Back to Browse

Sem Direito a Nada - O Sequestro

Por um instante uma breve escuridão cobria seus pensamentos, até que aos poucos foi se recordando do que havia acontecido. Tentou abrir os olhos, mas uma venda impedia. O tempo passava e a sua memória ia se recuperando, até que tentou falar e gritar, mas a sua língua estava tão pressionada na boca que apenas um grunido abafado podia ser produzido. A mordaça era eficaz. De repente o desespero toma conta de Alexandre, um rapaz de 20 anos, que finalmente se deu conta do que aconteceu. Alexandre percebe que esta deitado, ao mover suas mãos e pés... ops... O desespero retorna e Alexandre se contorce como pode mas é em vão. Seus batimentos estao a mil, e uma tempestade de dúvidas vem em sua mente. Que brincadeira é essa? Quem é o responsável por isso? Raiva, ódio até vontade de matar, mas isso eram recursos sem solução, já que estava preso ou melhor, com as mãos e pés acorrentados numa cama, amordaçado e vendado, e como foi parar ali, era, de fato, uma outra história. Apesar das circunstancias, apenas um dos seus sentidos estava livre, a audição. E exatamente esse que acusa que alguém se aproximava, um som de pisada, até que uma voz feminina ecoa pelo ambiente. - Olha só, já acordou. Que bom. As batidas de Alexandre acelera, ao ponto de sentir as veias da testa dilatar, isso sem contar que o medo, vergonha e raiva reviravam sua cabeça. - Huuummm Hummmm. – Foi o máximo que pode fazer. - Olá meu querido, ainda não sabe quem é? – a voz feminina o colocava na dúvida. - Huuumm, Hummmm. – replicou Alexandre. - Ora, deixa-me tirar essa venda. E em seguida um clarão invadi as pupilas de Alexandre até que estabiliza e se depara com dois sustos. Primeiro que a mulher que fala é a Cassandra, uma “dona” que a muito tempo vinha admirando na academia onde freqüentava. O segundo é que ele esta preso numa cama na forma de X e nu, e pior para qualquer homem, depilado. Cassandra não era qualquer mulher, e isso Alexandre só irá saber depois. Ela trabalha na Academia, a mesma que Alexandre freqüenta, como personal, durante a noite, e o segundo emprego no Instituto de Psiquiatria da cidade, como monitora e o seu hobbie, participar do concurso de fisiculturismo do estado. Essa ultima característica que chamou atenção de Alexandre, pois além do corpo de Cassandra ser perfeito é muito bem definido, com músculos, que de longe até se confundi de ser um homem. Outro detalhe importante, Cassandra é 25 anos mais velha que o coitado do rapaz que nesse exato momento esta a mercê de seus caprichos ou melhor fetish, afinal ela é uma mulher. Cassandra esta em pé e imponente, ao lado do rapaz, esta apenas vestida com um biquíni dourado, o mesmo que usa no campeonato de fisiculturismo. - Gostou, enquanto você durmia eu raspava seus pelos e depois com cera tirei até a raiz. Agora seu corpo esta lisinho. Delícia. – fala com sarcasmo. - Hummmm. – Alexandre se desespera mas ao mesmo tempo, fica com um grande tesão ao ver aquele monumento só com aquele fio dental dourando em meio aquele sou de músculos e sem dúvida a força que eles produzem. - Sabe sempre tive vontade de ter um homem só para mim. Uma espécie de marionete, boneco, escravo. E quando subi que você morava só e que sua família vive em outro estado e que só esta na cidade a trabalho, pensei; “ esse é perfeito”. Falava Cassandra ao se aproximar do rapaz indefeso preso na cama, até que sentou ao seu lado e com sorriso continuou. - Por isso que comecei a investir nessa chácara, o local tinha que ser o mais isolado possível, somente eu e o caseiro, contratado, vem aqui. Mas esse compartimento da casa só eu tenho acesso. - huuumm – replicou Alexandre. - Calma meu bem não tenha medo e nem vergonha, não há mais nada em você que não tenha visto. Rsss.. – Sorriu Cassandra. Apesar disso Alexandre não consegui conter o tesão e manifesta uma ereção que agrada Cassandra. - A sim. Talvez agora esteja louco para fugir, mas vou logo adiantar que para sair daqui é impossível. - Alertou Cassandra e continua. - Nos seus pulsos e calcanhares prendi argolas de aço que estão soldadas e no pescoço uma coleira de aço também soldada. É para ser prático quando tiver que mantê-lo imóvel. Você deve se acostumar com eles pois quero mantê-lo aqui por um longo tempo. Na verdade, a partir de hoje você é meu em todos os sentidos, e não autorizo nenhum tipo de satisfação sexual de sua parte, somente a minha é claro. Rssss. - Huuummm Huuum. - Ops quieto, não adianta força, pois essas correntes e argolas são muito mais forte que você. Dessa cama você não levanta hoje. Bem vamos dá logo um jeito nessa sua ereção. Cassandra se levanta e trás consigo uma mala, ao abrir, retira vários objetos de metal que aterroriza Alexandre quando vê. - Meu querido, esse é o seu cinto de castidade. Como não posso mantê-lo acorrentado sempre, para mim é mais ultimo você solto. Ele é totalmente de aço, e na cintura revestido de neoprene, para não machucar, e uma vez que eu colocar somente eu posso tirar. Não vou nem perguntar se concorda em usar, pois você deixou de ter vontade própria a muito tempo. E sem ser questionada, Cassandra parti para ação. Começa a manipular o pênis de Alexandre, e para inibir a ereção deposita gelo, cuja a reação foi vários gemidos abafados, e torções em vão. - Calma meu bem, isso nem dói, calma, quieto. Se não vou te aplicar um sossega leão e vai acordar só amanhã. E aos poucos Cassandra instala o dispositivo na cintura de Alexandre, primeiro começa com uma arreio que passa por detrás dos testículo e de pois é pressionado como uma algema em miniatura, em seguida seu pênis é colocado num pequeno tubo, onde o interior é revestido de várias pontas afiadas para conter qualquer tipo de ereção, a menor que seja. Por ultimo, Cassandra suspende um pouco a cintura de Alexandre a fim de passar o cinturão de aço, que por debaixo das nádegas cruza uma corrente, que esta ligada a uma “couraça de metal” que fechando se transforma numa verdadeira cueca de aço. Com muita dificuldade o tubo peniano é encaixado na couraça e em seguida é acoplado ao cinto, também com muita dificuldade, já que todo o conjunto deve estar bem apertado, a fim de evitar fuga ou satisfação não autorizada, como Cassandra havia dito. E por fim um cadeado é embutido e lacrado. - Pronto meu bem, agora você está completo. Sua coleira, argola de pulso e calcanhar estam bem presas e para dizer a verdade nem eu consigo tirar isso. E o cinto de castidade masculino. Você vai sofrer um pouco no inicio, mas vai se acostumar, já que irá usá-lo por tempo indeterminado, quem sabe se for bonzinho deixo gozar daqui a seis meses. RSSSSS. – Riu Cassandra e continuou a explicar. - Esse cinto de castidade foi projetado para impedir de o homem ter qualquer tipo de contato sexual, você não pode mais manipular seu pênis e muito menos se masturbar, ereção é impossível. Ah, para urinar você terá que sentar no vaso, Rssss, que gracinha. RSSS. - Huuuummm, Huuuummmm. – Tentava indagar Alexandre. - Bem, você me deu muito trabalho, e te trazer aqui então, nossa, não quero nem pensar. Amanhã começa o seu treinamento, e agora vai dormir. Cassandra volta a colocar a venda em Alexandre ignorando seu agito tentando dizer ou reagir de alguma forma, e em seguida apaga as luzes e deixa Alexandre só, preso na cama, amordaçado e vendado, e sem poder mais ver e tocar o seu próprio sexo. CONTINUA....