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Deus Negro, Deus Grego (parte 3)

Acordei cedinho no dia seguinte e pus-me a desempenhar as obrigações domésticas que me foram ordenadas no dia anterior. Ele também acordou cedo e permaneceu sentado num poltrona diante da TV, com os pés repousando sobre duas almofadas enquanto me dava ordens para trazer-lhe petiscos ou um jornal do dia e dava orientações sobre como deveria preparar tudo para a conquista de sua nova escrava, ou seja, minha ex-amada Kátia. — Anote tudo o que acontece hoje porque será um dia muito especial na sua vida. Irão ocorrer coisas que nunca mais você esquecerá, disse ele enquanto falavaz misteriosamente com alguém ao telefone. Por volta das 11 horas, estava tudo arrumado e o almoço pronto. Um delicioso strogonoff com vinho, um castiçal de velas sobre a mesa e um CD com solos de violino na ponta da agulha para mais tarde. Fomos então para a sala, esperar. Quase ao meio-dia em ponto, a campainha tocou e e meu Senhor ordenou que eu esperasse no quarto até ser chamada, pois não queria que Kátia se assustasse ao me ver assim. Pude ouvir quase tudo do quarto. Ele abriu, mandou-a entrar e sentar-se. Disse que eu havia recebido um chamado de um amigo e tive que sair às pressas, mas que voltava em breve. Falou que tinha muito prazer em conhecê-la e ofereceu-lhe vinho para conversarem enquanto eu não chegava. Daí então começou o assédio: ele falava com ar de quem era dono da situação e sabia como convencer uma fêmea a entregar-se. Ela, já visivelmente vencida, contou-lhe que não estava se satisfazendo comigo ultimamente, que desconfiava que eu tinha caso com outra. E ele se aproveitava para mostrar-se compreensivo e forte diante de suas queixas, enquanto a envolvia psicologicamente deixando claro o quanto ele era diferente. Até que ela cedeu totalmente. Ouvia o estalo de beijos e confissões de parte a parte. Ela confessou (nunca fez assim comigo) que gostava de homens dominadores assim como ele, que não via isso em mim, revelava-se uma perfeita submissa... E ele passava devagar a falar-lhe com mais firmeza, convicto de que ela estava em suas mãos, a tal ponto que confessou a ela que gostava de sentir a seus pés tanto mulheres quanto homens, e que a queria submissa a ele. Ela prometeu submeter-se mas colocou a dificuldade de que isso me magoaria muito. — Não se preocupe, querida, já dei um jeito nisso, em breve você verá que não há obstáculo em ser minha. Em seguida convidou-a para a mesa da copa, já preparada para o almoço a dois. Ela achou encantadora a coincidência de ter uma mesa tão linda posta, e ele fulminou dizendo que mandara fazer especialmente para ela, pois sabia que ela iria entregar-se. Foi o golpe de misericódia, pois então ela sentiu que o domínio dele era completo e que não mais poderia nem queria resistir-lhe. Tudo estava pronto, então, para que ela soubesse toda a verdade. Ele colocou o CD de solos de violino e gritou meu novo nome (Suely), para que eu fosse até lá pôr a mesa e esperar suas ordens. Fui até lá apreensiva, morta de vergonha de mostrar-me daquela forma àquela que sempre me viu como machão. Ao passar pela porta ela nem me reconheceu, de tão feminina que eu estava. Mas logo enxergou direito e assustou-se, deixando cair um garfo que tinha nas mãos. Ele então abraçou-a e a tranquilizou dizendo que ela devveria sentir até que ponto ele podia estender seu domínio e que eu não era mais problema para a entrega dela a ele, que ela deveria orgulhar-se de ter sido escolhida por ele, pois era muito linda, elegante e submissa. Beijaram-se então longamente enquanto o som de Vivaldi ecoava pela sala e eu permanecia em pé à espera de que me ordenassem por a mesa. Ao findar o jantar eles foram para o sofá, onde ele a desnudou, bolinou, sugou aqueles seios que outrora foram meus, deixando-a mais atiçada do que eu nunca havia visto antes. Por fim, ele chamou-me e ordenou que eu a pegasse nos braços, como se fosse uma noiva, e a colocasse na cama de casal dele, assim nua, e que eu permanecesse ao lado da cama de joelhos para presenciar a completa posse do corpo dela por ele. Tive que presenciar tudo, aquele magnífico corpo negro, atlético, envolvendo a brancura exuberante de minha ex-namorada e ex-futura-esposa, que agora era propriedade exclusiva dele. Passaram horas e horas de muito amor, carinho, confissões e sexo enquanto eu realizava meus afazeres domésticos e cumpria suas eventuais ordens. No começo da noite, porém, ela confessou a ele que estava adorando tudo, menos uma coisa: sentia-se constrangida com a minha presença, depois de tantos anos vendo-me como macho impositivo. Ele disse que já previra essa reação e tomara as devidas providências. Pegou então o telefone e falou a alguém que "poderia vir, que tudo estava pronto". Não entendi nada dessa mensagem, claro. Meu Dono e Kátia foram tomar um banho demorado e voltaram para a sala, ordenando-me que lhes servisse vinho e colocasse músicas bem sensuais. Por volta das 20 horas a campainha tocou e recebi ordens dele para abrir a porta e me comportar servilmente o tempo todo. Fui imediatamente abrir a porta e solicitei que entrasse uma negra lindíssima, de olhar dominador, sotaque cearense e que atendia por "S." nome que recebi depois ordens para nunca ousar pronunciar diante de ouvidos profanos. Ela olhou-me com ar indiferente, entrou e foi recebida por meu Mestre com beijos de boas-vindas e convite para sentar-se na poltrona diante do sofá em que estavam ele e Kátia. Ele explicou-nos que "S." era uma grande amiga dele, uma mulher muito poderosa, elegante e de classe e que, como ele, nascera para o domínio sobre os reles mortais como eu. Disse-me que uma ordem ou comando dela deveria ser respeitado por mim como se fosse dele, e ai de mim se ela não fosse com a minha cara. Ela perguntou-lhe: — E então, amigo Jorge, essa é a serviçal de que me falastes? Parece bem submissa, e feminina, você fez um ótimo trabalho. Como é seu nome, mocinha? — Suely, Senhora. — Lindo nome, Jorge sempre tem bom gosto para dar nomes às menininhas lindinhas como você. Chegue mais perto e vire-se, quero ver se vale realmente a pena. Virei-me. Ela apalpava-me sem cerimônia como a avaliar um produto recém-comprado no supermercadom enquanto emitia interjeições de satisfação. — Hmmmm! Belo material, gostei, vou levar. Uau! Branquinha, macia, carnuda, bumbum arrebitado, olhos suplicantes... Vai servir muito bem em minha senzala em Fortaleza, eu tava mesmo precisando de uma servazinha para meu serviço. Subitamente deu um para no meu bumbum e ordenou: — Ajoelha e implora para ser minha escrava exclusiva para o resto de sua vida, vadia! Eu fiquei apreensiva, procurava os olhos do meu dono, tinha ordens para obedecer a ela em tudo, mas afinal ELE era o meu Dono. Não sabia o que fazer, meus olhos suplicavam uma decisão que eu naõ podia tomar por conta própria. Ele então levantou-se bruscamente e ordenou que eu me ajoelhasse na sua frente e ouvisse tudo o que ele tinha a dizer. — Saiba, Suely, que eu te adestrei para dar-te de presente a minha amiga "S.", que faz aniversário amanhã e eu a chamei de Fortaleza para cá só para receber você como presente para sempre de seu amigo Jorge. A partir de agora estarás ao serviço somente dela, pois eu estou transferindo para ela, para todo o sempre, meus direitos sobre você. A partir de hoje você só me deve respeito, porque eu sou superior a você em tudo, mas a posse sobre você agora pertence à sua senhora "S.". Eu chorava, aflita, comecei a dizer baixarias impensadas e desesperadas, perguntava por que havia me viciado em sua pica se depois iria me dar a uma mulher. Implorava com lágrimas para que ele deixasse eu ser escrava somente dele. — Viciei-a sim, porque sabia que sua nova dona gosta que seus escravos sejam verdadeiras fêmeas no cio e que estejam sempre ansiosas para dar a ela ou a quem ela ordenar. Agora que você está pronta, entregue-se a sua dona definitiva. Eu, do meu lado, ficarei com sua ex-namorada Kátia, que a partir de hoje será minha escrava particular. Despeça-se dela com beijinhos de amigas, pois a partir de hoje seu namoro está oficialmente encerrado, Kátia me servirá aqui em casa e você servirá "S." em Fortaleza. Claro que vocês só se reverão quando eu e minha amigona nos visitarmos eventualmente, aí poderão nos servir juntas e confidenciar uma à outra o que sentem por seus donos. Agora obedeça a minha última ordem: implore a "S." para aceitar definitivamente sua submissão e obediência. Agora! Vi que minha vontade não me pertencia e que eu deveria fazer o que me fora ordenado, pois tratava-se de ordens superiores às quais não podia resistir sem sofrer as consequências. Lancei-me de joelhos aos pés da Senhora "S.", pedi permissão para beijá-los e supliquei humildemente para que aceitasse meus serviços, enquanto Kátia fazia o mesmo diante do seu Senhor Jorge, por ordem deste. Minha nova e definitiva Senhora, então, pediu então que ele lhe emprestasse a Kátia por uns minutos, o que lhe foi concedido com prazer. Ela então ordenou a Kátia que pegasse na bolsa uma coleira e a trouxesse, enquanto eu deveria continuar de joelhos mas olhando para seus olhos dominadores, de baixo para cima, para sentir com mais força a minha posição submissa. Quando Kátia trouxe a coleira, a Senhora "S." ordenou que eu notasse Suas iniciais inscritas nela e que eu as beijasse em sinal de respeito e submissão eterna, o que eu fiz imediatamente. Em seguida, Kátia recebeu ordens para pôr a coleira em meu pescoço, pois minha Senhora queria sentir a Sua superioridade e Seu poder ao ver minha própria namorada prender ao meu pescoço para sempre o nome Daquela que seria minha Dona de agora em diante. — Apesar de ter sido batizada com um lindo nome por meu melhor amigo, gosto de colocar minha marca no que me pertence. Aceito-a como minha escrava e a partir de agora se chamará Kassandra, não sendo permitido atender por outro nome sem minha permissão. Puxou-me pela cordinha que prendia a coleira, despediu-se de meu ex-Senhor Jorge e me levou para o hotel em que estava hospedada, de onde embarcamos na manhã seguinte para Fortaleza, começando assim meu serviço a minhs Senhora "S.", a quem devo eterno respeito, amor, devoção, submissão e obediência.