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Servindo ao Meu Macho e Dono 3
Mais uma vez escrevo o relato de um dos meus inúmeros encontros com o meu macho e dono. Estes relatos iniciais remontam à fase de início do meu adestramento como escravo do meu ex-dono. Como não sei ser sucinto, relato os dois encontros em detalhe.
Depois de mais trocas de e-mails com o meu dono, em que sempre expresso a minha gratidão por poder ser usado por ele, por usufruir do prazer que ele tem em me submeter às vontades dele, recebi, finalmente, depois de quase 3 semanas um e-mail me convocando para mais uma sessão na casa dele.
Ele marcou novamente na saída da academia porque ele gosta de me usar suado. Sempre vou ao seu encontro muito bem banhado e com a higiene íntima a mais perfeita possível e com a barba muito bem feita, escanhoada, para não haver nenhum problema na hora de serví-lo. Quando o avistei vindo na minha direção, voltei os meus olhos para os seus pés, porque é ordem dele que, antes de cumprimenta-lo, devo sempre olhar para os pés dele. Logo que nos cumprimentamos, veio a primeira ordem do dia, segui-lo para algumas compras rápidas e que eu deveria carrega-las. Submissamente, carreguei todas as suas compras até sua casa.
Chegando lá, ele sempre bebe muita água quando chega, me mandou logo após a tirar a roupa. Eu estava de calcinha preta por baixo da calça jeans, por exigência dele, e me expus e fiquei aguardando novas ordens. Ele sentou-se no sofá, olhou pra mim, e disse com sua voz máscula e autoritária:
- "Já sabe o que fazer, não sabe?"
Ajoelhei-me a seus pés e comecei a tirar o tênis. Veio a ordem seguinte:
- "Sente o cheiro do seu macho, suado da academia..."
Pra mim, aquilo era um momento sublime e o fiz com todo o prazer. Cheirava o tênis, até que limpo, e as meias, que já tinham um pouco mais do odor do meu macho, ainda que ele fosse muito higiênico. Se pudesse, ficaria ali por muito tempo, me deliciando com o cheiro dos pés dele nas meias.
Acho que ele percebeu o meu prazer em sentir o cheiro dele e interrompeu os meus desvarios de prazer:
- "Massageia os meus pés, seu macho merece ser bem tratado, anda..."
Não sabia o que me dava mais prazer, comecei a massagear com a ponto dos dedos aqueles pés bonitos, bem tratados, pés de macho que sabe se cuidar. A mesma cena se repetiu, com ele sempre descansando um pé sobre mim, enquanto eu massageava o outro. Com o prazer da submissão tomando conta de todo o meu ser, corpo e alma, eu me entregava a servi-lo com toda a dedicação.
Em seguida mandou tirar-lhe o short e a sunga e cheira-la também:
- "Cheira o suor do saco, põe a boca e o nariz bem no lugar que fica o saco e apica do seu macho, sua puta!"
Eu, que já tinha verdadeiro fetiche em sentir o cheiro de cueca de macho, pois uma vez cheguei a roubar a cueca de um primo delicioso, macho, como o meu dono, entrei no terreno da permissividade, me concentrando naquele cheiro do suor que me impregnava as narinas... Era o prazer do olfato me dominando todos os outros sentidos... e ele sabia que eu adorava isso.
Como que trazendo para a realidade, ouço sua voz autoritária, mesmo em tom baixo:
- "Vá ao quarto e apanhe as sandálias que você mais gosta de apanhar e traga na boca pra mim, vá..."
De quatro foi ao quarto dele e procurei as sandálias havaianas mais velhas que ele tinha, pois dizia que era a sandália que ele caminhava na praia quando era garotão e que já tinha comido muita puta calçando aquelas sandálias. Eram simples sandálias, mas o valor dado àqueles objetos pela descrição dele, me faziam deseja-las mais que às outras.
Trouxe prontamente para ele na minha boca, engatinhando, e as entreguei em suas mãos.
- "Continua de quatro, viado... lambe as sandálias e calça os meus pés".
Fiz com todo o respeito e gratidão a ele, beijei e lambi os seus pés e as calcei nos pés dele. O sabor do suor dos pés do meu dono tinha um sabor especial, ainda mais porque eu já me entregava sem tantos receios. Sabia que podia confiar nele.
Em seguida, ordenou-me ficar virado na direção do quarto e me deu algumas chineladas para saber "quem era o meu macho".
Sentou no meu lombo, me usando como sua égua e me mandou leva-lo para o quarto. Meus joelhos doíam, mas ele, sem dó, deixava o seu peso todo em cima de mim. Era motivo de orgulho pra mim poder carrega-lo como sua escrava. Me deu alguns tapas fortes no traseiro durante o curto trajeto, aumentando os meus esforços em suportar o peso dele, mas não reclamei, me mantive firme até onde pude. No quarto, ele saiu de cima de mim e aí veio a ordem mais esperada por mim:
- "Vem mamar o seu macho..."
Aaiii, só quem sabe o prazer da submissão, pode compreender o que senti naquela fração de segundo e me dediquei a dá-lo todo o prazer que eu aprendi, a duras penas, com outro dominador, a mamar sem encostar os dentes... só deixando o macho sentir a minha língua, os meus lábios, o céu da boca, os músculos da garganta... como que querendo perpetuar aqueles minutinhos daquela pica maravilhosa.
Ouvi pela primeira vez um elogio:
- "Você sabe mamar, viado..."
Aí mesmo é que fiquei completamente absorto, me concentrado naquela pica que eu me dedicava. Passava a língua pela cabecinha, brincava de engolir ela tudo até encostar na garganta, volta à cabecinha, fazia pressão com os lábios da cabecinha até a base, e ficava com ela todinha dentro da boca, quase me sufocando, mas eu forçava até encostar no fundo da garganta... e sentia o cheiro dos pentelhos dele no meu nariz. Poderia escrever páginas e páginas desses momentos maravilhosos.
O meu macho puxou a minha cabeça, ficou em pé, e me mandou ficar de bruços sobre a cama, com os joelhos no chão, e disse:
- "Chegou a hora da surra..."
Aí eu tentei argumentar que eu não tinha feito nada pra merecer a surra. Ao que ele respondeu:
- "É só pra te lembrar do seu lugar, escravo... viado tem mais é que apanhar do macho, entendeu? E você, está aqui pra me servir."
Achei aquilo o fim, mas fiquei calado. Meu orgulho de ser viado era manipulado por ele da forma que bem entendia. Parecia esses caras mal resolvidos que gostam de bater em viado na rua, mas fiquei com uma dúvida enorme. Logo fui interrompido nos meus pensamentos:
- "Beija o cinto que o teu macho vai te bater..."
Humilhado, beijei o cinto de couro, grosso, e continuei na mesma posição. Foram várias cintadas, que, desta vez, nem lembrei de contar, porque fiquei com aquele grilo... mas logo esqueci porque as cintadas ardiam no meu lombo, deixando tudo ardido e quente. Cada movimento de preparo entre uma cintada e outra é um momento de expectativa, porque não sabia a intensidade que viria a próxima. Terminada aquela seção, ele passou a mão no lugar dos lanhos que ficaram e sentiu como ficou quente a minha bunda... mandou-me mama-lo novamente e, em seguida, mais uma rodada de cintadas. Só que desta vez, me mandou ficar em pé, com as mãos na cabeça, encostado no armário. Submissa e obedientemente, foi para o lugar e a posição determinados e arrebitei bem a bunda. E o cinto "cantou" no meu lombo novamente... desta vez ele aumentou a quantidade até aqui usada em mim. Foram vinte cintadas pra aprender a não questiona-lo. Achei que não fosse agüentar, mas fiquei firme, só gemendo um pouco nas últimas. Algumas batiam nas polpas da bunda, outras iam dentro do rego, me fazendo contrair os músculos, como que querendo proteger o meu cuzinho, que eu sabia que ainda seria usado mais tarde.
Me senti extremamente humilhado naquela hora. Mas nem tive tempo de pensar, porque logo já tinha outra tarefa a cumprir, servir de capacho a ele... me ordenou deitar no chão e disse em tom autoritário:
- "Tá entendendo pra que serve um viado submisso? É pra isso, pra servir de capacho de macho..." e pisava na minha cara, no meu corpo e me dava para lamber-lhe a sola dos pés.
Depois de ficar um tempo ali deitado sob os pés deste dominador maravilhoso, o misto de humilhação moral, dor e até uma certa dose de violência, tudo se transformava no prazer mais agradável em servi-lo. A minha alma submissa se amoldava cada vez mais aos instintos daquele macho.
Me mandou ficar de quatro e eu já estava esperando mais surra, mas fui completamente surpreendido!! Ele tirou a calcinha que eu estava vestindo e começou a alisar o meu cuzinho com os dedos, de forma muito sacana e depois começou a passar a pica na portinha. Aquela cena me atingia no fundo do cérebro, me dando um misto de prazer e inferioridade sob o poder daquele macho que me fazia de sua puta subserviente.
Me mandou pegar a camisinha que eu tinha trazido, me mandou ficar de quatro novamente e ficou esfregando a cabeça da pica na portinha... uuuiiii, aquilo era de matar de desejo, tive vontade de implorar para que ele metesse... mas quem era eu pra dar ordens ali? Agüentei o suplicio da tortura, até que ele sentisse o desejo de me possuir. Me mandou subir na cama e ficar de quatro, abriu a minha bunda e deu uma lambida que me fez enlouquecer.. aiii, que língua deliciosa... queria ser penetrado por ela!! Mas logo posicionou a pica lubrificada com ky e começou a me penetrar. Sentia o meu cuzinho abrindo aos poucos, agasalhando aquela jeba dura, deliciosamente grossa, entrando e saindo, me provocando os mais loucos desejos de ser estuprado pelo meu macho... começou a meter com vontade e eu arfava, arqueava o corpo, empinava a bunda, arremessava pra trás, e ele fincava cada vez com mais vontade... até que, num momento em que eu empinei bem a bunda e levantei a cabeça, me puxou pelos cabelos que passou a usar como rédea... eu gemia feito uma puta insaciável, apertava o cu em volta do pau dele, querendo deixar a minha cuceta mais apertada pra que ele tivesse o maior prazer que eu pudesse lhe proporcionar e ele me fodia, implacável, sem pena, me usando como uma vadia. Me levou para o banheiro, me colocou em frente ao espelho, meteu a pica, me puxou pelos cabelos, e dizia:
- "Ta vendo, puta, como um macho fode? É assim... pra te deixar arrombada..." falava isso arfando pelas estocadas rápidas que arremessavam aquela pica deliciosa no fundo do meu cu.
Eu já estava sem noção de nada, só queria me entregar mais e mais aos desejos depravados daquele que eu já considerava o meu macho e dono. Eu só sabia pedir, implorar, pra que ele metesse mais...
Até que ele parou, tirou a camisinha e me mandou segui-lo para o quarto. Sentou-se à cama e me mandou mamá-lo de quatro. Parecia que eu não tinha mais vontade própria, estava completamente dominado e enfeitiçado pelo poder de dominação daquele homem superiormente maravilhoso. Aí, fez a coisa mais inesperada que eu podia esperar: me mandou levantar e sentar na perna esquerda dele e passar o meu braço direito pelas costas dele. Não imaginei o que me esperava, mas foi, surpreendentemente, delicioso. Simplesmente, lambeu o meu mamilo direito e chupou... me atingiu em cheio no lugar que mais sinto tesão no corpo todo!! Senti o ar faltar, os meus olhos querendo revirar na órbita, um grito contido que queria dar, e sem saber o que fazer pra me controlar, alisei a cabeça dele e passei as mãos nos seus cabelos, num ato de ternura total, um contraponto a toda a cena ali vivida... ele continuou a me enfeitiçar com os seus lábios e a sua língua voluptuosa no outro mamilo, me levando a querer cometer um desvario. Quando terminou, passando o dedo no meu cuzinho arrombado, perguntou:
- "Tá gostando, minha putinha?"...
Eu não sabia o que responder, nada vinha à minha mente, só me restando gemer:
- "Estooou..."
Me senti a mais fêmea das criaturas respondendo daquele jeito, quase como um suspiro romântico. Parecia que me incorporava o espírito de puta, de fêmea vagabunda que se oferece pra ser usada pelo seu macho. Dali pra frente, nunca mais tive dúvidas em como me portar com ele.
Em seguida, me mandou voltar pro chão:
- "Mama a pica do teu macho..."
A tortura que ele estava me impondo só eu tinha noção... estaria mamando o pau que tinha acabado de me foder!! Parece que aquelas palavras entraram nos meus ouvidos, atingindo o cérebro como um petardo. Era o rompimento com qualquer parâmetro de censura, de proibições... eu me sentia uma puta de verdade. Me sentia totalmente à mercê dos desejos daquele macho deliciosamente depravado, do macho que eu sempre sonhei encontrar. Era como se, naquele momento, estivesse sendo selado o pacto para sempre servi-lo da maneira que ele quisesse. Eu que sempre sonhava com os filmes heteros em que as putas mamam o pau do macho depois de serem fodidas com vontade, mais que nunca, eu tinha sido submetido àquilo, que poderia passar por constrangimento após o sexo anal a que estava acostumado, mas que nenhum macho ainda tinha feito comigo.
Mamei com toda a volúpia que me possuía, querendo retribuir por aquilo tudo que me estava me dando um prazer total. Minha língua, como uma enguia que escorrega, passeava naquele caralho, sugando todo o prazer que ele tinha, e, ao mesmo tempo, procurando dar todo o prazer àquele macho todo especial, corajoso e ousado. Empurrava a pica boca adentro sentindo a cabeça passar pelo céu da minha boca como a emprenhar-me a carne com o tesão que me tomava, atingindo o mais profundo da minha garganta, como a me foder a alma, o corpo, tudo...
Até que o meu macho e dono, anuncia:
- "Fica de joelhos!!"
Imediatamente fiquei de joelhos e de costas pra ele, enquanto ele se masturbava gostosamente. Ao invés das outras vezes, me ofereceu a pica na boca, que abocanhei logo e despejou uma quantidade enorme de sua porra, respirando fundo. E eu, ali, de joelhos, com a pica abocanhada com os lábios, recebendo o néctar de um macho que sabe ser dono de um escravo viado. Eu não engoli o seu gozo desta vez ainda, mas foi o prenúncio de algo muito mais profundo estava acontecendo. A minha entrega, finalmente, incontida e desprendida para ser o escravo daquele macho.
Depois do último extertor do gozo, ele me levou ao banheiro para tomar banho e me deu sua sunga para lavar, o que fiz, sem antes dar a última cheirada no lugar do saco. Escrevo mais este relato/conto agradecido ao meu dono e macho por me saber usar como sempre desejei.