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Sabrina Sai de Casa - Cap. 5 (O Policial)
Antes de ler este conto, leia os capítulos anteriores.
Ainda enrolada em sua toalha, molhada do banho, estática em frente ao homem parado em sua frente na soleira da porta de sua casa, Sabrina pousou os olhos sobre o distintivo policial. O homem uniformizado avançou sobre ela e Sabrina deu um passo atrás. Levando a mão à frente ele tomou a ponta enrolada de sua toalha e a puxou sem cerimônia. Sabrina olhou para o chão, vislumbrando sua única veste caída aos seus pés. Depois levantou os olhos encarando seu visitante, deslumbrada em seu despudor, cintilando as gotas de água que desciam ainda por seu corpo nu, ainda coberto de marcas, mas lindo, perfeito exemplar de musa para o deleite dos olhos do observador. Um calafrio percorreu sua espinha à medida que o homem avançava sobre ela. Petrificada ela permaneceu, enquanto ele dava a volta ao seu redor, apreciando as curvas de seu corpo. Parada ela ainda estava, com a porta da frente de sua casa aberta para a rua, sentia-se ainda mais exposta do que ao andar nua ao redor daqueles meninos de colégio no centro da cidade. Ali estava alguém que não a comia com os olhos, antes a apreciava como a uma obra de arte, um exemplar de mobília vitoriana. Sabrina sentiu uma comichão em suas partes íntimas, o conhecido formigar que precedia a formação de líquido em sua boceta.
Novamente aquele homem se postou em sua frente, entre ela e a porta da rua. Por trás dele, Sabrina percebeu movimentação na rua, pessoas passando que a podiam observar. A poucos centímetros de seu rosto pairava sobre ela o rosto do policial. Ela fechou os olhos e esperou um beijo para se entregar definitivamente. Ele lhe deu as costas e fechou a porta atrás de si.
Vá por uma roupa Sabrina. Uma blusa e uma saia serão o suficiente. Nós vamos sair.
Um pouco decepcionada, mas sem questionar, Sabrina catou a toalha do chão e subiu para seu quarto. Abriu o guarda roupa e inspecionou as roupas. Tirou algumas peças, foi até a penteadeira, secou o cabelo, penteou-se e perfumou-se. Colocou uma calcinha sexy de rendinha branca, daquelas de amarrar na lateral, uma sainha branca rodada e um top preto de zíper, que ia até um pouco abaixo dos seios. Abriu o zíper o suficiente para garantir visão privilegiada de seu decote. Abriu a porta do quarto e ouviu a voz que vinha debaixo das escadas.
Sabrina?.
Sim?.
Não esqueça sua coleira... E a guia.
Sabrina olhou para trás, no chão do banheiro, onde descansavam os objetos daquele cachorro que a havia penetrado há algumas horas atrás, quando havia cedido com tanta facilidade a um completo estranho no meio do mato. Sim, era adequado que ela usasse aquela coleira. Colocou-a no pescoço e prendeu a guia na argola da frente. Desceu as escadas, passo a passo observada e observando o homem que a aguardava. Ergueu a guia e a entregou nas mãos do policial.
Aqui está, senhor.
Roberto passou a guia por volta do pescoço de Sabrina e a deixou cair, pendurada por sobre seu decote. Tomou o zíper e abriu o top um pouco mais, deixando à mostra as laterais dos seios de Sabrina. Deu então sua volta tradicional ao redor da moça, fazendo uma última inspeção. Parado em frente a ela disse:
Levante a saia.
Sabrina ergueu a pequena saia com ambas mãos pela lateral, descortinando a calcinha transparente. Não teve tempo de reagir ao próximo movimento. Levou um tapa que a jogou para trás e a deixou caída no chão.
Por acaso eu lhe mandei colocar calcinha?.
N..Não senhor.
Lidamos com isso mais tarde. Levante e vamos logo que eu estou com pressa.
Roberto abriu a porta e esperou Sabrina passar. Depois trancou a porta e guardou a chave no bolso. Tomou a dianteira e seguiu para o veículo policial que aguardava na calçada. Um outro policial abriu a porta de trás para Sabrina entrar, festejando intimamente a visão de seu decote. Roberto tomou o volante e deu partida, sem dizer palavra.
Meia hora depois o carro parava em frente a um prédio do outro lado da cidade. Os dois policiais foram até a portaria enquanto Sabrina aguardava no carro. Ela abriu o vidro para tentar ouvir algo do que se passava. Pelo interfone Roberto conversava com alguém.
Senhora, seu marido se encontra?.
Alguns minutos depois Sabrina reconheceu, descendo o saguão do prédio o homem que a tinha usado no bosque.
Senhor Manfred de Góes?.
Sim, pois não? Do que se trata?.
Encontramos um animal usando sua coleira no bosque na universidade hoje à tarde. O Senhor perdeu seu cachorro, Senhor Góes?.
Não, não, ele está comigo.
Mas seu porteiro afirma que o viu entrando sem a coleira. Por acaso o Senhor perdeu uma coleira? Uma coleira contendo sua identificação?.
Eh... sim, a coleira. Ela escapou, deixei cair e depois não a encontrei mais.
O Senhor poderia vir conosco até o carro? Gostaríamos que identificasse o objeto.
Mas... Os senhores vieram até aqui apenar por causa de uma coleira?.
Não, há outro assunto em questão. Mas talvez o senhor prefira conversar longe da portaria. Por favor, vamos até o carro.
Sabrina afundou no banco do carro, escondendo seu rosto e apenas ouviu os homens se aproximando. O primeiro rosto que observou foi o de Manfred, assustado. Atrás dele o companheiro de Roberto lhe cortava a saída. Roberto chegou ao lado da porta e perguntou para Sabrina:
Foi este o homem que a estuprou Senhorita?.
Mas o que quer dizer isso?, protestou Manfred.
Roberto tomou a dianteira: Escute aqui, seu bosta. Já foi feito um teste. Colhemos amostras do seu sêmen no corpo da vítima aqui. Ela reconhece o Senhor como o assaltante. Você vai pra cadeia por estupro. Entre no carro.
Estupro? Espere um pouco, não foi estupro. Eu posso provar.
Pode? Como?.
Foi ela, ela que me seduziu. Ela me convidou. Eu tenho fotos. Essa vadia fez tudo de livre e espontânea vontade. Eu posso provar.
O Senhor pega as fotos e leva pra delegacia. O cabo Marlon acompanha o senhor e resolvemos tudo isso na delegacia.
Não, não, espere. Eu estou com minha mulher e filhos em casa. Não podemos fazer isso de forma mais discreta? Eu não revelei as fotos ainda. Eu vou até lá em cima e pego o filme. Aí eu acompanho vocês no meu carro.
Infelizmente não posso permitir que o senhor siga sozinho. O cabo acompanhará o senhor no carro.
Ta bem, sem problema. Ele vai comigo e a gente resolve, tudo bem?.
O cabo segue com o Senhor, ficamos aguardando aqui em baixo.
Vinte minutos depois Manfred de Góes seguia atrás do carro do policial que o havia retirado da calma e segurança de seu lar quando foi forçado por uma arma apontada para sua cabeça para um desvio. Em uma rua escura ele foi retirado do carro e espancado por dois homens. O filme foi confiscado, a máquina foi quebrada e ele voltou para casa ferido, sob ameaça de morte para ficar calado. Ele não ia dizer nada. Dias depois um certo bordel da periferia sofreu uma batida policial e teve todo material áudio visual apreendido. Testemunhas foram arroladas para uma acusação de prostituição infantil. A dona do bordel, senhora Jéssica, fez um acordo com os dois policiais antes mesmo de chegar na delegacia. Priscila, a prostituta, em vista de um pequeno agrado, apontou aos policiais quais seriam os motoristas de táxi que costumavam atender as chamadas do bordel. Uma pequena investigação, uma prensa e algumas ameaças depois foram confiscadas as últimas provas da vida pregressa de Sabrina.
Enquanto Manfred entrava em casa, após uma parada na farmácia para curativos, tentando ainda bolar alguma boa história para sua esposa, Sabrina rebolava entre dois paus em motel barato da periferia. Não foi espancada ou torturada naquela noite. Teve e recebeu prazer, cavalgou e foi cavalgada. Banhou-se no esperma de seus dois cavaleiros até secar sua fonte. Recostou-se nos braços de Roberto e o acariciou enquanto Marlon tomava um banho no cômodo ao lado.
Não sabia que você era policial.
Eu não sou.
Mas....
Eu sou bancário. Gerente de contas. O Marlon é segurança de boate.
E o carro?.
O que tem o carro?.
Como assim o que tem o carro? É um carro da polícia. Como conseguiu um carro da polícia?.
Não é um carro da polícia.
É claro que é um carro da polícia. Eu estive dentro dele.
É um carro pintado como da polícia, só isso.
E o que um gerente de banco faz com um carro pintado como se fosse da polícia?.
Eu tenho planos.
Sabrina ficou sem ver seu salvador por duas semanas, quando recebeu pelo correio uma caixa contendo filmes, fitas de áudio e DVD´s. Passou a tarde revendo as cenas de sua tortura no bordel: algemada em X, colocada de ponta cabeça, levando chicotadas na boceta. Sabrina masturbavasse freneticamente revendo aquelas cenas, dava tapas na própria boceta, jogava os braços para trás, segurando-se nas pernas da cama e esfregava as coxas, delirando nua e solitária sobre o carpete de seu quarto.
No fim da tarde recebeu um telefonema de Roberto com instruções para encontra-lo às 20:00 h em uma esquina do centro da cidade. Ela deveria ir vestindo sua fantasia... E mais nada. A fantasia que ela tinha comprado no sex-shop: a micro saia completamente aberta nas laterais e o top que cobria seus seios apenas com esparsas tiras de couro. A fantasia que ela uma vez tinha ensaiado em sua mente desfilar pelas ruas da cidade, como uma puta no cio. Sabrina preparou-se para cumprir sua tarefa. Vestiu-se com um jeans e uma camiseta para despistar sua mãe e saiu carregando a fantasia em um pacote. Partiu para a rodoviária da cidade, onde conseguiu a chave de um locker. Entrou no banheiro feminino para trocar de roupa e saiu sob os olhares de reprovação das mulheres que lá se encontravam. Jogou seus jeans e camiseta no locker e foi para o ponto de ônibus.
Logo na entrada do ônibus as tiras de couro balançaram para o lado e seus seios saltaram aos olhos do motorista. Inabalada passou pela roleta do cobrador e foi para o fundo do ônibus. Não havia lugar para se sentar, mas o ônibus estava relativamente vazio. Nos últimos bancos, um grupo de colegiais conversava animadamente até a chegada de Sabrina. Em um primeiro momento meninos e meninas apenas se entreolharam entre risadinhas. Depois vieram as provocações: Ô, quanto você cobra?, Levanta a saia um pouquinho?. Até que o mais atrevido simplesmente avançou e realmente levantou a saia de Sabrina, escancarando suas nádegas redondas e rosadas. O impacto da visão fez o menino hesitar. Sabrina olhou para trás e o encarou sem expressão, voltou-se para frente e agiu como se nada tivesse acontecido. Não demorou muito e todos os rapazes se levantaram em volta de Sabrina. Como eles levantaram, Sabrina resolveu se sentar, e tomou lugar ao lado de uma das meninas. Os rapazes expulsaram as meninas de seus lugares e se sentaram; um de cada lado de Sabrina. Um deles experimentou tocar seu peito e, como não houvesse reação, foi imitado por seu colega. Sabrina fechou os olhos e deixou que aqueles meninos mamassem seus mamilos, acariciassem suas coxas, levantassem sua saia, dedilhassem sua boceta. Ela sabia que isso podia acontecer, não imaginava que acontecesse tão rápido.
Seu ponto se aproximava e agora a questão era saber como fazer para saltar do ônibus. Uma senhora, horrorizada com a cena que se desenrolava, deu o sinal de parada. Sabrina aproveitou a deixa. Encarou uma das meninas que a observava entre assustada e curiosa e avançou para ela. Antes que a menina pudesse reagir, envolveu-a em um abraço e beijou seus lábios. O lesbianismo provocou aplausos dos rapazes que se preparam para assistir a um show. O ônibus parou, a senhora desceu o primeiro degrau, Sabrina virou o corpo e jogou a menina para cima dos rapazes, saltando para fora o mais depressa que pode. O ônibus arrancou e Sabrina se viu novamente só na calçada.
Exatamente no horário marcado Sabrina encontrava-se no ponto de encontro: uma esquina freqüentada por prostitutas no centro da cidade. Para a sua sorte a garota que ocupava o ponto estava saindo em um carro quando Sabrina chegou para tomar sua posição. Dez minutos depois ela ainda estava parada na esquina, aguardando a chegada de Roberto. Os carros passavam, paravam e a convidavam para um programa. Vinte minutos se passaram e Roberto não apareceu. Sabrina perdeu a paciência quando o próximo carro parou para perguntar quanto era o programa. Ela resolveu se divertir um pouco e chegou na janela do cliente. Ele pediu para ela mostrar os peitos e ela mostrou. Ele pediu para ela levantar a saia. Sabrina pegou a mão do senhor e a guiou para baixo de sua saia. Ele encontrou sua racha depilada e toda úmida e enfiou um dedo. Sabrina fechou os olhos e jogou a cabeça para trás aproveitando o vai e vem do dedo daquele desconhecido, que se multiplicou em dois e depois três dedos. Sabrina jogou o quadril para frente e tirou os peitos para fora de sua cortininha de fitas, juntando-os com as mãos e lambendo seus mamilos. O senhor atrás do volante tirou o pau para fora da calça e se masturbava enquanto Sabrina fazia o vai e vem dos quadris contra seus dedos estendidos para fora da janela.
Quanto você cobra?.
Duzentos reais.
O homem achou caro e quis regatear. Sabrina afastou-se imediatamente de seus dedos e de sua janela e voltou para sua posição na esquina. O senhor voltou a carga e perguntou:
Por duzentos reais eu posso comer teu rabo?.
Por duzentos e cinqüenta reais você come meu rabo. Por trezentos eu te deixo gozar na minha boca. Por trezentos e cinqüenta, você pode bater na minha cara. Por quatrocentos, você pode me moer de pancada até eu esquecer qual é meu nome.
Entra aí.
O dinheiro?.
A gente passa no caixa automático e eu te pago.
Eu espero aqui. Você pega o dinheiro e a gente sai.
O homem ficou um pouco contrariado, mas saiu apressado para encontrar o tal caixa automático. Cinco minutos depois Roberto apareceu. Sabrina, irritada com o atraso, resolveu bancar a atrevida:
E aí meu bem, vamos fazer um programinha?.
Vire de costas e coloque as mãos para trás, Sabrina.
Ela não entendeu, mas fez o que lhe mandavam. Com as mãos nas costas sentiu o ferro frio se fechar em volta de seus pulsos. Agora estava algemada como queria, como tinha tentado se auto-algemar naquele bosque, agora com uma autêntica algema policial. Sabrina entrou no carro e Roberto saiu com o carro. Ela tentou conversar, mas Roberto lhe mandou calar a boca. Dirigiram sem dizer palavra até que ele parou ao lado de um terreno baldio. Roberto saiu do carro, abriu a porta para que Sabrina saísse e guiou-a pelo braço para dentro do terreno. Lá havia uma ruína de uma antiga construção. Pararam ao lado de uma mureta em um ponto em que o muro estava quebrado até uma altura. Roberto empurrou Sabrina contra o muro. Chutando os pés de Sabrina para um lado e para o outro fez com que ela abrisse as pernas. Ajeitou os seios de Sabrina sobre a mureta de modo que eles ficaram estendidos sobre o tijolo quebrado, como duas postas de alcatra no açougue. Tirou um lenço preto de seda do bolso da jaqueta e vendou os olhos de Sabrina. Então chegou próximo do seu ouvido e falou:
Eu vou voltar para o carro agora. Vou demorar um pouco. Agora, antes que eu vá preciso saber uma coisa.
O quê, o que você quer saber?.
Você é uma vadia, certo?.
Você sabe que sim.
Você é uma puta rameira que dá pra qualquer um. Uma cadela que adora ser maltratada, não é?.
Sou, sou uma puta, a maior de todas as putas. Você pode fazer o que quiser comigo.
Eu sei que posso. Eu e qualquer outro que quiser te ter. Só que isso não é o suficiente.
Não é?.
Não.
O que o senhor quer que eu faça?.
Não é o que eu quero que você faça. É o porquê você faz.
Co-como assim?.
Antes de me conhecer você já dava pra qualquer um. Já se deixava dominar por qualquer um. Você não liga se alguém te moer de pancada. Você gosta de sentir dor. Agora eu tenho uma notícia para você meu bem: eu não sou qualquer um. Está me entendendo?.
Você não é qualquer um. Você é especial.
Mas é esta a questão, não é? Eu ainda não sou especial o suficiente.
Você é....
Cala a boca. Eu vou te explicar porque eu não sou especial o suficiente. Você sabe por que eu te devolvi todas as fotos, o filme macabro que fizeram contigo e tudo o mais. Sabe por quê?.
Por que?.
Porque agora você está livre querida. Você não está sendo chantageada. Se você quiser me servir, será porque você escolheu fazer isso. Mas se você vai me servir é bom que você saiba o seguinte: eu quero obediência total e irrestrita. Está me entendendo?.
Sim, eu quero. Eu vou te obedecer.
Eu vou obedecer ao Senhor, cadela. Eu não sou você. Eu não sou seu amigo. Eu não sou seu coleguinha, não sou seu namorado. Eu sou teu Senhor e você é meu objeto. Eu sou teu Deus. Está entendendo agora, vagabunda?.
Sim, sim meu Senhor.
Perceba o que eu estou te dizendo: isto não é uma das suas fantasias eróticas em que você se entrega hoje e amanhã esquece. Eu não sou um cara que te apanhou na esquina pra te comer no beco. Eu não vou te bater pra satisfazer suas fantasias. Eu vou mandar e você vai obedecer, sem questionar, sem hesitar e à risca. E quando você falhar... Quando você falhar Sabrina, eu vou acabar com a tua raça. Eu vou fazer você sofrer até se arrepender de ter nascido. Está claro?.
S-sim Senhor.
Eu vou pro carro agora. Como eu disse, vou demorar. Você vai ficar parada aqui, sem mexer um músculo. A qualquer momento você pode desistir. Você pode sair daqui e ir andando até o carro. Se você fizer isso Sabrina, então nós esquecemos esta história toda. Eu te levo pra casa e nós não nos vemos mais, nunca mais. Mas se você ficar aqui... Se você ficar aqui eu vou voltar e vou fazer você perceber tudo o que você fez errado esta noite. Eu vou te colocar minha coleira cadela e você vai se lembrar hoje, amanhã e para o resto da tua vida de merda que você não é mais uma mulher Sabrina, você é um animal, meu animal de estimação. Eu vou ser teu Mestre e você vai ser minha escrava. Você não vai mais se pertencer. Você não vai mais viver para si, vai viver para mim. Não vai fazer o que você quer, vai fazer só o que eu desejo, quando eu mandar, aonde eu mandar, do jeito que eu mandar. Entendeu tudo que eu disse cadela?.
Sim... Sim Senhor.
Então fique aqui e pense. Pense muito bem. Esta é sua última chance de desistir. Pense bem Sabrina. E se resolver ficar, lembre-se: não mova um músculo sequer.
Os segundos passaram devagar na ausência de Roberto. Os sons ficaram mais audíveis, os cheiros mais perceptíveis, as sensações mais intensas. Cega pela venda, algemada naquela posição desconfortável, as pernas abertas em um terreno desigual, tudo era tão difícil. Os minutos se seguiram aos segundos e suas pernas começaram a doer. Seus seios arranhavam a superfície, áspera e cortante, dos tijolos quebrados sobre os quais se apoiavam. Ela ouvia sons de movimento: um gato, um cachorro? Era isso mesmo? Era isso que ela queria? Ela esteve brincando com a idéia por muito tempo até agora. Ela já tinha quebrado seus limites. Ela já tinha seguido adiante e aceitado a idéia. A idéia de que ela queria ser humilhada, ser usada. Mas era isso mesmo? Não haveria volta agora. Ela não queria que houvesse volta. Ela queria que ele a tomasse, que controlasse a sua vida. Ela queria abandonar a si mesma naquele mar de incertezas. Ela queria se afogar nesse mar. Sim, era isso que ela queria.
Os minutos se somaram em dezenas de minutos e meia hora se passou. Sabrina sentia câimbra nas pernas. Ela não sabia que se tinha passado apenas meia hora. Parecia mais, muito mais. Era como se ela estivesse acorrentada naquele muro desde o início dos tempos E, no entanto, não havia correntes. Não havia nada que a prendesse ali. Nada a não ser a vontade inexorável daquele homem. Aquele que seria o seu Mestre, o seu Dono, o seu Deus. Sabrina sentiu medo, medo de falhar, de não conseguir segurar a vontade de se mexer, de seu corpo desistir de obedecer sua vontade. Um pensamento lhe veio a mente: de que talvez seu Mestre quisesse vê-la falhar, estivesse forçando seus limites até o ponto em que não agüentasse mais e então ela falhasse para ele pudesse puni-la. Não, não era isso. Afastou aquele pensamento. Ela tinha que conseguir. Ela iria esquecer o desconforto, a dor e o tempo. Ela iria ser a escrava que ele desejava, a escrava perfeita. Ela não iria falhar.
Quarenta e cinco minutos depois de ser deixada a sós com seus pensamentos, o corpo de Sabrina transpirava; suas pernas tremiam, seu pescoço estava rígido como uma tábua, seus ombros pareciam suportar o peso do mundo. Ela ouviu passos e um calafrio lhe percorreu a espinha. Muito próximo de seu ouvido a voz de Roberto se fez ouvir em um sussurro:
Não se mexa.
Com um sussurro ele conseguiu fazer o corpo todo de Sabrina tremer, os lábios vaginais vibrarem e líquido escorrer por entre suas pernas. Sabrina sentiu algo envolver seu pescoço, couro. Uma fivela se fechou em sua nuca e um cadeado a prendeu no lugar.
Esta é sua coleira. Você irá usa-la 24 horas por dia, aonde quer que você vá. Continue no lugar. Não se mexa.
Sabrina ouviu os passos de Roberto, sons diferentes e agora parecia que ele estava em cima do muro, falando com ela de cima para baixo:
Eu te mandei vir ao meu encontro usando sua fantasia, você fez o que eu te mandei, escrava?.
Sim, Mestre. Eu estou usando a fan... Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhh.
Roberto, em cima do muro, esmagava o seio de Sabrina contra os tijolos quebrados com o sua bota. Depois pisou no outro seio e permaneceu assim, esmagando os peitos de Sabrina com seus tornozelos.
Você saiu de casa usando jeans, Sabrina. Você não fez o que eu te mandei.
Aaaah... perdão Mestre, perdão. Eu não pensei... Aaaaaaaahhh.
Eu te mandei esperar na esquina por mim. Você fez o que eu mandei, escrava?.
Sim, Mestre. Eu estava lá quando o Senhor... Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhh.
Uma chicotada zuniu o ar e caiu entre as pernas abertas de Sabrina, cortando a parte interna de suas coxas e sua boceta aberta. Instintivamente Sabrina fechou as pernas e puxou o corpo para trás, arrastando os Seios sob as botas pelo tijolo cortante.
Volte aqui e assuma sua posição escrava. E não se atreva a fechar as pernas novamente.
Se pudesse enxergar, Sabrina saberia que havia naquele momento um corte feio na parte inferior de seu seio. Tateando com os bicos de seus peitos Sabrina se aproximou novamente do muro. Roberto puxou aquelas mamas de volta para sua posição e pisou novamente nos dois pedaços de carne, como um vinicultor faz com suas uvas. Agora que ela já esperava a dor foi mais suportável.
Você não ficou na esquina me esperando Sabrina. Você ficou se oferecendo para clientes. Quando eu quiser que você seja prostituta, você será minha prostituta. Você vai foder quem eu quiser, quando eu mandar. Somente quando eu mandar. Está claro?.
Sim Senhor.
Eu vou te chicotear agora vadia. Você vai contar cada chicotada e vai me agradecer por cada uma delas. Você não irá sair da posição. Você não fechará as pernas. Você contará e me agradecerá e assim você irá aprender a me obedecer. Está pronta?.
S-sim, Mestre. Eu... Aaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhh. U-uma, aaah, obrigada, Mestre.
E assim foi a primeira, a segunda, a terceira... Roberto acertou nas costas de Sabrina, nas nádegas, nas coxas, mas, especialmente, ele mirava na tenra carne da boceta de Sabrina, escancarada debaixo da saia. Tanto bateu que a saia se rompeu e caiu no chão, tornando o acesso mais direto, a carne mais exposta, a dor mais profunda. Após dez chicotadas o corpo todo de Sabrina tremia. Vinte chicotadas foram dadas e Sabrina começou a chorar. Após trinta chicotadas os gritos de Sabrina galgaram novos decibéis. Roberto parou o castigo por um pouco para colocar em sua boca algo que ela descobriu logo se tratava de uma ball-gag. Ela já não contava, nem agradecia. Apenas gemia e chorava. Na quadragésima quinta chicotada seu corpo a traiu, suas pernas cessaram de obedecer e Sabrina desfaleceu, novamente arrastando seus seios e caindo de bunda no chão.
Quando Roberto a catou do chão, Sabrina chorava lágrimas em grossas gotas, mas estava aliviada porque tinha terminado. Mas Roberto a colocou de pé e a levou para uma árvore no terreno. Sob um galho mais baixo Roberto abriu as algemas de Sabrina e levantou seus braços. Algemou-a novamente, agora em volta do galho, de modo que não pudesse cair. Roberto recomeçou, com mais força, mais selvageria. Por trás ele acertou o corpo todo, mas especialmente a bunda, até que ela ficasse toda roxa, com marcas profundas que demorariam a sarar. Na parte da frente ele acertava ora na barriga, ora nas coxas, mas principalmente nos seios maltratados de Sabrina.
Ela tentou se agarrar ao galho para obter apoio, mas foram tantas e tão fortes as chicotadas que ela perdeu os sentidos. Quando Sabrina desmaiou Roberto por fim abriu as algemas. Ela caiu no chão. Quando acordou teve que vomitar, sentindo a fraqueza tomar conta de seu corpo todo. Roberto lhe deu de beber e a levou no colo para o carro. Foram quase cento e vinte chicotadas e não havia um centímetro intocado do corpo de Sabrina. Do pescoço para baixo ela parecia ter sido pintada de um xadrez de linhas vermelhas. Ele não tirou sua venda, mas tirou a mordaça. Entre soluços ela dizia: O-obrigada, mestre. O-obrigada. Agora eu sou tua, Me-mestre. S-só tua. Eu não sou de mais ninguém, só tua. Obrigada, Senhor.