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O Bobo e a Boba
O Bobo
Conta-se que numa pequena cidade do interior um grupo de pessoas se divertia com o idiota da aldeia. Um pobre coitado de pouca inteligência, que vivia de pequenos biscates e esmolas. Diariamente eles chamavam o bobo ao bar onde se reuniam e ofereciam a ele a escolha entre duas moedas - uma grande de 400 réis e outra menor, de dois mil réis. Ele sempre escolhia a maior e menos valiosa, o que era motivo de risos para todos.Certo dia, um dos membros do grupo chamou-o e lhe perguntou se ainda não havia percebido que a moeda maior valia menos. "Eu sei" -respondeu o não tão tolo assim - "ela vale cinco vezes menos, mas no dia que eu escolher a outra,
a brincadeira acaba e não vou mais ganhar minha moeda."
Pode-se tirar várias conclusões dessa pequena narrativa. Mas vamos observar somente três.
A primeira: quem parece idiota, nem sempre é. Dito em forma de pergunta:
Quais eram os verdadeiros tolos dessa história?
A segunda: se você for ganancioso, acaba estragando sua fonte de renda.
Mas a conclusão mais interessante, a meu ver, é a percepção de que podemos estar bem, mesmo quando os outros não têm uma boa opinião a nosso respeito.
Portanto, o que importa não é o que pensam de nós, mas o que realmente somos. Nem sempre opiniões a nosso respeito corresponde o que realmente somos.
A boba....
Na mesma aldeia, também havia uma jovem mulher, que parecia linda, apesar de esconder-se debaixo de vestidos sujos, rasgados e vivendo de esmolas. Os homens se divertiam com a idiota da aldeia. A pobre coitada era açoitada, quase estuprada e tinhas suas roupas ainda mais rasgadas diariamente e por muitos ao mesmo tempo. Viviam caçoando dela, como se fosse o jardim ou a praça pública da aldeia. Se dormia nas escadarias da Igreja, sempre aparecia um, colocava o pau pra fora, puxava-lhe os cabelos e enfiava a rola em sua boca, obrigando-lhe a suga-lo até o gozo. Outros simplesmente acordavam-na de madrugada, assustavam-na e a obrigavam colocar-se de joelhos, com os peitos descoberto, o vestido corrido até o ventre. E chingando-lhe de maluca e vadia e cadela, terminavam mijando em seu corpo, antes de joga-la nas águas do chafariz para tomar banho. Seu vestido molhado colava-se em seu esqueleto - incrível, lindo e sedutor. Tornava-se alvo de passaros e peixes, que também queriam beliscar seus pés e seu rosto. Uns colocavam-lhe duas rolas nas mãos - uma grande e outra pequena, e pediam para que ela escolhesse e masturbasse a que mais gostasse. Ela sempre escolhia a maior, aquela que, ao penetrar sua buceta e seu cú, quase arrombava-lhe a alma, já que o prazer confundia-se com dor. E todos riam sem dó. Apenas ficavam desesperados com o dia que aquela vaida, a GENI de TODO MUNDO, já não estivesse mais lá. Certo dia, um dos membros do grupo, chamou-a e lhe perguntou se ainda não havia percebido que seu comportamento devasso era a alegria da tribo e que ela, daquele jeito, não valia nada. "Eu sei - Não sou tão tola assim"; "Mas porque continua nesse comportamento?" ; "Porque o dia que parar, a brincadeira acaba e não vou mais encontrar meus prazeres".
Não dá pra tirar nenhuma conclusão sábia dessa estória. Somente que uma ESCRAVA, CADELA e VADIA não pode jamais obter sua redenção. Não está só presa na tribo, mas nas próprias correntes degradantes impostas pelo seu coração.
Você também, minha ESCRAVA maldita. Como CABRAL, sente necessidade de navegar para mim e pra mergulhar de boca em meu pau. Arrasto-lhe pelas lajotas das calçadas da tribo. Enfio-lhe o vestido no chafariz. Devasso seu corpo para os prazeres da minha carne. Estupro-te com minhas mãos, meus pés e meu MAL......