de surra e me batia novamente. Fiquei com um pouco de medo, mas pensei comigo: "tenho que obedecer senão ele me quebra todo". Achei que fosse um daqueles machos que têm ódio de viado e eu, ali, totalmente vulnerável a ele. Sentou no sofá e me mandou beijar os pés dele... já comecei a gostar, mas o misto de medo e tesão me dominavam. Beijei os pés e comecei a lambê-los em cada parte, sentindo o cheiro gostoso do pé daquele macho. Ele ficou em pé e me deu alguns chutes com o peito do pé na minha bunda, sempre dizendo palavras que me humilhavam muito, dizendo que viado tinha que apanhar de macho, que eu era uma puta barata. Mandou-me ficar de joelhos e aproximar o meu rosto do short na altura do pau e ficou esfregando na minha cara, até que abaixou o short e pude admirar uma pica linda, grande e meio grossa, dura.... ai, aquilo nem parecia que estava acontecendo comigo!!! Sentou de novo no sofá e me mandou mamar, dizendo: - Mama, viado, mostra que gosta de agradar um macho!! Como eu adoro mamar, lamber, chupar, brincar com a língua e com os lábios, engolir tudo, comecei a dar o melhor que podia pra deixá-lo bem excitado. Só quem gosta de servir sabe o valor de mamar um macho roludo e gostoso. E eu ali, mamando, quase me babando todo quando engolia aquela pica até encostar na garganta, me acabando. Me mandou levantar o rosto, me deu uma cusparada na cara e disse: - Você é viado, é puta mesmo, só presta pra ser usado por macho! Em seguida me deu dois tapas fortes na cara e me mandou a voltar a mamar. Perdi a noção do tesão que sentia, queria fazer de tudo pra deixar aquele macho com muito tesão e desejo de me dominar. Depois de dar o trato que aquela pica deliciosa merecia, ele me mandou ir de quatro para o quarto para que eu conhecesse a coleção de sandálias. De 4, com a bunda bem empinada, fui até o quarto e me deparei com vários pares de sandálias havaianas. Ele me mostrou uma sandália, a mais usada de todas, que ele usava pra caminhar no calçadão e que já tinha batido em muito viado com ela. Disse que era a sandália que ele gostava de usar com puta. Que ia com ela pra academia também... fiquei louco com aquela sandália, que se tornou a minha predileta... além de ter a borracha mais dura, tinha o cheiro dele... amei!!! A essas alturas, ele podia fazer o que quisesse comigo porque já tinha me dominado psicologicamente... Me mandou lamber a sandália, o que fiz submissamente e, em seguida, pegar a sandália com a boca e dar na mão dele. Meu nervosismo era tão grande que a produção de saliva diminuiu ele ficou dizendo que eu não servia nem pra lamber direito uma sandália, que eu era uma merda de escravo. Fiquei apavorado por ser rejeitado por ele e procurei ultrapassar todos os meus limites pra agradar àquele macho dominador digno de adoração. Ainda de quatro no chão, me deu uma surra na bunda com aquela sandália. Foram dez chineladas fortes que tive que contar, só gemendo um pouco nas duas últimas. Deu pra perceber logo que era um dominador experiente, porque as chineladas eram fortes, mas no limite exato entre a dor e o prazer. Minha cabeça tentava processar aquele prazer todo em me realizar como escravo do macho, mas não podia imaginar o que viria em seguida. Sentou na cama e me mandou mamar, enquanto ele descansava... fiquei louco com aquilo porque as chineladas tinham me tirado o fôlego e eu não podia deixá-lo desapontado comigo. Um macho daquele era tudo o que um viado como eu queria... Depois de mamar bastante, me mandou subir na cama e ficar de quatro. Me mostrou um cinto de couro e disse que eu tinha que contar a cada cintada que recebesse. Fiquei com medo de ficar marcado e me deu um certo desespero, mas já que tinha chegado até ali, resolvi agüentar e seguir em frente. Alisou a minha bunda e comentou que estava quente e vermelha, que viado tinha que apanhar muito de macho. Começou a me bater com o cinto e me deu mais dez cintadas que ardiam porque há muito tempo eu não apanhava daquele jeito... mas estava ficando totalmente entregue, submisso e obediente. Deitou na cama e me mandou mamar de novo, aí perdi completamente o pudor e caí de boca mesmo... dizia que eu era uma bicha velha (tenho 46 anos) mas que sabia dar um trato numa pica... que ia reunir um grupo de machos para me currarem sem pena... As palavras dele me deixavam cada vez mais humilhado e me sentindo completamente submisso, enquanto eu continuava mamando e alisando as pernas, o saco, a virilha, sentindo o corpo daquele dominador admirável que eu queria tanto agradar. Me falou dos viados que o serviam e que ele tinha um que era casado, mas que adorava apanhar de chibata. Então ele levantou da cama, enquanto eu continuava submissamente na mesma posição, de quatro, e pegou um outro cinto de couro mais grosso e me mandou contar as cintadas... foram mais dez que ardiam mais ainda.... todas no mesmo lugar!! Ainda me refazendo da surra, me mandou ir pro chão e me deitar de barriga pra cima. Não entendi na hora o que iria acontecer, mas obedientemente fui pro chão e me deitei... Ele sentou na cama e me usou como seu capacho, me pisando, inclusive na cara, me mandando lamber os pés dele. Era uma sensação que nunca tinha tido mas que sempre sonhei... eu estava completamente, inerte, parado sem me mexer, dominado pelo Sr. A., que me dizia: - Você serve é pra isso, pra ser esparro de macho, como capacho pra ser pisado pelo macho e não reclamar... viado como você só serve pra isso mesmo... pra ser usado... Levantou-se da cama e me mandou ficar com os joelhos no chão e o tronco sobre a cama. Enquanto eu ia pra nova posição, percebi o seu movimento na direção do armário. Pegou alguma coisa bem guardada e voltou a ficar no pé da cama e me mandou olhar... aí, eu quase pirei... era uma chibata de couro cru, grossa... ele disse que iria usar em mim. Pensei, ai, é agora que vou ficar todo marcado... e ele começou a me dar as chibatadas, parou na oitava chibatada, porque tinha noção do quanto aquilo doía... jogou a chibata em cima da cama, me mandou ficar de joelhos e voltar a mamar. Nessa hora é que me senti totalmente realizado como viado submisso, recebendo o premio por agradar ao mestre dominador!! Tive vontade de agarrá-lo pelas pernas e implorar pra ser usado do jeito que ele quisesse, mas só mamei, de joelhos e com as mãos repousadas sobre as minhas coxas... mas, eu não conseguia parar de pensar em quanto aquilo estava sendo prazeroso... ele puxou a minha cabeça, deu mais uma cusparada forte seguida de dois tapas na minha cara me chamando de puta e me mandando logo a voltar a mamar... Estava me sentindo num conto de ficção erótica... não podia imaginar que um dia aconteceria comigo, que eu realizaria o meu sonho de ser tão submisso.... Daí me perguntou se eu tinha levado camisinha, porque macho não tem que se preocupar com isso, que o viado tem que trazer tudo. Fui correndo buscar no bolso da minha calça que tinha ficado na sala e voltei rápido, trazendo um tubo de KY junto. Me mandou colocar no pau dele, no pau que iria me comer... eu que já estava subindo pelas paredes de tanto tesão, me apressei em prepará-lo pra continuar a me usar. Com o pau na camisinha, me mandou mamar mais um pouco, porque a camisinha parecia meio apertada, o que fiz com todo prazer, apesar de achar um horror mamar pau com aquele gosto de borracha... Me mandou subir na cama, passar KY no cú e logo se posicionou para me comer... eu estava com medo de ser estuprado, mas ele foi super cuidadoso e pude sentir cada centímetro daquela pica deliciosa e suculenta me abrindo todo e entrando dentro de mim... Agüentei tudinho, quieto, mas o meu cuzinho não parava de piscar... logo ele começou a dar umas bombadas de leve... Quando senti o corpo dele ficando sobre o meu, fui me deitando, sempre deixando a bunda bem empinada pra facilitar a penetração e senti o suor dele sobre as minhas costas. Que sensação maravilhosa de poder sentir o peso do meu macho sobre mim.... ainda brincou com os meus mamilos, o que me tirou do sério e me fez instantaneamente rebolar na sua pica. Pensei comigo: "este sabe tratar uma puta..." e continuei a curtir aquela jeba entrando e saindo com vontade, me fodendo, me fazendo de sua fêmea... me proibindo de gozar antes dele, o que me deixava com um tesão sem fim, pois adoro ser controlado pelo meu macho. Até que me posicionou na beira da cama, com ele em pé, e meteu com vontade... quando sentiu que ia gozar, me mandou ficar de joelhos e gozou uma porra grossa e em grande quantidade no meu pescoço e na minha cara... logo passei a mão, curtindo o leite do meu macho... continuei na mesma posição, aguardando suas ordens. Finalmente, ele me disse: - Agora você pode gozar, viado... Fiquei louco com aquela ordem e comecei a me masturbar, passando o dedo no cú pra sentir como fiquei arrombado, apertei os meus mamilos... até que gozei como se tivesse saindo um rio de dentro de mim... Depois de tomar banho, ele me deu todas as ordens e como deveria me portar nos próximos encontros. Sempre que o encontrasse deveria olhar para os pés dele, abaixar a cabeça e só depois cumprimenta-lo, estivesse onde estivesse. Que deveria sempre aguardar as ordens dele e respeitasse o meu macho, senão apanharia muito. Senti que ele tinha gostado, mas preferi não fazer planos. Depois dessa noite fantástica, já nos encontramos mais algumas vezes. É uma maravilha poder servir a um macho que entende do que um viado submisso gosta e precisa...