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Uma Aventura com Mistress Márcia - Parte 4

Um escravo autêntico deve superar seus medos, despir-se de seus temores e entregar seu corpo aos deleites e caprichos de Sua Dona. E não há entrega maior que deixar-se sodomizar. Embora muitos pensem em dor, a somomia é, em última instância, prazer e conquista. Prazer da Mulher Superior e assertiva em tomar para si o reduto da masculinidade de seu servo, profanando o corpo do ser que a Ela se submete. Prazer do submisso em oferecer a Sua Senhora e Dona a sua mais velada intimidade, o último bastião de sua natureza machista. Prazer de ambos em reafirmar a posse do que já pertence a Dominadora, em um ato de entrega plena e inquestionável. Vestindo rapidamente seu strap-on Mistress Patrícia ansiava: - Estou louquinha de vontade de rasgar seu rabinho e fazer ele chorar de dor. Mas Mistress Márcia acalmou-a, rindo: - Menos, Pat, menos... O parker já tem um rabinho acostumado a isso e dessa forma não há muito mais a rasgar, não é mesmo, mocinha? - Sim, Senhora Márcia – respondi de imediato, sem interromper seu discurso. - Eu gosto de sodomizar meus escravos para remover deles quaisquer traço de memória do velho macho conquistador e ativo que eles foram um dia. Fazendo isso Eu os coloco em seu verdadeiro lugar: submissos, obedientes e passivos – continuou a experiente Mestra. - Mas eles sentem dor com a penetração, não é mesmo? - Para falar a verdade não, Pat. No estágio em que este escravo se encontra, ao contrário de dor, até prazer ele sente com essa penetração. Prazer físico pelo atrito do dildo com sua próstata e pela estimulação dos muitos terminais nervosos encontráveis na região anal. E, também, desfruta o prazer psicológico de estar servindo sua Deusa, abrindo-se para Ela e convidando-A para ``entrar e tomar conta de seu corpo´´. - Nossa, isso é cheio de simbolismos, não? - Espantou-se a noviça Mistress Patrícia e prosseguiu, apontando para os dildos que pendiam de Suas cintas - Mas Márcia, é impossível que ele não sinta dor com tudo isso... (risos) - Creia-me, Pat. Em um escravo experimentado como este só há um ligeiro desconforto. E ainda assim, o desconforto é passageiro... – e, concluindo - Ah, não se preocupe, Pat, você logo verá! - Ora, então vamos logo com isso!! - riu a jovem loira. Como solicitado pela anfitriã, ajoelhei-me no chão à Seus pés e comecei a chupar, beijar e lamber toda a extensão de Seu dildo. Mistress Patrícia olhava, com admiração, minha dedicação e empenho na tarefa, o que não impedia Mistress Márcia de fustigar-me, uma hora ou outra, com o chicote de montaria: - Vamos, sua vadia, - ``slap`` – engula tudinho! Quero ver você - ``slap´´ – chupar isso direito. Chupe – ``slap´´ – direitinho, viu? Se não vai apanhar mais... – ``slap´´ Você não quer – ``slap´´ – apanhar mais, quer? Impedido de responder pelo dildo que ocupava minha boca, no fundo, eu até ansiava por apanhar uma pouquinho mais. Eu adoro quando uma Rainha deixa Suas marcas em meu corpo. Nos dias posteriores ao encontro elas são como testemunhas a lembrar-me dos prazeres experimentados. Então, em um gesto inusitado Mistress Márcia solicitou que eu, sem remover o dildo da boca, acariciasse a parte posterior de suas pernas, suavemente, subindo e descendo lentamente minhas mãos de Seus calcanhares até o alto de Suas coxas, sobre o fino tule e as rendas de Sua calça. Nesta hora senti meu pênis saltar de dentro da calcinha que o oprimia. Excitado, ousei acariciar por sobre o tule as nádegas da Rainha Márcia, e a observei aprovar minha audácia, girando os quadris e esfregando-os em minhas mãos, movimento que empurrava e afastava Seu dildo de minha boca. Que enorme provação é encontrar-se tão próximo do sexo de uma Deusa e não poder experimentar Seu néctar, pensava, enquanto meu pênis, ereto, vertia fluidos de excitação. Tendo deixando aquele arremedo de pênis completamente molhado, Mistress Márcia ordenou-me tirar a calcinha e ajoelhar-me sobre o sofá, indicando que deveria manter minhas pernas abertas e minhas mãos apoiadas no espaldar do móvel. Logo senti suas mãos erguerem minha pequena saia plissada e a sensação fria do lubrificante sendo aplicado em meu rabinho. Mistress Patrícia assumiu posição ao meu lado e afastava minha nádegas para auxiliar o trabalho de Mistress Márcia que, com uma luva cirúrgica de látex, lubrificou meu orifício e meu reto. - Empine! Vamos, parker, empine essa bundinha para a sua Dona! – pedia Mistress Márcia desejando iniciar logo a penetração. O dildo tocou meu ânus e ele o beijou como uma boca sedenta, envolvendo-o. Relaxei a musculatura e, mantendo a bundinha o mais alto possível, percebi-me sendo inapelavelmente invadido por aquele objeto do prazer. A Rainha Márcia fazia jus ao Seu título de nobreza e sua fama de experiente Domme. Tendo introduzindo todo o pênis de plástico em meu corpo, deixou-o imóvel por um longo tempo permitindo que meu organismo se acostumasse com o invasor. Tão logo sentiu que os músculos da minha perna se descontraíram, iniciou um vai-e-vem lento e sensual. Enquanto Seus quadris moviam-se ritmados, empurrando e puxando o dildo dentro de meu corpo, a Domme Patrícia mantinha suas mãos em minhas nádegas, afastando-as, de maneira a melhor observar todo o desenrolar da cena. Em pouco tempo o ritmo imposto pela Mistress Márcia aumentou e seus movimentos acelerados imprimiram um forte efeito em minha próstata. Diante disso, meu pequeno pênis, mesmo amolecido, pingava de prazer e desejo. Sob tais circunstâncias e, querendo desviar minha atenção da penetração, ela falou algo em tom de voz quase inaudível à Mistress Patrícia. Esta saltou de sua posição e, contornando o estofado, parou a minha frente de meu rosto. A jovem Rainha então soltou as alças de Seu espartilho e expôs, à altura de meus olhos, um belíssimo par de seios. Antes que pudesse apreciá-los, Mistress Patrícia demandou: - parker, eu quero que você beije e adore meus seios, mas com muito carinho e cuidado, porque eles são muito sensíveis. Ela não havia mentido. Mesmo sob pequenos toques de meus lábios, era visível sob a pele da jovem a carga elétrica que este pequeno gesto desencadeava. Tendo os seios de uma Deusa em meus lábios, ao mesmo tempo que outra Deusa sodomizava meu corpo, eu sentia-me eternamente grato por isso e perguntava-me se merecia todo esse privilégio. O destino respondeu minha questão. Ouvi um ruído metálico de chaves e, girando o rosto na direção deste, observei a silhueta de eduardo que adentrava a casa da Rainha Márcia. Como soube depois, eduardo era um tipo distinto de submisso, um ``stallion´´, ou um servo talhado para servir sexualmente Sua Dona. Entre muitos, ele fora selecionado. Por sua devoção e dedicação, foi escolhido. Agora gozava de uma liberdade vigiada e divertia-se com o dever único de amar e saciar sexualmente Sua Rainha. Mistress Márcia, sem retirar o strap-on de dentro de meu corpo e, sem interromper o movimento ritmado de Seu quadril, indicou ao visitante onde se colocar e o que fazer. Ele postou-se próximo a mim e, aumentando o volume do som, iniciou uma dança sensual, com movimentos lentos e suaves. Ao mesmo tempo sorria para as Rainhas e ia, pouco a pouco, removendo cada uma de suas peças de roupa. Atento aos seios de Mistress Patrícia, observava, disfarçadamente e pelo canto dos olhos, o jovem nu, cujo corpo não escondia os motivos de sua especial condição. Alto, moreno, músculos trabalhados e ar sacana... o que uma Dona mais poderia desejar em um homem-objeto? Olhei para cima e acompanhei o olhar absorto da jovem Mistress, quase indiferente ao toque de meus lábios, então uma voz me surpreendeu: - Está vendo, parker? Isso que é um homem de verdade! - Bradou Mistress Márcia. - Ai, Má, ele é um tesãozinho... – Suspirou Mistress Márcia. – Com um escravo desses eu faria todo tipo de loucuras... - Ei! Contenha-se, Patrícia. Ele é Meu !! – Afirmou sarcasticamente. - Ah! .... – lamentou a jovem – mas bem que você podia emprestar ele para mim um pouquinho, né? - Vou pensar – prometeu – Agora EU quero brincar com ele!! O jovem escravo ainda estava de sunga, rebolando sensualmente, quando a anfitriã, desvencilhando-se de seu strap-on, se aproximou pela lateral de seu corpo, deslizando uma das mãos pelas suas costas e outra por seu peito. Então beijou seu pescoço e mordeu levemente sua orelha, sussurrando algo em seu ouvido. Atendendo ao pedido confidenciado, eduardo afastou suas pernas permitindo que a Rainha Márcia envolvesse uma de suas pernas entre as Suas coxas, apertando-a, enquanto eduardo sustentava seu corpo com uma das mãos. Era sem dúvida uma bela visão. Uma Mulher Dominadora, envolvia em seus braços e pernas o ser submisso que entregava-se ao prazer de dar-Lhe prazer. Ambos sorriam e, em visível excitação, Mistress Márcia convidou a Domme Patrícia para ocupar o outro lado do corpo de seu amado. Logo ambas Senhoras esfregavam Seus corpos e Seus preciosos sexos nas coxas daquele ser eleito para elevá-Las aos mais inimaginados extremos do delírio. Senti, então, a humilhação de ser incapaz de realizar plenamente uma Domme. A humilhação de ser apenas uma sissy que implorava a atenção daquela Deusa que com Seu strap-on me deflorava. Minha expressão poderia indicar alguma infelicidade mas intimamente eu me excitava com a idéia de ambas me humilharem na frente daquele macho real e autêntico, o que imprimia em meu corpo submisso a verdade inquestionável de minha alma, prostituída e devassa. Com os olhos úmidos, eu implorava pelo direito de prosseguir minha experiência, enquanto mentalmente recordava-me da lenta escalada de minha servidão. A descoberta, ainda na infância. As primeiras roupas femininas que provei. A maquiagem feita às pressas na frente ao espelho do banheiro. Os primeiros objetos introduzidos no ânus. O desejo louco de cair aos pés de uma Mulher, adorá-La, venerá-La e implorar para que Ela me possuísse. O calor experimentado nas faces na primeira sessão SM com uma namorada e a amiga dela... Cada degrau galgado representou uma superação, um limite rompido, um esforço coroado no êxito da realização. Servir era, afinal, minha razão de ser. Fui arrancado desses pensamentos pela voz rouca de desejo da Rainha Márcia: - parker, venha até aqui e se ajoelhe, escravo! Meu aprendizado e o treinamento recebido por anos impedia-me desobedecer uma ordem de uma Senhora. Mais rapidamente que meus pensamentos pudessem avaliar, atirei-me ao chão, aos pés das duas Senhoras que, juntas, ainda mantinham seus corpos unidos ao do servo. Então, olhando-me do alto, a experiente Domme disparou: - Muito bem, parker. Eu agora quero que você prepare esse ``stallion´´ para mim, aplicando nele sua dileta arte oral. Antes que pudesse esboçar qualquer reação, senti o crivo de seu olhar e, em um suspiro, emendei: - Pois não, Senhora. Se Lhe agradar, eu o farei. - Ótimo! – e Seu rosto iluminou-se – Então vamos logo com isso! Obedecendo exatamente a cada comando recebido removi a sunga de eduardo, a única peça que ainda restava em seu corpo, expondo, assim, seu sexo semi-ereto. Mistress Patrícia, não resistindo a visão que se descortinava ante seus olhos, admirou-se e, felicitando, exultou: - Uau, Márcia, parabéns! Você sabe realmente escolher um homem! Veja que pau lindo ele tem!... É enorme!! ... Maior que meu strap-on !! - Ah, Pat, – desconversou, modestamente, a Domme: – Você sabe, né.... - Sei, sim! – interrompeu a jovem: – E pelo que sei, você anda adivinhando minhas taras secretas, não é? – ironizou e riu: – Como sabia que eu tinha vontade de ver dois homens assim, juntos? - Oh, Pat, não seja inocente – desdenhou a Rainha Márcia e, rindo, completou: – Acho que essa é a tara secreta mais conhecida do mundo... De secreta essa tara não tem nada!!! Enquanto ambas ainda riam, tomei nas mãos o sexo do ``stallion´´ e masturbei-o com suavidade. Enquanto uma mão ocupava-se do pênis, deslizava a outra pelos testículos e, atrás destes, pelo períneo. Vendo que eduardo já atingia uma ereção completa, aumentei um pouco a energia dos movimentos, concentrando-os na porção inferior do pênis, região mais sensível, e excelente ao toque quando ele se encontra intumescido. Algumas pequenas gotas de fluido seminal entornavam pela glande do ereto pênis quando Mistress Márcia interrompeu-me: - parker, eu disse que queria ver suas habilidades orais e não suas habilidades manuais. Vamos, chupe ele agora! Dito isso, um estalo ouviu-se e, logo minha nádega ganhava mais uma marca rubra. Olhei pelo canto do olho e fui flagrado pela Mistress Patrícia, chicote de montaria em punho, bradando: - parker, sua putinha molenga, chupe logo isso! Eu sei, tá? Você está louquinha para sentir esse pau na sua boquinha, não é? - Como não respondi, Ela insistiu, espancando-me - Não é – ``slap´´ – sua vadia? Você não está – ``slap´´ – com vontade – ``slap´´ – de um chupar – ``slap´´ – um cacete? - Sim – respondi hesitando – Sim Senhora Patrícia, eu quero chupá-lo. - Pois então – ``slap´´ – eu ordeno – ``slap´´ – que você – ``slap´´ – o chupe! A dor, por vezes, vence o constrangimento e o medo. Sem que me desse conta, talvez apenas buscando o fim dos golpes que se abatiam sobre meu corpo, segurei a base do pênis que pendia ereto a minha frente com uma das mãos e deslizei-o para dentro de minha boca. Com os olhos fechados e as nádegas ardendo, eu ouvia os ruídos de aprovação de todos. Enfim, mais uma barreira havia sido removida e, como em todas estas ocasiões, minhas faces ardiam em febre e minha mente divagava como num sonho. Já não mais pensava no que uma Mulher Dominadora poderia de mim extrair, pois o tempo sempre me provava que esta poderia tudo comigo fazer, tudo de mim subtrair, tudo de mim desfrutar para o seu próprio prazer. - Mas vamos tornar isso mais interessante – interrompeu Mistress Márcia que, aumentando mais o volume da música, ordenou: - eduardo, venha aqui despir sua Dona. Os corpos de ambos dançavam sensualmente. Mistress Márcia surpreendeu-me revelando ser uma excepcional bailarina. Uma a uma as peças eram retiradas e ganhavam o ar. Ao retirar o soutien, a Senhora Márcia, prendendo o rosto de Seu escravo entre suas mãos, ofereceu Seus seios a ele que, agradecido, beijou-os e sugou-os com devoção. Permanecendo apenas com a tanguinha e o par de sandálias brancas, a Mestra prosseguiu suas demandas: - Agora, eduardo, deite-se aqui no chão, quero sentar-me em sua cara. parker, você deve continuar chupando o cacete dele, mas se esse pau amolecer você vai pagar muito caro por isso. E assim fizemos. Enquanto posicionava-me de quatro e entre as pernas de eduardo, observava a Rainha Márcia agachar Seu corpo aproximando a fonte de seu prazer dos lábios dele. Mesmo sob o tecido da tanguinha, eduardo deleitava-se com a oportunidade que se desvendava. Vendo-me nesta vulnerável posição a pequena Mistress Patrícia não perdeu tempo e, erguendo minha saia, encaixou seu strap-on em meu ânus, começando um lento vai-e-vem. Apesar da inexperiência da jovem Dome, eu entregava-me a uma nova sensação, muitas vezes embalada em meus mais secretos sonhos eróticos. Eu sentia-me uma verdadeira putinha e, vestida como tal, chupava o pênis de um desconhecido ao mesmo tempo que tinha meu ânus invadido por uma igualmente desconhecida Senhora. Minhas faces experimentavam novamente o rubor e o calor, em um misto de excitação e vergonha. Essa experiência excitava-me sobremaneira e meu pênis semi-ereto pingava incansavelmente viscosas gotas de fluido seminal. Acordei de meu delírio com a mão da Mistress Márcia erguendo minha cabeça pelos cabelos. - Já chega, parker, agora é minha vez. A Rainha Patrícia e eu nos afastamos e permanecemos no chão acompanhando e saboreando cada movimento da Deusa. Mistress Márcia posicionou-se em pé, mantendo o corpo de eduardo deitado no chão e entre seus pés. Com delicados movimentos abriu as presilhas laterais de sua calcinha e a atirou no rosto de Seu ``stallion´´. Em seguida inclinou Seu corpo para frente e girando seus quadris, foi sensualmente descendo até o pênis ereto de eduardo. Assistimos absortos e atentos aqueles 20cm de desejo serem envolvidos pela volúpia de nossa Mestra. Em poucos instantes Seu divino corpo subia e descia segundo o frenético ritmo de Seu desejo. Suas unhas marcavam o peito de Seu leal servo que, talhado para proporcionar-Lhe prazer, sabia exatamente como levar Sua Musa ao clímax. Mesmo envolvidos por grande tesão, Mistress Patrícia e eu não conseguíamos desviar o olhar dos amantes que, a nossa frente, entregavam-se ao desejo. A Rainha Márcia, por sua vez, experimentava uma sequência de orgasmos que sacudiam e estremeciam seu corpo. Observando a tudo aquilo eu recordava-me das Seis Leis do Reino da Rainha Márcia, que muitas vezes fui obrigado a recitar: (1) O prazer das Donas deve vir em primeiro lugar: O escravo deve proporcionar prazer as Donas com dedicação e carinho, empenhando-se ao máximo nesta tarefa, já que esta é a maior razão de sua existência. (2) O maior prazer do escravo é o prazer das Donas: O escravo deve sentir-se realizado e recompensado ao proporcionar prazer às suas Senhoras. (3) O prazer do escravo é condicionado ao desejo das Donas: Controlar e condicionar o prazer de seu escravo à sua vontade é um dos maiores atributos das Donas. Assim, o escravo somente deverá sentir prazer quando, onde e como suas Donas desejarem. (4) Acidentes não são permitidos: O escravo, percebendo encontrar-se no limiar de seu prazer, deverá prontamente informar o fato às suas Donas que julgarão, conforme sua conveniência, se o escravo pode ou não ter prazer. (5) Meu corpo é seu corpo: O corpo do escravo às Donas pertence. Estas podem, a qualquer tempo ou condição, desfrutarem do corpo do submisso como e quantas vezes desejarem. (6) Seu corpo é meu templo: O escravo deve tomar o corpo de suas Donas como seu templo, seu oráculo e seu altar. O servo deve, de forma verdadeira e intensa, adorar, idolatrar e reverenciar o corpo de suas Donas, sempre que estas assim permitirem ou desejarem. Em parte saciada, Mistress Márcia divertiu-se sentando-se novamente no rosto de eduardo, obrigando-o lamber e limpar os fluidos de sua vagina. Vendo meu olhar de desejo e inveja para com a cena, Mistress Márcia provocou-me: - Tadinho do parker... Quer chupar a bucetinha melada da sua Rainha, né? - Sim Senhora – respondi prontamente – eu adoraria ter o privilégio de chupa-La. - Mas você não vai chupar a bucetinha, não, ouviu? No máximo, eu vou deixar você lamber e limpar meu rabinho... Você quer? - Sim Senhora, eu também apreciaria muito isso. - Então venha! A Rainha Márcia ajoelhou-se no sofá apoiando os braços no encosto do móvel, enquanto eu, ajoelhado no chão, lambia, chupava, sugava e explorava cada centímetro de suas nádegas e ânus. Seguindo suas ordens, ora beijava, ora introduzia minha língua em seu estreito canal, deleitando-A. Em dado momento Mistress Márcia confidenciou algo aos ouvidos de Seu escravo pessoal que retirou-se da sala, voltando instantes depois com um frasco de gel nas mãos e um preservativo a recobrir-lhe o pênis. eduardo, então, sentou-se ao lado da Deusa Márcia no sofá e passou a lubrificar com o gel o preservativo sobre seu pênis, ao mesmo tempo que masturbava-se, mantendo seu pênis ereto. A anfitriã, assim, instruiu-me a umedecer seu ânus, lambendo-o com sofreguidão, para instantes depois, move-Lo, de meus lábios para o pênis intumescido de seu ``stallion´´. Aos poucos, vi o membro de eduardo desaparecer dentro do corpo de nossa amada Deusa. Não resistindo aos meus instintos e, conhecendo os interesses de minha Rainha, voltei a envolver seu orifício, agora preenchido, com meus lábios, beijando e lambendo-o. Uma estalada de açoite em minha nádega direita lembrou-me que Mistress Patrícia ainda estava no recinto e, após outro golpe, ela inquiriu: - Quer dizer que essa bichinha gosta de ver Sua Dona dar o rabinho para outro, não é? - Sim, Senhora Patrícia - respondi com a voz embargada de prazer. - Então vamos ver. Eu quero que você lamba e beije os testículos e o pau do eduardo, enquanto a Márcia se delicia! Vamos! - ``slap´´- Chupe tudo - ``slap´´ - direitinho... Ao fim destas palavras, dediquei-me não só ao orifício de minha Deusa, bem como ao sexo do eduardo. Mas, instantes depois passei a sentir, novamente, a presença do dildo da Mistress Patrícia a forçar uma nova introdução em meu ânus. - Uma putinha como você, parker – revelava a pequena Dome - precisa sempre de algo enfiado em seu rabinho, não é? - Sim, Senhora Patrícia - afirmei, disfarçando a dor que sentia com mais aquela invasão. - Mas dessa vez eu não vou ter dó desse rabinho, viu? Você vai sentir meu strap-on inteirinho dentro de você! - Obrigado, Mistress – agradeci, comovido. Assim, longos minutos se passaram, envolvendo-nos em um quadro de volúpia e prazer. Mistress Márcia não mais continha seus gemidos e, cada vez mais subia e descia seus quadris com mais ímpeto e vigor. Seguia-A Mistress Patrícia que, descobrindo a sensação de poder e dominação que o strap-on promove na mente de uma Mulher, surrava meu ânus com seu pênis artificial. Pouco tempo depois, a Rainha Márcia contorceu-se em um demorado e enérgico orgasmo, fazendo gotas de suor deslizarem de suas costas para meus lábios, em permanente adoração ao seu mais secreto orifício. Extasiada, a anfitriã sabia que seus escravos já haviam muito sofrido para conterem seus proibidos orgasmos, mas ela ainda queria se divertir um pouco mais. Então, aproveitando-se que a Mistress Patrícia ainda penetrava-me com vigor, foi até seu quarto e, de lá, trouxe um interessante artefato. Tratava-se de uma peça singular, que possuía um cabo, uma haste reta e uma protuberância ovóide na ponta da haste. A peça era toda em plástico bege, exceto por dois dois anéis metálicos que abraçavam paralelos a porção ovóide. Um fio elétrico estendia-se da parte posterior do cabo até uma caixinha com botões e desta para uma tomada. Apresentando o instrumento, Mistress Márcia elucidou: - Isto é o que há de mais novo e revolucionário em matéria de ejaculação induzida em escravos. - E o que faz ele? – perguntou, curiosa, a Domme Patrícia. - É simples, Pat. Estamos brincando com nossos escravos e torturando-os. Apesar de eles terem sido treinados para não ejacularem ou sentirem prazer sem permissão, seus corpos não os obedecem. - Ele devem estar morrendo de tesão, não é? – completou a convidada. - Isso mesmo, Pat. Eles tem ereções, seus pênis ficam intumescidos, suas vesículas e canais ficam inchados com fluidos seminais e os cordões espermáticos de seus testículos ficam doloridos. Eles, assim, precisam gozar para expelirem todo esse fluido. Daí nós podemos aplicar um 'milking 'ou usar esse aparelho. - Ai, Má! Eu estou ficando curiosa. Fale logo o que é isso! - No fundo, Pat, esse aparelho faz um milking intenso pois possui um mecanismo vibrador dentro da porção ovóide. A grande diferença, além de você não se cansar fazendo isso, é que ele possui estes dois anéis metálicos, de onde podemos disparar uma pequena descarga elétrica na próstata do escravo, o que promove uma forte contração, expelindo os fluidos. Assim, nem precisamos drenar os líquidos pela uretra, apertando o pênis da base até a ponta. - Não acredito! Você vai introduzir dois eletrodos no escravo e dar um choque no rabinho dele? - É isso. Mas não pense que isso é novo! Este método é empregado na criação de bois e cavalos, quando se deseja retirar o sêmen de um garanhão, por exemplo. É claro que este aparelho aqui foi desenvolvido para uso em humanos, claro, pois nos animais se aplicam choques muito maiores. - Mas com esse choque ele vai gozar, não vai? - Sim e não. Ele irá ejacular, expelir o sêmen, mas não sentirá nenhum prazer com isso... - Nossa, Márcia, que bárbaro!! - E através desta caixinha, aqui, nós podemos regular a intensidade do vibrador e a intensidade da estimulação elétrica. Ou seja, o escravo só ejacula como e quando nós quisermos. - E você vai fazer o parker e eduardo gozarem assim? Mistress Márcia riu e, confidenciando longamente algo ao ouvido da Domme Patrícia, fez a jovem Rainha exultar. Pouco depois, a Rainha Márcia ordenou-me permanecer de quatro e introduziu o artefato em meu ânus, informando que deixaria apenas a vibração ligada. Após sentir a sensação do frio metal dos anéis, notei que o aparelho mantinha-se firme no ânus, como um butt-plug, permitindo que eu relaxasse a musculatura do reto. Em instantes, senti as primeiras ondas de vibração, semelhantes as proporcionadas por um vibrador convencional, porém mais fortes. Enquanto aquele instrumento vibrava dentro de mim e acelerava o fluxo de fluidos que, pela minha glande pingavam, fui forçado a adorar e venerar o rabinho da Mistress Patrícia. Como em uma repetição da cena com a Rainha Márcia, a Domme Patrícia também ajoelhou-se no sofá, apoiando suas mãos no encosto. Porém, à diferença de nossa anfitriã, ela deixou sua boca ser penetrada pelo membro do ``stallion´´ eduardo, que de pé permaneceu atrás do sofá. Confessando não resistir aos encantos de tão belo pênis, a jovem Domme também deleitava-se com minha língua ágil em suas mais ocultas partes. Lambi, beijei e adorei seu ânus com sofreguidão e desejo, estimulado que era pelo ritmo das vibrações do eletroejaculador, cuidadosamente manipulado pela Mistress Márcia. Vendo que a Mistress Patrícia rebolava e impelia mais e mais seus quadris contra meu rosto, eduardo deu a volta no móvel e sentou-se no sofá. De imediato a Rainha Patrícia montou sobre seu corpo, deslizando o grande membro para dentro de sua vagina. Mistress Márcia, então, ampliou a intensidade das vibrações em meu ânus, incentivando-me com golpes do riding crop em minhas nádegas a prosseguir venerando com ainda mais devoção o rabinho da jovem Domme. Mais e mais fazia-se difícil acompanhar com minha boca os movimentos da Mistress Patrícia. Seu corpo subia e descia, amparado pelos braços de eduardo, em uma cavalgada alucinada e voraz. Por vezes ela empurrava seu corpo de encontro ao dele, obrigando-o a uma penetração profunda, momento em que aproveitava para invadir seu ânus com a ponta de minha língua, estimulando-o. Em um desses movimentos, seu corpo deteve-se por um segundo seguido de uma intensa contração em suas coxas. Assistimos, satisfeitos, a mais um orgasmo da nossa nova Rainha, que incansável, agarrou-se ao seu ``stallion´´ exigindo mais... Neste momento senti uma pontada em minhas entranhas, algo que me paralisou por completo. Era Mistress Márcia que, atenta a nossa cena, disparou um pulso elétrico em meu ânus. Cada pulso do eletroejaculador demorava cerca de um segundo, proporcionando uma contração interna de igual duração. No início, Mistress Márcia regulou a potência do choque no nível 1, mais fraco, e estabeleceu a frequencia de um pulso elétrico a cada minuto. Depois, conforme o clima da relação entre eduardo e a Domme Patrícia ia se intensificando, ela aumentou gradativamente a frequência dos pulsos. Minutos depois, quando Mistress Patrícia seguia, resoluta, para seu segundo orgasmo, eu já recebia uma descarga elétrica a cada 10 segundos. Meu pênis ostentava uma meia ereção e, ao ritmo das vibrações, pulsava e vertia fluidos sem exaustão. Mistress Patrícia freneticamente cavalgou o membro de eduardo em busca de um alívio para seu desejo, emitindo gemidos e grunhidos, ao mesmo tempo que a Rainha Márcia ajustou a descarga elétrica para o nível 2, intermediário. Senti uma intensa e dolorosa contração em meu ânus, períneo e testículos, como se uma força misteriosa me sugasse as energias. Cinco segundos depois uma nova onda varreu meu corpo desta vez, no nível máximo. Neste momento a jovem Domme deixou-se cair pesadamente e ofegante sobre Seu macho, enquanto percebi uma vaga quente atravessar minha uretra. Instintivamente olhei para baixo e vi os fortes jatos brancos de esperma que eram expelidos de meu pênis sem que este apresentasse total ereção e, também, sem que eu experimentasse sensação alguma com sua expulsão. Muito pelo contrário, minha mente ainda permanecia excitada, porém sabia que, esvaziada minha vesícula, não experimentaria, ao menos por ora, nenhum tipo de prazer. Mistress Márcia regia todo o desfecho e, confessando algo ao ouvido dos amantes que permaneciam entrelaçados no sofá, fez todos rirem. Depois, virando-se para mim, afirmou: - Coitadinho do escravo... Depois de tudo que fizemos a ele, não deixamos ele nem gozar. Você acha que ele merece alguma recompensa, Patrícia? - Eu acho que sim – respondeu rindo a jovem Domme. E prosseguiu: - Que tal se você deixasse ele lamber e chupar a sua bucetinha? Acho que isso o recompensaria, não? - Eu também acho, Pat. Então vamos recompensar a todos! Dito isto, Mistress Márcia assumiu o lugar da Domme Patrícia no sofá, sentando-se de frente para mim no colo do escravo eduardo e permitindo que o membro deste novamente penetrasse sua vagina. Apoiando firmemente Seus pés no chão, Ela girava seus quadris no ar, massageando o pênis de eduardo. Daí, inclinando-se para trás, apoiou Seu corpo nos braços dele e, abrindo suas pernas, ofereceu-se: - Então, parker, você não queria chupar a minha bucetinha? Venha chupá-la! O som daquelas palavras despertaram-me do cansaço que a ejaculação induzida promovera. Em um rápido movimento aninhei-me entre suas pernas e banqueteei-me com seus sucos e aromas, passando provocadoramente minha língua por seus lábios e clitóris. Instantes depois ouvia atento as instruções de minha Dona: - Vamos, escravo, chupe meu clit! Dê prazer para sua Rainha! Mais rápido com essa língua, parker. Lamba! Depressa! Isso.... assim! Sentia-me no Nirvana. Ter o sexo de Mistress Márcia ao alcance de meus lábios, mesmo que com o grosso pênis de eduardo o invadindo, era mais do que poderia imaginar. - Não vê que sua Rainha quer gozar? Então, não pare! Não ouse parar!! Passe sua língua no pau dele! Assim, isso mesmo!... Continue! A respiração da Mestra alterava-se e logo um orgasmo estremeceu seu corpo, extraindo gemidos e suspiros do fundo de sua alma. Segundos depois retomou os movimentos, ordenando-me: - Continue chupando, parker, sinta todo o gosto de meu gozo! Então Ela voltou a firmar os pés no chão e, levantando um pouco seu corpo, permitiu que o escravo sob ela movesse rapidamente os quadris, em um frenético vai-e-vem. Ao seu comando ele cessou os movimentos e então ela reassumiu o controle, subindo e descendo sensualmente seu sexo, acariciando toda a extensão de seu membro. Aí, orientou-me para lamber, também, toda a porção inferior do pênis quando ela ascendia e sua vagina quando descendia. O pênis de eduardo latejava e mostrava-se intumescido, inchado de prazer. Agora, cada subida e descida era feita com mais vagar, com mais excitação e desejo. Mistress Márcia torturava seu ``stallion´´ com carícias inimagináveis a um escravo vulgar. De súbito, ouvi um pequeno gemido dos lábios de eduardo. Mistress Márcia, que esperava por isto, voltou seu rosto para trás e informou: - Sua Rainha concede-te este direito! Mal ouvi estas palavras e um longo grunhido escapou dos lábios de eduardo, anunciando o orgasmo que se avizinhava. Afastei meu rosto e pude assistir, em 'close', todas os espasmos do corpo dele. Quando seus braços tombaram pesadamente sobre o estofado imaginei estar tudo acabado. Mas não estava. - Quem – ``slap´´ – mandou – ``slap´´- você - ``slap´´ - parar – ``slap´´ – de chupar? A voz de Mistress Patrícia e os golpes lancinantes do riding crop novamente reanimaram-me. - Desculpe, Senhora – objetei. - Isso mesmo, parker! Ninguém mandou você parar de chupar! – reafirmou Mistress Márcia, que prosseguiu - O eduardo sujou-me toda com seu sêmen. Eu ordeno que você limpe meu sexo de todo esse gozo! Era a humilhação suprema. Minha dignidade humana estava em farrapos. Eu era apenas um animal disposto a satisfazer Minha Dona em todos seus caprichos. Mistress Márcia ergueu seu corpo cuidadosamente, desencaixando-o do membro de eduardo. Então, com uma das mãos, puxou minha cabeça em direção ao seu sexo, impregnado de esperma, atiçando-me: - Venha cá, minha putinha! Venha limpar sua Dona e sentir a boquinha cheia de “creme”, vem... Depois vai limpar o pau dele também. Afinal, para que serve uma putinha, não é mesmo? E todos riram. FIM