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Uma Aventura com Mistress Márcia - Parte 3

- Márcia, você não existe!! – ria e divertia-se Mistress Patrícia, enquanto observava meu pênis diminuir e murchar. - Acho que eu esfriei os ânimos dele, não é mesmo, Pat?? - Você congelou tudo! – afirmou a Domme loira, entre risos. - Eu percebi que ele estava muito saidinho para o meu gosto e, mesmo sabendo que ele não chegaria ao clímax estimulado dessa forma, resolvi acabar logo com essa brincadeira. - E fez muito bem, viu? Onde já se viu ele querer sentir prazer com o meu dedinho? - divertia-se Mistress Patrícia - Ainda mais que eu ainda nem me satisfiz ! – completou. - Boa idéia , Pat, já está mais do que na hora de nós termos algum prazer ``verdadeiro´´ essa noite, não é? – e, ante a afirmativa da amiga, piscou para ela e prosseguiu - Mas antes vamos ser prudentes e evitar ``acidentes indesejáveis´´, pois eu não suporto escravos que fogem ao meu controle! Assim, Mistress Márcia puxou-me pela coleira e, tendo em vista Seus planos futuros, introduziu um outro butt-plug, maior que o anterior, em meu ânus e afivelou firmemente a já conhecida sunga restritora de ereções em meu corpo. - Dessa forma, Pat, garantimos que ele não obterá uma ereção completa, eliminando a hipótese de qualquer prazer indevido. De igual modo – completou a experiente Domme – introduzi um plug maior em seu ânus, o qual proporcionará a ele um tormento doloroso e estimulante. Realmente, a Senhora Márcia conhecia muito sobre os detalhes do fem-dom, pensei. Quando utilizamos um butt-plug sob uma sunga, especialmente uma de couro, ela imobiliza o butt-plug, impedindo-o que ele se mova ou saia do orifício anal, mesmo quando o submisso curve, mova ou abaixe seu corpo . Esta combinação é usada, também, quando a Dominadora pretende que o escravo mantenha o butt-plug dentro de seu corpo por longos períodos. Devido o calor do corpo e as características do reto, o produto usado como lubrificante para facilitar a introdução tende a secar, o que intensifica as sensações de desconforto experimentadas pelo macho em inferior posição. Mistress Márcia subiu, então, sobre o estofado da sala, estendendo sua mão à Domme Patrícia, afim de que esta tomasse lugar sobre a mesinha de centro. Em seguida fui direcionado para manter-me no chão, ajoelhado, entre as duas Senhoras. - Quando conceder ao seu escravo permissão para uma adoração corporal, Pat, faça isso com cerimônia e sempre mantenha o submisso em uma posição fisicamente inferior a sua. Isso – continuou – reforça a idéia de que você é um Ser Dominante e Supremo e – baixando os olhos até mim, perguntou - O que você acha disso, escravo? - Senhora, eu não sou digno deste privilégio mas não há maior prazer para um servo que adorar e venerar o corpo de Sua Rainha, proporcionando-A prazer e volúpia. - Hummmmnnn – exclamou a Domme Patrícia – estou louquinha para experimentar essa volúpia... - Sendo assim... parker! – ordenou a anfitriã - conceda à minha convidada os prazeres que você descreveu. Imediatamente, virei meu corpo em direção à pequena Rainha e, envolvendo suas pernas delicadamente em meus braços, beijei cada centímetro delas, sentindo o calor de Sua pele sob a suavidade de Suas meias 7/8. Mistress Márcia apanhou e entregou a noviça o chicote de montaria e, com este em Suas mãos, Mistress Patrícia golpeava minhas costas, meu rosto e meu peito, conduzindo-me a realizar a adoração do jeito e da maneira que mais lhe proporcionava prazer e satisfação. Impedido de erguer-me e, obrigado a manter-me de joelhos no chão, meus lábios mal podiam tocar os joelhos Dela, o que não impedia que o perfume de Seu corpo inebriasse meus pensamentos. Ao fazer uma adoração, sinto-me em meu meio natural, aos pés de Minha Dona. Olho para cima e vejo a Mulher que aprendi a respeitar e admirar e, mesmo tocando apenas uma pequena parte de Seu corpo, faço-o com devotamento e desejo, pois tudo que me aproxima de Minha Rainha me faz feliz. Ao contrário do que acontece com muitos homens, meu prazer maior resulta da permanência em uma posição que reafirme minha inferioridade junto à minha Senhora que, forte e determinada, abriga-me em seu séquito de serviçais. Vendo que, apesar da restrição da pequena gaiola meu pênis ainda possuía resolução bastante para manter-se excitado, pulsante e vertendo fluidos, Mistress Márcia puxou-me pela coleira e pondo-me em pé, ordenou que prosseguisse a adoração, mas somente sobre as partes cobertas do corpo da Senhora Patrícia... Agora, com a possibilidade de atingir quase todo seu corpo, eu beijava-o com sofreguidão e carinho, amparando-o cuidadosamente em meus braços, como um homem adora uma verdadeira Deusa. Mistress Patrícia, por outro lado, bem conduzia-me com seu riding crop (chicote de montaria) em meio as instruções: - Aqui, ``slap´´ sua ‘putinha’, beije aqui! Isso, ``slap´´ com a língua! Agora aqui ``slap´´, vamos! ``slap´´ Mais rápido! Não ``slap´´ faça ``slap´´ cócegas ``slap´´, putinha! Adorei quando ela finalmente permitiu que eu beijasse diretamente os primeiros centímetros de sua pele, logo acima da renda de suas meias 7/8. A pele de suas coxas, extremamente macia e suave, enchia-me de desejo, fazendo-me até esquecer o desconforto do butt-plug em meu ânus. Logo Mistress Márcia interviu e convidou a pequena Dona a girar Seu corpo, oferecendo-me a parte posterior dele. Esperei, impaciente, pelo comando da Senhora Márcia que, conhecedora de meu anseios naturais por adorar as coxas e nádegas de Mulheres Dominadoras, aproveitava para torturar meus sentimentos e, ao mesmo tempo, assegurar que a minha mente jamais venha duvidar sobre quem está no comando. Faíscas elétricas podiam atravessar o pequeno espaço de ar que separava meu rosto do corpo que agora tornava-se meu objeto de adoração. Minhas mãos e lábios tremiam sob a vontade contida de adorar e exaltar o corpo daquela Deusa. Um pequeno aceno de cabeça, no entanto, abriu vazão para a torrente de sensações por infinitos minutos contida. Carinhosamente e devotadamente, percorri com minha língua o dorso da nova Dominadora, arrepiando sua pele e provando seu sabor. Nestas horas eu me desligo de meu corpo e explorando cada reentrância, cada curva, do corpo adorado, eu me torno uma enorme boca, uma boca que não tem vontade distinta da vontade da Musa que a inspira, uma boca que não tem outra razão a não ser a de amar e proporcionar prazer a uma Rainha. E com meu rosto mantido entre as nádegas de Mistress Patrícia pelas mãos firmes da Mistress Márcia, eu descobria-me como submisso realizado e fiel. Envolvido que estava em agraciar o corpo da Senhora que divinamente expunha-se a minha adoração, somente tardiamente percebi que Ela, já empregava seus próprios dedos, de forma hábil, na busca de um prazer fugaz. Não demorou para que o corpo desta Divina Deusa estremecesse, por mais de uma vez, em ondas desejo e satisfação. Meus esforços, enfim, recompensaram-Na com o desfrutar desses gozos úmidos e intensos, o que lisonjeava-me como escravo e serviçal. O Seu prazer era, também, o meu prazer. O prazer em servir e proporcionar essas agradáveis e afáveis sensações à essas Mulheres admiráveis e encantadoras, mesmo sendo o desditoso ser que sou. Mistress Márcia, nestes momentos, podia adivinhar meus pensamentos. Apesar de servi-La apenas em poucas ocasiões em que tive a oportunidade de pôr-me à Seus pés, essa Dama conhecia minha mente como poucas mulheres. Por mais que escondesse meus sentimentos e desejos, a Senhora Márcia sempre os trazia à tona e, nestes momentos, aproveitava-se da situação para obter a superação de algum limite meu, humilhando-o mais e mais, ou colocando-me em situação estranha e vexatória. Após os sucessivos orgasmos Mistress Patrícia estava com a pélvis relaxada. Em razão disto e dos gin-tônicas, Ela não tardaria a solicitar um pequeno intervalo para ir ao toilette. Ardilosamente, então, Mistress Márcia fez a proposta e colocou seu plano em ação: - Pat, vamos fazer uma pausa para irmos ao banheiro? A jovem Domme, imaginando que isso seria um subterfúgio para que ambas tivessem uma conversa reservada, concordou de pronto, sentindo-Se até aliviada, visto que carecia desta pausa e não queria ser a causadora de uma interrupção na cena. Mistress Patrícia, contudo, contrariou-se quando viu que a Mistress Márcia conduzia-me pela coleira, em direção ao toilette. Lá chegando, a experiente Senhora sentou-se no vaso e aliviou sua vontade, mantendo-me ajoelhado junto aos seus pés, admirando o seu sexo cuidadosamente depilado e perfumado. Então, limpou-se e questionou-me: - Você quer beijar minha bucetinha, não quer escravo? - Sim Senhora, - disse rápido - eu quero muito beijá-la e prova-la. - Mas não vai, não, parker. – respondeu sarcástica – Você sabe muito bem que meu corpo é vedado para escravos de segunda classe, como você! Aquelas palavras colocavam-me novamente em meu lugar e, como em uma daquelas coincidências que ninguém consegue explicar, ouvia-se os primeiros acordes de ``Heaven knows and I’m miserable now´´ (Conheci o paraíso e hoje sou um homem miserável) do The Smiths. Meu rosto estava a centímetros do paraíso, o templo sagrado dos prazeres de Mistress Márcia e eu, por vontade Desta e, pela minha condição, não podia tocá-lo. Enquanto amaldiçoava intimamente minha condição, Mistress Márcia pediu para trocar de lugar com a Mistress Patrícia que observava a tudo, sentada em uma pequena banqueta. Ocupando o assento, Mistress Patrícia surpreendeu-me, pouco importando-se para minha presença, mesmo tão próxima a Ela e, logo realizou seu intento. Antes que pudesse ter a pretensão de fazer qualquer movimento, a Rainha Márcia intercedeu e pediu para que a jovem Domme se mantivesse imóvel. Ordenou então, que aproximasse meu rosto e , com suavidade e devoção, beijasse o interior das coxas da Rainha Patrícia e, brandindo um cane (uma varinha de rattan, de cerca de 90cm de comprimento) de forma audível, através de sucessivos golpes que cortavam o ar, dirigiu-Se a mim: - E a bucetinha da minha amiga Pat, você quer beijar parker? – perguntou, pontuando o final da frase com o sibilo do cane. - Sim Senhora, respondi. Eu também quero muito beijá-la. - Você quer sentir o sabor dela, não é parker? - ``vuuuuupt´´, seguiu-se novo golpe no ar. - Sim Senhora, eu quero. Eu imploro, Senhora, deixe-me prová-la, por favor, por favor, por favor... - Mas, a bucetinha dela está sujinha, você vai lamber e deixar tudo limpinho? - Vou sim, minha Senhora, eu adoraria ter a oportunidade de limpar o sexo Dela com minha boca. Por favor, Mistress - ressaltei, implorando – deixe-me limpá-La... por favor... - Eu irei deixar, parker. Irei deixar você lamber a bucetinha dela pelo tempo que você quiser... ou melhor, - e sarcasticamente sorriu para a amiga – pelo tempo que você puder suportar meu flagelo... Vendo o clima de dúvida e surpresa que causara, explicou-se: - Vamos fazer um acordo, parker. Enquanto você desfruta do prazer de beijar e lamber o sexo de minha amiga, eu vou espancá-lo com este cane. Quando você achar que já beijou e lambeu o suficiente, você me informará, aí eu pararei de espancá-lo, entendeu - ``vuuuuupt´´ - escravo? Céus, pensei, que Mulher astuciosa! Obriga-me fazer a higiene íntima de sua convidada, apenas para que tenha a oportunidade de poder experimentar o calor de seu sexo e o sabor de suas essências. Contudo, vendo que isto iria me proporcionar um prazer adicional, irá equilibrar isso com um espancamento. Mistress Márcia, assim, sedimentava em meus pensamentos a idéia de que o prazer é obtido pela dor e que não há satisfação sem sofrimento. Ela bem sabia ``apertar meus botões´´ e, como esperava, respondi: - Sim, Mistress Márcia, eu entendi e aceitarei, agradecido, seu flagelo. - Mas, antes eu quero ver se você vai limpar mesmo tudo direitinho, viu? Dizendo isso, tomou a guia de minha coleira em suas mãos e, puxando-me em direção ao corpo de Mistress Patrícia, orientou-me: - Vamos, parker! Limpe já tudo isso! Primeiro as coxas... Eu não quero ver nenhuma gotinha de pipi! Agora a virilha! Isso, mantenha essa língua para fora e em movimento. Rápido, agora limpe as gotinhas nos lábios dela! Limpe com carinho e cuidado, viu? Se não você vai apanhar em dobro por isso! Mistress Patrícia, assim como Mistress Márcia, também depilava Seu adorável sexo. Havia apenas um pequeno triângulo de pêlos, cujo vértice tocava levemente a porção superior de Seus lábios. O aroma e o sabor de Seu sexo, mesmo sob as condições em que estava, evidenciava os orgasmos que Ela tivera. Ao percorrer com minha língua o interior de Seus pequenos lábios, o sabor de Seus fluidos orgásticos e lubrificantes tornou-se ainda mais notável, disparando ondas de excitação em meu corpo. Ainda ao sabor destas ondas, senti-me puxado pela coleira: - Já chega, parker, ela já está bem limpinha. Agora vamos para a sala. Guiado pela coleira, fui conduzido pelas hábeis mãos da Senhora Márcia até a sala. Mistress Patrícia, atendendo a Seu pedido, vestiu novamente Sua calcinha e sentou-se em uma poltrona. O mobiliário da rainha Márcia, de inspiração rústica, era confeccionado com grossas e pesadas peças de madeira e couro, podendo ser convenientemente utilizado, visto sua resistência, para diversos fins nas cenas. Mistress Márcia pensou em remover a sunga que aprisionava meu pênis, para que melhor recebesse o espancamento mas, conhecedora das furiosas ereções que experimento durante os serviços orais, optou por mantê-la, cuidando apenas para que minhas nádegas ficassem expostas, enfiando mais a sunga em meu rabinho, ainda torturado pelo butt-plug. Utilizando de muita cerimônia, a Rainha Márcia orientou gentilmente a Mistress Patrícia sentar-se na ponta da poltrona, reclinando seu corpo para trás. Então, ordenou-me aproximar-me de quatro e colocar minha mãos, voltadas para cima, sob o peso do corpo da convidada, afim de que não as utilizasse então, finalmente deixou meus lábios tocarem o sexo da Senhora Patrícia, ainda coberto pela renda de Sua calcinha. Alguns segundos depois eu sentia o primeiro golpe do cane em minhas nádegas. O cane, assim como a vara de marmelo de nossas avós, se bem utilizado produz dores lancinantes, além de finas marcas vermelhas que ardem como fogo. Outra vantagem do cane é o fato dele ser leve e de fácil uso, não cansando a Dominadora. Como no uso riding crop (chicote de montaria), aqui também vale mais a técnica que a força. Um segundo e um terceiro golpe atingiram minha bundinha e, pelo fato de minha boca estar abafada pelo sexo da Mistress Patrícia, apenas pequenos lamentos eram ouvidos, entretanto minha vontade era de gritar de dor. Enquanto refletia valia a pena tanto sofrimento pelo serviço oral em uma Deusa, Mistress Márcia interveio: - Você está gostando, parker, - ``vuuuuupt´´ - está ? - Sim, Senhora – respondi, com as palavras escapando entre os dentes tensos e apertados. - E você, Pat, - ``vuuuuupt´´ - está gostando? - Hummmmnnn, Má, eu estou adorando... - Viu só, escravo. Ela está adorando... - ``vuuuuupt´´ – Você não vai parar de lambe-la agora - ``vuuuuupt´´ – vai? - Não...uhhhgggrr...Senhora, eu não vou parar... - Isso mesmo, parker - ``vuuuuupt´´ – Eu gosto de escravos que - ``vuuuuupt´´ – sabem tratar bem suas Donas. Depois de umas vinte arremetidas, a Rainha Márcia conferiu as marcas em minha bundinha, passando a ponta de seus dedos por elas e, dirigindo-se para a Mistress Patrícia, consultou: - Acho que já está na hora de tirarmos essa calcinha, não? - Está mais que na hora, Má. Assim eu não consigo gozar! – reclamou a loira. A Rainha Márcia mandou, assim, que eu desatasse os lacinhos laterais e removesse a calcinha da Mistress Patrícia usando apenas meus dentes e língua. Isso feito, usou sua prerrogativa de Domme e informou que iria mudar o jogo: - Então vamos mudar isso, Pat. – e, olhando em minha direção, disse - parker, você terá 5 minutos para fazer a Pat gozar, usando apenas sua boquinha. Se após os 5 minutos ela não tiver alcançado nenhum prazer, eu aplicarei 10 golpes seguidos com o cane na sua bundinha. Depois, concederei mais 3 minutos adicionais e, se nada acontecer, aplicarei outros 15 golpes... Antes que Ela mudasse de idéia, puxei os quadris de Mistress Patrícia, que ainda imobilizavam minhas mãos, e mergulhei meus lábios naquele templo sagrado de essências, aromas e sabores Divinos. É muito difícil para um homem descobrir o timing de uma Mulher no sexo oral. Algumas gostam de algo mais forte e selvagem, outras preferem algo mais suave e sedutor. Há as que preferem que o início seja rodeado de sutileza e dissimulação e depois que se introduza, paulatinamente, mais energia e vigor nos movimentos e há, também, aquelas que desejam que alternemos momentos de suavidade com instantes de devassidão e volúpia. Enfim, para um homem, a Mulher sempre será um mistério indecifrável e uma natureza que, superior a do macho, não pode por este ser compreendida. Minha língua percorria toda a extensão daquele órgão, detendo-se por momentos nos lábios, no clitóris, na vulva e, dentro desta, no canal vaginal. Meus sentidos mantinham-se alertas para detectar quaisquer sinal de aprovação ou reprovação de Mistress Patrícia. Eu sentia seu corpo vibrar e emitir pequenos gemidos mas não possuía sensibilidade para desvendar, em apenas 5 minutos, os segredos daquela Mulher. Realmente, era muita pretensão minha. Logo senti os primeiros golpes em minhas nádegas, já por demais doloridas. Mentalmente contava 1...2...3...4... mantendo minha boca e língua em movimento junto à fonte de meu prazer, buscando abstrair minha mente da horrível dor que me afligia. Após os dez golpes, agradeci com a voz embargada o merecimento do castigo e retornei à adoração, tendo o rosto em febre e olhos rasos de lágrimas. Há uma grande diferença em submeter-se a 10 golpes de cane com algum intervalo de tempo entre eles e submeter-se a 10 golpes sucessivos. Os golpes sucessivos aparentemente se acumulam, ou seja, parte da dor do primeiro golpe soma-se a dor do segundo golpe. O terceiro golpe terá, portanto, um flagelo acrescido de uma parte da dor sofrida nos primeiros dois golpes e assim sucessivamente. Isto sem falar que, devido a intenção de se aplicar o maior número de golpes no menor tempo possível, há uma tendência natural em se atingir várias vezes uma mesma área ou região do corpo, potencializando o sofrimento. Somente possuía agora mais 3 minutos, antes que a rainha Márcia voltasse à carga. O ardor que sentia em minhas nádegas se espalhou por todo meu corpo, secando minha boca e dificultando o serviço oral ao qual, com tanta devoção, me entregava. Eu realmente desejava que a Rainha Patrícia chegasse ao orgasmo em minha boca, pois adoro sentir o sabor dos líquidos promovidos por esses espasmos de prazer. Na verdade, poucas coisas podem me excitar mais que realizar uma lenta e prolongada sessão de sexo oral em uma Mulher. Desse modo, se Ela desejar, eu posso ficar longos períodos beijando, lambendo e acariciando o sexo de minha Domme. Mas ali era diferente. Eu tinha pressa em alcançar meu objetivo, não resistiria a mais 15 golpes de cane. Depois, não queria estragar a cena, sendo obrigado a falar a safe word, palavra que o submisso usa para interromper a cena SM quando seu limite de dor é superado. Gotas de suor escorriam em minha face assim como o tempo escorria por entre meus dedos. Decidi, então, assumir o risco. Puxei mais ainda o corpo da Domme Patrícia para a beirada da poltrona, praticamente sustentando Suas pernas em meus braços. Ergui ligeiramente meus braços, elevando Suas pernas. Então, guiei minha língua do clitóris para a vulva, onde busquei uma profunda penetração, para logo em seguida, continuando a descer, encontrar seu ânus. Eu lambi, beijei e chupei com sofreguidão Seu rabinho. Para minha surpresa, Mistress Patrícia não escondeu sua satisfação com esse gesto, assim, iniciei um movimento de vai-vem, de cima para baixo e de baixo para cima, contemplando não só seu sexo e ânus, mas toda a região em redor. Atento aos movimentos de seus quadris, vi sua pele se arrepiar e intensifiquei a energia, concentrando-me ora em seu clitóris, ora em seu anelzinho. Quando percebi que poderia provocar Seu orgasmo a qualquer momento, envolvi seu clit intumescido com meus lábios e suguei-o, como se fosse o arremedo de um pênis. Em segundos senti Suas unhas em minha pele, ao mesmo tempo que movia rapidamente seus quadris entremeando este movimento com ruídos de respiração rápida descompassada. Meus olhos buscaram o assentimento de Mistress Márcia que, sorrindo, levou seu dedo indicador aos lábios, em sinal de silêncio. Entendi de imediato. Ultrapassamos o tempo mas Nossa anfitriã não quis interromper o prazer de sua convidada. Não cabe a mim, singular escravo, discutir as decisões de uma Domme. Apenas posso afirmar que, tão logo pude desvencilhar-me do corpo trêmulo de Mistress Patrícia, ajoelhei-me aos pés da Rainha Márcia e beijei-os, demoradamente, com avidez e gratidão. E então pensei: Que incrível Mulher era a Mistress Márcia! Então Ela dirigiu-se para o Seu quarto onde disse, faria uma ligação e, puxando-me pela coleira, pediu-me: - Coloque a Pat em uma posição confortável e dê a ela tudo o que ela pedir. Sirva-nos sucos e algo para comer. Depois, tire essa sunga e aguarde-nos na sala. Apanhei uma almofada e acomodei Mistress Patrícia deitada no sofá, a fim de que pudesse se recompor. Servi a pequena mesa com sucos, algumas frutas e uma tábua com queijos e frios. Aproveitei os momentos em que ouvia a Mistress Márcia ainda ao telefone para, como solicitado, remover a sunga que até então restringiu dolorosamente minha ereção e o butt-plug que, mesmo sendo de uma dimensão maior que as normalmente por mim utilizado, acomodou-se e laceou de tal forma meu rabinho, que não mais promovia incômodo algum. Entretanto, em um dos espelhos do banheiro pude observar o resultado do uso intensivo deste butt-plug. Meu orifício estava róseo, dilatado e quente, implorando por uma urgente penetração, ele contraía-se em movimentos ritmados. Voltei a sala e reuni-me a Domme Patrícia, onde aguardei o retorno de mossa Anfitriã. Instantes depois, Mistress Márcia retornou a sala de estar e, desfrutando das bebidas refrescantes, iniciou uma descontraída conversa com a Domme Patrícia, objetivando que esta, ainda repousando, recuperasse forças para prosseguir. Ajoelhado aos pés de ambas, permaneci pronto à servi-las, não podendo deixar de notar que a Rainha Márcia comunicava à Mistress Patrícia que havia telefonado para o seu namorado e escravo pessoal, chamado eduardo, e que este se reuniria conosco dentro de uma hora. Mistress Patrícia ficou exultante, e sorrindo, não escondeu sua impressão: - Ai, que bom, Márcia! Agora vamos equilibrar esse jogo! - E, dirigindo seu olhar para mim, completou rindo - Finalmente vamos ter algum homem de verdade por aqui! Aqui só tem mocinhas! - Ah, Pat – exclamou Mistress Márcia - não seja tão cruel. O parker não é uma mocinha.... Se bem que ele gostaria muito de ser uma, não é mesmo, parker? - Sim, Mistress Márcia, eu gostaria muito de ser uma mocinha. - Mas não é para ser uma mocinha qualquer! Tem que ser a Minha Mocinha, entendeu? - Sim, Senhora Márcia, eu ficaria muito grato se tivesse a oportunidade de ser a Sua mocinha. - E eu? – questionou a Domme de cabelos louros - Será que o parker não quer ser a Minha mocinha também?? - Pode deixar, Pat, hoje o parker será a nossa mocinha. Ainda não conformada, Mistress Patrícia reclamou, piscando o olho para a Senhora Márcia: - Mas uma mocinha não pode ficar assim, nua na frente de suas Donas, pode? - Realmente não pode mesmo! Mas que falta de educação, não é mesmo Pat ! – afirmou rindo a experiente Mistress. Ambas Senhoras concluíram que seria oportuno e divertido vestirem-me como uma menininha, então, conduziram-me pela coleira até a suíte. Para muitos homens, ser obrigado por uma Mulher Dominadora a usar roupas femininas, desfilar para Ela nestes trajes, ser chamado de putinha ou menininha, realizar performances ou servi-La de diversas maneiras com estas roupas seria algo profundamente detestável. Entretanto, estas práticas aplicadas àqueles que já reconhecem e admitem sua situação submissa e servil perante essas Dominadoras, produzem um enorme efeito nestas mentes subservientes. Eu adoro o contato destas roupas com meu corpo, sua textura, a suavidade e o aroma de seus finos tecidos. Excita-me muito experimentar e utilizar roupas femininas e sexies, atividade que cultivo desde a tenra infância. Não bastasse o fetiche despertado pelas roupas, há a humilhação de estar realizando isso na frente de outras pessoas, ou melhor, na frente de pessoas próximas de seu convívio e que, sabidamente, mediante esta visão, passarão a ter uma outra opinião a meu respeito. Esta cena coloca o homem em uma posição submissa, humilhado, em flagrante delito pois veste roupas impróprias e não consegue esconder o prazer que sente com isso. A reação natural de uma Mulher Dominadora é, nestes casos, explorar a humilhação verbal, quebrando a resistência natural do machinho até que este não mais resista ao ímpeto de seu desejo e se transforme na personagem que Sua Dona quiser, seja ela a menininha carente, a putinha, a empregadinha doméstica ou a bichinha serviçal. Quando o escravinho veste a personagem ele se transforma em outra pessoa e, sob influência desta, não mais sente vergonha ou barreiras que limitem suas atitudes. Seu comportamento, voz, movimentos e gestos podem, também, mudar ligeiramente, buscando melhor sintonia entre o antigo ser e a nova personagem. Se tudo isso ainda é feito sob a vontade, supervisão e direcionamento da Fêmea Superior, o prazer é ainda maior pois, para um serviçal, não há nada mais agradável que realizar os desejos e fantasias de uma Mulher. Eu vestia as roupas indicadas pelas Dommes Márcia e Patrícia, ao mesmo tempo em que observava o brilho do poder que resplandecia no rosto de cada uma daquelas fantásticas Mulheres e imaginava que sensações Elas experimentavam em ter um homem completamente a disposição de seus caprichos, para bater, humilhar, subjugar e abusar dele. Sempre com uma sandália de salto alto nos pés e com a peruca morena de franjinha na cabeça, primeiro vestiram-me com um shortinho de lycra, do tipo usado por dançarinas de axé music, tão minúsculo e cavadinho que expunha quase toda minha bundinha. Depois experimentei um espartilho vermelho, com meias 7/8 e uma calcinha fio dental da mesma cor, parte do lote de roupas que havia trazido. A cada roupa nova, claro, ordenavam que eu desfilasse, fizesse poses sensuais e gestos femininos. Por fim, antes de passar para outro modelo deveria dançar, sensualmente e retirar a vestimenta em um pequeno strip-tease. Adorei experimentar um mini-vestido preto de Mistress Márcia. Sendo um pouco mais alto que Ela, o modelo ficou bem curtinho e sensual. Vesti-o com uma calcinha de vinil com velcros na lateral. Implorei para que Mistress Márcia me deixasse realizar uma ``lap-dance´´ bem sensual para Ela. Como uma verdadeira putinha eu me abaixei, rebolando minha bundinha enquanto fingia esfregar-me em suas pernas e púbis. Em dado momento, como as dançarinas profissionais, guiei seus braços em torno de meu corpo, enquanto imitava os movimentos de um ato sexual. No final, removi a calcinha apenas em um só golpe, desatando os fechos de velcro. Deixei o melhor para o final. Vestindo a mesma saia plissada que usei naquela tarde e uma regata de seda, abusei da performance, dançando e rebolando convidativamente para ambas Dommes que agora dividiam o sofá. Mistress Márcia, então, levantou-se e tomando-me por trás, esfregou sua púbis em minhas nádegas, excitando-me ainda mais. Apertei seus braços em torno de meu corpo e, logo dançávamos como um só corpo, de modo liberto e sensual. A Rainha Patrícia, alheia a nossa celebração de submissão, observava tudo com interesse e atenção. Vendo que poderia constrangê-la, a Rainha Márcia convidou-a abusar do corpo daquela putinha, o que ela aceitou de pronto. Enquanto sentia as mãos da Domme Patrícia apoderarem-se de meus mamilos e percebia seu sexo em minhas nádegas, Mistress Márcia deixou-nos a sós. Poucos minutos depois Ela retornou e afirmou alto: - Cansei de brincar com essa menininha. Já é hora de fazermos essa menininha virar Mulher. - Mistress Patrícia elogiou a decisão e soltou um gritinho de prazer. Ao desvencilhar-me dos braços que me aprisionavam, voltei meu corpo e pude ver o que motivou esta exclamação. Mistress Márcia, ainda com o conjunto de calça e blusa em tule rendado, vestia sobre ele um strap-on (cinta onde fixa-se um pênis) onde destacava-se um dildo de aproximadamente 20cm de comprimento e 5cm de grossura. Nas mãos, trazia outro strap-on menor no comprimento, porém mais grosso, de 17cm x 6cm, que rapidamente passou aos cuidados da Senhora Patrícia. Senti um arrepio cortar minha espinha. Agora eu realmente estaria nas mãos daquelas duas Rainhas. continua...