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Uma História de Amor ProibidoII Concurso de Contos e Poesias BDSM - Participante
Muitas vezes em nossas vidas acontecem coisas das quais não prevemos.
Conhecer ele foi uma delas.
Em uma noite fria e sozinha em casa, decidi entrar na Internet. Não sabia o que exatamente minha
alma procurava.
Entrei na sala de bate-papo procurando alguém que me completasse, não só nos meus desejos sexuais, nas minhas fantasias, mas sim que fosse o dono da
minha alma.
Quando o conheci fui pegando carinho, amor e respeito por ele, pelo seu jeito carinhoso, educado e gentil de ser. Aos poucos ele foi se transformando no meu professor e eu, Anita, em sua aluna malcriada até que o meu querido professor e eu decidimos sair do mundo virtual e tornar real todas as nossas fantasias. Marcamos nosso encontro em uma linda tarde de sábado. O dia estava bem quente e gostoso.
Eu fazia curso todas as tardes de sábado próximo ao metrô Santa Cecília, mas nesta tarde não iria comparecer a sala de aula pois o conheceria finalmente.
Minha ansiedade era tanta, mas sabia que era o certo a se fazer. Estava corretamente vestida, como meu querido professor pedira. Vestia saia jeans plissada azul bem curta, blusinha branca bem delicada com um leve decote em v, meus longos cabelos cacheados e castanhos claros estavam
devidamente presos com uma linda Maria-Chiquinha dando um ar bem infantil em mim, uma moça de 20 anos com corpo de uma mulher perfeitamente formada.
Depois de horas a sua espera ele chegou. Estava linda, vestindo camisa branca de mangas compridas, calça social marrom, e calçando sapato social.
Ele sorriu com um olhar malvado, mas muito brilhante, me estendeu sua mão e falou firmemente:
- Boa tarde minha aluna malcriada, hoje teremos uma aula especial. Será uma aula de educação.
Você sabe o quanto tem sido malcriada durante as nossas aulas e hoje, hoje minha querida é o dia de você pagar por todos os seus erros, mas não tenha
medo.
Não ter medo depois disso. Meu corpo estava todo arrepiado. Finalmente estendi a mão trêmula e fomos ao hotel. Confesso que apesar de ser uma caminhada de 10 minutos, foi a mais longa de
toda a minha vida. Meu coração parecia que iria parar naquele momento, minhas pernas estavam trêmulas, mas agora não tinha mais volta. Eu sabia
para que estávamos ali e agora já estávamos na recepção do Hotel. Não tinha mais volta, não seria nunca mais a mesma Anita.
Ele falou gentilmente com a dona e fomos para um quarto bem simples. Sentou-se na cama lentamente. Estava tão tranqüilo e parecia mesmo saber o que fazer a cada ato. Sorriu e falou:
- E então Anita, você tem certeza que irá ser a minha aluna levada?
Bom, essa era a forma dele perguntar se eu queria mesmo fazer aquilo. Por mais medo que sentisse, eu queria, queria com toda a minha alma e corpo
então só saiu dos meus lábios um simples:
- Sim, professor.
Do nada seu olhar mudou. Ele começou a me dar bronca, mas sem berrar, sem fazer escândalo ou mesmo ser rude. Ele reclamava e com toda a razão que eu não o obedecia, que não respondia seus e-mails, que não atendia seus telefonemas, que era uma aluna irresponsável e que merecia um longo castigo por isso.
Após falar tudo isso, ele me puxou e me jogou em seu colo com toda a força, e antes que eu conseguisse protestar, minha saia já estava levantada, minha calcinha arriada e eu levando palmadas bem fortes, ...
Nossa, aquilo realmente doía. E como doía. Nas primeiras 10 palmadas juro que tentei ficar quieta, mas as minhas pernas não conseguiam ficar imóveis. Me debatia o tempo todo. Minhas mãos queriam proteger a minha bunda, que já estava começando a ficar quente e vermelha, isso porque sou morena. Não é tão fácil me marcar.
Depois dessas 10 palmadas bem fortes, ele parou do nada, mas porquê? Olhei para ele com olhar ingênuo. Ele fez carinho no meu rosto e falou
severamente:
- Mocinha, você está recebendo um castigo bem merecido por ser tão levada, entendeu?
Eu fiquei quietinha, mas então vieram 2 palmadas bem mais fortes que todas as que levei
PAFT...PAFT...
AAAAAAAAAIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIAIAIAIAIA, entendi sim Sr...
AIIIIIIIIIII
Como doía aquilo, mas admito que merecia cada palmada recebida. Por que será que os homens têm a mão tão pesada?
Ele sorriu. Como eram lindos seu sorriso e seu rosto, o prazer que ele transmitia só ao me olhar, invulnerável. Então ele falou:
- Que bom, acho que agora poderemos começar o castigo de verdade. A senhorita trouxe as havaianas como havia me prometido?
Ai meu Deus, o que eu falo agora? Pior é que eu havia trazido as minhas havaianas. Se a minha bunda já estava doendo e ardendo no começo do castigo, imagine com as havaianas. Meus pensamentos foram interrompidos por 15 fortíssimas palmadas seqüenciais.
PAFT...PAFT...PAFT...PAFT...PAFT...PAFT...PAFT...PAFT...
AIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII. Chega professor, chega. AIAIAIAIA. Eu já as pego. AIAIAIAIA Já aprendi a lição. Chega, me solte professor, por favor. AIIIIIIIIIIIIIIIIIIII que dor.
Calmamente ele disse:
- Ainda não, querida. Você continua gritando. Vamos refrescar a sua memória...
PAFT...PAFT...PAFT...AIIIIIIIIIIIIIIII, me solte professor. PAFT...PAFT...PAFT...PAFT...AIIIIIIIIIII
Professor, por favor, já chega. AIAIAIAIA está ardendo, por favor, eu pego, eu pego, juro que pego. (PAFT...PAFT... AIAIAIAIA)
Então, do nada, ele parou. Ficou alisando a minha bunda delicadamente. Aquilo aliviava um pouco. Na realidade doeu, mas minha vagina estava tão molhada que devo ter molhado as calças dele. Lógico que não teria coragem de falar isso á ele, mas parece que ele sabia disso... Ele sorriu amavelmente e me beijou na nuca bem delicadamente lambendo todo o meu pescoço. Fiquei toda arrepiada. Então ele cochichou no meu ouvido:
- Eu sei que você quer. Agora relaxa. Eu cuidarei de você antes de terminarmos este castigo, está bem?
Eu só consegui fazer um sim, sem forças com a cabeça. Seus dedos tocavam meus seios, minhas costas e foram descendo até a bunda, a
massagiando. Nossa, como ela estava quente. Muito dolorida, ardida. Um simples toque a deixava toda arrepiada e o meu corpo foi ficando quente,
mole e aos poucos fui sentindo um prazer que nunca antes sentira.
Finalmente seus dedos tocaram nela, quente e úmida. Só consegui gemer de prazer e meu corpo arrepiar. Não conseguia ter mais controle do meu corpo e nem mais da minha alma.
Ele me masturbou de uma forma tão forte que não consegui me conter e gozei. Gozei mais do que nunca. Não era mais tão ingênua. Havia sido tocada
finalmente por um homem, o meu homem, o meu professor.
Nossa, eu me senti finalmente mulher.
Depois de um tempo mole, já estava recuperada e ele falou firmemente:
- Levante, tire toda a roupa e pegue os seus chinelos. Você sabe que o castigo ainda não acabou. e se não me obedecer, irá apanhar de cinto. Espero ter sido bem claro com você. Eu fui bem claro, mocinha?
Sim, Sr. Foi sim, Sr.
Que?
Eu falei isso?
O que está acontecendo comigo?
Deus, pior de tudo é que eu estou feliz por ter apanhado. Devo estar louca.
Calmamente caminhei até a minha mochila e entreguei uma das minhas havaianas em suas mãos. Ele sorriu. Notei seu membro, firme e forte. Ele tirou toda a roupa também. Como ele era lindo, perfeito. Eu não estava louca, estava apaixonada.
Lá estava eu, completamente nua na frente de um estranho. Mas seria um estranho? Não, não era um estranho, era o meu professor que me educa e que conhece mais sobre mim que qualquer outra pessoa no mundo. Ele falou firme:
- Deite aqui, Anita.
Falou apontando para o seu colo, só que agora nu.
Eu tinha que dificultar um pouco as coisas né, afinal era uma aluna malcriada.
Não deito não. E para completar, mostrei a língua em um ato infantil questionando sua autoridade.
Não sabia o que ía acontecer exatamente, mas algo ía acontecer. Isso eu tinha certeza.
Anita, agora deixe que conte a 2ª parte do castigo.
Sou o professor malvado da minha amada Anita. Eu já estava ficando sem paciência pela enrolação da minha menininha para se deitar no meu colo e fui ao encontro dela. Quando me aproximei, a peguei com muita força pela orelha direita e falei muito bravo:
"Anita, quando eu digo que é para deitar no meu colo, é para obedecer. Eu não gosto de falar 2 vezes, você entendeu?"
Ela deitou no meu colo, olhando para baixo e fazendo bico. Logo depois fez um movimento com a cabeça dizendo que sim. Muito bom, é assim que eu gosto, Anita. Peguei o chinelo havaianas e dei a
primeira chinelada. Foi bem forte. Com o impacto, ela tentou escapar, mas eu a segurei firmemente e dei mais 14 chineladas bem fortes. Ela gritava muito,
implorando para que eu parasse, mas não dei ouvidos e apliquei mais 2 chineladas fortes.
Voltei a alisar a sua bunda toda marcada. Passava a ponta dos meus dedos bem devagar e assim, fui percorrendo o corpo todo. Ouvi um gemido bem baixinho.
Ela estava sem forças e na posição que ela estava, enfiei 2 dedos dentro de sua vagina e a masturbei com mais força do que havia feito antes. Ela gemeu
muito. Voltei a pegar o chinelo com uma mão, enquanto com a outra continuava a masturbando. Dei uma chinelada bem forte na sua bunda enquanto ela gemia devido a intensa masturbação. Senti ela gozando na minha mão. Tirei os meus
2 dedos de dentro da vagina e a coloquei de pé na minha frente. Após isso, eu perguntei:
Eu mandei você gozar?
Cabisbaixa ela respondeu:
Não, Senhor.
Voltei a falar:
- Então você está ciente que merece uma punição por ter gozado sem a minha autorização, concorda?
Ela respondeu:
Sim, Sr. O Senhor poderá fazer comigo o que quiser. Eu sou sua.
Logo após, eu a beijei demoradamente na boca. A peguei pelo braço e a levei para a parede. Coloquei milho no chão e disse:
- Ajoelhe-se. Quero que você fique virada para a parede e ai de você se tentar se levantar.
Fique aí enquanto eu irei tomar um banho.
Quando eu terminei o banho, eu a levantei e dei mais um beijo longo e delicioso na minha amada Anita.
Saímos do Hotel felizes e realizados. Já tivemos muitos encontros. Continuamos praticando essa forma maravilhosa de sentir prazer. Hoje somos
namorados na vida real há 10 meses e 9 dias juntos. Descobrimos que o amor, romance, sexo virtual podem virar um grande amor.
Querido professor agradeço, cada palmada, cada tapa, cada bronca e cada beijo que o sr me deu de presente. Sou sua eternamente sua, e sempre assim serei.