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Uma Aventura no Metrô2º lugar no II Concurso de Contos e Poesias BDSM - Votação dos Leitores

Volta do trabalho, metrô cheio, Susi está em pé rodeada de pessoas por todos lados. O trem pára em uma estação e entram mais passageiros, deixando Susi ainda mais apertada. Um homem alto e forte se posiciona ao lado dela empurrado pela massa humana que entrou no trem. O vagão, lotado, não permitia movimentos. Susi se sente meio incomodada, pois o homem estava se encostando cada vez mais. Em determinado momento Susi sentiu um calor em sua nuca e percebeu que aquele homem já estava encostado em sua bunda, mas ela não tinha como reclamar. Ela tentou se virar para desencostar a perna dele de sua bunda, mas não tinha espaço. O jeito foi deixar a coisa rolar até que o vagão ficasse mais vazio. Mas com o balançar do vagão ela foi ficando molinha e começou a gostar da situação. Estava sentindo um tesão que nunca tinha sentindo antes, algo inexplicável. Cada vez que o vagão balançava, o rapaz caia p/cima dela, ela se contraía e fazia pressão contra. O rapaz sentiu que ela estava gostando e começou a pressionar com força encaixando seu membro bem forte no bumbum dela. Ela permaneceu quietinha e percebeu que cada vez mais com o movimento do metro o cara que estava atrás dela se encaixava mais, se esfregava mais e tentava bombar um pouco... na estação seguinte entraram mais pessoas e mais apertados ficaram, nisso o rapaz pressionou com força encaixando seu membro bem forte no bumbum de Susi. Era um tesão só. Ela olhava para o rapaz com cara de safada de quem queria mais que uma simples encoxada. Susi iria descer na próxima estação, seria o fim daquele momento de tesão. Mas num instante de ousadia, Susi diz ao rapaz que estaria ali no mesmo local e horário do dia seguinte a espera dele. O rapaz ficou sem ação e deu um sorriso de canto de boca confirmando com a cabeça que estaria lá. No dia seguinte no mesmo horário lá estava Susi pegando o metrô, ela vestia uma calça bailarina, bem justinha marcando bem o bumbum e delineando a calcinha enfiada, uma blusa com com fecho aberto até o meio dos seios formando um decote sugestivo deixando-a ainda mais provocante. Quando o trem chegou na estação onde o rapaz havia entrado no dia anterior, Susi ficou atenta para ver se ele iria entrar no vagão. Ela estava ansiosa para vê-lo novamente. Afinal era um homem jovem, bonito, másculo e que a encheu de tesão. Os olhos de Susi brilharam quando o viu sendo empurrado para dentro do metrô, desta vez estava mais cheio que antes, mas o rapaz conseguiu chegar até ela. Ele a olhou de cima abaixo e deu um sorriso de aprovação, tinha gostado do que viu. Sem perder tempo, foi logo encostando nela por trás. Não demorou muito e ele já estava excitado, Susi tinha uma bundinha linda e redondinha o que o excitava ainda mais. Ela ali sendo encoxada deliciosamente com uma carinha de anjo, só empinando a bunda para ele e rebolando bem gostoso. Ele apertava a bundinha dela, passava a mão entre as pernas, dava leves tapinhas e esfregava cada vez mais forte seu membro nela e ela empinando o bumbum para ele. Perto da estação em que Susi desceria, ele começou a enfiar a mão por debaixo da blusa sem suas costas e descendo até o bumbum, passando a mão por cima e dando fortes apertões. O tesão era tanto que Susi esqueceu que teria de descer e passou de sua estação. Ele a avisou que tinha passado da estação, mas ela não se preocupou, queria mais e disse que iria até a estação em que ele iria descer, depois voltaria. O rapaz era Pedro, um técnico em segurança do trabalho do metrô, que todos os dias naquele mesmo horário ia para o trabalho seguindo até a última estação onde cuidava da segurança dos trens do metrô e tinha acesso livre em todas as dependências das estações. Chegando na última estação, todos desceram, Pedro se apresentou para Susi e ela a ele. Pedro perguntou para Susi se ela não queria dar um passeio pelo metrô, conhecer o trabalho dele e ter uma experiência que ela nunca tinha tido antes. Ela concordou, estava achando emocionante tudo aquilo. Então passaram para uma outra plataforma onde entraram por uma porta onde tinha uma pequena sala com vários acessórios de segurança. Susi deu uma boa olhada em volta e se viu excitada, pensou que ele a levara até ali para terminar o que começaram no vagão lotado do metrô, estava doida por sexo. Ele apanhou alguns equipamentos e dois capacetes, deu um para Susi e foram até uma outra porta onde havia uma escada helicoidal que levava para baixo da plataforma. Lá havia um longo corredor escuro, úmido e frio com paredes de concreto e vigas de metal, um ambiente realmente assustador. Susi que até então estava sob o efeito do tesão da encoxada no metrô começou a ficar sem saber o que fazer, tinha ido até ali no ímpeto, mas agora não sabia se queria continuar. Hesitou um pouco em ir em frente, afinal não conhecia Pedro. Estava, só, com ele em um lugar que não conhecia e ninguém sabia que ela estava ali. Então ouve o chamado de Pedro e sem perceber seguiu-o até o corredor. Pedro acendeu a lanterna, pois a luz do corredor não era suficiente para seguirem. Andaram uns 200 metros em linha reta onde o corredor se estreitava, só dava para passar uma uma pessoa de cada vez. Pedro disse para Susi ir na frente que ele iria atrás dela. Ele ficou olhando Susi andando, aquela bundinha redondinha rebolando em sua frente, ficou brincando com a lanterna, hora iluminava a bundinha de Susi hora iluminava o caminho. Ficou excitado, chegou mais perto de Susi e a abraçou por trás, ela sentiu que ele estava excitado, lembrou-se do vagão do metrô. Pedro deu-lhe um forte tapa na bunda que Susi chegou a pular de susto. Ele a virou de frente segurou-a pelos cabelos bem na base da nuca e a beijou, um beijo ardente e cheio de desejo que a deixou sem ar. Ele a imprensou contra a parede do corredor abriu o fecho de sua blusa deixando seus seios de fora. Era a coisa mais linda que ele já tinha visto, eram empinados de tamanho médio, macios e os mamilos eram rosados e bicudos. Ela estava cheia de tesão também, mas estava desconfortável ali, não tinha espaço para os dois juntos e parecia ter pouco ar. Então Pedro a levou um pouco mais a frente onde havia uma saída do corredor. Quando Susi vê a saída respira aliviada. Estavam numa espécie de pátio onde ficavam vários vagões que estavam em manutenção. Estava tudo deserto. Susi foi levada até um dos vagões do outro lado do pátio. Pedro a ajudou a entrar no vagão e perguntou se ela faria tudo que ele mandasse ela fazer. Cheia de tesão, ela concordou. Ele vendou seus olhos e a conduziu até o meio do vagão, junto à porta central. Colocou as mãos dela segurando o ferro de apoio do vagão posicionada de costas para ele. Então começou a encoxá-la como fez quando se conheceram. Logo ficam excitados, ela rebolou empinando o bumbum para trás e ele esfregando cada vez mais seu pau nela. Passou as mãos pelas costas desnudas de Susi bem lentamente para cima e para baixo, com movimentos para frente de seu corpo onde podia tocar os seios dela. Abraçou-a com força e a beijou na nuca e ali ficou por um bom tempo chupando seu pescoço como um vampiro sedento de sangue, e ela rebolando cada vez mais contra o pau dele. Ela estava cheia de desejo, louca p/ trepar ali. Ainda abrando-a por trás ele enfiou a mão por dentro da calça dela pela frente e sentiu o calor da vulva de Susi. Ela teve um espasmo, relaxou e deixou enfiar o dedo nela, estava completamente molhada. Ele fica brincando ali com os dedos e apreciando os gemido de Susi. Ela gemia tão gostoso e isso o excitava ainda mais. Com a outra mão puxou os cabelos dela na base da nuca para trás e com uma leve torção gira sua cabeça para o lado e a beijou ardentemente. Susi queria se virar de frente para ele, mas ele não a deixava, a forçava com seu corpo contra o ferro central de apoio do vagão. Ele a segurou pela cintura com força desceu os dedos até sua calça e a tirou lentamente. A calcinha de Susi era minúscula deixando sua bunda mais sexy. Pedro ficou doido com a imagem daquela bundinha rebolando para ele. Agarrou-a pela calcinha e a arrastou até o banco lateral do vagão, a jogou de joelhos no banco e arrancou sua calcinha, ele parecia um animal selvagem no cio. Deixou de quatro com as mãos apoiadas na janela, abaixou suas calças e esfregou seu pau entumecido na vulva dela. Ele enfiou nela devagar até encaixar ele todo, deslizou gostoso. Então a segurando-a pelo ombro e com seu corpo sobre as costas dela ele começou a bombar em sua vulva bem gostoso, ela gemia alucinadamente. Seus seios batiam no encosto do banco e seu rosto contra a janela. Ele mordia suas costas com vontade, estava ficando toda marcada, ela tinha uma pele macia e saborosa. Aquilo doía, mas o prazer era tanto que ela nem se queixou, deixou a coisa rolar. Ele a segurou pela cintura e ainda bombando em sua vulva começou a dar tapinhas em sua bunda que foram aumentando de intensidade conforme a reação de Susi que parecia gostar daquilo. Sua bunda já estava bem vermelha e sensível. Ela estava para gozar, seus gemidos se transformaram em urros, gritos, berros. O prazer era imenso, mas quando ela ia gozar ele parou de bombar e tirou de dentro. Ela não entendeu nada. Ele foi até a bolsa onde colocara os acessórios que pegou na sala e retirou umas correias de segurança e passou pela cintura dela, pelos seios, ombros e virilhas, formando uma espécie de arreio. Ela, curiosa, queria saber o que era aquilo, mas ele pediu que ficasse quieta. Ela obedeceu. Ele pegou umas cordas e passou pelas correias e prendeu cada uma das pontas nos ferros de apoio do vagão, um de cada lado do vagão e puxou com muita força a ponto de levantá-la do chão. Passou as cordas pelos pés e pelas mãos e as amarrou nos ferros também. Susi ficou suspensa como se estivesse deitada de barriga para cima numa rede e com as pernas e braços abertos. Parecia até confortável. Ele se aproximou e começou a chupá-la no sexo, o tesão começa a tomar conta do corpo de Susi que se contorce de prazer. Pedro começou novamente mordê-la, agora na barriga enquanto suas mãos apertam com força os seios dela. Então ele encaixou novamente seu pau na vulva de Susi, mas desta vez enfiou com vontade, tudo de uma vez e ficou ali bombando forte. Os olhos de Susi se viravam de prazer. Ele estava de frente para ela e em pé. As pernas dela cruzavam a cintura dele. Ele a xingava de vagabunda, piranha, putinha... Ela super excitada estava adorando, então ele começou a dar tapas na rosto dela que logo ficou vermelho, seu rosto era sensível. Novamente ela começou a urrar de prazer e ele também. Ele a abraçou com força , a beijou com vontade, enquanto meteu gostoso e então os dois gozaram muito, uma explosão de tesão, Susi nunca tinha experimentado algo igual. As pernas de Pedro ficaram bambas a ponto deixá-lo sem forças para ficar em pé e saiu cambaleando até sentar no banco. Ele olhou para ela e deu um sorriso malicioso e ela ainda vendada tenta se soltar das cordas. Um silêncio tomou conta do vagão, Susi não escutou mais a respiração ofegante de Pedro e nem ruídos dos passos ou de alguma presença humana. Ela ficou assustada e chamou por ele, mas não obteve resposta. Passou de tudo pela cabeça de Susi: E se ele foi embora? E se não voltar mais, como sairia dali? Ninguém sabia onde estava. Nervosa, ela começou a gritar por socorro, o som de seu grito que sai pela porta do vagão que ficou o tempo todo aberta, reverberava no imenso pátio. Susi imaginou que estava sozinha e não adiantaria gritar, então começou a tentar se soltar, mas era impossível sair daquelas amarras. Quanto mais ela se mexia, mais apertados ficavam os laços, as cordas já estavam cortando seus pulsos e tornozelos. Ela foi enfraquecendo até que perdeu os sentidos. Pela manhã Susi foi encontrada nua deitada no banco de um vagão do metrô que saía para a sua primeira viagem do dia. Foi socorrida por equipe médica dos bombeiros e levado a um hospital. Já acordada, contou uma história sem pé e nem cabeça, mas quando a encontraram, não havia nenhum sinal de cordas, correias ou vendas. Suas roupas não foram encontradas. Pensaram que ela pudesse estar tendo alucinações, talvez por uso de drogas e resolveram levá-la para um hospital psiquiátrico. Chegando lá e percebendo que não acreditavam nela, começou a ficar agitada e teve uma crise nervosa. Foi então prescrita uma injeção para que se tranqüilizasse. Seus olhos ficaram arregalados pareciam que iam sair das órbitas no momento em que bateu os olhos no homem que lhe medicaria, ficou pálida, subiu um frio na espinha e seu coração acelerou. Era Pedro. Na mesma hora começou a gritar que era ele o homem que tinha feito tudo o que relatara com ela no metrô. Ali perceberam a confusão em que Susi se encontrava, pois o homem que ali estava chamava-se Onofre e estava de plantão no hospital desde as 20:00h. Tiveram que segurá-la para que pudesse ser medicada adequadamente. Ela acordou em uma cama do Centro psiquiátrico, tentou se levantar, mas não conseguiu, viu que estava presa a cama com umas correias. Novamente entrou em desespero. Logo chegou uma enfermeira que tentou acalmá-la em vão, então chamou pelo Dr. Marcelo, médico psiquiatra, que iria tratar dela. O médico pediu para ficar só com a paciente. Dr. Marcelo chegou perto de Susi e sussurrou algo no ouvido dela. “Você foi a melhor transa que eu já tive na minha vida”. Susi olha bem para ele e viu que era Pedro. Então perdeu os sentidos. Volta do trabalho, hora do rush, metrô lotado, o trem se aproxima da estação terminal onde se faz a transferência para a linha 2. Ouve-se a mensagem para que todos os passageiros desembarquem. Nisso Susi que dormia tranqüilamente no primeiro banco próximo à saída central do vagão, desperta. Meio assustada ela olha para os lados e percebe que tudo aquilo tinha sido um sonho, mas parecia tão real, ainda sentia as dores no corpo, seus pulsos doíam, seus tornozelos também, seu corpo ardia, sua vulva pulsava quente, ainda estava molhadinha, completamente excitada. Ela se ajeita, arruma os cabelos, passa um batom enquanto os passageiros saem do vagão. Então sai em direção a linha 2, ainda tinha que pegar outro trem para chegar em casa. Desta vez não daria para ir sentada, já tinha muita gente na plataforma e o trem já estava lá. Ouve-se um sinal, as portas dos vagões se abrem, há um tumulto, um empurra empurra, todos querendo entrar ao mesmo tempo para garantir um lugar sentado. Outro sinal avisando que as portas iriam se fechar. Susi é arrastada pela multidão para dentro do vagão, as portas se fecham. Todos tentam se acomodar da melhor maneira possível. O trem anda, dá uma freada, todos se acomodam. Susi percebe que dois caras disputam para ficar atrás dela. Ela olha para trás e se surpreende, eram dois irmãos jovens, bonitos e gêmeos. O rosto deles parecia ser familiar, não lembrava onde os tinha visto. Susi dá um sorriso para eles, faz uma cara de safada e se ajeita de modo que cada um ficou com uma banda de sua bundinha. Os três se entreolham e soltam um sorrisinho maroto. Susi imagina: “Essa viagem promete”. Mas essa é uma outra história que conto depois.