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Torturado no Parque da Cidade
Minha Senhora mandou que a aguardasse em plena Av. Central. Apesar de ser Inverno determinou que levasse apenas vestido uma t-shirt de manga curta preta, uns calções da mesma cor, e umas sandálias de couro nos pés. E é claro a coleira dourada que nunca posso tirar. Percebi que não podia usar roupa interior, e à hora determinada lá me encontrava eu da forma que ela me mandara. Marcou-me às dez horas mas eu sabia que ela nunca compareceria com pelo menos uma hora de atraso como de costume, de modo a que quando entrasse no seu carro eu estivesse gelado de frio, e profundamente humilhado com o ridículo da minha figura semi-despida e com os comentários jocosos que alguns transeuntes me endereçavam. Como situações daquelas me deixam super-entesado meu pau sobre o calção ia-se levantando e eu procurava disfarçá-lo ao máximo colocando minhas mãos à frente, de modo a não dar muita barraca. Às onze e um quarto minha Senhora finalmente chega, abrandou o carro sem o parar completamente, e eu entrei para o assento traseiro onde me deitei ao comprido, grato por me achar finalmente num local quente.
- Já sabes cão, o que tens a fazer disse-me.
Eu sabia com efeito. Prontamente despi a t-shirt e baixei os calções onde na parte da frente já eram visíveis alguns sinais de esporra tão excitado me deixara aquela espera. Ela metendo por uma rua quase deserta, encostou seu carro à berma, e saindo fora abriu a porta traseira do meu lado. Empunhava uma pequena maleta que eu já imaginava o que continha.
- Levanta as pernas na direcção da cabeça e coloca as mãos nos tornozelos.
Fiz o que me fora mandado, e minha Senhora depois de me ter atado os pulsos aos tornozelos, passou-me outra corda por baixo do pescoço e atou-a nos pés deixando-me imobilizado e completamente dobrado sobre mim, com o rabo completamente oferecido. Quando estou naquela posição já sei o que se segue. Minha Senhora retirando da maleta um Plug anal de 20 centímetros enfiou-mo na minha entrada oferecida. Ui, gemi de dor ao senti-lo entrar. Mas meu caralho empinou-se todo, e da sua cabecinha começaram de imediato a escorrer mais uns fiozinhos de esporra. Ela riu-se:
- Meu mariquinhas de merda, não há nada como te enfiar um tronco no cu para ficares logo de pau feito. Pode ser que não acabes a noite sem sentires ainda mais qualquer coisa dura lá dentro. Mas eu não quero que ele anda aqui a rebolar.
Um terceiro cordel mais curto foi passado em torno da raiz da minha piça e dos meus bagos, mesmo junto à pele da barriga, e apertado com meia dúzia de nós fortes quase os estrangulando. Um outro cordel com um nó de enforcamento na ponta foi-me apertado a meio do pau e esticado na direcção do pescoço ficando presa a segunda extremidade numa das argolas da coleira. E retomou a viagem. Rodamos seguramente ainda mais de uma hora, e apesar do adiantado da noite, cruzávamo-nos constante com outros veículos cujos passageiros distinguiam perfeitamente as solas nuas de meus pés encostados ao vidro da porta traseira. Eu estava cada vez mais excitado com aquilo, apesar dos formigueiros e cãimbras que sentia no corpo e se não fosse não ter recebido ainda ordens para o fazer, ter-me-ia ejaculado todo ali no banco mesmo sem meter meu pau e sem sequer tocar uma punheta. Quando finalmente ela resolveu parar, e me abriu a porta atirando-me sem cerimónias para o chão, vi que me conduzira ao Parque da Cidade, e que este tão concorrido durante os dias quentes, se encontrava totalmente deserto de gente. Comecei de novo a tiritar de frio.
- Estás com frio cão? Pois já te vou tratar de aquecer.
Eu que sei como minha Dona é cruel já estava admirado de ainda não lhe ter visto nas mãos nenhum chicote, ou uma chibata ou uma simples palmatória sequer, mas ela pelos vistos não tinha esquecido aqueles seus instrumentos de domínio que lhe dão tanto prazer, e me fazem a mim sentir tão grato por ser seu escravo. Primeiro usou a palmatória de cinco olhos, como o meu professor da instrução primária gostava de usar em nós e como eu já então gostava que ele a usasse em mim, muitas vezes não estudava propositadamente a lição só para o levar a bater-me com ela. Mandou-me abrir as palmas das mãos que tinham sido amarradas voltadas para cima, e deu-me nelas com força. Vinte reguadas em cada palma o que as deixou vermelhas e inchadas. Depois foi a vez de usar uma fina vara de vime, que serviu para me açoitar os colhões e a piça e estas pancadas por serem as mais dolorosas são as que me deixam mais entesado. Mais vinte vergastadas aplicadas com precisão cirúrgica. Minha Senhora gosta de me torturar em tais partes porque nunca me deixa pôr nela, como acho não deixa pôr-se homem nenhum, já que não aprecia ser penetrada, o seu gozo sexual é outro. Quando terminou de vergastar meus genitais eu sentia-me todo dorido e esfolado mas sabia que aquela noite de tortura e prazer ainda não terminara. Ela ainda não usara a chibata na parte do meu corpo onde lhe dava mais prazer provocar-me dor e a mim igualmente: meu cu. E esta vinha agora, pois deixava o cu sempre para o fim.
Desta vez foram 50 chibatadas, que eu tive de contar em voz alta, aplicadas com toda a alma e determinação e que como sempre me deixaram em estado de não me poder sentar direito durante três ou quatro dias. Eu estava com uma enorme vontade de me esporrar e pedi-lhe licença para o fazer. Mas minha Senhora, como acontece sempre nestas ocasiões, cruelmente negou meu pedido.
- Cala-te cão de merda gritou-me- não quero que te alivies. Não sabes que os escravos como tu para serem submissos devem andar permanentemente com os tomates cheios?
Eu sabia claro, mas sabia-me tão bem verter aquele dilúvio leitoso que se formava dentro de mim
Mas ela também estava toda húmida como sempre ficava no final daquelas sessões, que eu bem o sabia. Aliás não eram só as sevicias que ela me fazia passar que a excitavam, o saber-me com tesão e o proibir-me de me aliviar deixavam-na molhada de gozo. E quando isso acontecia ela queria sempre meter em mim. Minha Senhora trazia um vestido comprido azul escuro que despiu então pela cabeça, depois de me ter vendado, ficando nua como eu pois não trazia mais nada por baixo. Quando ela se despe em frente a mim venda-me sempre antes pois não tenho permissão para a ver nua, e eu acho isso delicioso pois imaginá-la nua é para mim muito mais agradável do que vê-la mesmo. Senti que colocava suas nádegas sobre minha face e as esfregava nela fazendo-me sentir o cheiro das suas duas entradas perfumadas sobre meu nariz. Prontamente estendi a língua, e comecei a lambê-la como minha Senhora tanto gosta, introduzindo bem a língua no interior do seu grelinho e cu. Minha Dona começou a gemer de puro prazer, lamber-lhe tais partes é a única coisa que ela me consente que lhe faça e lhe dá prazer, e não tardou muito que a não sentisse dobrar-se toda sobre mim enquanto suas mãos me tocavam as nádegas. Eu já sabia o que se seguiria.
- Espero que tenhas o cu bem lavado, cão advertiu-me Se não desfaço-te o chicote nas costas.
Suas mãos retiraram-me finalmente o Plug e a necessidade de me esporrar atenuou-se um pouco. Mas eu continuava excitado e entreguei-me todo àquele minete que deixa minha Ama tão satisfeita. Mas ela não me queria aliviar como eu bem sabia. Suas mãos abriam-me o olho do cu completamente para o lado até o deixarem o mais escancarado possível, e fechando o punho começou a meter nele. Ui! Aquilo como sempre, doía mais do que qualquer Plug, qualquer chicote ou qualquer palmatória de cinco olhos. Minha Senhora ia às nuvens fazendo-me aquilo. Dizia ela que eu era o único cão que ela tivera cujo cu permitia a entrada do seu punho inteiro. Ui! Aquilo doía sim, mas também era tão bom, principalmente quando ela começava com ele a imitar os movimentos do coito, metendo e tirando-o.
- Mostra-me que és um verdadeiro paneleiro, cão- exigia-me ela Rebola-te todo. Mostra-me que tens cu de paneleiro. E ai de ti que te venhas!
E eu procurando cumprir o melhor que podia as ordens dela, embora assim amarrado não fosse muito fácil, rebolava minhas nádegas naquele punho fechado e duro que me violava o traseiro, contente por lhe estar fazendo uma mamada e poder proporcionar tanto prazer à minha torturadora querida pela qual eu seria capaz de fazer tudo. Quando ela se veio tive o cuidado de engolir todo o sumo do seu gozo de modo a que nenhum se vertesse no chão, o que a acontecer me custaria um castigo ainda maior do que aquele que já sofrera, e com a língua limpei-a o melhor que podia. Meu caralho apesar do cordel que o prendia aos tomates parecia que ia rebentar de tanto tesão incontido. O seu aspecto roxo e inchado pareceu agradar-lhe muito.
- Vais andar assim os próximos três dias impôs-me- Não o desamarras nem para tomares banho, compreendeste cão tinhoso?
Eu embora estivesse com muita necessidade de despejar os tomates ainda fiquei mais entesado com a oportunidade que ela me dava de lhe poder provar a minha total submissão, e disse-lhe que podia ficar descansada que eu cumpriria escrupulosamente sua vontade. Minha Senhora desamarrou-me então as pernas para eu poder voltar para o carro, coisa que entorpecido como estava só consegui fazer com algum custo, mau grado a distância não fosse muita. Quando entrei voltou a amarrar-me na mesma posição anterior, e deixou-me à porta de casa. Devido ao adiantado da hora não consentiu que me vestisse ordenando-me que fosse nu como estava e de gatas até ao meu apartamento.
Três dias depois mandou-me chamar, e quis que lhe demonstrasse que não me aliviara como ela determinara. As dimensões da minha piça tesa pareceram convencê-la mas a prova final seria a quantidade de esporra que iria verter para o copo plástico que me apresentava.
- Punheteia-te, cão!
Três dias a seco após uma sessão daquelas no Parque da Cidade tinham-me deixado ansioso por aquele momento. Satisfeito por finalmente ir poder tocar à punheta comecei a esfregar-me e não precisei de muito para me vir, depositando uma boa quantidade de sémen no recipiente. Minha Senhora pareceu ficar convencida da minha prova de contenção. Fez-me beber todo o leite que eu acabara de tirar, algo que ela sabe que eu não gosto, mas foi generosa e soube-me compensar devidamente pela minha dedicação. Mandando-me deitar de bunda para cima no braço do sofá, açoitou-me longamente as nádegas com a chibata como eu tanto gosto. Não podia ter terminado da melhor maneira.